Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

1942964 Ano: 2020
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FUNDATEC
Orgão: GHC

A Portaria GM/MS nº 399/2006 divulga o Pacto pela Saúde que expressa compromissos entre os gestores do SUS em torno de prioridades, busca consolidar a política pública de saúde brasileira como uma política de Estado, mais do que uma política de governos, e estabelece diretrizes para a gestão do sistema nos aspectos de descentralização, regionalização, financiamento, planejamento, programação pactuada e integrada, regulação, participação social, gestão do trabalho e da educação na saúde. É correto afirmar que essa Portaria inclui, nominalmente, o Pacto em Defesa do SUS, bem como o Pacto

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1942963 Ano: 2020
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FUNDATEC
Orgão: GHC

De acordo com a Lei nº 8.080/1990, analise as seguintes assertivas sobre as competências da direção nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) ou da União:

I. Definir e coordenar os sistemas: de redes integradas de assistência de alta complexidade, de rede de laboratórios de saúde pública, de vigilância epidemiológica e vigilância sanitária.

II. Em circunstâncias especiais, como na ocorrência de agravos inusitados à saúde, que possam escapar do controle da direção estadual do SUS ou que representem risco de disseminação nacional, a União poderá executar ações de vigilância epidemiológica e sanitária.

III. Promover a descentralização para os municípios dos serviços e das ações de saúde.

Quais estão corretas?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1942962 Ano: 2020
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FUNDATEC
Orgão: GHC

De acordo com a Portaria nº 2.436/2017, analise as seguintes assertivas:

I. São responsabilidades comuns a todas as esferas de governo planejar, apoiar, monitorar e avaliar as ações da Atenção Básica nos territórios.

II. É princípio da Atenção Básica a resolutividade, capaz de resolver a grande maioria dos problemas de saúde da população, coordenando o cuidado do usuário em outros pontos da Rede de Atenção à Saúde (RAS), quando necessário.

III. As ações e serviços da Atenção Básica deverão seguir padrões essenciais e ampliados. Os padrões ampliados são ações e procedimentos considerados estratégicos para se avançar e alcançar padrões elevados de acesso e qualidade na Atenção Básica, considerando as especificidades locais, indicadores e parâmetros estabelecidos nas Regiões de Saúde.

IV. O Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica (Nasf-AB) constitui equipe multiprofissional e interdisciplinar, composta por categorias de profissionais da saúde, complementar às equipes que atuam na Atenção Básica, formada por diferentes ocupações (profissões e especialidades) da área da saúde, atuando de maneira integrada para dar suporte (clínico, sanitário e pedagógico) aos profissionais das equipes de Saúde da Família (eSF) e de Atenção Básica (eAB).

Quais estão corretas?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1942958 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: GHC

Só haverá inteligência artificial quando ela tiver falhas humanas

Por Fábio Marton

Que imagem surge em sua cabeça ao ouvir a expressão “inteligência artificial”? Provavelmente uma coisa incorpórea, um software, respondendo por meio de algum aplicativo ou de um “assistente pessoal”. Se você tivesse feito essa pergunta para alguém há 30 anos, provavelmente a resposta seria bem diferente. O que viria à mente das pessoas seria um robô físico, que imita um ser humano, um androide, como os replicantes de Blade Runner, o pequeno David, protagonista de Inteligência Artificial, ou, mais recentemente, os anfitriões de Westworld. São entidades que têm consciência plena e medo de morrer, exatamente como uma entidade viva.

O irônico é que, bem agora que a inteligência artificial chega aos celulares e às caixinhas de som, a hipótese de que a verdadeira inteligência artificial precisa ter características humanas volta à tona na ciência de verdade. Pelo menos é o que propuseram dois neurocientistas bastante reconhecidos: o português António Damásio e seu colega americano Kingson Man, da Universidade do Sul da Califórnia. Em novembro de 2019, a dupla publicou um artigo científico chamado “Homeostase e robótica flexível no desenho de máquinas sensíveis”.

A ideia ali é a seguinte: a verdadeira “inteligência artificial”, ou seja, uma inteligência de verdade, com capacidade de aprendizado comparada à nossa, só pode surgir com uma condição: se os desenvolvedores simularem os mecanismos que regem a própria vida. Em suma: só uma máquina com medo de morrer e capaz de sentir afeto (como você, um golfinho ou um cão) seria capaz de desenvolver inteligência para valer. “Existe uma conexão profunda entre vida e inteligência”, afirma Man. “Não acho que faz sentido falar sobre inteligência, tanto faz se natural ou artificial, sem considerar seu papel em manter a vida”, completa.

