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Um homem de 35 anos, pedreiro, durante sua atividade laboral teve queda de aproximadamente 3 metros ao subir em um andaime, com impacto na região urogenital. Relata que, após o episódio, iniciou com dificuldade de micção espontânea, disúria e urina escura. Ao exame físico, apresenta equimose perineal além de palpação de massa abaixo da cicatriz umbilical. Qual a conduta mais adequada neste momento?
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Um homem de 50 anos vai ao pronto atendimento com queixa de dor tipo cólica de forte intensidade na região lombar direita, com irradiação para flanco e fossa ilíaca direita há 12 horas. Nega disúria ou polaciúria. No exame físico, não apresenta alterações significativas. Foi solicitado exame de urina rotina, que mostra ausência de nitritos, presença de leucócitos, 10.000/mL, e presença de hemácias, de 50.000/mL. Qual o exame de imagem mais indicado para esclarecimento diagnóstico deste paciente?
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Uma paciente de 57 anos, história de hipertensão arterial sistêmica e dislipidemia. Trazida pelos familiares ao pronto atendimento por ter iniciado um quadro súbito, há 2 horas, de fraqueza muscular no membro superior direito e dificuldade de fala. Foi realizado exame físico e neurológico, mostrando 11 pontos na escala de AVC do NIH (National Institute of Health Stroke Scale). Foi submetida a tomografia de crânio que não mostrou alterações. Qual é a conduta a ser adotada neste momento?
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Um paciente de 75 anos é levado pela filha ao pronto atendimento em função de quadro de confusão mental e queixa de dor torácica. Portador de hipertensão arterial sistêmica, faz uso de hidrocloroatiazida e propranolol. Ao exame físico, apresenta PA de 110 x 70 mmHg e frequência cardíaca de 40 bpm. Após monitorização e administração de oxigênio, qual é o primeiro medicamento que você deve administrar?
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Uma mulher com 39 anos de idade é levada por familiares a uma Unidade de pronto atendimento com quadro de perda de consciência transitória, ocorrido há poucas horas. No momento, queixando-se de palpitação e tonteiras. Ela nega febre, cefaleia, dispneia ou dor precordial e episódios prévios semelhantes. Nega uso de medicamentos, tabagismo ou etilismo. Ao exame físico, apresenta-se pálida e com sudorese. Ao exame físico, pressão arterial de 80 x 40 mmHg; frequência cardíaca de 180 bpm e frequência respiratória de 24 irpm. O eletrocardiograma mostrou intervalo R-R constante, complexo QRS estreito, onda P não foi individualizada. No atendimento à essa paciente, a conduta indicada é:
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Um homem com 48 anos de idade, hipertenso, em uso de captopril, procura o pronto atendimento com dor torácica anterior esquerda, irradiando para epigástrio, em aperto, com início súbito em repouso há cerca de 1 hora. Ao exame, encontra-se ansioso e sudorético; pressão arterial de 150 x 90 mmHg; frequência cardíaca de 88 bpm; frequência respiratória de 24 irpm, sem outros achados no exame físico. Foi realizado um eletrocardiograma que mostrou supradesnivelamento do segmento ST nas derivações D2, D3 e AVF. O paciente foi monitorizado, foi solicitado acesso venoso periférico e em oxigênio via cateter nasal. Exame de enzimas cardíacas ainda não disponível. Solicitado vaga para transferência hospitalar, porém sem previsão nas próximas horas. Qual a próxima etapa no tratamento deste paciente?
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Caso clínico: Homem de 54 anos, obeso, hipertenso em uso de hidroclorotiazida, procura o pronto-socorro com dor intensa em joelho direito há 18 horas, de início súbito, com edema, calor e rubor locais. Refere episódio semelhante no hálux direito há 6 meses, que resolveu espontaneamente. Nega trauma e infecção recente. Temperatura axilar 37,4°C. Urato sérico 9,2 mg/dL (VR: até 6,8 mg/dL). PCR 3,2 mg/dL (VR: até 0,5 mg/dL). Leucócitos 11.200/mm³. Diante da suspeita de artrite séptica, foi realizada artrocentese e iniciado antibiótico empírico. O líquido sinovial apresentou: aspecto turvo, leucócitos 28.000/mm³ com predomínio de neutrófilos, cristais em forma de agulha com birrefringência negativa à microscopia polarizada, coloração de Gram sem microrganismos identificados. A cultura retornou negativa após 72 horas.
Com esses resultados disponíveis, qual é a interpretação correta e a conduta mais adequada neste momento?
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Caso clínico: Homem de 38 anos com Diabetes Mellitus Tipo 1 (DM1) há 18 anos, em uso de insulina basal-bolus. Nos últimos 6 meses refere náuseas frequentes, vômitos pós-prandiais, saciedade precoce e sensação de plenitude gástrica. Relata episódios recorrentes de hipoglicemia nas 2 horas após as refeições, seguidos de hiperglicemia tardia 3–4 horas depois, apesar de manter a mesma dose de insulina. Nega diarreia, esteatorréia ou perda de peso significativa. Ao exame: sem dor à palpação abdominal, sem massa palpável. Endoscopia digestiva alta realizada há 3 meses: mucosa gástrica e duodenal de aspecto normal, sem úlceras ou lesões; presença de resíduo alimentar em estômago após 12 horas de jejum. HbA1c 9,8%.
Considerando o diagnóstico e o impacto no controle glicêmico, qual é a interpretação correta do quadro e a conduta mais adequada?
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Caso clínico: Mulher de 28 anos com diagnóstico de LES há 2 anos, em uso de hidroxicloroquina e prednisona 10 mg/dia. Retorna ao ambulatório com artrite em mãos e punhos, rash malar intenso e úlceras orais há 3 semanas, sugestivos de reativação da doença. O médico decide aumentar a prednisona para 60 mg/dia. Após 10 dias, a paciente é trazida pela família por comportamento bizarro, alucinações auditivas e delírios persecutórios de início abrupto. Nega uso de substâncias. Ao exame: orientada, sem déficit focal, sem rigidez de nuca, sem movimentos anormais e sem instabilidade autonômica. Exames laboratoriais: hemograma com leucopenia (3.200/mm³); complemento C3 28 mg/dL (VR: 90–180); C4 6 mg/dL (VR: 16–47); anti-dsDNA 1:640 (VR: negativo); proteína C reativa 0,4 mg/dL (VR: até 0,5).
Considerando o quadro clínico e laboratorial, qual é o diagnóstico mais provável e a conduta mais adequada?
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Caso clínico: Homem de 32 anos, previamente hígido, procura atendimento por aumento indolor de linfonodos cervicais há 3 meses, achado que motivou a consulta. Refere febre de 38,2°C sem foco identificado, sudorese noturna intensa e perda de 8 kg nos últimos 4 meses. Ao exame: linfonodos cervicais bilaterais de 3–4 cm, indolores, endurecidos e não aderidos, representando o achado clínico predominante. Baço palpável a 4 cm do rebordo costal. Sem hepatomegalia. Exames laboratoriais: hemoglobina 10,2 g/dL, leucócitos 11.800/mm³ com diferencial sem linfocitose, plaquetas 98.000/mm³; VHS 88 mm/h; LDH 680 U/L (VR: até 250); cálcio sérico 9,1 mg/dL (VR: 8,5–10,5); ECA 28 U/L (VR: 8–52). Tomografia de tórax e abdome: massa mediastinal anterior de 4 cm, linfonodos cervicais e axilares bilaterais de até 4 cm como achado predominante, esplenomegalia homogênea, sem linfonodomegalia retroperitoneal.
Considerando o quadro clínico, laboratorial e de imagem, qual alternativa apresenta o diagnóstico mais provável e o resultado do exame confirmatório compatível com os achados descritos?
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