Foram encontradas 100 questões.
Homem de 52 anos, etilista crônico, cirrótico por hepatite C, é admitido no pronto-socorro com hematêmese volumosa e instabilidade hemodinâmica. A endoscopia digestiva alta mostra sangramento ativo de varizes esofágicas de grosso calibre.
Diante desse caso, a conduta inicial mais apropriada será
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Paciente, sexo masculino, de 58 anos, tabagista e etilista, com história clínica de esôfago de Barrett, diagnosticado há 5 anos. Refere disfagia progressiva para sólidos, odinofagia e emagrecimento de 2 kg em 3 meses. Uma endoscopia mostra lesão estenosante no terço distal do esôfago. A biópsia teve, como diagnóstico histopatológico, adenocarcinoma.
A melhor conduta terapêutica com intenção curativa será
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No Serviço de Emergência, dá entrada uma mulher de 60 anos que apresenta dor torácica súbita e intensa após episódio de vômitos repetidos. O exame físico mostra taquicardia, febre, enfisema subcutâneo cervical. Na TC de tórax, há extravasamento de contraste do esôfago distal para mediastino.
Nesse caso, a principal hipótese diagnóstica e a conduta inicial mais adequada são
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Paciente, 70 anos, foi submetido à gastrectomia subtotal por câncer gástrico. No 4º dia de pós-operatório, apresenta febre (39 ºC), taquicardia, hipotensão (PA 85 x 60 mmHg), taquipneia e alteração do nível de consciência. O exame físico revela pele fria, extremidades mal perfundidas, débito urinário reduzido.
Nesse caso, a principal hipótese diagnóstica e a conduta inicial imediata a ser adotada são
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Paciente feminina, de 48 anos, obesa, foi submetida à histerectomia abdominal há 6 dias. Evolui com dispneia súbita, taquicardia, dor torácica pleurítica e saturação de O₂ em 84%.
Exame físico: estertores discretos à ausculta pulmonar.
Nesse caso, a complicação cirúrgica mais provável e a conduta inicial mais adequada são
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Sua equipe é a responsável por um paciente de 62 anos, submetido, há 7 dias, à colectomia esquerda por neoplasia. Evolui com febre, taquicardia, dor abdominal difusa e saída de secreção purulenta pela ferida operatória.
Exame físico: abdome distendido, defesa involuntária difusa. Hemograma mostra leucocitose.
Nesse caso, a principal complicação cirúrgica e a conduta imediata adequada são, respectivamente,
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O paciente é um homem de 58 anos com diagnóstico de adenocarcinoma de cólon direito, que foi indicado para colectomia eletiva. Relata perda de 12% do peso corporal nos últimos 3 meses, inapetência e fadiga. IMC atual: 18 kg/m².
Ao exame físico, apresenta atrofia muscular difusa e hipoalbuminemia (2,8 g/dL). Não há evidências de sepse ou obstrução intestinal aguda.
Nesse caso, a conduta mais adequada em relação ao suporte nutricional pré-operatório será
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Uma mulher de 78 anos, portadora de hipertensão controlada, apresenta colelitíase sintomática e foi indicada para colecistectomia eletiva. Relata fadiga aos mínimos esforços, histórico de duas quedas nos últimos 6 meses e perda de peso não intencional de 5 kg no último ano.
No exame físico:
• IMC 20 kg/m2;
• pressão arterial 128/70 mmHg;
• FC 74 bpm;
• ausculta cardíaca normal. A avaliação laboratorial está dentro da normalidade.
Para essa paciente, a conduta mais adequada quanto à avaliação de risco cirúrgico é
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Homem de 60 anos apresenta quadro de cansaço aos esforços há 4 meses, dor abdominal e sangramento persistente nas fezes. O exame físico revela mucosas descoradas e massa palpável em quadrante inferior esquerdo.
Diante da hipótese de anemia ferropriva associada a sangramento gastrointestinal crônico, esperam-se da cinética do ferro as seguintes características:
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Uma mulher de 35 anos apresenta episódios recorrentes de mudança de coloração e dor nos dedos das mãos, ao serem expostos ao frio. Refere que os dedos ficam inicialmente pálidos e dormentes, depois arroxeados, tornando-se em seguida eritematosos e dolorosos.
Relata, ainda, fadiga, rigidez em mãos e punhos, pirose e disfagia de condução para alimentos sólidos. Ao exame, observa-se espessamento cutâneo na região das mãos, com esclerodactilia e redução da abertura oral. O exame físico pulmonar, cardiovascular e abdominal é normal. Exames laboratoriais revelam fator antinuclear (ANA) positivo, com padrão centromérico na imunofluorescência.
O diagnóstico mais provável é
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