Foram encontradas 60 questões.
Informação não é conhecimento: o paradoxo da
era hiperconectada
Uma das características da modernidade líquida é a
abundância informacional. Milhões de dados são
produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem
conteúdo com base em nossas interações e gostos;
nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.
Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade
muitas vezes negligenciada: a de produzir
conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito
bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir
sobre as informações que adquirimos parece não ter
mais espaço no cotidiano.
Informação e conhecimento são, portanto, distintos,
ainda que relacionados. A informação se apresenta de
forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o
conhecimento implica um processo de organização,
interpretação e atribuição de sentido aos dados.
Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e
articulação entre diferentes experiências.
A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a
conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para
a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo
fragmentado de informações pode gerar apenas uma
sensação de saber, sem que haja efetiva construção
de conhecimento.
O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não
a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há
construção consistente do conhecimento. Aquele que
se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de
humildade diante do saber. Ao construir o
conhecimento, logo compreende que, quanto mais
aprender, mais ainda há a ser treinado e
compreendido.
E, assim, nasce o perigo: informação sem
discernimento se torna ruído; conhecimento sem
sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação
se torna vaidade. Diante dessas profundas
transformações na relação entre informação e
conhecimento, e do impacto da modernidade e da
tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio
não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar
pessoas que saibam o que fazer com ele.
No fim das contas, o problema da era da informação
não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de
critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja
encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar
com profundidade.
Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informaconhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a.
Acesso em: 23 fev. 2026.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Reduzida
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Informação não é conhecimento: o paradoxo da
era hiperconectada
Uma das características da modernidade líquida é a
abundância informacional. Milhões de dados são
produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem
conteúdo com base em nossas interações e gostos;
nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.
Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade
muitas vezes negligenciada: a de produzir
conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito
bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir
sobre as informações que adquirimos parece não ter
mais espaço no cotidiano.
Informação e conhecimento são, portanto, distintos,
ainda que relacionados. A informação se apresenta de
forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o
conhecimento implica um processo de organização,
interpretação e atribuição de sentido aos dados.
Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e
articulação entre diferentes experiências.
A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a
conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para
a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo
fragmentado de informações pode gerar apenas uma
sensação de saber, sem que haja efetiva construção
de conhecimento.
O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não
a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há
construção consistente do conhecimento. Aquele que
se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de
humildade diante do saber. Ao construir o
conhecimento, logo compreende que, quanto mais
aprender, mais ainda há a ser treinado e
compreendido.
E, assim, nasce o perigo: informação sem
discernimento se torna ruído; conhecimento sem
sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação
se torna vaidade. Diante dessas profundas
transformações na relação entre informação e
conhecimento, e do impacto da modernidade e da
tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio
não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar
pessoas que saibam o que fazer com ele.
No fim das contas, o problema da era da informação
não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de
critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja
encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar
com profundidade.
Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informaconhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a.
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Uma das características da modernidade líquida é a
abundância informacional. Milhões de dados são
produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem
conteúdo com base em nossas interações e gostos;
nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.
Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade
muitas vezes negligenciada: a de produzir
conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito
bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir
sobre as informações que adquirimos parece não ter
mais espaço no cotidiano.
Informação e conhecimento são, portanto, distintos,
ainda que relacionados. A informação se apresenta de
forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o
conhecimento implica um processo de organização,
interpretação e atribuição de sentido aos dados.
Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e
articulação entre diferentes experiências.
A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a
conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para
a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo
fragmentado de informações pode gerar apenas uma
sensação de saber, sem que haja efetiva construção
de conhecimento.
O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não
a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há
construção consistente do conhecimento. Aquele que
se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de
humildade diante do saber. Ao construir o
conhecimento, logo compreende que, quanto mais
aprender, mais ainda há a ser treinado e
compreendido.
E, assim, nasce o perigo: informação sem
discernimento se torna ruído; conhecimento sem
sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação
se torna vaidade. Diante dessas profundas
transformações na relação entre informação e
conhecimento, e do impacto da modernidade e da
tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio
não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar
pessoas que saibam o que fazer com ele.
No fim das contas, o problema da era da informação
não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de
critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja
encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar
com profundidade.
Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informaconhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a.
Acesso em: 23 fev. 2026.
“[…] o problema da era da informação não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de critérios.”.
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho sublinhado mantém a correção gramatical quanto ao uso do acento indicativo de crase.
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era hiperconectada
Uma das características da modernidade líquida é a
abundância informacional. Milhões de dados são
produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem
conteúdo com base em nossas interações e gostos;
nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.
Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade
muitas vezes negligenciada: a de produzir
conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito
bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir
sobre as informações que adquirimos parece não ter
mais espaço no cotidiano.
Informação e conhecimento são, portanto, distintos,
ainda que relacionados. A informação se apresenta de
forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o
conhecimento implica um processo de organização,
interpretação e atribuição de sentido aos dados.
Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e
articulação entre diferentes experiências.
A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a
conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para
a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo
fragmentado de informações pode gerar apenas uma
sensação de saber, sem que haja efetiva construção
de conhecimento.
O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não
a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há
construção consistente do conhecimento. Aquele que
se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de
humildade diante do saber. Ao construir o
conhecimento, logo compreende que, quanto mais
aprender, mais ainda há a ser treinado e
compreendido.
E, assim, nasce o perigo: informação sem
discernimento se torna ruído; conhecimento sem
sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação
se torna vaidade. Diante dessas profundas
transformações na relação entre informação e
conhecimento, e do impacto da modernidade e da
tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio
não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar
pessoas que saibam o que fazer com ele.
No fim das contas, o problema da era da informação
não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de
critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja
encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar
com profundidade.
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Acesso em: 23 fev. 2026.
“E, assim, nasce o perigo: informação sem discernimento se torna ruído; conhecimento sem sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação se torna vaidade.”.
Assinale a alternativa correta quanto à estrutura e à pontuação do período.
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era hiperconectada
Uma das características da modernidade líquida é a
abundância informacional. Milhões de dados são
produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem
conteúdo com base em nossas interações e gostos;
nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.
Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade
muitas vezes negligenciada: a de produzir
conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito
bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir
sobre as informações que adquirimos parece não ter
mais espaço no cotidiano.
Informação e conhecimento são, portanto, distintos,
ainda que relacionados. A informação se apresenta de
forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o
conhecimento implica um processo de organização,
interpretação e atribuição de sentido aos dados.
Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e
articulação entre diferentes experiências.
A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a
conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para
a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo
fragmentado de informações pode gerar apenas uma
sensação de saber, sem que haja efetiva construção
de conhecimento.
O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não
a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há
construção consistente do conhecimento. Aquele que
se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de
humildade diante do saber. Ao construir o
conhecimento, logo compreende que, quanto mais
aprender, mais ainda há a ser treinado e
compreendido.
E, assim, nasce o perigo: informação sem
discernimento se torna ruído; conhecimento sem
sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação
se torna vaidade. Diante dessas profundas
transformações na relação entre informação e
conhecimento, e do impacto da modernidade e da
tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio
não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar
pessoas que saibam o que fazer com ele.
No fim das contas, o problema da era da informação
não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de
critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja
encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar
com profundidade.
Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informaconhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a.
Acesso em: 23 fev. 2026.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
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era hiperconectada
Uma das características da modernidade líquida é a
abundância informacional. Milhões de dados são
produzidos a cada segundo e algoritmos nos fornecem
conteúdo com base em nossas interações e gostos;
nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.
Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade
muitas vezes negligenciada: a de produzir
conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito
bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir
sobre as informações que adquirimos parece não ter
mais espaço no cotidiano.
Informação e conhecimento são, portanto, distintos,
ainda que relacionados. A informação se apresenta de
forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o
conhecimento implica um processo de organização,
interpretação e atribuição de sentido aos dados.
Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e
articulação entre diferentes experiências.
A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a
conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para
a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo
fragmentado de informações pode gerar apenas uma
sensação de saber, sem que haja efetiva construção
de conhecimento.
O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não
a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há
construção consistente do conhecimento. Aquele que
se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de
humildade diante do saber. Ao construir o
conhecimento, logo compreende que, quanto mais
aprender, mais ainda há a ser treinado e
compreendido.
E, assim, nasce o perigo: informação sem
discernimento se torna ruído; conhecimento sem
sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação
se torna vaidade. Diante dessas profundas
transformações na relação entre informação e
conhecimento, e do impacto da modernidade e da
tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio
não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar
pessoas que saibam o que fazer com ele.
No fim das contas, o problema da era da informação
não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de
critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja
encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar
com profundidade.
Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informaconhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a.
Acesso em: 23 fev. 2026.
