Paciente de 65 anos com câncer avançado pergunta diretamente sobre seu prognóstico. A filha solicita que a informação não seja revelada ao paciente. De acordo com o enunciado, a técnica de comunicação que deve ser utilizada é:
Paciente internado em UTI apresenta câncer
metastático refratário, dor intensa, dispneia e
delirium. A família insiste em medidas invasivas,
enquanto o paciente já havia manifestado desejo de
não ser submetido a suporte avançado. Sobre o caso,
a abordagem CORRETA deve ser:
Paciente de 70 anos com doença pulmonar obstrutiva
crônica avançada apresenta múltiplas internações,
dependência de oxigenoterapia domiciliar, perda
ponderal significativa e impacto emocional evidente.
A equipe discute se é momento de integrar cuidados
paliativos. Conforme o tema, o critério que
fundamenta CORRETAMENTE essa indicação é:
Adolescente de 17 anos com fibrose cística avançada
apresenta múltiplas internações por exacerbações
respiratórias, dependência de oxigenoterapia
domiciliar, perda ponderal significativa e impacto
emocional evidente. A equipe assistente discute se é
momento de integrar cuidados paliativos ao plano
terapêutico. Acerca do caso, o critério que
fundamenta de forma consistente essa indicação, é:
Equipe clínica de hospital geral solicita parecer da
equipe de cuidados paliativos para paciente de 68
anos com câncer pancreático metastático, dor
refratária, caquexia e múltiplos episódios de
internação nos últimos meses. A equipe assistente
demonstra insegurança quanto ao momento de
transição do cuidado curativo para o paliativo e
solicita orientação formal. O papel da consultoria em
cuidados paliativos, nesse contexto, deve ser:
Paciente com insuficiência cardíaca avançada, ainda em acompanhamento cardiológico, apresenta fadiga intensa e dispneia aos mínimos esforços. Sobre o caso, a conduta CORRETA deve ser:
Paciente oncológico em fase avançada, sem perspectiva de cura, apresenta múltiplos sintomas físicos e sofrimento emocional. Nesse contexto, assinale CORRETAMENTE o princípio fundamental da Medicina Paliativa que deve nortear o cuidado:
Um Cirurgião cardiovascular realiza substituição da valva mitral por toracotomia direita através do 4º espaço intercostal. Nessa abordagem minimamente invasiva, a estratégia de canulação arterial empregada difere da esternotomia mediana convencional. A canulação arterial, nesse caso, é realizada por meio de:
A Insuficiência Mitral (IMi) aguda pós-infarto do miocárdio pode apresentar um amplo espectro clínico. A estratificação de risco é essencial para o manejo cirúrgico e clínico. Um paciente apresenta congestão pulmonar aguda severa, mantendo a pressão arterial sistêmica dentro dos limites da normalidade, embora o índice cardíaco esteja reduzido. Conforme as categorias principais de estratificação clínica da IMi pós-IAM, a alternativa que classifica CORRETAMENTE esse paciente é:
Durante a avaliação ambulatorial de um paciente de 70 anos com antecedente de infarto transmural extenso em parede anterior não reperfundido há 6 meses, o ecocardiograma evidencia uma expansão sistólica paradoxal na região apical do ventrículo esquerdo. A estrutura apresenta preservação das três camadas da parede ventricular, mas com afilamento e acinesia. Há presença de um trombo mural em seu interior. Considerando a fisiopatologia e o manejo do aneurisma do ventrículo esquerdo pós-IAM, é CORRETO afirmar que: