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ENTRE O SOFÁ E A MARATONA
Bruno Gualano
Há cada vez mais indícios de que pequenas
mudanças no estilo de vida fazem diferença. A
evidência mais recente vem de uma ampla revisão
sistemática que estimou a proporção de mortes
potencialmente evitáveis caso fossem implementadas
alterações pequenas e realistas na atividade física e
no comportamento sedentário em nível populacional.
Especificamente, os pesquisadores avaliaram o
impacto de um acréscimo de meros cinco minutos por
dia de atividade física de intensidade moderada a
vigorosa – aquela que acelera os batimentos cardíacos
e a respiração – e da redução de 30 minutos no tempo
diário sentado.
A meta-análise reuniu dados individuais de sete
coortes da Noruega, Suécia e Estados Unidos,
totalizando 40.327 participantes, além de uma análise
separada com 94.719 participantes do UK Biobank.
As estimativas consideraram dois cenários
hipotéticos: no menos otimista, apenas os 20% menos
ativos adotariam as mudanças; no mais animador,
todos cumpririam as metas, exceto os 20% mais
ativos.
No primeiro cenário, um aumento de apenas cinco
minutos diários de atividade moderada a vigorosa
poderia prevenir 6% das mortes entre os menos ativos. No segundo, a prevenção chegaria a 10%.
Com a redução de 30 minutos no tempo sentado,
estimou-se uma prevenção de 3% das mortes no
cenário menos otimista; no mais favorável, essa
proporção mais do que dobraria.
Curiosamente, as simulações indicam maiores
benefícios justamente entre os menos ativos.
Aumentar a atividade física de 1 para 11 minutos por
dia associou-se a uma redução de 42% no risco de
mortalidade, enquanto incrementos em níveis já
elevados de atividade renderam ganhos menores.
Para acréscimos superiores a 24 minutos por dia, por
exemplo, não se observou redução adicional evidente
no risco.
Em análise complementar, até mesmo o aumento de
30 minutos de atividade física leve – como tarefas
domésticas ou caminhada lenta – associou-se à
prevenção de cerca de 9% das mortes entre os mais
inativos. À primeira vista pode parecer pouco, mas vale
lembrar que uma redução de 5 mmHg na pressão
arterial por meio de medicamentos reduz o risco de
eventos cardiovasculares em magnitude semelhante.
Como destacam os autores, é improvável que toda
a população alcance as diretrizes da OMS (150
minutos de atividade física por semana). Ainda assim,
metas factíveis – ainda que modestas e abaixo do ideal
– podem gerar impacto relevante em saúde pública,
sem impor frustração a quem, por um motivo ou outro,
não consegue cumprir as recomendações.
Os novos achados reforçam a ideia de que, quando
o assunto é movimento, cada minuto conta. Subir
escadas, interromper longos períodos diante da tela
com breves caminhadas em ritmo moderado
(4-5 km/h), passear com o cachorro na praça, praticar
o esporte preferido (ainda que apenas nos fins de
semana) e até cair na folia do Carnaval são formas
acessíveis de se manter ativo, com potencial real de
melhorar a saúde e a qualidade de vida.
À medida que as evidências se acumulam, torna-se
cada vez mais claro que os benefícios da atividade
física não exigem esforços extraordinários. Mudanças
sutis já produzem ganhos mensuráveis e podem abrir
caminho para transformações mais profundas.
No mundo fitness, entretanto, a mensagem que
vigora é “no pain, no gain” – a noção de que só há
resultados quando o corpo é levado ao limite. Prefira a
versão da ciência: entre o sofá e a maratona, há um
meio do caminho possível que também conduz à
longevidade.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/brunogualano/2026/02/entre-o-sofa-e-a-maratona.shtml. Acesso em: 3
mar. 2026.
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Há cada vez mais indícios de que pequenas
mudanças no estilo de vida fazem diferença. A
evidência mais recente vem de uma ampla revisão
sistemática que estimou a proporção de mortes
potencialmente evitáveis caso fossem implementadas
alterações pequenas e realistas na atividade física e
no comportamento sedentário em nível populacional.
Especificamente, os pesquisadores avaliaram o
impacto de um acréscimo de meros cinco minutos por
dia de atividade física de intensidade moderada a
vigorosa – aquela que acelera os batimentos cardíacos
e a respiração – e da redução de 30 minutos no tempo
diário sentado.
A meta-análise reuniu dados individuais de sete
coortes da Noruega, Suécia e Estados Unidos,
totalizando 40.327 participantes, além de uma análise
separada com 94.719 participantes do UK Biobank.
As estimativas consideraram dois cenários
hipotéticos: no menos otimista, apenas os 20% menos
ativos adotariam as mudanças; no mais animador,
todos cumpririam as metas, exceto os 20% mais
ativos.
No primeiro cenário, um aumento de apenas cinco
minutos diários de atividade moderada a vigorosa
poderia prevenir 6% das mortes entre os menos ativos. No segundo, a prevenção chegaria a 10%.
Com a redução de 30 minutos no tempo sentado,
estimou-se uma prevenção de 3% das mortes no
cenário menos otimista; no mais favorável, essa
proporção mais do que dobraria.
Curiosamente, as simulações indicam maiores
benefícios justamente entre os menos ativos.
Aumentar a atividade física de 1 para 11 minutos por
dia associou-se a uma redução de 42% no risco de
mortalidade, enquanto incrementos em níveis já
elevados de atividade renderam ganhos menores.
Para acréscimos superiores a 24 minutos por dia, por
exemplo, não se observou redução adicional evidente
no risco.
Em análise complementar, até mesmo o aumento de
30 minutos de atividade física leve – como tarefas
domésticas ou caminhada lenta – associou-se à
prevenção de cerca de 9% das mortes entre os mais
inativos. À primeira vista pode parecer pouco, mas vale
lembrar que uma redução de 5 mmHg na pressão
arterial por meio de medicamentos reduz o risco de
eventos cardiovasculares em magnitude semelhante.
Como destacam os autores, é improvável que toda
a população alcance as diretrizes da OMS (150
minutos de atividade física por semana). Ainda assim,
metas factíveis – ainda que modestas e abaixo do ideal
– podem gerar impacto relevante em saúde pública,
sem impor frustração a quem, por um motivo ou outro,
não consegue cumprir as recomendações.
Os novos achados reforçam a ideia de que, quando
o assunto é movimento, cada minuto conta. Subir
escadas, interromper longos períodos diante da tela
com breves caminhadas em ritmo moderado
(4-5 km/h), passear com o cachorro na praça, praticar
o esporte preferido (ainda que apenas nos fins de
semana) e até cair na folia do Carnaval são formas
acessíveis de se manter ativo, com potencial real de
melhorar a saúde e a qualidade de vida.
À medida que as evidências se acumulam, torna-se
cada vez mais claro que os benefícios da atividade
física não exigem esforços extraordinários. Mudanças
sutis já produzem ganhos mensuráveis e podem abrir
caminho para transformações mais profundas.
No mundo fitness, entretanto, a mensagem que
vigora é “no pain, no gain” – a noção de que só há
resultados quando o corpo é levado ao limite. Prefira a
versão da ciência: entre o sofá e a maratona, há um
meio do caminho possível que também conduz à
longevidade.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/brunogualano/2026/02/entre-o-sofa-e-a-maratona.shtml. Acesso em: 3
mar. 2026.
I. “Subir escadas, interromper longos períodos diante da tela [...]”.
Reescrita: Subir degrais, interromper longos períodos diante da tela...
II. “[...] no mais animador, todos cumpririam as metas, exceto os 20% mais ativos.”.
Reescrita: No mais animador, todos cumpririam as metas, com exceção dos 20% mais ativos.
III. “[...] e até cair na folia do Carnaval são formas acessíveis de se manter ativo [...]”.
Reescrita: E até ser folião/foliona no Carnaval são formas acessíveis de se manter ativo.
A reescrita proposta se mantém condizente com a ortografia oficial da língua portuguesa
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Há cada vez mais indícios de que pequenas
mudanças no estilo de vida fazem diferença. A
evidência mais recente vem de uma ampla revisão
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potencialmente evitáveis caso fossem implementadas
alterações pequenas e realistas na atividade física e
no comportamento sedentário em nível populacional.
Especificamente, os pesquisadores avaliaram o
impacto de um acréscimo de meros cinco minutos por
dia de atividade física de intensidade moderada a
vigorosa – aquela que acelera os batimentos cardíacos
e a respiração – e da redução de 30 minutos no tempo
diário sentado.
A meta-análise reuniu dados individuais de sete
coortes da Noruega, Suécia e Estados Unidos,
totalizando 40.327 participantes, além de uma análise
separada com 94.719 participantes do UK Biobank.
As estimativas consideraram dois cenários
hipotéticos: no menos otimista, apenas os 20% menos
ativos adotariam as mudanças; no mais animador,
todos cumpririam as metas, exceto os 20% mais
ativos.
No primeiro cenário, um aumento de apenas cinco
minutos diários de atividade moderada a vigorosa
poderia prevenir 6% das mortes entre os menos ativos. No segundo, a prevenção chegaria a 10%.
Com a redução de 30 minutos no tempo sentado,
estimou-se uma prevenção de 3% das mortes no
cenário menos otimista; no mais favorável, essa
proporção mais do que dobraria.
Curiosamente, as simulações indicam maiores
benefícios justamente entre os menos ativos.
Aumentar a atividade física de 1 para 11 minutos por
dia associou-se a uma redução de 42% no risco de
mortalidade, enquanto incrementos em níveis já
elevados de atividade renderam ganhos menores.
Para acréscimos superiores a 24 minutos por dia, por
exemplo, não se observou redução adicional evidente
no risco.
Em análise complementar, até mesmo o aumento de
30 minutos de atividade física leve – como tarefas
domésticas ou caminhada lenta – associou-se à
prevenção de cerca de 9% das mortes entre os mais
inativos. À primeira vista pode parecer pouco, mas vale
lembrar que uma redução de 5 mmHg na pressão
arterial por meio de medicamentos reduz o risco de
eventos cardiovasculares em magnitude semelhante.
Como destacam os autores, é improvável que toda
a população alcance as diretrizes da OMS (150
minutos de atividade física por semana). Ainda assim,
metas factíveis – ainda que modestas e abaixo do ideal
– podem gerar impacto relevante em saúde pública,
sem impor frustração a quem, por um motivo ou outro,
não consegue cumprir as recomendações.
Os novos achados reforçam a ideia de que, quando
o assunto é movimento, cada minuto conta. Subir
escadas, interromper longos períodos diante da tela
com breves caminhadas em ritmo moderado
(4-5 km/h), passear com o cachorro na praça, praticar
o esporte preferido (ainda que apenas nos fins de
semana) e até cair na folia do Carnaval são formas
acessíveis de se manter ativo, com potencial real de
melhorar a saúde e a qualidade de vida.
À medida que as evidências se acumulam, torna-se
cada vez mais claro que os benefícios da atividade
física não exigem esforços extraordinários. Mudanças
sutis já produzem ganhos mensuráveis e podem abrir
caminho para transformações mais profundas.
No mundo fitness, entretanto, a mensagem que
vigora é “no pain, no gain” – a noção de que só há
resultados quando o corpo é levado ao limite. Prefira a
versão da ciência: entre o sofá e a maratona, há um
meio do caminho possível que também conduz à
longevidade.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/brunogualano/2026/02/entre-o-sofa-e-a-maratona.shtml. Acesso em: 3
mar. 2026.
( ) O objetivo central do texto é defender a tese de que o sedentarismo é um problema grave que deve ser combatido com a prática diária de 30 minutos de atividades físicas intensas.
( ) O autor utiliza exemplos de casos concretos para sustentar sua ideia de que “os benefícios da atividade física não exigem esforços extraordinários.”.
( ) No último parágrafo, o autor contrapõe o discurso do “mundo fitness” ao discurso da ciência, aconselhando que o leitor opte por seguir este, não aquele.
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Há cada vez mais indícios de que pequenas
mudanças no estilo de vida fazem diferença. A
evidência mais recente vem de uma ampla revisão
sistemática que estimou a proporção de mortes
potencialmente evitáveis caso fossem implementadas
alterações pequenas e realistas na atividade física e
no comportamento sedentário em nível populacional.
Especificamente, os pesquisadores avaliaram o
impacto de um acréscimo de meros cinco minutos por
dia de atividade física de intensidade moderada a
vigorosa – aquela que acelera os batimentos cardíacos
e a respiração – e da redução de 30 minutos no tempo
diário sentado.
A meta-análise reuniu dados individuais de sete
coortes da Noruega, Suécia e Estados Unidos,
totalizando 40.327 participantes, além de uma análise
separada com 94.719 participantes do UK Biobank.
As estimativas consideraram dois cenários
hipotéticos: no menos otimista, apenas os 20% menos
ativos adotariam as mudanças; no mais animador,
todos cumpririam as metas, exceto os 20% mais
ativos.
No primeiro cenário, um aumento de apenas cinco
minutos diários de atividade moderada a vigorosa
poderia prevenir 6% das mortes entre os menos ativos. No segundo, a prevenção chegaria a 10%.
Com a redução de 30 minutos no tempo sentado,
estimou-se uma prevenção de 3% das mortes no
cenário menos otimista; no mais favorável, essa
proporção mais do que dobraria.
Curiosamente, as simulações indicam maiores
benefícios justamente entre os menos ativos.
Aumentar a atividade física de 1 para 11 minutos por
dia associou-se a uma redução de 42% no risco de
mortalidade, enquanto incrementos em níveis já
elevados de atividade renderam ganhos menores.
Para acréscimos superiores a 24 minutos por dia, por
exemplo, não se observou redução adicional evidente
no risco.
Em análise complementar, até mesmo o aumento de
30 minutos de atividade física leve – como tarefas
domésticas ou caminhada lenta – associou-se à
prevenção de cerca de 9% das mortes entre os mais
inativos. À primeira vista pode parecer pouco, mas vale
lembrar que uma redução de 5 mmHg na pressão
arterial por meio de medicamentos reduz o risco de
eventos cardiovasculares em magnitude semelhante.
Como destacam os autores, é improvável que toda
a população alcance as diretrizes da OMS (150
minutos de atividade física por semana). Ainda assim,
metas factíveis – ainda que modestas e abaixo do ideal
– podem gerar impacto relevante em saúde pública,
sem impor frustração a quem, por um motivo ou outro,
não consegue cumprir as recomendações.
Os novos achados reforçam a ideia de que, quando
o assunto é movimento, cada minuto conta. Subir
escadas, interromper longos períodos diante da tela
com breves caminhadas em ritmo moderado
(4-5 km/h), passear com o cachorro na praça, praticar
o esporte preferido (ainda que apenas nos fins de
semana) e até cair na folia do Carnaval são formas
acessíveis de se manter ativo, com potencial real de
melhorar a saúde e a qualidade de vida.
À medida que as evidências se acumulam, torna-se
cada vez mais claro que os benefícios da atividade
física não exigem esforços extraordinários. Mudanças
sutis já produzem ganhos mensuráveis e podem abrir
caminho para transformações mais profundas.
No mundo fitness, entretanto, a mensagem que
vigora é “no pain, no gain” – a noção de que só há
resultados quando o corpo é levado ao limite. Prefira a
versão da ciência: entre o sofá e a maratona, há um
meio do caminho possível que também conduz à
longevidade.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/brunogualano/2026/02/entre-o-sofa-e-a-maratona.shtml. Acesso em: 3
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Há cada vez mais indícios de que pequenas
mudanças no estilo de vida fazem diferença. A
evidência mais recente vem de uma ampla revisão
sistemática que estimou a proporção de mortes
potencialmente evitáveis caso fossem implementadas
alterações pequenas e realistas na atividade física e
no comportamento sedentário em nível populacional.
Especificamente, os pesquisadores avaliaram o
impacto de um acréscimo de meros cinco minutos por
dia de atividade física de intensidade moderada a
vigorosa – aquela que acelera os batimentos cardíacos
e a respiração – e da redução de 30 minutos no tempo
diário sentado.
A meta-análise reuniu dados individuais de sete
coortes da Noruega, Suécia e Estados Unidos,
totalizando 40.327 participantes, além de uma análise
separada com 94.719 participantes do UK Biobank.
As estimativas consideraram dois cenários
hipotéticos: no menos otimista, apenas os 20% menos
ativos adotariam as mudanças; no mais animador,
todos cumpririam as metas, exceto os 20% mais
ativos.
No primeiro cenário, um aumento de apenas cinco
minutos diários de atividade moderada a vigorosa
poderia prevenir 6% das mortes entre os menos ativos. No segundo, a prevenção chegaria a 10%.
Com a redução de 30 minutos no tempo sentado,
estimou-se uma prevenção de 3% das mortes no
cenário menos otimista; no mais favorável, essa
proporção mais do que dobraria.
Curiosamente, as simulações indicam maiores
benefícios justamente entre os menos ativos.
Aumentar a atividade física de 1 para 11 minutos por
dia associou-se a uma redução de 42% no risco de
mortalidade, enquanto incrementos em níveis já
elevados de atividade renderam ganhos menores.
Para acréscimos superiores a 24 minutos por dia, por
exemplo, não se observou redução adicional evidente
no risco.
Em análise complementar, até mesmo o aumento de
30 minutos de atividade física leve – como tarefas
domésticas ou caminhada lenta – associou-se à
prevenção de cerca de 9% das mortes entre os mais
inativos. À primeira vista pode parecer pouco, mas vale
lembrar que uma redução de 5 mmHg na pressão
arterial por meio de medicamentos reduz o risco de
eventos cardiovasculares em magnitude semelhante.
Como destacam os autores, é improvável que toda
a população alcance as diretrizes da OMS (150
minutos de atividade física por semana). Ainda assim,
metas factíveis – ainda que modestas e abaixo do ideal
– podem gerar impacto relevante em saúde pública,
sem impor frustração a quem, por um motivo ou outro,
não consegue cumprir as recomendações.
Os novos achados reforçam a ideia de que, quando
o assunto é movimento, cada minuto conta. Subir
escadas, interromper longos períodos diante da tela
com breves caminhadas em ritmo moderado
(4-5 km/h), passear com o cachorro na praça, praticar
o esporte preferido (ainda que apenas nos fins de
semana) e até cair na folia do Carnaval são formas
acessíveis de se manter ativo, com potencial real de
melhorar a saúde e a qualidade de vida.
À medida que as evidências se acumulam, torna-se
cada vez mais claro que os benefícios da atividade
física não exigem esforços extraordinários. Mudanças
sutis já produzem ganhos mensuráveis e podem abrir
caminho para transformações mais profundas.
No mundo fitness, entretanto, a mensagem que
vigora é “no pain, no gain” – a noção de que só há
resultados quando o corpo é levado ao limite. Prefira a
versão da ciência: entre o sofá e a maratona, há um
meio do caminho possível que também conduz à
longevidade.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/brunogualano/2026/02/entre-o-sofa-e-a-maratona.shtml. Acesso em: 3
mar. 2026.
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Há cada vez mais indícios de que pequenas
mudanças no estilo de vida fazem diferença. A
evidência mais recente vem de uma ampla revisão
sistemática que estimou a proporção de mortes
potencialmente evitáveis caso fossem implementadas
alterações pequenas e realistas na atividade física e
no comportamento sedentário em nível populacional.
Especificamente, os pesquisadores avaliaram o
impacto de um acréscimo de meros cinco minutos por
dia de atividade física de intensidade moderada a
vigorosa – aquela que acelera os batimentos cardíacos
e a respiração – e da redução de 30 minutos no tempo
diário sentado.
A meta-análise reuniu dados individuais de sete
coortes da Noruega, Suécia e Estados Unidos,
totalizando 40.327 participantes, além de uma análise
separada com 94.719 participantes do UK Biobank.
As estimativas consideraram dois cenários
hipotéticos: no menos otimista, apenas os 20% menos
ativos adotariam as mudanças; no mais animador,
todos cumpririam as metas, exceto os 20% mais
ativos.
No primeiro cenário, um aumento de apenas cinco
minutos diários de atividade moderada a vigorosa
poderia prevenir 6% das mortes entre os menos ativos. No segundo, a prevenção chegaria a 10%.
Com a redução de 30 minutos no tempo sentado,
estimou-se uma prevenção de 3% das mortes no
cenário menos otimista; no mais favorável, essa
proporção mais do que dobraria.
Curiosamente, as simulações indicam maiores
benefícios justamente entre os menos ativos.
Aumentar a atividade física de 1 para 11 minutos por
dia associou-se a uma redução de 42% no risco de
mortalidade, enquanto incrementos em níveis já
elevados de atividade renderam ganhos menores.
Para acréscimos superiores a 24 minutos por dia, por
exemplo, não se observou redução adicional evidente
no risco.
Em análise complementar, até mesmo o aumento de
30 minutos de atividade física leve – como tarefas
domésticas ou caminhada lenta – associou-se à
prevenção de cerca de 9% das mortes entre os mais
inativos. À primeira vista pode parecer pouco, mas vale
lembrar que uma redução de 5 mmHg na pressão
arterial por meio de medicamentos reduz o risco de
eventos cardiovasculares em magnitude semelhante.
Como destacam os autores, é improvável que toda
a população alcance as diretrizes da OMS (150
minutos de atividade física por semana). Ainda assim,
metas factíveis – ainda que modestas e abaixo do ideal
– podem gerar impacto relevante em saúde pública,
sem impor frustração a quem, por um motivo ou outro,
não consegue cumprir as recomendações.
Os novos achados reforçam a ideia de que, quando
o assunto é movimento, cada minuto conta. Subir
escadas, interromper longos períodos diante da tela
com breves caminhadas em ritmo moderado
(4-5 km/h), passear com o cachorro na praça, praticar
o esporte preferido (ainda que apenas nos fins de
semana) e até cair na folia do Carnaval são formas
acessíveis de se manter ativo, com potencial real de
melhorar a saúde e a qualidade de vida.
À medida que as evidências se acumulam, torna-se
cada vez mais claro que os benefícios da atividade
física não exigem esforços extraordinários. Mudanças
sutis já produzem ganhos mensuráveis e podem abrir
caminho para transformações mais profundas.
No mundo fitness, entretanto, a mensagem que
vigora é “no pain, no gain” – a noção de que só há
resultados quando o corpo é levado ao limite. Prefira a
versão da ciência: entre o sofá e a maratona, há um
meio do caminho possível que também conduz à
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Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/brunogualano/2026/02/entre-o-sofa-e-a-maratona.shtml. Acesso em: 3
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potencialmente evitáveis caso fossem implementadas
alterações pequenas e realistas na atividade física e
no comportamento sedentário em nível populacional.
Especificamente, os pesquisadores avaliaram o
impacto de um acréscimo de meros cinco minutos por
dia de atividade física de intensidade moderada a
vigorosa – aquela que acelera os batimentos cardíacos
e a respiração – e da redução de 30 minutos no tempo
diário sentado.
A meta-análise reuniu dados individuais de sete
coortes da Noruega, Suécia e Estados Unidos,
totalizando 40.327 participantes, além de uma análise
separada com 94.719 participantes do UK Biobank.
As estimativas consideraram dois cenários
hipotéticos: no menos otimista, apenas os 20% menos
ativos adotariam as mudanças; no mais animador,
todos cumpririam as metas, exceto os 20% mais
ativos.
No primeiro cenário, um aumento de apenas cinco
minutos diários de atividade moderada a vigorosa
poderia prevenir 6% das mortes entre os menos ativos. No segundo, a prevenção chegaria a 10%.
Com a redução de 30 minutos no tempo sentado,
estimou-se uma prevenção de 3% das mortes no
cenário menos otimista; no mais favorável, essa
proporção mais do que dobraria.
Curiosamente, as simulações indicam maiores
benefícios justamente entre os menos ativos.
Aumentar a atividade física de 1 para 11 minutos por
dia associou-se a uma redução de 42% no risco de
mortalidade, enquanto incrementos em níveis já
elevados de atividade renderam ganhos menores.
Para acréscimos superiores a 24 minutos por dia, por
exemplo, não se observou redução adicional evidente
no risco.
Em análise complementar, até mesmo o aumento de
30 minutos de atividade física leve – como tarefas
domésticas ou caminhada lenta – associou-se à
prevenção de cerca de 9% das mortes entre os mais
inativos. À primeira vista pode parecer pouco, mas vale
lembrar que uma redução de 5 mmHg na pressão
arterial por meio de medicamentos reduz o risco de
eventos cardiovasculares em magnitude semelhante.
Como destacam os autores, é improvável que toda
a população alcance as diretrizes da OMS (150
minutos de atividade física por semana). Ainda assim,
metas factíveis – ainda que modestas e abaixo do ideal
– podem gerar impacto relevante em saúde pública,
sem impor frustração a quem, por um motivo ou outro,
não consegue cumprir as recomendações.
Os novos achados reforçam a ideia de que, quando
o assunto é movimento, cada minuto conta. Subir
escadas, interromper longos períodos diante da tela
com breves caminhadas em ritmo moderado
(4-5 km/h), passear com o cachorro na praça, praticar
o esporte preferido (ainda que apenas nos fins de
semana) e até cair na folia do Carnaval são formas
acessíveis de se manter ativo, com potencial real de
melhorar a saúde e a qualidade de vida.
À medida que as evidências se acumulam, torna-se
cada vez mais claro que os benefícios da atividade
física não exigem esforços extraordinários. Mudanças
sutis já produzem ganhos mensuráveis e podem abrir
caminho para transformações mais profundas.
No mundo fitness, entretanto, a mensagem que
vigora é “no pain, no gain” – a noção de que só há
resultados quando o corpo é levado ao limite. Prefira a
versão da ciência: entre o sofá e a maratona, há um
meio do caminho possível que também conduz à
longevidade.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/brunogualano/2026/02/entre-o-sofa-e-a-maratona.shtml. Acesso em: 3
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Há cada vez mais indícios de que pequenas
mudanças no estilo de vida fazem diferença. A
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potencialmente evitáveis caso fossem implementadas
alterações pequenas e realistas na atividade física e
no comportamento sedentário em nível populacional.
Especificamente, os pesquisadores avaliaram o
impacto de um acréscimo de meros cinco minutos por
dia de atividade física de intensidade moderada a
vigorosa – aquela que acelera os batimentos cardíacos
e a respiração – e da redução de 30 minutos no tempo
diário sentado.
A meta-análise reuniu dados individuais de sete
coortes da Noruega, Suécia e Estados Unidos,
totalizando 40.327 participantes, além de uma análise
separada com 94.719 participantes do UK Biobank.
As estimativas consideraram dois cenários
hipotéticos: no menos otimista, apenas os 20% menos
ativos adotariam as mudanças; no mais animador,
todos cumpririam as metas, exceto os 20% mais
ativos.
No primeiro cenário, um aumento de apenas cinco
minutos diários de atividade moderada a vigorosa
poderia prevenir 6% das mortes entre os menos ativos. No segundo, a prevenção chegaria a 10%.
Com a redução de 30 minutos no tempo sentado,
estimou-se uma prevenção de 3% das mortes no
cenário menos otimista; no mais favorável, essa
proporção mais do que dobraria.
Curiosamente, as simulações indicam maiores
benefícios justamente entre os menos ativos.
Aumentar a atividade física de 1 para 11 minutos por
dia associou-se a uma redução de 42% no risco de
mortalidade, enquanto incrementos em níveis já
elevados de atividade renderam ganhos menores.
Para acréscimos superiores a 24 minutos por dia, por
exemplo, não se observou redução adicional evidente
no risco.
Em análise complementar, até mesmo o aumento de
30 minutos de atividade física leve – como tarefas
domésticas ou caminhada lenta – associou-se à
prevenção de cerca de 9% das mortes entre os mais
inativos. À primeira vista pode parecer pouco, mas vale
lembrar que uma redução de 5 mmHg na pressão
arterial por meio de medicamentos reduz o risco de
eventos cardiovasculares em magnitude semelhante.
Como destacam os autores, é improvável que toda
a população alcance as diretrizes da OMS (150
minutos de atividade física por semana). Ainda assim,
metas factíveis – ainda que modestas e abaixo do ideal
– podem gerar impacto relevante em saúde pública,
sem impor frustração a quem, por um motivo ou outro,
não consegue cumprir as recomendações.
Os novos achados reforçam a ideia de que, quando
o assunto é movimento, cada minuto conta. Subir
escadas, interromper longos períodos diante da tela
com breves caminhadas em ritmo moderado
(4-5 km/h), passear com o cachorro na praça, praticar
o esporte preferido (ainda que apenas nos fins de
semana) e até cair na folia do Carnaval são formas
acessíveis de se manter ativo, com potencial real de
melhorar a saúde e a qualidade de vida.
À medida que as evidências se acumulam, torna-se
cada vez mais claro que os benefícios da atividade
física não exigem esforços extraordinários. Mudanças
sutis já produzem ganhos mensuráveis e podem abrir
caminho para transformações mais profundas.
No mundo fitness, entretanto, a mensagem que
vigora é “no pain, no gain” – a noção de que só há
resultados quando o corpo é levado ao limite. Prefira a
versão da ciência: entre o sofá e a maratona, há um
meio do caminho possível que também conduz à
longevidade.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/brunogualano/2026/02/entre-o-sofa-e-a-maratona.shtml. Acesso em: 3
mar. 2026.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
ENTRE O SOFÁ E A MARATONA
Bruno Gualano
Há cada vez mais indícios de que pequenas
mudanças no estilo de vida fazem diferença. A
evidência mais recente vem de uma ampla revisão
sistemática que estimou a proporção de mortes
potencialmente evitáveis caso fossem implementadas
alterações pequenas e realistas na atividade física e
no comportamento sedentário em nível populacional.
Especificamente, os pesquisadores avaliaram o
impacto de um acréscimo de meros cinco minutos por
dia de atividade física de intensidade moderada a
vigorosa – aquela que acelera os batimentos cardíacos
e a respiração – e da redução de 30 minutos no tempo
diário sentado.
A meta-análise reuniu dados individuais de sete
coortes da Noruega, Suécia e Estados Unidos,
totalizando 40.327 participantes, além de uma análise
separada com 94.719 participantes do UK Biobank.
As estimativas consideraram dois cenários
hipotéticos: no menos otimista, apenas os 20% menos
ativos adotariam as mudanças; no mais animador,
todos cumpririam as metas, exceto os 20% mais
ativos.
No primeiro cenário, um aumento de apenas cinco
minutos diários de atividade moderada a vigorosa
poderia prevenir 6% das mortes entre os menos ativos. No segundo, a prevenção chegaria a 10%.
Com a redução de 30 minutos no tempo sentado,
estimou-se uma prevenção de 3% das mortes no
cenário menos otimista; no mais favorável, essa
proporção mais do que dobraria.
Curiosamente, as simulações indicam maiores
benefícios justamente entre os menos ativos.
Aumentar a atividade física de 1 para 11 minutos por
dia associou-se a uma redução de 42% no risco de
mortalidade, enquanto incrementos em níveis já
elevados de atividade renderam ganhos menores.
Para acréscimos superiores a 24 minutos por dia, por
exemplo, não se observou redução adicional evidente
no risco.
Em análise complementar, até mesmo o aumento de
30 minutos de atividade física leve – como tarefas
domésticas ou caminhada lenta – associou-se à
prevenção de cerca de 9% das mortes entre os mais
inativos. À primeira vista pode parecer pouco, mas vale
lembrar que uma redução de 5 mmHg na pressão
arterial por meio de medicamentos reduz o risco de
eventos cardiovasculares em magnitude semelhante.
Como destacam os autores, é improvável que toda
a população alcance as diretrizes da OMS (150
minutos de atividade física por semana). Ainda assim,
metas factíveis – ainda que modestas e abaixo do ideal
– podem gerar impacto relevante em saúde pública,
sem impor frustração a quem, por um motivo ou outro,
não consegue cumprir as recomendações.
Os novos achados reforçam a ideia de que, quando
o assunto é movimento, cada minuto conta. Subir
escadas, interromper longos períodos diante da tela
com breves caminhadas em ritmo moderado
(4-5 km/h), passear com o cachorro na praça, praticar
o esporte preferido (ainda que apenas nos fins de
semana) e até cair na folia do Carnaval são formas
acessíveis de se manter ativo, com potencial real de
melhorar a saúde e a qualidade de vida.
À medida que as evidências se acumulam, torna-se
cada vez mais claro que os benefícios da atividade
física não exigem esforços extraordinários. Mudanças
sutis já produzem ganhos mensuráveis e podem abrir
caminho para transformações mais profundas.
No mundo fitness, entretanto, a mensagem que
vigora é “no pain, no gain” – a noção de que só há
resultados quando o corpo é levado ao limite. Prefira a
versão da ciência: entre o sofá e a maratona, há um
meio do caminho possível que também conduz à
longevidade.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/brunogualano/2026/02/entre-o-sofa-e-a-maratona.shtml. Acesso em: 3
mar. 2026.
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ENTRE O SOFÁ E A MARATONA
Bruno Gualano
Há cada vez mais indícios de que pequenas
mudanças no estilo de vida fazem diferença. A
evidência mais recente vem de uma ampla revisão
sistemática que estimou a proporção de mortes
potencialmente evitáveis caso fossem implementadas
alterações pequenas e realistas na atividade física e
no comportamento sedentário em nível populacional.
Especificamente, os pesquisadores avaliaram o
impacto de um acréscimo de meros cinco minutos por
dia de atividade física de intensidade moderada a
vigorosa – aquela que acelera os batimentos cardíacos
e a respiração – e da redução de 30 minutos no tempo
diário sentado.
A meta-análise reuniu dados individuais de sete
coortes da Noruega, Suécia e Estados Unidos,
totalizando 40.327 participantes, além de uma análise
separada com 94.719 participantes do UK Biobank.
As estimativas consideraram dois cenários
hipotéticos: no menos otimista, apenas os 20% menos
ativos adotariam as mudanças; no mais animador,
todos cumpririam as metas, exceto os 20% mais
ativos.
No primeiro cenário, um aumento de apenas cinco
minutos diários de atividade moderada a vigorosa
poderia prevenir 6% das mortes entre os menos ativos. No segundo, a prevenção chegaria a 10%.
Com a redução de 30 minutos no tempo sentado,
estimou-se uma prevenção de 3% das mortes no
cenário menos otimista; no mais favorável, essa
proporção mais do que dobraria.
Curiosamente, as simulações indicam maiores
benefícios justamente entre os menos ativos.
Aumentar a atividade física de 1 para 11 minutos por
dia associou-se a uma redução de 42% no risco de
mortalidade, enquanto incrementos em níveis já
elevados de atividade renderam ganhos menores.
Para acréscimos superiores a 24 minutos por dia, por
exemplo, não se observou redução adicional evidente
no risco.
Em análise complementar, até mesmo o aumento de
30 minutos de atividade física leve – como tarefas
domésticas ou caminhada lenta – associou-se à
prevenção de cerca de 9% das mortes entre os mais
inativos. À primeira vista pode parecer pouco, mas vale
lembrar que uma redução de 5 mmHg na pressão
arterial por meio de medicamentos reduz o risco de
eventos cardiovasculares em magnitude semelhante.
Como destacam os autores, é improvável que toda
a população alcance as diretrizes da OMS (150
minutos de atividade física por semana). Ainda assim,
metas factíveis – ainda que modestas e abaixo do ideal
– podem gerar impacto relevante em saúde pública,
sem impor frustração a quem, por um motivo ou outro,
não consegue cumprir as recomendações.
Os novos achados reforçam a ideia de que, quando
o assunto é movimento, cada minuto conta. Subir
escadas, interromper longos períodos diante da tela
com breves caminhadas em ritmo moderado
(4-5 km/h), passear com o cachorro na praça, praticar
o esporte preferido (ainda que apenas nos fins de
semana) e até cair na folia do Carnaval são formas
acessíveis de se manter ativo, com potencial real de
melhorar a saúde e a qualidade de vida.
À medida que as evidências se acumulam, torna-se
cada vez mais claro que os benefícios da atividade
física não exigem esforços extraordinários. Mudanças
sutis já produzem ganhos mensuráveis e podem abrir
caminho para transformações mais profundas.
No mundo fitness, entretanto, a mensagem que
vigora é “no pain, no gain” – a noção de que só há
resultados quando o corpo é levado ao limite. Prefira a
versão da ciência: entre o sofá e a maratona, há um
meio do caminho possível que também conduz à
longevidade.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/brunogualano/2026/02/entre-o-sofa-e-a-maratona.shtml. Acesso em: 3
mar. 2026.
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