Foram encontradas 53 questões.
Ao planejar uma intervenção, no âmbito da Atenção Básica à Saúde, deve-se considerar a Estratégia de Saúde da Família (ESF), como eixo estruturante que concebe a família de forma integral e sistêmica, como espaço de _____________ individual e grupal, dinâmico e passível de crises, inseparável de seu contexto de relações sociais no ____________ em que vive. A família é, ao mesmo tempo, objeto e sujeito do processo de cuidado e de promoção da saúde pelas equipes de Saúde da Família. Na ESF o vínculo entre os profissionais de Saúde, família e comunidade é concebido como _______________ para que as ações da equipe tenham impacto positivo na saúde da população.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Provas
A Resolução nº 32/2017 estabelece as diretrizes para o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Considera-se como componentes da RAPS os seguintes pontos de atenção:
I. Atenção Básica.
II. Consultório na Rua.
III. Unidades de Acolhimento (Adulto e Infanto-Juvenil).
IV. Equipe Multiprofissional de Atenção Especializada em Saúde Mental.
V. Hospitais Psiquiátricos Especializados.
Quais estão corretos?
Provas
O Estatuto da Criança e do Adolescente (BRASIL, 1990, artigos 7º e 11) define a responsabilidade do Sistema Único de Saúde (SUS) em promover o direito à vida e à saúde, com a efetivação de políticas públicas que garantam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, através de acesso universal e equânime às ações e aos serviços para promoção, proteção e recuperação da saúde, voltadas para gestantes, parturientes, nutrizes, recém-nascidos, crianças e adolescentes até 18 anos. Considerando o exposto acima, assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, para as assertivas abaixo.
( ) Quando levamos em consideração contextos específicos de vulnerabilidade, como a privação de liberdade de adolescentes, não é compromisso do SUS a promoção da saúde.
( ) Não é possível pensar produção de saúde sem produção de saúde mental. Portanto, é preciso considerar, ao se receber cuidados em saúde, as dimensões biológica, psíquica e social das crianças e adolescente.
( ) A criança e o adolescente são sujeitos e, como tal, são responsáveis por sua demanda e seu sintoma, sendo imprescindível que se garanta o acolhimento da demanda (que deve ser recebida, ouvida e respondida).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Provas
A Reforma Psiquiátrica, no Brasil, pode ser considerada um marco na política de assistência à saúde mental. Apesar de trazer um outro olhar sobre a loucura e seus processos de institucionalização e assistência, muitos desafios vão sendo incorporados à agenda dos campos de saúde mental e coletiva, dentre os quais se destacam, segundo Bezerra (2007):
I. A necessidade da constituição de uma clínica ampliada com a incorporação de várias categorias profissionais às estratégias terapêuticas, bem como o reconhecimento de intervenção oriundas de diversas orientações teóricas.
II. A construção de redes territoriais de assistência, com o estímulo a dispositivos do tipo CAPS e a implantação de programas de moradia.
III. A formação de recursos humanos efetivamente engajados nos princípios éticos e políticos da Reforma Psiquiátrica.
Quais estão corretos?
Provas
Conforme Barros e Passos (2000), o limite entre disciplinas é questionado no campo da clínica, no qual sujeito e objeto se implicam, sendo a noção de transdisciplinaridade o fio de sustentação que permite subverter essa dicotomia. Algumas premissas fundamentam a transdisciplinaridade no plano da clínica, quais sejam:
Provas
No livro Fundamentos da Psicanálise (ZIMERMAN, 1999), há um capítulo dedicado às funções do Ego, que aborda as Funções da Parte Inconsciente do Ego, fazendo referência aos denominados Mecanismos de Defesa. Concordando-se ou não com o que está exposto pelo autor (já que há escolas psicanalíticas diferentes entre si), de uma maneira geral, entende-se que há defesas mais regressivas, intermediárias e mais evoluídas. Assim, um determinado sujeito, circunstancialmente, pode se utilizar de qualquer uma dessas defesas, sem que isso proporcione um diagnóstico.
