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Acerca da ventilação mecânica, julgue os itens que se seguem.
Deve-se utilizar a ventilação mecânica não invasiva em pacientes com edema agudo de pulmão de origem cardiogênica, com o objetivo de diminuir a necessidade de intubação orotraqueal, pois essa forma de ventilação favorece o aumento da pré-carga ventricular.
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Acerca da ventilação mecânica, julgue os itens que se seguem.
A ventilação mecânica não invasiva é contraindicada para pacientes com rebaixamento do nível de consciência, exceto para aqueles que sejam portadores de DPOC e tenham acidose respiratória.
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Homem com sessenta e oito anos de idade, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), deu entrada em pronto-socorro com quadro de insuficiência respiratória seguida de parada cardiorrespiratória. Foram realizadas manobras de ressuscitação cardiopulmonar, com sucesso. Em seguida, procedeu-se à intubação orotraqueal e à instalação da ventilação mecânica, com os seguintes parâmetros: modo A/C PCV; Pins = 18 cmH2O; FiO2 = 50%; PEEP (pressão positiva ao final da expiração) = 8 cmH2O; frequência respiratória = 18 irpm; tempo inspiratório = 1,2 s. Exames complementares realizados após a intubação orotraqueal apresentaram os seguintes resultados: radiografia de tórax com presença de infiltrados pulmonares em bases bilateralmente; gasometria arterial com pH = 7,28; PaO2 = 78 mmHg; PaCO2 = 59 mmHg; HCO3 = 29 mEq/L; BE +5 e SpO2 = 92%.
Acerca do caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
No modo ventilatório por pressão controlada (PCV – pressure-controlled ventilation), o fluxo inspiratório é livre, não havendo interferência da máquina nesse parâmetro ventilatório.
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Homem com sessenta e oito anos de idade, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), deu entrada em pronto-socorro com quadro de insuficiência respiratória seguida de parada cardiorrespiratória. Foram realizadas manobras de ressuscitação cardiopulmonar, com sucesso. Em seguida, procedeu-se à intubação orotraqueal e à instalação da ventilação mecânica, com os seguintes parâmetros: modo A/C PCV; Pins = 18 cmH2O; FiO2 = 50%; PEEP (pressão positiva ao final da expiração) = 8 cmH2O; frequência respiratória = 18 irpm; tempo inspiratório = 1,2 s. Exames complementares realizados após a intubação orotraqueal apresentaram os seguintes resultados: radiografia de tórax com presença de infiltrados pulmonares em bases bilateralmente; gasometria arterial com pH = 7,28; PaO2 = 78 mmHg; PaCO2 = 59 mmHg; HCO3 = 29 mEq/L; BE +5 e SpO2 = 92%.
Acerca do caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
No modo ventilatório assistido controlado (A/C), o disparo do ciclo ventilatório pode ser executado de forma espontânea pelo paciente ou controlado pela máquina.
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Homem com sessenta e oito anos de idade, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), deu entrada em pronto-socorro com quadro de insuficiência respiratória seguida de parada cardiorrespiratória. Foram realizadas manobras de ressuscitação cardiopulmonar, com sucesso. Em seguida, procedeu-se à intubação orotraqueal e à instalação da ventilação mecânica, com os seguintes parâmetros: modo A/C PCV; Pins = 18 cmH2O; FiO2 = 50%; PEEP (pressão positiva ao final da expiração) = 8 cmH2O; frequência respiratória = 18 irpm; tempo inspiratório = 1,2 s. Exames complementares realizados após a intubação orotraqueal apresentaram os seguintes resultados: radiografia de tórax com presença de infiltrados pulmonares em bases bilateralmente; gasometria arterial com pH = 7,28; PaO2 = 78 mmHg; PaCO2 = 59 mmHg; HCO3 = 29 mEq/L; BE +5 e SpO2 = 92%.
Acerca do caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
Pacientes portadores de DPOC evoluem com quadro de hiperinsuflação dinâmica, que provoca aumento do trabalho ventilatório e, consequentemente, quadro de insuficiência respiratória.
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Homem com sessenta e oito anos de idade, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), deu entrada em pronto-socorro com quadro de insuficiência respiratória seguida de parada cardiorrespiratória. Foram realizadas manobras de ressuscitação cardiopulmonar, com sucesso. Em seguida, procedeu-se à intubação orotraqueal e à instalação da ventilação mecânica, com os seguintes parâmetros: modo A/C PCV; Pins = 18 cmH2O; FiO2 = 50%; PEEP (pressão positiva ao final da expiração) = 8 cmH2O; frequência respiratória = 18 irpm; tempo inspiratório = 1,2 s. Exames complementares realizados após a intubação orotraqueal apresentaram os seguintes resultados: radiografia de tórax com presença de infiltrados pulmonares em bases bilateralmente; gasometria arterial com pH = 7,28; PaO2 = 78 mmHg; PaCO2 = 59 mmHg; HCO3 = 29 mEq/L; BE +5 e SpO2 = 92%.
