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Considerando as proposições sobre o poema de Mário Quintana,
Seiscentos e sessenta e seis
A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são 6 horas: há tempo...
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, passaram 60 anos!
Agora, é tarde demais para ser reprovado...
E se me dessem – um dia – uma outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio
seguia sempre em frente...
e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.
I. O autor, nos três primeiros versos, faz referência, respectivamente, à infância, à adolescência e à velhice.
II. O eu-lírico revela que, se renascesse, viveria sem se preocupar com a passagem do tempo.
III. No texto, predominam verbos no presente do indicativo.
IV. Passando os verbos do 7º e do 8º verso para o futuro do presente, teremos “eu nem olharia o relógio / seguiria sempre em frente...” observamos que
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Devagar com andor que o santo é de barro A expressão que recomenda cuidado teria nascido da preocupação de vigários com a imagem de santos em procissões. É razoável acreditar que, ao sair da igreja, a estátua levada nos ombros de fiéis que andavam apressadamente, algum preocupado vigário tenha gritado a frase. Atualmente, a expressão é usada em sua forma reduzida, sendo mais frequente o uso apenas da primeira parte. Provérbio “da mesma família” dele é o “Devagar se vai ao longe” e “Quem depressa caminha se consome”. Do francês, trata-se de uma variação da frase Qui veut voyager loin ménage ses forces (Quem quer ter vida longa deve cuidar-se), lembra Roberto Cortez Lacerda, em Dicionário de provérbios. Em crônica sobre os defeitos da televisão, a atriz Lílian Blanc parodiou: “Leve com cuidado o cântaro à fonte, pois, tal qual o santo é de barro, e porque essa idéia não é minha”. Também o compositor Chico Buarque, num trecho da música Bom Conselho, satirizou: “[...] Devagar é que não se vai longe [...].”
(Hudinílson Urbano, Revista Língua Portuguesa, n. 25, 2007)
A classificação correta das palavras em negrito no trecho “A expressão que recomenda cuidado teria nascido da preocupação de vigários com a imagem de santos em procissões. É razoável acreditar que, ao sair da igreja, a estátua levada nos ombros de fiéis que andavam apressadamente” encontra-se na alínea
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Quais as funções da linguagem predominantes no texto seguinte?
“O fio dental é tão importante para a higiene bucal quanto a escovação. Curve o fio na lateral do dente e movimente-o para cima e para baixo, penetrando cuidadosamente na linha da gengiva. Limpe o dente da esquerda e o da direita de cada espaço.”
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Devagar com andor que o santo é de barro A expressão que recomenda cuidado teria nascido da preocupação de vigários com a imagem de santos em procissões. É razoável acreditar que, ao sair da igreja, a estátua levada nos ombros de fiéis que andavam apressadamente, algum preocupado vigário tenha gritado a frase. Atualmente, a expressão é usada em sua forma reduzida, sendo mais frequente o uso apenas da primeira parte. Provérbio “da mesma família” dele é o “Devagar se vai ao longe” e “Quem depressa caminha se consome”. Do francês, trata-se de uma variação da frase Qui veut voyager loin ménage ses forces (Quem quer ter vida longa deve cuidar-se), lembra Roberto Cortez Lacerda, em Dicionário de provérbios. Em crônica sobre os defeitos da televisão, a atriz Lílian Blanc parodiou: “Leve com cuidado o cântaro à fonte, pois, tal qual o santo é de barro, e porque essa idéia não é minha”. Também o compositor Chico Buarque, num trecho da música Bom Conselho, satirizou: “[...] Devagar é que não se vai longe [...].”
(Hudinílson Urbano, Revista Língua Portuguesa, n. 25, 2007)
De acordo com as regras de concordâncias nominal e verbal, quais as construções adequadas ao português padrão?
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Qual das orações subordinadas adjetivas a seguir é explicativa, devendo, portanto, ficar entre vírgulas?
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A questão refere-se ao texto seguinte.
A comunidade de destino é tanto mais profunda quanto selada por uma fraternidade mitológica. De fato, o Estado-Nação é uma pátria, uma identidade consubstancialmente maternal/paternal, que contém, em seu feminino, o masculino da paternidade. Transfere, para a ampla escala de populações de milhões de indivíduos, muitas vezes oriundos de etnias bem diversas, as calorosas virtudes das relações familiares entre as pessoas pertencentes ao mesmo lar. Assim, a Nação, de substância feminina, comporta em si as qualidades da Terra- Mãe (Pátria-Mãe), do lar (foyer, home, Heimat), e ela desperta, nos momentos comunitários, os sentimentos de amor que são, naturalmente, despertados pela mãe. (Edgar Morin, Cabeça bem feita, Rio de Janeiro, 2004)
Dados os itens que podem constituir a continuação coesa e coerente para o texto,
I. Já o estado é de substância paternal.
II. Assim, o mito nacional é uno. A fraternidade mitológica surge exclusivamente como uma fraternidade biológica.
III. Dispõe da autoridade absoluta e incondicional do pai patriarca, a quem se deve obediência.
IV. Entretanto, a idéia de nação contém um único espírito fraterno entre “filhos da pátria”.
V. A relação matripatriótica com o Estado-Nação desperta o sentimento de fraternidade mística dos “filhos da pátria”, perante o inimigo.
verifica-se que a quantidade de itens corretos é
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Assinale a opção que não transgride a norma-padrão da língua portuguesa.
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Escrever, argumentar, seduzir
Todos nós, mortais, temos a impressão de que os escritores nascem sabendo escrever bem: seus textos saltam prontos da imaginação privilegiada para as páginas impressas de um livro. Por mais que eles insistam em afirmar que escrever significa mais transpiração que inspiração, que o processo é um eterno “pisar em grilos”, exigindo rigorosa disciplina, ficamos com a sensação de que isso tudo só vale para os que não nasceram escritores. Para poetas e prosadores natos, basta preencher as folhas brancas com palavras, frases, parágrafos que, magicamente, materializam-se em histórias, personagens, espaços, paisagens, mundos cativantes. Nada de releituras, emendas, trocas de palavras, eliminação de excessos, inclusão de trechos, correção de deslizes.
Ledo engano. A atividade da escrita é um processo trabalhoso, exigindo de seu empreendedor bem mais que talento. Independentemente de sua finalidade, escrever requer observação, conhecimentos, vivência, pesquisa, planejamento, consciência das formas de circulação, muita paciência e, consequentemente, leituras, releituras, construção e reconstrução. Com os grandes escritores, podemos identificar parte dos esforços exigidos por essa atividade, surpreendendo alguns momentos em que eles demonstram a forte e ambígua relação que mantém com seus textos, expondo a maneira como administram os detalhes que envolvem a escritura e, também, após a publicação, o interesse pelas formas de recepção. E essas exposições entreabrem uma fresta para que os demais “escreventes” conheçam alguns percursos e percalços do escrever, do dar acabamento a um texto, das formas de vê-lo correr mundo.
(Beth Brait, Revista Língua Portuguesa, n. 25, 2007)
Qual a alínea que melhormente resume o texto?
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Os períodos seguintes, embora desordenados, constituem um texto. Indique a alínea que apresenta a melhor sequência, de um ponto de vista descritivo.
1. “Nosso objetivo era o de aperfeiçoar as qualidades do tomate”, disse Antonio Granell, coordenador da pesquisa.
2. A cor incomum do tomate foi desenvolvida pelos cientistas para que fosse possível distingui-lo de um tomate normal.
3. Cientistas espanhóis criaram um novo tomate geneticamente modificado, de cor azul, que tem uma série de proteínas que não podem ser encontradas no tomate comum e poderia ser usado com fins terapêuticos.
4. “Mas também queríamos fazer com que ele se transformasse em uma “biofábrica”, ou seja, fazer com que as suas células trabalhassem de acordo com nosso interesse”, afirmou o pesquisador.
5. O projeto do novo tomate é de estudiosos do Instituto de Biología Molecular y Celular de Plantas (IBMCP), de Valença, na Espanha.
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Escrever, argumentar, seduzir
Todos nós, mortais, temos a impressão de que os escritores nascem sabendo escrever bem: seus textos saltam prontos da imaginação privilegiada para as páginas impressas de um livro. Por mais que eles insistam em afirmar que escrever significa mais transpiração que inspiração, que o processo é um eterno “pisar em grilos”, exigindo rigorosa disciplina, ficamos com a sensação de que isso tudo só vale para os que não nasceram escritores. Para poetas e prosadores natos, basta preencher as folhas brancas com palavras, frases, parágrafos que, magicamente, materializam-se em histórias, personagens, espaços, paisagens, mundos cativantes. Nada de releituras, emendas, trocas de palavras, eliminação de excessos, inclusão de trechos, correção de deslizes.
Ledo engano. A atividade da escrita é um processo trabalhoso, exigindo de seu empreendedor bem mais que talento. Independentemente de sua finalidade, escrever requer observação, conhecimentos, vivência, pesquisa, planejamento, consciência das formas de circulação, muita paciência e, consequentemente, leituras, releituras, construção e reconstrução. Com os grandes escritores, podemos identificar parte dos esforços exigidos por essa atividade, surpreendendo alguns momentos em que eles demonstram a forte e ambígua relação que mantém com seus textos, expondo a maneira como administram os detalhes que envolvem a escritura e, também, após a publicação, o interesse pelas formas de recepção. E essas exposições entreabrem uma fresta para que os demais “escreventes” conheçam alguns percursos e percalços do escrever, do dar acabamento a um texto, das formas de vê-lo correr mundo.
(Beth Brait, Revista Língua Portuguesa, n. 25, 2007)
Indique qual a relação de sentido implícita entre as informações anterior e posterior aos dois pontos no trecho: “Todos nós, mortais, temos a impressão de que os escritores nascem sabendo escrever bem: seus textos saltam prontos da imaginação privilegiada para as páginas impressas de um livro.”
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