Entre as defesas do ego consideradas mais regressivas, ou seja, mais vinculadas às manifestações (passageiras ou não) da parte psicótica da personalidade, reconhece-se inequivocamente:
Provas
Palombini afirma que o acompanhamento terapêutico, no contexto da reforma psiquiátrica em curso, torna-se uma função emblemática da mistura e do contágio das disciplinas psi com o espaço e tempo da cidade. Assim, pelo estudo da autora e pela alusão acima, podemos asseverar que:
Provas
De acordo com o Conselho Federal de Psicologia, em Referências técnicas para atuação de psicólogas(os) em Programas de Atenção à Mulher em situação de Violência (2012):
“A pesquisa sobre a prática profissional de psicólogas(os) em Programas de Atenção às Mulheres em Situação de Violência, do CFP, apontou a Lei Maria da Penha como uma das principais referências para a atuação profissional das psicólogas(os). Além da Lei, eles reconhecem que a publicação do Pacto Nacional de Enfrentamento da Violência Contra a Mulher demonstra posição clara de enfrentamento dessa violência por parte do Estado. A pesquisa também mostrou que muitos municípios estão se organizando para aplicar a Lei Maria da Penha e melhorar os serviços de assistência às mulheres em situação de violência. No entanto, fica evidente que a efetivação das ações do Pacto Nacional de Enfrentamento da Violência Contra a Mulher nos municípios é um processo e que tem ocorrido de maneira distinta nas diversas regiões do País em função de suas próprias peculiaridades. Os relatos indicam que os serviços de atenção à mulher em situação de violência estão em fase de implantação em algumas regiões e de crescimento e fortalecimento em outras”.
“As informações da pesquisa indicam que os atendimentos de mulheres em situação de violência são caracterizados pela complexidade e multidimensionalidade”.
A partir dessas reflexões, é correto afirmar que:
Provas
Regina Benevides (2005), em seu artigo A psicologia e o sistema único de saúde: quais interfaces?, assinala que:
“O paradigma que está norteando tais afirmações é o de que ciência e política são duas esferas separadas e de que as práticas psi ao se encarregarem do sujeito não devem tratar de questões políticas. Tal ascese, pretendida por muitos e, afirmada por tantos outros como alcançada, tem sistematicamente colocado o desejo como algo da ordem do individual, ou como questão do sujeito e a política como da ordem do social, ou como questão do coletivo. O efeito-despolitização neste tipo de análise é notório, posto que as práticas psi passam a se ocupar de sujeitos abstratos, abstraídos/alienados de seus contextos e tomam suas expressões existenciais como produtos/dados a serem reconhecidos em universais apriorísticos. Digo despolitização para marcar o lugar exterior, separado, em que a política, em suas mais variadas formas, é lançada quando se trata da análise das questões subjetivas. Entretanto, o mais correto seria dizer que aí também há a produção de uma certa política: aquela que coloca de um lado a macropolítica e, de outro, a micropolítica; de um lado, o Sistema Único de Saúde como dever do Estado e direito dos cidadãos, como conquista garantida pela lei, pela Constituição e, de outro, os processos de produção de subjetividade. Aqui, me parece, há uma pista importante para seguirmos, pois é a partir da fundação da Psicologia nestas dicotomias que o individual se separou do social, que a clínica se separou da política, que o cuidado com a saúde das pessoas se separou do cuidado com a saúde das populações, que a clínica se separou da saúde coletiva, que a Psicologia se colocou à margem de um debate sobre o SUS”.
Neste trabalho, a autora se refere a:
Provas
O estudo profundo dos grupos humanos (e das instituições), atualmente, está bastante disseminado na Psicologia. Não somente na Psicologia Social propriamente dita, mas também em outras correntes teóricas, como a própria Psicanálise. No entanto, de uma maneira geral, um autor é conhecido e reconhecido pelo pioneirismo nessa área (o estudo dos grupos e do campo grupal). Em trabalho publicado no ano de 2000, Passos e Benevides de Barros assinalam:
“A noção de campo, no âmbito da Psicologia, é introduzida pela escola alemã da Gestalt. Com _____________, as noções de campo e estrutura gestáltica saem do território teórico-experimental dos estudos cognitivos para assumirem um compromisso tecnológico enquanto um instrumento de modificação de comportamento”.
Os autores ainda afirmam que a concepção baseada nas contribuições do autor da citação anterior está apoiada na perspectiva científico-fisicalista e ratifica a introdução da noção de campo no terreno da Psicologia.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a citação acima.
Provas
Caderno Container