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Uma boa comunicação pode impulsionar a carreira corporativa
Não se trata apenas de saber se vender no mercado; a capacidade de lidar com colegas e equipes é fundamental para estimular o desempenho e a produtividade.
Que a comunicação é primordial, na vida particular e no mundo corporativo, não há a menor dúvida. A capacidade de expressar ideias e mobilizar outras pessoas é essencial para construir relacionamentos, educar filhos, formar equipes, superar concorrentes. Mas existem alguns mal-entendidos a respeito dessa competência tão importante.
Um dos mais comuns é: comunicar-se bem significa falar bem. Não necessariamente. “Saber ouvir é uma qualidade indispensável e pouco encontrada no mundo corporativo”, afirma Mara Behlau, professora do Insper, especialista em voz e consultora em comunicação humana. “Muitas vezes, as pessoas falam sem parar e têm certeza de que o outro entendeu.”
A professora lembra que, em diversos casos, a fala excessiva surge da necessidade que muitos profissionais sentem de se mostrar ativos. “Um gestor extrovertido parece muito participativo, mas também repetitivo. O introvertido é mais observador, porém parece desinteressado, sem opinião.” O ideal, diz ela, é ser ambivertido: “Há momentos para observar e momentos para se expor, trazer ideias”.
Texto disponível em: https://exame.abril.com.br/geral/uma-boa-comunicacao-pode-impulsionar-a-carreira-corporativa. Acesso em: 08 de novembro de 2018. (Adaptado).
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Leia o texto e julgue os itens levando em conta a norma-padrão da língua portuguesa quanto à colocação pronominal.
Quando o rio está começando um peixe,
Ele me coisa
Ele me rã
Ele me árvore.
De tarde um velho tocará sua flauta para inverter os ocasos.
BARROS, Manoel. In: O livro das ignorãnças. São Paulo: LeYa, 2013, p. 33.
I. Em “Ele me coisa” o poeta desobedece por completo às regras de colocação pronominal, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa o correto seria a construção “Ele lhe coisa”.
II. Em “Ele me rã” o poeta mudou a classe gramatical da palavra rã, que de substantivo passou a funcionar como verbo.
III. Na forma verbal “está começando” nota-se um exemplo de gerundismo.
IV. Em “De tarde um velho tocará sua flauta para inverter os ocasos”, de acordo com a normapadrão o pronome sua deveria ser substituído por tua, pois o velho corresponde a 2ª pessoa do singular.
V. No verso “De tarde um velho tocará sua flauta para inverter os ocasos” ocorre um cruzamento de palavras que transmitem sensações diferentes, resultando em sinestesia.
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Leia a crônica “Sketches”, de Luís Fernando Veríssimo.
Dois homens tramando um assalto.
- Valeu, mermão? Tu traz o berro que nóis vamo rendê o caixa bonitinho. Engrossou, enche o cara de chumbo.
Pra arejá.
- Podes crê. Servicinho manero. É só entrá e pegá.
- Tá com o berro aí?
- Tá na mão.
Aparece um guarda.
- Ih, sujou. Disfarça, disfarça...
O guarda passa por eles.
- Discordo terminantemente. O imperativo categórico de Hegel chega a Marx diluído pela fenomenologia de Feurbach.
- Pelo amor de Deus! Isso é o mesmo que dizer que Kierkegaard não passa de um Kant com algumas sílabas a mais. Ou que os iluministas do século 18...
O guarda se afasta.
- O berro, tá recheado?
- Tá.
- Então, vamlá!
Disponível em: https://brainly.com.br/tarefa/1731104. Acesso em: 08.11.18
Com relação à noção de variações linguísticas, considere as afirmações abaixo a partir do fato narrado na crônica:
I. Os dois assaltantes usam a gíria típica de malandros e mudam o nível de linguagem para disfarçar quando o guarda se aproxima.
II. Quando o guarda se aproxima, os dois malandros passam a falar sobre filosofia numa linguagem culta para impressiona-lo, dando a impressão de serem intelectuais.
III. A crônica mostra que há um preconceito com relação ao nível de linguagem que usamos, e, por isso, ela é um fenômeno de exclusão social.
IV. Por ser um estilo coloquial, a gíria só é usada por pessoas de baixa escolaridade, como, por exemplo, assaltantes.
V. A crônica mostra que devemos ter uma consciência linguística para as diferentes situações de uso da linguagem.
Está CORRETO o que se afirma em:
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- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
Todas as coisas cujos valores podem ser
Disputados no cuspe à distância
Servem para poesia
(...)
As coisas que não levam a nada
têm grande importância
Cada coisa ordinária é um elemento de estima
Cada coisa sem préstimo
tem seu lugar
na poesia ou na geral
(...)
As coisas que não pretendem, como
por exemplo: pedras que cheiram
água, homens
que atravessam períodos de árvore,
se prestam para poesia
Tudo aquilo que nos leva a coisa nenhuma
e que você não pode vender no mercado
como, por exemplo, o coração verde
dos pássaros,
serve para poesia
(...)
BARROS, Manoel. Adaptado. In: Matéria de Poesia. São Paulo: LeYa, 2013. p. 9.
Manoel de Barros é considerado um dos principais poetas da literatura contemporânea. A partir da leitura do texto, assinale a alternativa CORRETA:
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