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Uma das características da modernidade líquida é a
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conteúdo com base em nossas interações e gostos;
nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.
Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade
muitas vezes negligenciada: a de produzir
conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito
bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir
sobre as informações que adquirimos parece não ter
mais espaço no cotidiano.
Informação e conhecimento são, portanto, distintos,
ainda que relacionados. A informação se apresenta de
forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o
conhecimento implica um processo de organização,
interpretação e atribuição de sentido aos dados.
Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e
articulação entre diferentes experiências.
A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a
conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para
a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo
fragmentado de informações pode gerar apenas uma
sensação de saber, sem que haja efetiva construção
de conhecimento.
O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não
a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há
construção consistente do conhecimento. Aquele que
se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de
humildade diante do saber. Ao construir o
conhecimento, logo compreende que, quanto mais
aprender, mais ainda há a ser treinado e
compreendido.
E, assim, nasce o perigo: informação sem
discernimento se torna ruído; conhecimento sem
sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação
se torna vaidade. Diante dessas profundas
transformações na relação entre informação e
conhecimento, e do impacto da modernidade e da
tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio
não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar
pessoas que saibam o que fazer com ele.
No fim das contas, o problema da era da informação
não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de
critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja
encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar
com profundidade.
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conteúdo com base em nossas interações e gostos;
nunca foi tão fácil acessar informação como hoje.
Porém, essa facilidade trouxe uma responsabilidade
muitas vezes negligenciada: a de produzir
conhecimento. Tornamo-nos uma sociedade muito
bem informada, mas pobre em conhecimento. Refletir
sobre as informações que adquirimos parece não ter
mais espaço no cotidiano.
Informação e conhecimento são, portanto, distintos,
ainda que relacionados. A informação se apresenta de
forma bruta, desordenada e fragmentada, enquanto o
conhecimento implica um processo de organização,
interpretação e atribuição de sentido aos dados.
Conhecer é um processo ativo, que exige reflexão e
articulação entre diferentes experiências.
A internet, ao favorecer o acesso rápido e contínuo a
conteúdos, muitas vezes impede que haja tempo para
a assimilação e a reflexão. Assim, o consumo
fragmentado de informações pode gerar apenas uma
sensação de saber, sem que haja efetiva construção
de conhecimento.
O mundo hiperconectado favorece a dispersão, não
a contemplação. No entanto, sem reflexão, não há
construção consistente do conhecimento. Aquele que
se propõe a conhecer precisa adotar uma postura de
humildade diante do saber. Ao construir o
conhecimento, logo compreende que, quanto mais
aprender, mais ainda há a ser treinado e
compreendido.
E, assim, nasce o perigo: informação sem
discernimento se torna ruído; conhecimento sem
sabedoria se torna arrogância; e sabedoria sem ação
se torna vaidade. Diante dessas profundas
transformações na relação entre informação e
conhecimento, e do impacto da modernidade e da
tecnologia no processo cognitivo humano, o desafio
não é mais ter acesso ao conhecimento, mas formar
pessoas que saibam o que fazer com ele.
No fim das contas, o problema da era da informação
não é a escassez de dados, mas sim a pobreza de
critérios. E talvez o maior luxo da atual geração seja
encontrar silêncio, tempo e disposição para pensar
com profundidade.
Adaptado de: https://medium.com/escola-classica/informaconhecimento-o-paradoxo-da-era-hiperconectada-8f90c44cee5a.
Acesso em: 23 fev. 2026.
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A exposição radicular em pacientes idosos com
dificuldade motora ou institucionalizados pode
predispor o aparecimento de lesões de cárie
radicular. O agente mais efetivo para a prevenção
dessas lesões é
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Paciente do sexo feminino, 59 anos de idade,
edentada total superior e inferior, apresentou-se
para confecção de seu primeiro par de próteses
totais convencionais. Durante a fase das
moldagens anatômica e funcional, apresentou
dificuldade em decorrência de sensibilidade das
mucosas. Durante a fase de controles, após a
instalação das próteses, relatou dificuldade de
retenção dessas próteses, apresentando aftas
traumáticas repetidas vezes apesar de não haver
pontos de maior compressão ou de desajustes
internos das próteses detectados clinicamente. Os
sinais e os sintomas apresentados podem estar
relacionados a problemas de saúde geral da
paciente. Com base no exposto, assinale a
alternativa que pode explicar a causa dos achados
clínicos.
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