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Foram encontradas 45 questões.

2639377 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
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Homem de 32 anos de idade, médico, com queixa de dor na região ântero-medial do joelho direito em consequência de trauma indireto durante corrida, atividade esta realizada regularmente nos últimos dois anos, quatro vezes por semana, além de outras atividades físicas como musculação e mergulho. Por conta própria, o paciente passou a fazer uso de antinflamatórios não hormonais, durante sete dias. Como não melhorou, procurou ortopedista, que solicitou radiografia simples do joelho, que se mostrou normal. Foi prescrito o uso de aparelho tipo brace para o joelho direito, que bloqueava os movimentos de lateralidade, permitindo a flexo-extensão e sendo autorizada a deambulação. Uma semana após a consulta médica, como a dor não melhorou, o paciente realizou exame de ressonância magnética que evidenciou edema periosteal e medular moderado em T1 e T2. Qual o diagnóstico provável?

 

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2639376 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
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Qual tempo de redução das luxações?

 

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2639374 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
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Paciente vítima de atropelamento na ciclofaixa, foi trazido ao pronto-atendimento pela equipe de resgate do SAMU, hemodinamicamente estável e com queixa de dor em MIE. Realizado rx que evidenciou fratura cominutiva não exposta, com grande desvio, do terço proximal da tíbia e fíbula esquerda. Membro encontra-se frio e pálido, sem palpação de pulso distal. Qual a conduta para o caso?

 

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2639373 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
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As incidências radiográficas de Broden são solicitadas na suspeita de:

 

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2639372 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
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Sobre a fratura de Monteggia, assinale a alternativa INCORRETA:

 

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2639371 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
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De acordo com os critérios de Salter Harris, como pode ser classificada uma fratura a lesão de um paciente que apresenta deslocamento epifisário distal do rádio com fratura da epífise e metáfise:

 

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2639370 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
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Idoso de 65 anos, previamente hígido, evoluiu com fratura do colo do fêmur classificada como Garden III após queda da escada de casa. Foi submetido à redução do tipo incruenta, e após a realização do procedimento foi encaminhado para realização de radiografia para controle. No exame foi identificado índice de Garden 170º em incidência AP e 180º no perfil. Qual a conduta para seguimento do paciente:

 

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2639369 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
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Em relação ao tratamento das fraturas, assinale a alternativa INCORRETA:

 

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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05

Carro do futuro e sem motorista; como eles funcionam?

Veículos autônomos usam radares, câmeras, sensores, GPS e outras tecnologias para se guiarem


Os carros inteligentes já são uma realidade ao redor do mundo, inclusive no Brasil, onde alguns veículos já circulam com sistemas como frenagem autônoma, controle de estabilidade, alerta de uso de cinto de segurança, airbags laterais e sensor de fadiga.

Pouco a pouco, as montadoras caminham a passos largos rumo à criação dos veículos 100% autônomos (sem motorista). E, para a maioria das pessoas, fica a pergunta: como esses carros serão capazes de se deslocar pelas vias?

“Todo veículo autônomo conta com uma série de equipamentos, como radares, lidares (radar que usa laser no lugar de ondas eletromagnéticas de rádio para mapear o entorno), sensores, câmeras, lasers, GPS, computadores, atuadores, além de visão computadorizada, que, ao atuarem juntos, fazem com que o carro ‘sinta’ o ambiente e navegue sem a intervenção humana”, responde Emerson Feliciano, superintendente técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi Brasil).

Em 2018, a Waymo, uma empresa ligada ao Google começou a testar seus primeiros veículos autônomos no Arizona, nos EUA.

Segundo o especialista, os veículos sem motorista, a maioria deles ainda em fase de testes pelas fabricantes, também utilizam informações de GPS e sistema de sensores para aprimorar sua posição e construir uma imagem tridimensional do seu local atual.

Contudo, é preciso lembrar que o veículo autônomo ainda exige a atenção máxima do motorista. “É essencial que o condutor esteja focado e concentrado no trajeto do carro, uma vez que qualquer distração, por mínima que ela seja, pode acarretar graves acidentes”, conclui.

Na indústria automotiva, os veículos autônomos podem ser classificados de acordo com o grau de automação, conforme a norma J3016 elaborada pela Sociedade dos Engenheiros Automotivos – a SAE International –, que estabelece seis níveis:

Nível 1: estão os carros que possuem alguma tecnologia que auxilia o motorista a controlar a velocidade ou a fazer leves correções na direção, nunca os dois ao mesmo tempo (isso inclui os sistemas de piloto automático, alerta de colisão e assistência de frenagem, itens que começaram a surgir no fim dos anos 2000).

Nível 2: é o estágio em que está hoje a maioria dos sistemas de condução semiautônoma nos veículos. A principal evolução, neste caso, é que as tecnologias permitem controlar a velocidade, a direção e a posição do carro na pista, tudo ao mesmo tempo.

Nível 3: de 2018 para cá, começaram a surgir os carros no terceiro nível de automação, com recursos capazes de fazer o automóvel acelerar, desacelerar e até mesmo ultrapassar outros veículos sozinhos, sem qualquer intervenção humana. Para se enquadrar aqui, o sistema também precisa conseguir manobrar ao redor de incidentes ou de congestionamentos, mas ainda não dispensa o motorista. Ele pode até tirar as mãos do volante e os pés do pedal, mas só em certas situações. O novo Audi A8, por exemplo, é nível 3.

Nível 4: a partir de 2021 é esperado que os primeiros carros autônomos de nível 4 ganhem as ruas. Neste estágio, o carro poderá, além de tudo isso já dito, lidar com certos imprevistos, como estradas de terra ou vias remotas que não tenham sido mapeadas. Nessas situações, o veículo só vai conseguir encostar ou estacionar sozinho em um local seguro até que o motorista possa assumir a direção.

Nível 5 (os 100% autônomos): no nível 5, o mais avançado de automação, o carro será capaz de fazer tudo sozinho, de modo que o motorista passará a ser um mero passageiro, bastando informar para onde quer ir. Pedais e volante tornam-se desnecessários, e os comandos podem ser transmitidos por voz ou pelo celular do usuário. Mas é coisa para o futuro: trata-se de uma realidade ainda um pouco distante dos nossos dias, sobretudo no Brasil.

Texto adaptado Disponível em: https://www.otempo.com.br/super-motor/carro-do-futuro-e-sem-motorista-como-eles-funcionam-1.2155053

Levando em consideração os padrões gerais de colocação pronominal no português, nos trechos “Pedais e volante tornam-se desnecessários” e “, Mas é coisa para o futuro: trata-se de uma realidade ainda um pouco distante dos nossos dias”, verificamos que:

 

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1570582 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
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Qual fratura tem grande incidência de complicação do tipo Necrose Asséptica?

 

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