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Paciente do sexo masculino, de trinta e oito anos de idade, com obesidade mórbida, hipertensão arterial sistêmica e diabetes melito, foi levado ao pronto atendimento com diagnóstico de traumatismo cranioencefálico (TCE) depois de acidente automobilístico. Após o atendimento, o paciente evoluiu com rebaixamento do nível de consciência, sendo necessárias a intubação orotraqueal e a instalação da ventilação mecânica com os seguintes parâmetros: modo A/C VCV; FiO2 60%, PEEP 5 cmH2O; frequência respiratória de 16 irpm; VC 400 mL. Após o procedimento, foi realizado o exame de gasometria arterial com os seguintes dados: pH = 7,31; PaO2 = 60 mmHg; PaCO2 = 57 mmHg; HCO3 = 30 mmol/L; BE + 5 mmol/L; SpO2 90%; sinais vitais: FC 125 bpm; PA = 100 mmHg × 60 mmHg; temperatura corporal = 40 ºC.
A partir do caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.
No caso descrito, recomenda-se aumentar a PEEP (positive end-expiratory pressure) e fazer o recrutamento alveolar, nas primeiras vinte e quatro horas de lesão, com o objetivo de melhorar a troca gasosa.
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Paciente do sexo masculino, de trinta e oito anos de idade, com obesidade mórbida, hipertensão arterial sistêmica e diabetes melito, foi levado ao pronto atendimento com diagnóstico de traumatismo cranioencefálico (TCE) depois de acidente automobilístico. Após o atendimento, o paciente evoluiu com rebaixamento do nível de consciência, sendo necessárias a intubação orotraqueal e a instalação da ventilação mecânica com os seguintes parâmetros: modo A/C VCV; FiO2 60%, PEEP 5 cmH2O; frequência respiratória de 16 irpm; VC 400 mL. Após o procedimento, foi realizado o exame de gasometria arterial com os seguintes dados: pH = 7,31; PaO2 = 60 mmHg; PaCO2 = 57 mmHg; HCO3 = 30 mmol/L; BE + 5 mmol/L; SpO2 90%; sinais vitais: FC 125 bpm; PA = 100 mmHg × 60 mmHg; temperatura corporal = 40 ºC.
A partir do caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.
O quadro de hipoxemia pode levar a um quadro de instabilidade hemodinâmica, tal como uma taquicardia.
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Acerca da monitorização respiratória do paciente em ventilação mecânica, julgue o item seguinte.
Níveis baixos de P0.1 podem estar associados a um baixo nível de atividade da musculatura inspiratória.
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Acerca da monitorização respiratória do paciente em ventilação mecânica, julgue o item seguinte.
A depressão do centro respiratório causa redução da P0.1 devido à alcalose respiratória.
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Acerca da monitorização respiratória do paciente em ventilação mecânica, julgue o item seguinte.
Pacientes com doenças neuromusculares podem apresentar baixos valores de P0.1.
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Acerca da monitorização respiratória do paciente em ventilação mecânica, julgue o item seguinte.
A PEEPi influencia no aumento da produção de energia da musculatura respiratória.
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Acerca da monitorização respiratória do paciente em ventilação mecânica, julgue o item seguinte.
Diferentemente da PEEPe, a PEEPi não exerce os efeitos mecânicos adversos e hemodinâmicos.
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Acerca da monitorização respiratória do paciente em ventilação mecânica, julgue o item seguinte.
A medida da P0.1 não deve ser utilizada como índice preditivo de desmame ventilatório em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica.
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Paciente do sexo feminino, de sessenta anos de idade, com asma, etilista crônica e tabagista, evoluiu com insuficiência respiratória e parada cardiorrespiratória seguida de reanimação. Foi diagnosticada a sepse, com evolução para síndrome de angústia respiratória aguda (SARA). Houve a necessidade de intubação orotraqueal e ventilação mecânica com os seguintes parâmetros: modo A/C PCV; Pins 16 cmH2O; PEEP 12 cmH2O; FiO2 de 80%; frequência respiratória de 18 irpm; VC de 350 mL. Após o procedimento, foram realizados os seguintes exames complementares: radiografia de tórax, que apresentou infiltrados bilaterais difusos; gasometria arterial: pH = 7,18; PaO2 = 60 mmHg; PaCO2 = 66 mmHg; HCO3 = 29 mmol/L; BE + 7 mmol/L; SpO2 90%.
Com base nesse caso clínico, julgue o item que se segue.
A gasometria indica uma acidose mista.
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Paciente do sexo feminino, de sessenta anos de idade, com asma, etilista crônica e tabagista, evoluiu com insuficiência respiratória e parada cardiorrespiratória seguida de reanimação. Foi diagnosticada a sepse, com evolução para síndrome de angústia respiratória aguda (SARA). Houve a necessidade de intubação orotraqueal e ventilação mecânica com os seguintes parâmetros: modo A/C PCV; Pins 16 cmH2O; PEEP 12 cmH2O; FiO2 de 80%; frequência respiratória de 18 irpm; VC de 350 mL. Após o procedimento, foram realizados os seguintes exames complementares: radiografia de tórax, que apresentou infiltrados bilaterais difusos; gasometria arterial: pH = 7,18; PaO2 = 60 mmHg; PaCO2 = 66 mmHg; HCO3 = 29 mmol/L; BE + 7 mmol/L; SpO2 90%.
Com base nesse caso clínico, julgue o item que se segue.
É correto inferir que, de acordo com a gasometria arterial, há uma tentativa do organismo de compensar o desequilíbrio ácido-básico, devido ao valor de HCO3 obtido no exame de gasometria arterial.
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