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Foram encontradas 50 questões.

244280 Ano: 2017
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IBADE
Orgão: IABAS
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São elementos que os entes federativos devem definir em relação às Regiões de Saúde:
 

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244279 Ano: 2017
Disciplina: Enfermagem
Banca: IBADE
Orgão: IABAS
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De acordo com a Lei n° 8.080/1990, o acompanhamento, a avaliação e divulgação dos indicadores de morbidade e mortalidade no âmbito da unidade federada, é uma das competências da direção:
 

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244277 Ano: 2017
Disciplina: Enfermagem
Banca: IBADE
Orgão: IABAS
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No SUS, o acesso dos usuários aos serviços mais complexos e de maior densidade tecnológica devem ser referenciados:
 

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244275 Ano: 2017
Disciplina: Enfermagem
Banca: IBADE
Orgão: IABAS
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Paciente masculino, 20 anos, com quadro de dificuldade respiratória, sob oxigenoterapia, apresenta frequência cardíaca de 70 bpm e Sp02 de 96%. Diante desses dados é correto afirmar que este paciente está:
 

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244273 Ano: 2017
Disciplina: Enfermagem
Banca: IBADE
Orgão: IABAS
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De acordo com a Política Nacional de Atenção às Urgências, analise as afirmativas a seguir.

I. A Rede de Atenção às Urgências deve priorizar as linhas de cuidados cardio vascular, cérebro vascular e traumatológica.

II. A UPA 24h é o estabelecimento de saúde de complexidade intermediária entre as Unidades Básicas de Saúde/Saúde da Família e a Rede Hospitalar.

III. A Rede de Atenção às Urgências é constituída, prioritariamente, pelo SAMU, Centrais de Regulação Médica das Urgências e salas de estabilização.

Está correto somente o que se afirma em:

 

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244272 Ano: 2017
Disciplina: Enfermagem
Banca: IBADE
Orgão: IABAS
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Ao atender um paciente de 30 anos, não responsivo, com respiração agônica e sem pulso central palpável, o profissional de saúde deve iniciar o socorro imediatamente pelas compressões torácicas. Nesse caso, a frequência recomendada é de quantas compressões por minuto:
 

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244271 Ano: 2017
Disciplina: Enfermagem
Banca: IBADE
Orgão: IABAS
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Considerando as normas de esterilização de produtos para saúde, analise as afirmativas a seguir.

I. O uso de estufas para a esterilização de produtos para saúde só é permitido na CME de classe II.

II. O monitoramento do processo de esterilização com indicadores físicos deve ser registrado a cada ciclo de esterilização.

III. O uso de caixas metálicas sem furos para esterilização de produtos para saúde é permitido em situações emergenciais.

Está correto somente o que se afirma em:

 

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244270 Ano: 2017
Disciplina: Enfermagem
Banca: IBADE
Orgão: IABAS
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Paciente vítima de AVC, ao ser avaliado pelo enfermeiro, apresenta abertura ocular espontânea, reponde às perguntas de forma confusa e apresenta flexão anormal a estímulos dolorosos. De acordo com a pontuação obtida na Escala de Coma de Glasgow este paciente está:
 

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244268 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: IABAS
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A cerimônia do adeus

A primeira vez que eu me apaixonei eu tinha 6 anos. O nome dela era Julie Angulo (pronunciava-se julí angulô). Diziam que ela era superdotada. Chegou no nosso ano porque tinha pulado o ano anterior. Por ser um ano mais nova, era do meu tamanho.

Só passou um ano entre nós mortais — logo pulou de ano outra vez e disparou como uma flecha em direção ao futuro. Acho que ela fez a escola inteira assim, brincando de amarelinha com o tempo. Eu, que fiquei preso no meu ano pra sempre, às vezes me pergunto onde ela está, se continua pulando os anos da vida e hoje em dia é bisavó, ou se escolheu um ano bom e resolveu ficar por lá.

Aos 8 anos, me apaixonei pela Fanny Moffette (pronuncia-se faní moféte). Ela era canadense e tinha os cabelos brancos de tão amarelos e olhos cinzas de tão azuis. Tinha uns dez centímetros a mais que eu — dez centímetros aos 8 anos equivale a 80 centímetros hoje em dia.

Um dia, descobriram que eu gostava dela. Começaram a cantar a velha canção, se é que se pode chamá-la assim, posto que só tem uma nota: “tá namoran-do, tá namoran-do”.

Ela teve uma reação, digamos, inusitada: pegou a minha cabeça e começou a bater com ela no chão para provar que a gente não estava namorando, que a gente nunca tinha namorado, que a gente nunca iria namorar. Gritava: “nunca, nunca”, enquanto batia com a minha cabeça no chão. As pessoas riam. Até que perceberam que a minha testa começou a sangrar.

Aos 11 anos me apaixonei pela Alice. Ficamos meio amigos numa época em que a amizade entre meninos e meninas era tão rara quanto entre israelenses e palestinos. Alice me contava, não por sadismo, mas por ignorância, dos garotos que ela achava “gatos”. Um dia, me disse que tinha dado o primeiro beijo. Dei um abraço nela, “parabéns!”, e acho que fui chorar no banheiro.