A mente humana não foi planejada. Ela é fruto da seleção natural, começando pelas primeiras moléculas orgânicas, passando por protozoários, peixes, répteis terrestres… E com os mamíferos aterrissando aqui depois de mais de 3 bilhões de anos após o início da vida no planeta. Em todas essas fases, a vida desenvolveu algum tipo de inteligência, sempre com um único propósito: ajudá-la a sobreviver e se reproduzir. Isso é a tal “homeostase” à qual o título do estudo se refere: o estado de equilíbrio físico-químico que permite à vida existir e que, por isso, a vida sempre busca manter.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/so-havera-inteligencia-artificial-quando-ela-tiver-falhashumanas - texto adaptado especialmente para esta prova.)

A respeito do texto, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Mantém-se a correção e o sentido do texto ao se substituir “há 30 anos” por “30 anos atrás”; no entanto, seria incorreto preservar o verbo haver e acrescentar o advérbio “atrás” (ficando “há 30 anos atrás”).

( ) O segmento “O que” é constituído de dois pronomes – um demonstrativo e um relativo – e funciona como sujeito de “viria”.

( ) Os termos “entidades” e “a dupla” são anafóricos; o primeiro retoma “androide”, “o pequeno David” e “os anfitriões de Westworld”; o segundo retoma “o português António Damásio e seu colega americano Kingson Man”.

( ) Depreende-se do texto que “você, um golfinho ou um cão” são seres que temem morrer e são capazes de sentir afeto.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1934851 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: GHC

Só haverá inteligência artificial quando ela tiver falhas humanas

Por Fábio Marton

Que imagem surge em sua cabeça ao ouvir a expressão “inteligência artificial”? Provavelmente uma coisa incorpórea, um software, respondendo por meio de algum aplicativo ou de um “assistente pessoal”. Se você tivesse feito essa pergunta para alguém há 30 anos, provavelmente a resposta seria bem diferente. O que viria à mente das pessoas seria um robô físico, que imita um ser humano, um androide, como os replicantes de Blade Runner, o pequeno David, protagonista de Inteligência Artificial, ou, mais recentemente, os anfitriões de Westworld. São entidades que têm consciência plena e medo de morrer, exatamente como uma entidade viva.

O irônico é que, bem agora que a inteligência artificial chega aos celulares e às caixinhas de som, a hipótese de que a verdadeira inteligência artificial precisa ter características humanas volta à tona na ciência de verdade. Pelo menos é o que propuseram dois neurocientistas bastante reconhecidos: o português António Damásio e seu colega americano Kingson Man, da Universidade do Sul da Califórnia. Em novembro de 2019, a dupla publicou um artigo científico chamado “Homeostase e robótica flexível no desenho de máquinas sensíveis”.

A ideia ali é a seguinte: a verdadeira “inteligência artificial”, ou seja, uma inteligência de verdade, com capacidade de aprendizado comparada à nossa, só pode surgir com uma condição: se os desenvolvedores simularem os mecanismos que regem a própria vida. Em suma: só uma máquina com medo de morrer e capaz de sentir afeto (como você, um golfinho ou um cão) seria capaz de desenvolver inteligência para valer. “Existe uma conexão profunda entre vida e inteligência”, afirma Man. “Não acho que faz sentido falar sobre inteligência, tanto faz se natural ou artificial, sem considerar seu papel em manter a vida”, completa.

A mente humana não foi planejada. Ela é fruto da seleção natural, começando pelas primeiras moléculas orgânicas, passando por protozoários, peixes, répteis terrestres… E com os mamíferos aterrissando aqui depois de mais de 3 bilhões de anos após o início da vida no planeta. Em todas essas fases, a vida desenvolveu algum tipo de inteligência, sempre com um único propósito: ajudá-la a sobreviver e se reproduzir. Isso é a tal “homeostase” à qual o título do estudo se refere: o estado de equilíbrio físico-químico que permite à vida existir e que, por isso, a vida sempre busca manter.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/so-havera-inteligencia-artificial-quando-ela-tiver-falhashumanas - texto adaptado especialmente para esta prova.)

Considere o que se afirma sobre o seguinte período do texto: O irônico é que, bem agora que a inteligência artificial chega aos celulares e às caixinhas de som, a hipótese de que a verdadeira inteligência artificial precisa ter características humanas volta à tona na ciência de verdade.

I. A oração principal é “O irônico é”.

II. A oração subordinada “bem agora que a inteligência artificial chega aos celulares e às caixinhas de som” é temporal.

III. A oração “de que a verdadeira inteligência artificial precisa ter características humanas” é complemento nominal de “hipótese”.

