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Os dez maiores portos exportadores no Brasil - 1996

Conforme se observa na Figura acima, no maior porto exportador do Nordeste predominam os fluxos comerciais de

Conforme se observa na Figura acima, no maior porto exportador do Nordeste predominam os fluxos comerciais de
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Na curva normal, da Figura acima, a probabilidade de ocorrências da distribuição, em porcentagem, entre -1 e 1 é de
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Do arquipélago colonial ao território do estado, 1494-1909

No mapa acima, as quatro áreas assinaladas dentro da Amazônia brasileira, ao norte, oeste e sudoeste de Manaus, são
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O Brasil é um país de múltiplos tempos e múltiplos espaços. A velocidade de incorporação de inovações tecnológicas é extremamente rápida em parcelas localizadas de seu território e, sincronicamente, vive-se em condições primitivas. O Brasil enquanto parcela da economia mundial constitui um dos segmentos mais dinâmicos, do ponto de vista dos indicadores econômicos; além de se inserir na categoria da economia-mundo que, segundo a teorização proposta por Immanuel Wallerstein, é tanto explorada quanto exploradora.
BECKER, B. e EGLER, C. Brasil. Uma nova potência regional na economia-mundo. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1994, p.18-28. Adaptado.
De acordo com a abordagem teórica dos autores sobre a economia-mundo, o Brasil se enquadra adequadamente na categoria de país
BECKER, B. e EGLER, C. Brasil. Uma nova potência regional na economia-mundo. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1994, p.18-28. Adaptado.
De acordo com a abordagem teórica dos autores sobre a economia-mundo, o Brasil se enquadra adequadamente na categoria de país
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TEXTO I
A segregação socioespacial e sua forma mais avançada e complexa de expressão, a fragmentação socioespacial, são, contraditoriamente, os processos que negam e redefinem a centralidade. Transformam-na em centralidade segmentada social e funcionalmente, dispersa no território e difusa na representação que elaboramos sobre a própria cidade e sobre a rede urbana, visto que a centralidade pode ser compreendida e apreendida em múltiplas escalas.
SPOSITO, M. A produção do espaço urbano, escalas, diferenças e desigualdades socioespaciais. In: Carlos, A. et al. (Org.). A produção do espaço urbano. São Paulo: Contexto, 2011, p.138.
TEXTO II
Do ponto de vista da reprodução do capital, a metrópole transforma-se na “cidade dos negócios", o centro da rede de lugares que se estrutura no nível mundial com mudanças constantes nas formas. A silhueta dos galpões industriais dá lugar a novos usos, substituídos por altos edifícios de vidro, centros de negócios, shopping centers, ou mesmo igrejas evangélicas, como produto da migração do capital para outras atividades – turismo, lazer, cultura, informática etc., reforçando a centralização econômica, financeira e política de uma metrópole como São Paulo.
CARLOS, A. O espaço urbano. Novos escritos sobre a cidade.São Paulo: Contexto, 2004, p.70. Adaptado.
A análise comparativa dos Textos I e II conduz à seguinte conclusão:
A segregação socioespacial e sua forma mais avançada e complexa de expressão, a fragmentação socioespacial, são, contraditoriamente, os processos que negam e redefinem a centralidade. Transformam-na em centralidade segmentada social e funcionalmente, dispersa no território e difusa na representação que elaboramos sobre a própria cidade e sobre a rede urbana, visto que a centralidade pode ser compreendida e apreendida em múltiplas escalas.
SPOSITO, M. A produção do espaço urbano, escalas, diferenças e desigualdades socioespaciais. In: Carlos, A. et al. (Org.). A produção do espaço urbano. São Paulo: Contexto, 2011, p.138.
TEXTO II
Do ponto de vista da reprodução do capital, a metrópole transforma-se na “cidade dos negócios", o centro da rede de lugares que se estrutura no nível mundial com mudanças constantes nas formas. A silhueta dos galpões industriais dá lugar a novos usos, substituídos por altos edifícios de vidro, centros de negócios, shopping centers, ou mesmo igrejas evangélicas, como produto da migração do capital para outras atividades – turismo, lazer, cultura, informática etc., reforçando a centralização econômica, financeira e política de uma metrópole como São Paulo.
CARLOS, A. O espaço urbano. Novos escritos sobre a cidade.São Paulo: Contexto, 2004, p.70. Adaptado.
A análise comparativa dos Textos I e II conduz à seguinte conclusão:
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Lugar não é meramente aquilo que possui raízes, conhecer e ser conhecido no bairro; não é apenas a distinção e apreciação de fragmentos de geografia. O núcleo do significado de lugar se estende, penso eu, em suas ligações inextricáveis com ser, com a nossa própria existência. Lugar é um microcosmo. É onde cada um de nós se relaciona com o mundo e onde o mundo se relaciona conosco. O que acontece aqui, neste lugar, é parte de um processo em que o mundo inteiro está de alguma forma implicado. Isso é muito existencial e ontológico.
RELPH, E. Reflexões sobre a emergência, aspectos e essência de lugar. In: Marandola Jr., E. et al (Org.). Qual o espaço do lugar? São Paulo: Perspectiva, 2012, p. 30.
No texto acima, o lugar é conceituado especificamente dentro de uma abordagem
RELPH, E. Reflexões sobre a emergência, aspectos e essência de lugar. In: Marandola Jr., E. et al (Org.). Qual o espaço do lugar? São Paulo: Perspectiva, 2012, p. 30.
No texto acima, o lugar é conceituado especificamente dentro de uma abordagem
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A região geográfica abrange uma paisagem e sua extensão territorial, onde se entrelaçam de modo harmonioso componentes humanos e natureza. A ideia de harmonia e de equilíbrio constitui o resultado de um longo processo de evolução, de maturação da região. A região geográfica assim concebida é considerada uma entidade concreta, palpável, um dado com vida, supondo, portanto, uma evolução e um estágio de equilíbrio. Sendo assim, o papel do geógrafo é o de reconhecê-la, descrevê-la e explicá-la, isto é, tornar claros os seus limites, seus elementos constituintes combinados entre si e os processos de sua formação e evolução.
CORRÊA, R. Região e organização espacial. São Paulo: Ática, 1986, p. 28-29. Adaptado
O conceito regional definido acima é a região
CORRÊA, R. Região e organização espacial. São Paulo: Ática, 1986, p. 28-29. Adaptado
O conceito regional definido acima é a região
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A sustentabilidade do desenvolvimento exige, quase por definição, a democratização do Estado e não o seu abandono. Parece-me oportuno, sob esta lógica, delinear algumas dimensões e critérios operacionais de sustentabilidade. Uma dessas dimensões vincula-se estreitamente ao processo de construção da cidadania e busca garantir a incorporação plena dos indivíduos ao processo de desenvolvimento. Esta resume-se, em seus aspectos micro, na democratização da sociedade, e macro, na democratização do Estado.
GUIMARÃES, R. Desenvolvimento sustentável: da retórica à formulação de políticas públicas. In: Becker, B. e Miranda, M.(Org.) A geografia política do desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: UFRJ, 1987, p. 39. Adaptado.
No texto acima, o desenvolvimento sustentável é abordado descrevendo-se a sua dimensão
GUIMARÃES, R. Desenvolvimento sustentável: da retórica à formulação de políticas públicas. In: Becker, B. e Miranda, M.(Org.) A geografia política do desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: UFRJ, 1987, p. 39. Adaptado.
No texto acima, o desenvolvimento sustentável é abordado descrevendo-se a sua dimensão
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- FundamentosAmostra
- Amostragem
- Estatística DescritivaMedidas de Dispersão
- Estatística DescritivaMedidas de Tendência Central
Para se estimar a média de uma população com desvio padrão 15, foi retirada uma amostra de tamanho n, obtendo-se o seguinte intervalo de confiança:
P ( 7 ,06 ≤ μ ≤ 12,94 ) = 0,95
Sendo os valores críticos tabelados z 0,05= 1,65 e z 0,025= 1,96, o tamanho da amostra n e o erro padrão da estimativa EP ( X n ) são dados por
P ( 7 ,06 ≤ μ ≤ 12,94 ) = 0,95
Sendo os valores críticos tabelados z 0,05= 1,65 e z 0,025= 1,96, o tamanho da amostra n e o erro padrão da estimativa EP ( X n ) são dados por
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Seja X uma variável aleatória com distribuição normal cuja média é μ e o desvio padrão é σ.
Se Y = 2X - 1 tem distribuição normal com média 5 e variância 20, o coeficiente de variação populacional σ/μ
Se Y = 2X - 1 tem distribuição normal com média 5 e variância 20, o coeficiente de variação populacional σ/μ
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