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Foram encontradas 60 questões.

873408 Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
Os arados de discos continuam operando, mesmo depois que seus órgãos ativos tenham sofrido um desgaste considerável, podendo ser utilizados em solos abrasivos sem perda da sua eficiência.
Não é modelo de arado:
 

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754851 Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
Subsolagem é uma prática que consiste na mobilização subsuperficial do solo, com o objetivo de quebrar as camadas compactadas ou adensadas do solo.
Quanto ao subsolador, é incorreto afirmar-se que
 

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712231 Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
É importante não se esquecer de que o custo dos defensivos que passam pelos bicos é muito maior que o custo dos próprios bicos. As trocas devem ser realizadas quando a média da vazão
 

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567001 Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
Quanto à manutenção, um bom programa e operadores capacitados evitam prejuízos, atrasos, defeitos ou quebras durante as operações de campo. São objetivos da manutenção, exceto
 

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188718 Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
Os pontos de lubrificação com graxa estão localizados em diversas posições do trator. Em cada ponto de lubrificação, existe um pino graxeiro, que funciona como uma válvula, para introdução da graxa.
São padrões de bico graxeiro, exceto
 

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1814669 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
TEXTO – A última crônica (Fernando Sabino)

A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade, estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico; nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.
Ao fundo do botequim, um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção dos gestos e palavras, deixa-se acentuar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.
Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.
A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa a um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia de bolo. E, enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam discretos: parabéns pra você...” Depois, a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando com ternura – ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. De súbito, dá comigo a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
Assim eu quereria a minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.
Sobre os acontecimentos narrados no texto, é correto afirmar-se que
Questão Anulada

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1723088 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
Leia o texto.
No ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava não se dever proibir coisa alguma a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. “E se a natureza a levar a engolir alfinetes?”, indaguei; lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde, engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos, podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molhar os pés, e assim por diante – além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de resposta de Eliseu1. Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.
RUSSEL, Bertrand. Ensaios Céticos. 2 ed. São Paulo, Nacional, 1957, p. 146. Apud FIORIN, José Luís e SAVIOLI, Francisco Platão. In. Para entender o texto – leitura e redação. Ed. Ática, 2000.
A expressão entre parênteses possui sentido equivalente à que está entre aspas em
Questão Anulada

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1620599 Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
Para a regulagem da semeadora/adubadora, quanto à distribuição do fertilizante químico, serão dispostas, por metro linear
(Informações: 250 kg/ha, espaçamento de 0,30 m e distância percorrida de 25 m).
Questão Anulada

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1596300 Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
O acoplamento é importante do ponto de vista do desempenho do conjunto. Quanto ao acoplamento das semeadoras aos tratores agrícolas, não se aplica(m)
Questão Anulada

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1521204 Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
Para a regulagem da semeadora/adubadora, quanto à distribuição das sementes, por metro linear, será(ão) utilizada(s) (Informações: 60 kg/ha, espaçamento de 0,20 m e distância percorrida de 25 m).
Questão Anulada

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