IV. A oração “que a hipótese volta à tona” tem valor de sujeito da principal.

Quais estão corretas?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1934815 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: GHC

Só haverá inteligência artificial quando ela tiver falhas humanas

Por Fábio Marton

Que imagem surge em sua cabeça ao ouvir a expressão “inteligência artificial”? Provavelmente uma coisa incorpórea, um software, respondendo por meio de algum aplicativo ou de um “assistente pessoal”. Se você tivesse feito essa pergunta para alguém há 30 anos, provavelmente a resposta seria bem diferente. O que viria à mente das pessoas seria um robô físico, que imita um ser humano, um androide, como os replicantes de Blade Runner, o pequeno David, protagonista de Inteligência Artificial, ou, mais recentemente, os anfitriões de Westworld. São entidades que têm consciência plena e medo de morrer, exatamente como uma entidade viva.

O irônico é que, bem agora que a inteligência artificial chega(a) aos celulares e às caixinhas de som, a hipótese de que a verdadeira inteligência artificial precisa ter características humanas volta à tona(b) na ciência de verdade. Pelo menos é o que propuseram dois neurocientistas bastante reconhecidos: o português António Damásio e seu colega americano Kingson Man, da Universidade do Sul da Califórnia. Em novembro de 2019, a dupla publicou um artigo científico chamado “Homeostase e robótica flexível no desenho de máquinas sensíveis”.

A ideia ali é a seguinte: a verdadeira “inteligência artificial”, ou seja, uma inteligência de verdade, com capacidade de aprendizado comparada à nossa(c), só pode surgir com uma condição: se os desenvolvedores simularem os mecanismos que regem a própria vida. Em suma: só uma máquina com medo de morrer e capaz de sentir afeto (como você, um golfinho ou um cão) seria capaz de desenvolver inteligência para valer. “Existe uma conexão profunda entre vida e inteligência”, afirma Man. “Não acho que faz sentido falar sobre inteligência, tanto faz se natural ou artificial, sem considerar seu papel em manter a vida”, completa.

A mente humana não foi planejada. Ela é fruto da seleção natural, começando pelas primeiras moléculas orgânicas, passando por protozoários, peixes, répteis terrestres… E com os mamíferos aterrissando aqui depois de mais de 3 bilhões de anos após o início da vida no planeta. Em todas essas fases, a vida desenvolveu algum tipo de inteligência, sempre com um único propósito: ajudá-la a sobreviver e se reproduzir. Isso é a tal “homeostase” à qual(d) o título do estudo se refere: o estado de equilíbrio físico-químico que permite à vida existir(e) e que, por isso, a vida sempre busca manter.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/so-havera-inteligencia-artificial-quando-ela-tiver-falhashumanas - texto adaptado especialmente para esta prova.)

Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao que se afirma em relação à regência e ao emprego do acento indicativo de crase no texto.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1934460 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: GHC

Só haverá inteligência artificial quando ela tiver falhas humanas

Por Fábio Marton

Que imagem surge em sua cabeça ao ouvir a expressão “inteligência artificial”? Provavelmente uma coisa incorpórea, um software, respondendo por meio de algum aplicativo ou de um “assistente pessoal”. Se você tivesse feito essa pergunta para alguém há 30 anos, provavelmente a resposta seria bem diferente. O que viria à mente das pessoas seria um robô físico, que imita um ser humano, um androide, como os replicantes de Blade Runner, o pequeno David, protagonista de Inteligência Artificial, ou, mais recentemente, os anfitriões de Westworld. São entidades que têm consciência plena e medo de morrer, exatamente como uma entidade viva.

O irônico é que, bem agora que a inteligência artificial chega aos celulares e às caixinhas de som, a hipótese de que a verdadeira inteligência artificial precisa ter características humanas volta à tona na ciência de verdade. Pelo menos é o que propuseram dois neurocientistas bastante reconhecidos: o português António Damásio e seu colega americano Kingson Man, da Universidade do Sul da Califórnia. Em novembro de 2019, a dupla publicou um artigo científico chamado “Homeostase e robótica flexível no desenho de máquinas sensíveis”.

A ideia ali é a seguinte: a verdadeira “inteligência artificial”, ou seja, uma inteligência de verdade, com capacidade de aprendizado comparada à nossa, só pode surgir com uma condição: se os desenvolvedores simularem os mecanismos que regem a própria vida. Em suma: só uma máquina com medo de morrer e capaz de sentir afeto (como você, um golfinho ou um cão) seria capaz de desenvolver inteligência para valer. “Existe uma conexão profunda entre vida e inteligência”, afirma Man. “Não acho que faz sentido falar sobre inteligência, tanto faz se natural ou artificial, sem considerar seu papel em manter a vida”, completa.