“A vida é uma longa despedida de tudo aquilo que a gente ama”, meu pai sempre repete (mas a frase é do Victor Hugo). Todos os amores terminam — alguns amigavelmente, chorando no banheiro, outros com humilhação pública e sangue na testa, outros com a morte. “Para isso temos braços longos, para os adeuses.”

Alice se casou e eu estava lá, felizão. Fanny veio me pedir desculpas pelas porradas na cabeça. Somos muito amigos — no Facebook.

Tem uma hora — e dizem que essa hora sempre chega — que para de doer. A parte chata é que, até parar de doer, parece que não vai parar de doer nunca.

“Nunca! Nunca!” gritava a Fanny.

DUVIVIER, Gregório. Cerimônia do adeus. Folha de S.Paulo, São Paulo, 8 dez. 2014. FOLHAPRESS. Disponível em: www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2014/12/ 15590 17- a cerimonia-do-adeus.shtml.

Acerca dos pronomes, presentes em "Um dia, descobriram que eu gostava dela. Começaram a cantar a velha canção, se é que se pode chamá-la assim, posto que só tem uma nota: “tá namoran-do, tá namoran-do"." e “Um dia, me disse que tinha dado o primeiro beijo.”, a única afirmação correta é:
 

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244266 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: IABAS
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A cerimônia do adeus

A primeira vez que eu me apaixonei eu tinha 6 anos. O nome dela era Julie Angulo (pronunciava-se julí angulô). Diziam que ela era superdotada. Chegou no nosso ano porque tinha pulado o ano anterior. Por ser um ano mais nova, era do meu tamanho.

Só passou um ano entre nós mortais — logo pulou de ano outra vez e disparou como uma flecha em direção ao futuro. Acho que ela fez a escola inteira assim, brincando de amarelinha com o tempo. Eu, que fiquei preso no meu ano pra sempre, às vezes me pergunto onde ela está, se continua pulando os anos da vida e hoje em dia é bisavó, ou se escolheu um ano bom e resolveu ficar por lá.

Aos 8 anos, me apaixonei pela Fanny Moffette (pronuncia-se faní moféte). Ela era canadense e tinha os cabelos brancos de tão amarelos e olhos cinzas de tão azuis. Tinha uns dez centímetros a mais que eu — dez centímetros aos 8 anos equivale a 80 centímetros hoje em dia.

Um dia, descobriram que eu gostava dela. Começaram a cantar a velha canção, se é que se pode chamá-la assim, posto que só tem uma nota: “tá namoran-do, tá namoran-do”.

Ela teve uma reação, digamos, inusitada: pegou a minha cabeça e começou a bater com ela no chão para provar que a gente não estava namorando, que a gente nunca tinha namorado, que a gente nunca iria namorar. Gritava: “nunca, nunca”, enquanto batia com a minha cabeça no chão. As pessoas riam. Até que perceberam que a minha testa começou a sangrar.

Aos 11 anos me apaixonei pela Alice. Ficamos meio amigos numa época em que a amizade entre meninos e meninas era tão rara quanto entre israelenses e palestinos. Alice me contava, não por sadismo, mas por ignorância, dos garotos que ela achava “gatos”. Um dia, me disse que tinha dado o primeiro beijo. Dei um abraço nela, “parabéns!”, e acho que fui chorar no banheiro.

“A vida é uma longa despedida de tudo aquilo que a gente ama”, meu pai sempre repete (mas a frase é do Victor Hugo). Todos os amores terminam — alguns amigavelmente, chorando no banheiro, outros com humilhação pública e sangue na testa, outros com a morte. “Para isso temos braços longos, para os adeuses.”

Alice se casou e eu estava lá, felizão. Fanny veio me pedir desculpas pelas porradas na cabeça. Somos muito amigos — no Facebook.

Tem uma hora — e dizem que essa hora sempre chega — que para de doer. A parte chata é que, até parar de doer, parece que não vai parar de doer nunca.

“Nunca! Nunca!” gritava a Fanny.

DUVIVIER, Gregório. Cerimônia do adeus. Folha de S.Paulo, São Paulo, 8 dez. 2014. FOLHAPRESS. Disponível em: www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2014/12/ 15590 17- a cerimonia-do-adeus.shtml.

“Eu, que fiquei preso no meu ano pra sempre, às vezes me pergunto onde ela está, se continua pulando os anos da vida e hoje em dia é bisavó, ou se escolheu um ano bom e resolveu ficar por lá." A respeito do trecho acima, quanto aos aspectos gramatical, sintático e semântico, analise as afirmativas a seguir.

I. As formas verbais encontram-se no mesmo tempo e modo.

II. A primeira ocorrência do QUE é uma conjunção integrante.

III. ONDE ELA ESTÁ é uma oração subordinada substantiva objetiva direta.

Está correto apenas o que se afirma em:

 

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