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Uma menina de 2 anos e 10 meses de idade foi levada para consulta por apresentar crises frequentes de tosse, cansaço e chiado no peito, o que a forçava a comparecer ao atendimento no pronto-socorro de três a quatro vezes ao mês. A mãe relatou que a tosse piorava à noite e pela manhã. No último mês que antecedeu a consulta, a criança tinha apresentado esses sintomas mais de duas vezes por semana; e ainda tinha limitação nas atividades físicas diárias. De acordo com a história clínica, a paciente nasceu a termo, apresentava prurido e ressecamento na pele dos antebraços e atrás dos joelhos, além de prurido nasal e coriza hialina recorrente. Ela foi classificada como obesa nas curvas de crescimento. A mãe relatou que o pai apresentava quadro semelhante na infância e adolescência, além de crises leves em decorrência de mudança climáticas.
Com referência a esse caso clínico e aos vários aspectos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
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Procurou assistência médica uma paciente de 25 anos de idade, que apresentava dispneia aos médios esforços e edema nos membros inferiores, o qual ficava mais acentuado no final da tarde. Ela tinha histórico de amigdalites de repetição. No exame físico, constatou-se pressão arterial de 110 mmHg × 70 mmHg, frequência cardíaca de 92 bpm, saturação de oxigênio = 93% (ar ambiente) e presença de estertores inspiratórios em terço inferior de ambos os hemotórax, à ausculta pulmonar. O exame cardiovascular evidenciou pré-córdio calmo, ictus cordis visível e palpável no 5.º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda, e discreta impulsão no terço inferior da região esternal (no sentido craniocaudal). A ausculta cardíaca mostrou ritmo cardíaco regular em 2 tempos, hiperfonese da primeira bulha em área mitral, na qual, também, foi constatada a presença de sopro diastólico (tipo ruflar) – grau 3 de Levine – seguido de reforço pré-sistólico e de ruído de abertura da mitral, e discreta hiperfonese da segunda bulha em área pulmonar. O abdome apresentava-se livre e sem visceromegalias. O edema era mole, frio, indolor, com sinal de Godet presente, e observado nos dois terços inferiores de ambas as pernas. Foi realizado eletrocardiograma (ECG) de 12 derivações.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens subsecutivos.
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Procurou assistência médica uma paciente de 25 anos de idade, que apresentava dispneia aos médios esforços e edema nos membros inferiores, o qual ficava mais acentuado no final da tarde. Ela tinha histórico de amigdalites de repetição. No exame físico, constatou-se pressão arterial de 110 mmHg × 70 mmHg, frequência cardíaca de 92 bpm, saturação de oxigênio = 93% (ar ambiente) e presença de estertores inspiratórios em terço inferior de ambos os hemotórax, à ausculta pulmonar. O exame cardiovascular evidenciou pré-córdio calmo, ictus cordis visível e palpável no 5.º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda, e discreta impulsão no terço inferior da região esternal (no sentido craniocaudal). A ausculta cardíaca mostrou ritmo cardíaco regular em 2 tempos, hiperfonese da primeira bulha em área mitral, na qual, também, foi constatada a presença de sopro diastólico (tipo ruflar) – grau 3 de Levine – seguido de reforço pré-sistólico e de ruído de abertura da mitral, e discreta hiperfonese da segunda bulha em área pulmonar. O abdome apresentava-se livre e sem visceromegalias. O edema era mole, frio, indolor, com sinal de Godet presente, e observado nos dois terços inferiores de ambas as pernas. Foi realizado eletrocardiograma (ECG) de 12 derivações.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens subsecutivos.
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Uma paciente de 51 anos de idade, obesa, buscou serviço de pronto atendimento médico com quadro de dor moderada no quadrante superior direito do abdome. A paciente informou que a dor havia sido iniciada após o almoço, ou seja, cerca de 5 horas antes do atendimento médico. Acrescentou, ainda, que a dor se irradiava para a região dorsal e que aumentava gradualmente até sua estabilização nas últimas duas horas que antecederam o atendimento. A paciente relatou que tinha apresentado eventos prévios de dor com características semelhantes, mas não havia procurado assistência médica. No momento do atendimento, ela estava afebril, anictérica e com sinais vitais normais. No exame físico, constatou-se dor à palpação do quadrante superior direito do abdome. Não foi constatada rigidez ou dor à descompressão brusca do abdome. Exames laboratoriais mostraram que o hemograma completo, a amilase sérica e as bilirrubinas (total e frações) estavam dentro da normalidade, e que havia discreta elevação da fosfatase alcalina e da gamaglutamiltransferase (gama-GT), e transaminases (TGO e TGP) em níveis normais.
Com relação ao caso clínico precedente, julgue os seguintes itens.
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Uma paciente de 51 anos de idade, obesa, buscou serviço de pronto atendimento médico com quadro de dor moderada no quadrante superior direito do abdome. A paciente informou que a dor havia sido iniciada após o almoço, ou seja, cerca de 5 horas antes do atendimento médico. Acrescentou, ainda, que a dor se irradiava para a região dorsal e que aumentava gradualmente até sua estabilização nas últimas duas horas que antecederam o atendimento. A paciente relatou que tinha apresentado eventos prévios de dor com características semelhantes, mas não havia procurado assistência médica. No momento do atendimento, ela estava afebril, anictérica e com sinais vitais normais. No exame físico, constatou-se dor à palpação do quadrante superior direito do abdome. Não foi constatada rigidez ou dor à descompressão brusca do abdome. Exames laboratoriais mostraram que o hemograma completo, a amilase sérica e as bilirrubinas (total e frações) estavam dentro da normalidade, e que havia discreta elevação da fosfatase alcalina e da gamaglutamiltransferase (gama-GT), e transaminases (TGO e TGP) em níveis normais.
Com relação ao caso clínico precedente, julgue os seguintes itens.
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