A mente humana não foi planejada. Ela é fruto da seleção natural, começando pelas primeiras moléculas orgânicas, passando por protozoários, peixes, répteis terrestres… E com os mamíferos aterrissando aqui depois de mais de 3 bilhões de anos após o início da vida no planeta. Em todas essas fases, a vida desenvolveu algum tipo de inteligência, sempre com um único propósito: ajudá-la a sobreviver e se reproduzir. Isso é a tal “homeostase” à qual o título do estudo se refere: o estado de equilíbrio físico-químico que permite à vida existir e que, por isso, a vida sempre busca manter.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/so-havera-inteligencia-artificial-quando-ela-tiver-falhashumanas - texto adaptado especialmente para esta prova.)

Em relação à estrutura e à formação de palavras do texto, assinale a alternativa INCORRETA.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1934118 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: GHC

A respeito de sinais ou sintomas de doenças ou de suas características clínicoepidemiológicas, assinale a alternativa INCORRETA.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1933483 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: GHC
Provas:

Paciente de 40 anos, 1,70 cm de altura e 150 Kg de peso procura o hospital com queixas de dor abdominal. Apresenta pressão arterial de 100/60 mmHg, frequência respiratória de 15 movimentos por minuto e temperatura de 38,5ºC. A gasometria arterial indica pH 7,18, PCO2 27mmHg, HCO3 14mEq/L e AG 10mEq/L. A equipe médica opta pela realização de uma laparotomia exploradora. A respeito desse caso, assinale a alternativa correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1933310 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: GHC

Só haverá inteligência artificial quando ela tiver falhas humanas

Por Fábio Marton

Que imagem surge em sua cabeça ao ouvir a expressão “inteligência artificial”? Provavelmente uma coisa incorpórea, um software, respondendo por meio de algum aplicativo ou de um “assistente pessoal”. Se você tivesse feito essa pergunta para alguém há 30 anos, provavelmente a resposta seria bem diferente. O que viria à mente das pessoas seria um robô físico, que imita um ser humano, um androide, como os replicantes de Blade Runner, o pequeno David, protagonista de Inteligência Artificial, ou, mais recentemente, os anfitriões de Westworld. São entidades que têm consciência plena e medo de morrer, exatamente como uma entidade viva.

O irônico é que, bem agora que a inteligência artificial chega aos celulares e às caixinhas de som, a hipótese de que a verdadeira inteligência artificial precisa ter características humanas volta à tona na ciência de verdade. Pelo menos é o que propuseram dois neurocientistas bastante reconhecidos: o português António Damásio e seu colega americano Kingson Man, da Universidade do Sul da Califórnia. Em novembro de 2019, a dupla publicou um artigo científico chamado “Homeostase e robótica flexível no desenho de máquinas sensíveis”.

A ideia ali é a seguinte: a verdadeira “inteligência artificial”, ou seja, uma inteligência de verdade, com capacidade de aprendizado comparada à nossa, só pode surgir com uma condição: se os desenvolvedores simularem os mecanismos que regem a própria vida. Em suma: só uma máquina com medo de morrer e capaz de sentir afeto (como você, um golfinho ou um cão) seria capaz de desenvolver inteligência para valer. “Existe uma conexão profunda entre vida e inteligência”, afirma Man. “Não acho que faz sentido falar sobre inteligência, tanto faz se natural ou artificial, sem considerar seu papel em manter a vida”, completa.

A mente humana não foi planejada. Ela é fruto da seleção natural, começando pelas primeiras moléculas orgânicas, passando por protozoários, peixes, répteis terrestres… E com os mamíferos aterrissando aqui depois de mais de 3 bilhões de anos após o início da vida no planeta. Em todas essas fases, a vida desenvolveu algum tipo de inteligência, sempre com um único propósito: ajudá-la a sobreviver e se reproduzir. Isso é a tal “homeostase” à qual o título do estudo se refere: o estado de equilíbrio físico-químico que permite à vida existir e que, por isso, a vida sempre busca manter.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/so-havera-inteligencia-artificial-quando-ela-tiver-falhashumanas - texto adaptado especialmente para esta prova.)

As alternativas a seguir apresentam a reescrita dos três primeiros períodos do último parágrafo do texto, com algumas adaptações para preservar a correção sintática e a coesão. Assinale a alternativa cuja reescrita é INACEITÁVEL do ponto de vista gramatical.

“A mente humana não foi planejada. Ela é fruto da seleção natural, começando pelas primeiras moléculas orgânicas, passando por protozoários, peixes, répteis terrestres… E com os mamíferos aterrissando aqui depois de mais de 3 bilhões de anos após o início da vida no planeta.”

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas