Foram encontradas 65 questões.
A controvérsia relação da origem da filosofia seguiu numa clivagem histórica entre duas teses: a tese do “milagre grego” – que teria sido criada para o ocidente - e, a tese “orientalista”. Em resumo, por milagre grego se pode afirmar a originalidade grega, como disse Heidegger, a “filosofia fala grego”; por orientalismo a dívida grega (da origem da filosofia) teria sido legada dos “bárbaros”, depois, teria voltado como questão importante para a filosofia helenista e (para) os pensadores judaicos comprovarem a não exclusividade da gênese grega, pois, a filosofia grega teria surgido por herança, enfim, ambas as teses (orientalista e ocidentalista) permeiam embates históricos polêmicos e até exagerados. Nesse sentido, e quanto à origem da filosofia grega, segundo Marilena Chaui, estão corretas as afirmações, exceto:
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O estudo filosófico-histórico das Artes pode evidenciar três questões importantes: a) que a arte sempre travou embate entre a elite e a classe popular, podendo formatar ou distorcer a realidade mais imediata e social, por isso torna complexa sua definição e contextualização; b) que ela demarca sua laicidade e ruptura se liberando da religiosidade (que tinha valor de culto), porém, encontra nova clausura no mercado consumista/capitalista (dado como valor de exposição); por efeito; c) que a Reprodução Técnica da Arte Moderna/Contemporânea implicou na perda da “aura” da obra de arte. Assim, e quanto a elaboração dessa ordem crítica de pensamento “a”, “b” e “c”, é correto afirmar que “c” tem relação com
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Em A ética da discussão e a questão da verdade (HABERMAS, 2007), Patrick Savidan (no prefácio) esclarece que Habermas procura sintetizar “uma visão geral da concepção da verdade teórica e prática apropriada à ética da discussão”. Aranha (2009) completa: em Habermas: “A ética discursiva recorre à razão para sua fundamentação”. Nesse sentido, e quanto ao uso da razão na filosofia, seria incorreto afirmar que a ética habermasiana, tem por característica:
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No texto de Salma Tannus Muchail, no livro A filosofia e seu ensino (1995), consta a pergunta: “Até que ponto a formação e a atividade do professor e do pesquisador de filosofia se cruzam ou se bifurcam? Esta questão evoca um texto do professor Antonio Candido (‘Professor, escola e associações docentes’, Almanaque, 11, 1980) que começa se perguntando ‘se o professor não é uma espécie em extinção’ (p. 83). Descreve então três tipos sucessivos de professor: do professor mestre e pai passou-se ao professor profissionalizado e técnico, e hoje temos o professor ‘produtor’ de conhecimento, identificado ao pesquisador”. Quanto a isto, e em referência ao ensino de filosofia, escolha a opção incorreta:
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Leia e avalie o seguinte fragmento: “Necessário é dizer e pensar que só o ser é; pois o ser é, e o nada, ao contrário, nada é: afirmação que bem deves considerar”. Como se percebe, o filósofo tenta demarcar sua posição e forjar o modo de articular o pensamento, ou, a filosofia de seu tempo. Qual é o filósofo que cita este fragmento, e qual é a relação marcante com o ato de filosofar?
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Analise se são falsas ou verdadeiras as afirmativas e marque a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
( ) “O que se avalia e como se avalia está condicionado pelas competências, habilidades, conhecimentos que o currículo privilegia ou secundariza. Os valores e as lógicas de avaliação reproduzem os valores, lógicas e hierarquias que selecionam, organizam os conhecimentos nos currículos.”
( ) “A avaliação é uma atividade que envolve legitimidade técnica e legitimidade política na sua realização.”
( ) “Se a escola é o lugar da construção da autonomia e da cidadania, a avaliação dos processos” das aprendizagens é uma responsabilidade tanto da coletividade, como de cada um, em particular.”
( ) “A avaliação é um conjunto de atuações com a função de alimentar, sustentar e orientar a intervenção pedagógica.”
( ) “Para avaliação os PCN propõem a utilização de diferentes códigos, como o verbal, oral, o escrito, o gráfico, o numérico, o pictórico, de forma a se considerar as diferentes aptidões dos alunos.”
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Os itens a seguir se referem à Resolução nº 2, de 19 de maio de 2010, dispõe sobre as Diretrizes Nacionais para a oferta de educação para jovens e adultos em situação de privação de liberdade nos estabelecimentos penais. Analise esses itens e aponte a alternativa que faz a afirmativa incorreta.
I – As ações de educação em contexto de privação de liberdade devem estar calcadas na legislação educacional vigente no país, na Lei de Execução Penal, nos tratados internacionais firmados pelo Brasil no âmbito das políticas de direitos humanos e privação de liberdade, devendo atender às especificidades dos diferentes níveis e modalidades de educação e ensino e são extensivas aos presos provisórios, condenados, egressos do sistema prisional e àqueles que cumprem medidas de segurança.
II – A oferta de educação para jovens e adultos em estabelecimentos penais será financiada com as fontes de recursos públicos vinculados à manutenção e desenvolvimento do ensino, entre as quais o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), destinados à modalidade de Educação de Jovens e Adultos e, de forma complementar, com outras fontes estaduais e federais.
III – Visando à institucionalização de mecanismos de informação sobre a educação em espaços de privação de liberdade, com vistas ao planejamento e controle social, os órgãos responsáveis pela educação nos Estados e no Distrito Federal deverão implementar nos estabelecimentos penais estratégias de divulgação das ações de educação para os internos, incluindo-se chamadas públicas periódicas destinadas a matrículas.
IV – A pessoa privada de liberdade ou internada, desde que possua perfil adequado e receba preparação especial, poderá atuar em apoio ao profissional da educação, auxiliando-o no processo educativo e não em sua substituição.
V – A implementação e fiscalização das Diretrizes Nacionais para a oferta de educação para jovens e adultos em situação de privação de liberdade nos estabelecimentos penais das penitenciárias federais compete ao Conselhos de Educação dos Estados.
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À luz da Resolução nº 2, de 15 de junho de 2012, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental, marque a alternativa incorreta.
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Conforme preceitua o inciso I do § 1º da Resolução nº 8/12, que define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola na Educação Básica, assinale a alternativa que completa corretamente o texto a seguir: A Educação Escolar Quilombola na Educação Básica organiza precipuamente o ensino ministrado nas instituições educacionais fundamentando-se, informando-se e alimentando-se
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Em consonância com Lei nº 12.796, de 4 de abril de 2013, que alterou a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, não é verdadeiro o que está posto na alternativa:
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