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No que se refere aos cuidados paliativos de doenças crônicas, julgue o item seguinte.
Em doentes em fase terminal, a dispneia pode ser manejada, farmacologicamente, com opioides e benzodiazepínicos.
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No que se refere aos cuidados paliativos de doenças crônicas, julgue o item seguinte.
A hipodermóclise é a via preferencial de administração de medicamentos e soluções em cuidados paliativos.
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No que se refere aos cuidados paliativos de doenças crônicas, julgue o item seguinte.
A sialorreia, causada por algumas doenças neuromusculares, orais ou mesmo por medicações, tem como opções farmacológicas de tratamento a atropina e a escopolamina.
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No que se refere aos cuidados paliativos de doenças crônicas, julgue o item seguinte.
O tratamento padrão da hipersecreção de vias aéreas é a sedação paliativa.
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Um paciente com sessenta anos de idade, ao ser atendido em pronto-socorro, informou que, havia dois dias, apresentava dispneia aos mínimos esforços e tosse com expectoração clara. Ao ser indagado, afirmou fumar em torno de vinte maços de cigarro ao ano e fazer uso irregular da medicação anti-hipertensiva que lhe havia sido prescrita. Negou ter tido febre, sudorese, calafrios e perda de peso. No exame físico, apresentou cianose, com pressão arterial de 160 mmHg × 100 mmHg, frequência cardíaca de 120 bpm, frequência respiratória de 30 irpm, oximetria com saturação de oxigênio em 86% e ritmo cardíaco regular, em três tempos, com a presença de terceira bulha. A ausculta respiratória indicou crepitações expiratórias em ambas as regiões infraescapulares. O resultado da radiografia de tórax revelou cardiomegalia com cefalização da trama vasobrônquica, bem como o do eletrocardiograma identificou taquicardia sinusal e sobrecarga de câmaras esquerdas. O BNP medido foi de 1200 (normal = menor que 100 pg/mL).
Acerca do caso clínico apresentado, julgue o item seguinte.
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Um homem de trinta e oito anos de idade, com 85 kg de peso, sem antecedentes patológicos conhecidos, foi atendido em pronto-socorro, queixando-se de dor de forte intensidade em região oral, na região lateral direita da mandíbula, com três dias de evolução. Ao ser indagado, negou ter apresentado febre ou qualquer outro sintoma. No exame físico, em que o paciente se mostrou consciente e orientado no tempo e no espaço, foram obtidos os seguintes resultados: Glasgow 15, sem alterações cardiológicas e pulmonares detectáveis; pressão arterial de 129 mmHg × 86 mmHg; FC = 88 bpm; FR = 18 ipm; Sat = 96% em ar ambiente. Na oroscopia, foi revelada cratera em 2.º molar, com hiperemia gengival intensa periodôntica correspondente. Os exames laboratoriais apresentaram os seguintes resultados: Hemograma completo: Hb = 14,5; Ht = 46%; plaquetas = 190.000; leucócitos = 8.700 (sem desvio). Bioquímica: Cr =1,1; Ur = 30; TGO =12; TGP = 15. Eletrólitos: Na+ = 138 mEq/L; K+ = 3,8 mEq/L; Cl =108 mEq/L. Com fundamento no quadro apresentado, foi realizada analgesia; o paciente recebeu alta médica e foi orientado a procurar serviço de odontologia. Todavia, após quarenta e oito horas, o paciente retornou ao pronto atendimento, sem realizar a avaliação odontológica requisitada anteriormente, queixando-se de mal-estar geral. No exame físico, o paciente apresentou sonolência (Glasgow 13), taquidispneia, com FR = 29 ipm e PA = 95 mmHg × 55 mmHg e débito urinário de 200 mL em 12 horas. Os novos controles laboratoriais revelaram os seguintes resultados: Hb + 13,6; Ht = 40%; plaquetas = 89.000; Cr = 2,5; lactato = 4,5mmol/L. Foi realizada gasometria arterial, em que o paciente utilizou oxigênio com fração inspiratória de 35%, da qual se obtiveram os seguintes resultados: pH = 7,30; Bic = 18 mEq; pO2 = 69 mmHg; pCO2 = 31 mmHg. Os raios X de tórax não apresentaram alterações.
A partir do caso clínico precedente, julgue s item que se segue.
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Um indivíduo previamente hígido, com cinquenta e sete anos de idade, foi atendido queixando-se de lombalgia havia cinco dias. A dor piorava durante a atividade física e melhorava com o repouso. Ele negava irradiação, sinais e sintomas correlatos, como parestesia ou alterações do hábito intestinal ou urinário. Também negava traumas. O exame físico foi normal, exceto pela presença de contratura muscular paravertebral na região lombar. O hemograma, a velocidade de hemossedimentação e a bioquímica foram normais.
A partir do caso clínico descrito, julgue o item seguinte.
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Um homem de setenta e cinco anos de idade, portador de doença renal crônica secundária e glomerulonefrite, em tratamento conservador com a nefrologia, foi atendido em ambulatório com relato de quadro de cefaleia occipital, pulsátil, predominante no período vespertino, associada a tonturas e insônia. Ao ser indagado, o paciente informou que esse quadro persistia havia três meses e que, por ser asmático, fazia uso crônico de broncodilatador e corticoide em doses baixas. Além disso, devido à anemia com estoques de ferro normais, havia três meses que fazia uso (três vezes por semana) de eritropoetina 4.000 UI SC. O médico foi informado, ainda, de que, nas últimas consultas, a pressão arterial do paciente estava normal e que, na consulta mais recente, apresentou os seguintes achados clínicos: PA = 160 mmHg × 100 mmHg (sem outras alterações cardiológicas); Cr = 4,3 mg\dL; Ur = 88 mg\dL (níveis semelhantes aos da consulta anterior); Hb = 12,6; Ht = 36%; Na = 138 mEq\L; K+ = 3,5 mEq\L; ausculta respiratória normal e peso = 89 kg.
A respeito do caso clínico apresentado, julgue o seguinte item.
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