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Uma mulher com trinta e dois anos de idade, usuária de dispositivo intrauterino (DIU), compareceu ao consultório de ginecologia com queixa de dispareunia, sinusorragia, dor abdominal leve, infraumbilical, e corrimento transvaginal amarelado havia cinco dias. O exame clínico mostrou paciente em bom estado geral, corada, afebril; o exame especular evidenciou colo e paredes vaginais hiperemiados, secreção amarelada no fundo do saco vaginal; ao toque vaginal foram constatados colo anterior, útero retrovertido, doloroso à mobilização, fundo do saco vaginal livre.
Com referência ao caso clínico descrito acima e a aspectos diversos a ele relacionados, julgue os próximos itens.
Na ausência de sinais de toxemia ou de temperatura maior que 39 ºC, a paciente poderá ser tratada ambulatorialmente.
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Uma mulher com trinta e dois anos de idade, usuária de dispositivo intrauterino (DIU), compareceu ao consultório de ginecologia com queixa de dispareunia, sinusorragia, dor abdominal leve, infraumbilical, e corrimento transvaginal amarelado havia cinco dias. O exame clínico mostrou paciente em bom estado geral, corada, afebril; o exame especular evidenciou colo e paredes vaginais hiperemiados, secreção amarelada no fundo do saco vaginal; ao toque vaginal foram constatados colo anterior, útero retrovertido, doloroso à mobilização, fundo do saco vaginal livre.
Com referência ao caso clínico descrito acima e a aspectos diversos a ele relacionados, julgue os próximos itens.
Apendicite, cistite, gravidez ectópica e aborto séptico fazem parte do diagnóstico diferencial de doença inflamatória pélvica.
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Uma paciente de vinte e dois anos de idade, G3P2, com idade gestacional de trinta e oito semanas e dois dias, hipertensa crônica, deu entrada em pronto-socorro com quadro de dor abdominal súbita havia trinta minutos, associada a sangramento transvaginal em pequena quantidade. O exame revelou tônus uterino aumentado, BCF de 110 bpm, coágulos no fundo do saco vaginal, PA de 90 mmHg × 60 mmHg, FC de 88 bpm, tendo-se constatado ao toque transvaginal colo entreaberto.
Com referência a esse quadro clínico e a aspectos relacionados a quadros de descolamento prematuro de placenta (DPP), julgue os itens que se seguem.
Púrpuras na pele, degradação da função renal e gengivorragia são indícios de coagulação intravascular disseminada.
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Uma paciente de vinte e dois anos de idade, G3P2, com idade gestacional de trinta e oito semanas e dois dias, hipertensa crônica, deu entrada em pronto-socorro com quadro de dor abdominal súbita havia trinta minutos, associada a sangramento transvaginal em pequena quantidade. O exame revelou tônus uterino aumentado, BCF de 110 bpm, coágulos no fundo do saco vaginal, PA de 90 mmHg × 60 mmHg, FC de 88 bpm, tendo-se constatado ao toque transvaginal colo entreaberto.
Com referência a esse quadro clínico e a aspectos relacionados a quadros de descolamento prematuro de placenta (DPP), julgue os itens que se seguem.
A hemorragia no DPP pode ser oculta, quando o sangue se insinua entre as membranas e o útero, ou externa, ficando o sangue retido entre a placenta e o útero.
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Uma paciente de vinte e dois anos de idade, G3P2, com idade gestacional de trinta e oito semanas e dois dias, hipertensa crônica, deu entrada em pronto-socorro com quadro de dor abdominal súbita havia trinta minutos, associada a sangramento transvaginal em pequena quantidade. O exame revelou tônus uterino aumentado, BCF de 110 bpm, coágulos no fundo do saco vaginal, PA de 90 mmHg × 60 mmHg, FC de 88 bpm, tendo-se constatado ao toque transvaginal colo entreaberto.
Com referência a esse quadro clínico e a aspectos relacionados a quadros de descolamento prematuro de placenta (DPP), julgue os itens que se seguem.
O retesamento dos ligamentos redondos e a formação de anel entre o corpo uterino e o seguimento inferior são sinais clínicos de eminente DPP.
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Uma paciente de vinte e dois anos de idade, G3P2, com idade gestacional de trinta e oito semanas e dois dias, hipertensa crônica, deu entrada em pronto-socorro com quadro de dor abdominal súbita havia trinta minutos, associada a sangramento transvaginal em pequena quantidade. O exame revelou tônus uterino aumentado, BCF de 110 bpm, coágulos no fundo do saco vaginal, PA de 90 mmHg × 60 mmHg, FC de 88 bpm, tendo-se constatado ao toque transvaginal colo entreaberto.
Com referência a esse quadro clínico e a aspectos relacionados a quadros de descolamento prematuro de placenta (DPP), julgue os itens que se seguem.
São exemplos de fatores etiológicos associados ao DPP: multiparidade, endometrite prévia, idade materna avançada, curetagens e cesarianas anteriores.
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Uma paciente de vinte e dois anos de idade, G3P2, com idade gestacional de trinta e oito semanas e dois dias, hipertensa crônica, deu entrada em pronto-socorro com quadro de dor abdominal súbita havia trinta minutos, associada a sangramento transvaginal em pequena quantidade. O exame revelou tônus uterino aumentado, BCF de 110 bpm, coágulos no fundo do saco vaginal, PA de 90 mmHg × 60 mmHg, FC de 88 bpm, tendo-se constatado ao toque transvaginal colo entreaberto.
Com referência a esse quadro clínico e a aspectos relacionados a quadros de descolamento prematuro de placenta (DPP), julgue os itens que se seguem.
A ausência de sofrimento fetal e de instabilidade hemodinâmica materna no caso em questão permite a realização de ultrassonografia para confirmação diagnóstica, desde que prontamente disponível.
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Uma paciente de vinte e dois anos de idade, G3P2, com idade gestacional de trinta e oito semanas e dois dias, hipertensa crônica, deu entrada em pronto-socorro com quadro de dor abdominal súbita havia trinta minutos, associada a sangramento transvaginal em pequena quantidade. O exame revelou tônus uterino aumentado, BCF de 110 bpm, coágulos no fundo do saco vaginal, PA de 90 mmHg × 60 mmHg, FC de 88 bpm, tendo-se constatado ao toque transvaginal colo entreaberto.
Com referência a esse quadro clínico e a aspectos relacionados a quadros de descolamento prematuro de placenta (DPP), julgue os itens que se seguem.
O maior fator de risco para o DPP é a história obstétrica desse tipo de descolamento em gestação anterior.
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Uma mulher de vinte e oito anos de idade, G1P0, com idade gestacional de trinta e quatro semanas e quatro dias, deu entrada no pronto-socorro com queixa de perda líquida transvaginal súbita havia quatro horas. No exame, observou-se que a paciente estava em bom estado geral, corada, hidratada, lúcida e afebril. Também no exame, foram observados: PA de 100 mmHg × 60 mmHg; FC de 76 bpm; altura de fundo uterino de 30 cm, dinâmica uterina ausente; BCF de 140 bpm, rítmicos; o exame especular mostrou acúmulo de líquido claro, em moderada quantidade, no fundo de saco vaginal. O toque vaginal foi evitado e submeteu-se a paciente a ultrassonografia na emergência, tendo-se constatado feto pélvico.
Com relação a esse quadro clínico, julgue os itens subsequentes.
Caso seja diagnosticada infecção ovular, o parto cesariano será obrigatório, com profilaxia para S. agalactiae com penicilina cristalina.
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Uma mulher de vinte e oito anos de idade, G1P0, com idade gestacional de trinta e quatro semanas e quatro dias, deu entrada no pronto-socorro com queixa de perda líquida transvaginal súbita havia quatro horas. No exame, observou-se que a paciente estava em bom estado geral, corada, hidratada, lúcida e afebril. Também no exame, foram observados: PA de 100 mmHg × 60 mmHg; FC de 76 bpm; altura de fundo uterino de 30 cm, dinâmica uterina ausente; BCF de 140 bpm, rítmicos; o exame especular mostrou acúmulo de líquido claro, em moderada quantidade, no fundo de saco vaginal. O toque vaginal foi evitado e submeteu-se a paciente a ultrassonografia na emergência, tendo-se constatado feto pélvico.
Com relação a esse quadro clínico, julgue os itens subsequentes.
Nessa situação clínica, deve-se iniciar tocólise, corticoterapia e antibioticoterapia para evitar prematuridade.
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