Foram encontradas 60 questões.
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I. Atuam bloqueando canais de sódio voltagem-dependentes.
II. A eficácia desses anestésicos é reduzida em tecidos inflamados.
III. A toxicidade sistêmica pode incluir convulsões.
IV. A adição de vasoconstritores prolonga o efeito anestésico.
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Uma cadela adulta, não castrada, apresenta histórico de secreção vulvar mucopurulenta há aproximadamente três dias. Ao exame clínico, observa-se distensão abdominal à palpação. Foi solicitado hemograma completo, cujos resultados encontram-se descritos a seguir:
| Valores de referência | ||
|---|---|---|
| Hemácias | 9,5 milhões/mm3 | 5,5 – 8,5 |
| Hemoglobinas | 20 g% | 12 – 18 |
| Hematócrito | 60% | 37 – 55 |
| Proteína plasmática | 9,2 g/dl | 6,0 – 8,0 |
| VCM | 63 fl | 60 a 77 |
| CHCM | 33% | 31 a 34 |
| Fibrinogênio | 700 mg/dl | 100 – 500 |
| Plaquetas | 310.000 mm3 | 180.000 – 400.000 |
| Valores de referência | |||
|---|---|---|---|
| Leucócitos totais | 40.080/mm3 | 6.000 – 18.000 | |
| Bastonetes | 06% | 2.448,00/mm3 | 0 – 500 |
| Neutrófilos | 87% | 35.496,00/mm3 | 3.600 – 13.800 |
| Linfócitos | 03% | 1.224,00/mm3 | 720 – 5.400 |
| Monócitos | 01% | 408/mm3 | 180 – 1.800 |
| Eosinófilos | 03% | 1.224,00/mm3 | 120 – 1.800 |
| Basófilos | 00% | 00/mm3 | 0 |
O desvio de neutrófilos apresentado pelo animal e o quadro clínico associado a essa alteração são, respectivamente,
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Informação não é conhecimento: o paradoxo da era hiperconectada
Uma das características da modernidade líquida é a abundância informacional. Milhões de dados são produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem conteúdo com base em nossas interações e gostos; nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.
Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade muitas vezes negligenciada: a de produzir conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir sobre as informações que adquirimos parece não ter mais espaço no cotidiano.
Informação e conhecimento são, portanto, distintos, ainda que relacionados. A informação se apresenta de forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o conhecimento implica um processo de organização, interpretação e atribuição de sentido aos dados. Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e articulação entre diferentes experiências.
A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo fragmentado de informações pode gerar apenas uma sensação de saber, sem que haja efetiva construção de conhecimento.
O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há construção consistente do conhecimento. Aquele que se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de humildade diante do saber. Ao construir o conhecimento, logo compreende que, quanto mais aprender, mais ainda há a ser treinado e compreendido.
E, assim, nasce o perigo: informação sem discernimento se torna ruído; conhecimento sem sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação se torna vaidade. Diante dessas profundas transformações na relação entre informação e conhecimento, e do impacto da modernidade e da tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar pessoas que saibam o que fazer com ele.
No fim das contas, o problema da era da informação não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar com profundidade.
Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informa-conhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a. Acesso em: 23 fev. 2026.
Assinale a alternativa que sintetiza corretamente a tese defendida no texto.
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Informação não é conhecimento: o paradoxo da era hiperconectada
Uma das características da modernidade líquida é a abundância informacional. Milhões de dados são produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem conteúdo com base em nossas interações e gostos; nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.
Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade muitas vezes negligenciada: a de produzir conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir sobre as informações que adquirimos parece não ter mais espaço no cotidiano.
Informação e conhecimento são, portanto, distintos, ainda que relacionados. A informação se apresenta de forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o conhecimento implica um processo de organização, interpretação e atribuição de sentido aos dados. Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e articulação entre diferentes experiências.
A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo fragmentado de informações pode gerar apenas uma sensação de saber, sem que haja efetiva construção de conhecimento.
O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há construção consistente do conhecimento. Aquele que se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de humildade diante do saber. Ao construir o conhecimento, logo compreende que, quanto mais aprender, mais ainda há a ser treinado e compreendido.
E, assim, nasce o perigo: informação sem discernimento se torna ruído; conhecimento sem sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação se torna vaidade. Diante dessas profundas transformações na relação entre informação e conhecimento, e do impacto da modernidade e da tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar pessoas que saibam o que fazer com ele.
No fim das contas, o problema da era da informação não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar com profundidade.
Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informa-conhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a. Acesso em: 23 fev. 2026.
Assinale a alternativa em que a substituição realizada mantém o sentido do seguinte trecho: “[…] informação sem discernimento se torna ruído [...]”.
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Alberto é servidor público de determinado Instituto Federal, atuando na área administrativa, com jornada de 8 (oito) horas diária. Recentemente, passou em outro concurso para uma sociedade de economia mista, controlada indiretamente pelo Poder Público. Diante dessa situação, à luz da Constituição Federal de 1988, é correto afirmar que Alberto
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Ester é servidora pública federal e, sob a justificativa da necessidade de ajustamento do quadro de pessoal às necessidades do serviço, foi redistribuída para outra Instituição Federal de Ensino, antes da publicação da Lei nº 11.091/2005. Diante desse fato, considerando as disposições da citada lei, é correto afirmar que Ester deve ser enquadrada no respectivo Plano de Carreira no prazo de
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Nos termos da Lei nº 9.784/1999, quanto à instrução dos processos administrativos, é correto afirmar que
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