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Mulher, 34 anos, 60 kg, não tabagista, com história de
cinetose na infância, será submetida a colecistectomia
videolaparoscópica eletiva sob anestesia geral
balanceada com sevoflurano e fentanil. Ao final do
procedimento, que durou 55 minutos, o anestesiologista
avalia o risco de Náuseas e Vômitos no Pós-operatório
(NVPO) para definir a estratégia profilática antes da
extubação: PA: 118/72 mmHg; FC: 74 bpm; SpO₂:
99%; temperatura esofágica: 36,2 °C. De acordo com os
fatores de risco presentes na paciente e o escore de
Apfel, assinale a alternativa que indica a análise do risco
e a conduta CORRETA:
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Homem, 45 anos, 90 kg, IMC 31 kg/m², ASA II, com
diagnóstico de apneia obstrutiva do sono moderada
(índice de apneia-hipopneia de 22 eventos/hora), será
submetido a herniorrafia inguinal eletiva sob anestesia
geral. O Anestesiologista planeja uma estratégia de
anestesia poupadora de opioides, com indução
multimodal. Na sala cirúrgica, dispõe de diversos
fármacos adjuvantes. Considerando o perfil clínico do
paciente e os princípios da farmacologia aplicada à
Apneia Obstrutiva do Sono, o fármaco adjuvante cuja
principal vantagem farmacodinâmica nesse caso é a
promoção de sedação e analgesia com preservação do
tônus da musculatura faríngea e da resposta ventilatória
ao dióxido de carbono é:
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Mulher, 58 anos, 72 kg, ASA II, portadora de
hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana
50 mg/dia, será submetida a colectomia direita eletiva
por videolaparoscopia em hospital que adota protocolo
Enhanced Recovery After Surgery (ERAS). Na consulta
pré-anestésica, realizada 10 dias antes do procedimento,
o Anestesiologista orienta a paciente sobre o preparo
pré-operatório. A cirurgia está agendada para as 8 horas
da manhã. Em relação às orientações pré-operatórias
recomendadas pelo protocolo ERAS para essa paciente,
a conduta CORRETA deve ser:
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Mulher de 42 anos, portadora de obesidade grau III
(IMC 48 kg/m²), diabetes mellitus tipo 2, apneia
obstrutiva do sono grave em uso de CPAP domiciliar, e
doença do refluxo gastroesofágico em uso de
omeprazol, é admitida para gastroplastia redutora
videolaparoscópica eletiva. A avaliação de via aérea
revela Mallampati IV, circunferência cervical de 48 cm,
distância tireomentoniana de 5 cm e extensão cervical
limitada a 20 graus. O jejum de 12 horas para sólidos e
4 horas para líquidos claros foi respeitado. Durante a
indução com sequência rápida de intubação, após três
tentativas de laringoscopia direta sem sucesso
(Cormack-Lehane IV), a saturação de oxigênio cai para
78%. A máscara laríngea de segunda geração é inserida
com dificuldade, permitindo ventilação com SpO₂ de
92%. O cirurgião questiona se o procedimento deve
prosseguir ou ser suspenso. A paciente apresenta
estabilidade hemodinâmica. De acordo com o caso
clínico, assinale a alternativa que indica a conduta
CORRETA:
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Mulher de 34 anos, gestante de 36 semanas, portadora
de diabetes mellitus gestacional em uso de insulina
NPH, IMC de 38 kg/m², é admitida para cesariana de
emergência por descolamento prematuro de placenta.
Refere ter ingerido refeição completa há 2 horas. A
avaliação de via aérea revela Mallampati III, distância
tireomentoniana de 5 cm e abertura oral de 3,5 cm.
Considerando os fatores de risco para broncoaspiração
perioperatória presentes neste caso, a estratégia para
proteção das vias aéreas durante a indução anestésica
deve ser:
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Homem de 42 anos, vítima de queda de altura com
traumatismo cranioencefálico associado, é levado ao
centro cirúrgico para drenagem de hematoma subdural.
Apresenta Escala de Coma de Glasgow de 7, pupilas
isocóricas e fotorreagentes, PA 90/60 mmHg, FC 110
bpm. O Anestesiologista planeja a indução anestésica
considerando a instabilidade hemodinâmica e a
hipertensão intracraniana presumida. Nesse contexto,
assinale o agente hipnótico de indução CORRETO:
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Paciente do sexo feminino, 52 anos, Índice de Massa
Corporal (IMC) 48 kg/m², ASA III, será submetida a
gastrectomia vertical sob anestesia geral. O
Anestesiologista avalia que o diâmetro anteroposterior
do tórax e o tecido mamário da paciente dificultam a
laringoscopia direta. Para otimizar o posicionamento da cabeça e melhorar a visualização da laringe durante a
intubação orotraqueal, a técnica CORRETA deve ser:
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Gestante de 36 semanas, obesidade grau II (IMC 38
kg/m²), Mallampati III, submetida a cesariana de
urgência por descolamento prematuro de placenta. Após
indução em sequência rápida com manobra de Sellick,
a primeira tentativa de laringoscopia direta resulta em
falha na intubação traqueal. A equipe decide inserir um
dispositivo supraglótico para resgate da ventilação.
Diante do exposto, a conduta CORRETA em relação à
manobra de Sellick deve ser:
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Primigesta de 39 semanas em trabalho de parto ativo há
9 horas. Na avaliação pré-anestésica realizada durante o
pré-natal, apresentava classificação de Mallampati II.
Ao ser reavaliada pela equipe de anestesia para possível
cesariana de urgência, após período expulsivo com
múltiplas manobras de Valsalva e administração de
ocitocina intravenosa por 6 horas, a nova classificação
é Mallampati IV. O mecanismo fisiopatológico que
explica CORRETAMENTE essa progressão na classificação de Mallampati no decorrer do trabalho de
parto é:
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Sobre a técnica de bloqueio do nervo safeno no canal
adutor guiado por ultrassom pela abordagem proximal,
considerando a orientação da agulha e o objetivo de
deposição do anestésico local, assinale a alternativa
CORRETA:
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