Acerca do caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
Infere-se da gasometria arterial que o paciente está com quadro de hiperventilação.
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Homem com sessenta e oito anos de idade, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), deu entrada em pronto-socorro com quadro de insuficiência respiratória seguida de parada cardiorrespiratória. Foram realizadas manobras de ressuscitação cardiopulmonar, com sucesso. Em seguida, procedeu-se à intubação orotraqueal e à instalação da ventilação mecânica, com os seguintes parâmetros: modo A/C PCV; Pins = 18 cmH2O; FiO2 = 50%; PEEP (pressão positiva ao final da expiração) = 8 cmH2O; frequência respiratória = 18 irpm; tempo inspiratório = 1,2 s. Exames complementares realizados após a intubação orotraqueal apresentaram os seguintes resultados: radiografia de tórax com presença de infiltrados pulmonares em bases bilateralmente; gasometria arterial com pH = 7,28; PaO2 = 78 mmHg; PaCO2 = 59 mmHg; HCO3 = 29 mEq/L; BE +5 e SpO2 = 92%.
Acerca do caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
O laudo da gasometria arterial é de alcalose respiratória.
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Homem com sessenta e oito anos de idade, portador de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), deu entrada em pronto-socorro com quadro de insuficiência respiratória seguida de parada cardiorrespiratória. Foram realizadas manobras de ressuscitação cardiopulmonar, com sucesso. Em seguida, procedeu-se à intubação orotraqueal e à instalação da ventilação mecânica, com os seguintes parâmetros: modo A/C PCV; Pins = 18 cmH2O; FiO2 = 50%; PEEP (pressão positiva ao final da expiração) = 8 cmH2O; frequência respiratória = 18 irpm; tempo inspiratório = 1,2 s. Exames complementares realizados após a intubação orotraqueal apresentaram os seguintes resultados: radiografia de tórax com presença de infiltrados pulmonares em bases bilateralmente; gasometria arterial com pH = 7,28; PaO2 = 78 mmHg; PaCO2 = 59 mmHg; HCO3 = 29 mEq/L; BE +5 e SpO2 = 92%.
Acerca do caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
A gasometria arterial indica que o paciente está com insuficiência respiratória do tipo I.
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Um paciente de sessenta cinco anos de idade foi acolhido no ambulatório de reabilitação cardiopulmonar queixando-se de cansaço, indisposição para a realização de atividades físicas, por falta de companhia, e diminuição da força nas mãos e da velocidade do caminhar. Além disso, relatou perda de 7 kg, não intencional, nos últimos 4 anos. Na avaliação clínica, o paciente apresentou bom estado geral; o exame sérico revelou apenas baixos níveis de vitamina D, sendo descartadas doenças preexistentes como diabetes e hipertensão. O eletrocardiograma (ECG) de repouso não evidenciou alterações na atividade elétrica do coração. Em conjunto com o médico, o fisioterapeuta do ambulatório estabeleceu exercícios de flexibilidade e equilíbrio seguidos da realização de exercícios na esteira e(ou) bicicleta por uma hora, com intensidade moderada, por 5 dias na semana, além de exercícios de musculação 2 vezes por semana.
Considerando esse caso clínico, julgue os próximos itens.
A quantidade de exercícios estabelecidos pelo fisioterapeuta é condizente com as melhores recomendações para o controle e a prevenção de doenças em idosos.
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Um paciente de sessenta cinco anos de idade foi acolhido no ambulatório de reabilitação cardiopulmonar queixando-se de cansaço, indisposição para a realização de atividades físicas, por falta de companhia, e diminuição da força nas mãos e da velocidade do caminhar. Além disso, relatou perda de 7 kg, não intencional, nos últimos 4 anos. Na avaliação clínica, o paciente apresentou bom estado geral; o exame sérico revelou apenas baixos níveis de vitamina D, sendo descartadas doenças preexistentes como diabetes e hipertensão. O eletrocardiograma (ECG) de repouso não evidenciou alterações na atividade elétrica do coração. Em conjunto com o médico, o fisioterapeuta do ambulatório estabeleceu exercícios de flexibilidade e equilíbrio seguidos da realização de exercícios na esteira e(ou) bicicleta por uma hora, com intensidade moderada, por 5 dias na semana, além de exercícios de musculação 2 vezes por semana.
Considerando esse caso clínico, julgue os próximos itens.
O quadro clínico e a realização do ECG são suficientes para garantir o início da atividade física do paciente com segurança.
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