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Sobre as finalidades dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, conforme preconiza a Lei N.º 11.892/2008, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Ofertar educação profissional e tecnológica prioritariamente na educação básica e suas modalidades, considerando as necessidades imperativas de formação de profissionais para garantir o crescimento da economia.
( ) Ofertar cursos sintonizados com os arranjos locais para o incremento da produção, fortalecimento da organização social e das identidades culturais.
( ) Desenvolver programas de extensão que articulem o ensino e a pesquisa com as demandas sociais.
( ) Promover a produção, o desenvolvimento e a transferência de tecnologias sociais, com especial relevo às voltadas à preservação do meio ambiente.
Assinale a sequência correta.
 

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1354452 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFMT
Orgão: IF-MT
Read the text and answer the question.
Standard English developed not only at the expense of Latin and French, but also at the expense of other, 'non-standard' social dialects (and of the other languages of Britain – Welsh and Gaelic, and especially since the Second World War many others, including a number of Asian languages). Standard English was regarded as correct English, and other social dialects were stigmatized not only in terms of correctness but also in terms which indirectly reflected on the lifestyles, morality and so forth of their speakers, the emergent working class of capitalist society: they were vulgar, slovenly, low, barbarous, and so forth. The establishment of the dominance of standard English and the subordination of other social dialects was part and parcel of the establishment of the dominance of the capitalist class and the subordination of the working class.
(FAIRCLOUGH, N. Language and Power. New York: Longman, 1989.)
According to the context, the expression so forth is closest in meaning to
 

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Quanto aos desdobramentos, perspectivas e interesses distintos do atual sistema de avaliação educacional no Brasil, sob a ótica da análise crítica, é INCORRETO afirmar:
 

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1354052 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: IF-MT
Leia o texto abaixo e responda a questão.
Procuram-se estudantes
Além do mico-leão-dourado e do lobo-guará, outro mamífero tropical parece caminhar para a extinção
Diz-se que uma espécie encontra-se ameaçada quando a população decresce a ponto de situá-la em condição de extinção. Tal processo é fruto da exploração econômica e do desenvolvimento material, e atinge aves e mamíferos em todo o planeta. Nos trópicos, esse pode ser o caso dos estudantes. Curiosamente, enquanto a população de alunos aumenta, a de estudantes parece diminuir. Paradoxo? Parece, mas talvez não seja.
Aluno é aquele que atende regularmente a um curso, de qualquer nível, duração ou especialidade, com a suposta finalidade de adquirir conhecimento ou ter direito a um título. Já o estudante é um ser autônomo, que busca uma nova competência e pretende exercê-la, para o seu benefício e da sociedade. O aluno recebe. O estudante busca. Quando o sistema funciona, todos os alunos tendem a se tornar estudantes. Quando o sistema falha, eles se divorciam. É o que parece ocorrer entre nós: enquanto o número de alunos nos ensinos fundamental, médio e superior cresce, assombram-nos sinais do desaparecimento de estudantes entre as massas discentes.
Alguns grupos de estudantes sobrevivem, aqui e acolá, preservados em escolas movidas por nobres ideais e boas práticas, verdadeiros santuários ecológicos. Sabe-se da existência de tais grupos nos mais diversos recantos do planeta: na Coreia do Sul, na Finlândia e até mesmo no Piauí. Entretanto, no mais das vezes, o que se veem são alunos, a agir como espectadores passivos de um processo no qual deveriam atuar como protagonistas, como agentes do aprendizado e do próprio destino.
Alunos entram e saem da sala de aula em bandos malemolentes, sentam-se nas carteiras escolares como no sofá de suas casas, diante da tevê, a aguardar que o show tenha início. Após 20 minutos, se tanto, vêm o tédio e o sono. Incapazes de se concentrar, eles espreguiçam e bocejam. Então, recorrem ao iPhone, à internet e às mídias sociais. Mergulhados nos fragmentos comunicativos do penico digital, lambuzam-se de interrogações, exclamações e interjeições. Ali o mundo gira e o tempo voa. Saem de cena deduções matemáticas, descobertas científicas, fatos históricos e o que mais o plantonista da lousa estiver recitando. Ocupam seu lugar o resultado do futebol, o programa de quinta-feira e a praia do fim de semana.
As razões para o aumento do número de alunos são conhecidas: a expansão dos ensinos fundamental, médio e superior, ocorrida aos trancos e barrancos, nas últimas décadas. A qualidade caminhando trôpega, na sombra da quantidade. Já o processo de extinção dos estudantes suscita muitas especulações e poucas certezas. Colegas professores, frustrados e desanimados, apontam para o espírito da época: para eles, o desaparecimento dos estudantes seria o fruto amargo de uma sociedade doente, que festeja o consumismo e o prazer raso e imediato, que despreza o conhecimento e celebra a ignorância, e que prefere a imagem à substância.
Especialistas de índole crítica advogam que os estudantes estão em extinção porque a própria escola tornou-se anacrônica, tentando ainda domesticar um público do século XXI com métodos e conteúdos do século XIX. Múltiplos grupos de interesse, em ação na educação e cercanias, garantem a fossilização, resistindo a mudanças, por ideologia de outra era ou pura preguiça. Aqui e acolá, disfarçam o conservadorismo com aulas-shows, tablets e pedagogia pop. Mudam para que tudo fique como está.
Outros observadores apontam um fenômeno que pode ser causa-raiz do processo de extinção dos estudantes: trata-se da dificuldade que os jovens de hoje enfrentam para amadurecer e desenvolver-se intelectualmente. A permissividade criou uma geração mimada, infantilizada e egocêntrica, incapaz de sair da própria pele e de transcender o próprio umbigo. São crianças eternas, a tomarem o mundo ao redor como extensão delas próprias, que não conseguem perceber o outro, mergulhar em outros sistemas de pensamento e articular novas ideias. Repetem clichês. Tomam como argumentos o que copiam e colam de entradas da Wikipédia e do que mais encontram nas primeiras linhas do Google. E criticam seus mestres, incapazes de diverti-los e de fazê-los se sentir bem com eles próprios. Aprender cansa. Pensar dói.
(Por Thomaz Wood Jr. — publicado 10/04/2014 04:52, Revista Carta Capital, http://www.cartacapital.com.br/revista/794/procuramse-
estudantes-7060.html. Acesso em 16/04/2014.)
A respeito dos argumentos utilizados pelo autor do texto, em relação ao ser “aluno” e ao ser “estudante”, analise as afirmativas.
I - Os argumentos arrolados no texto tendem a criar um perfil para o estudante, mamífero em “extinção”, ao mesmo tempo em que desqualificam o indivíduo com perfil de aluno.
II - Na visão do autor, a tecnologia a que o jovem tem acesso hoje é parceira na falta de seu crescimento intelectual, no desenvolvimento autônomo, na aquisição de conhecimento superficial e passageiro e no comportamento individualista.
III - Segundo o texto, a presença da tecnologia na escola torna o ensino anacrônico, porque tenta ainda domesticar um público do século XXI com métodos e conteúdos do século XIX.
IV - Ao afirmar no final do texto que “aprender cansa”, o autor sugere que as escolas se adaptem às novas tecnologias para facilitar o aprendizado.
Está correto o que se afirma em
 

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1353977 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFMT
Orgão: IF-MT
Read the text and answer the question.
Motivation
Motivation is the force that inspires us to do something: pass an examination, get a better job, or climb the highest mountain in the world. Psychology offers us many theoretical approaches for explaining what motivates us. At the most basic level is the “drive-reduction approach”. We usually try to reduce these needs by finding ways to fulfill them. If you're hungry before dinnertime, you might eat a snack to relieve that feeling of hunger. However, this approach does not sufficiently explain the motivation behind more complex behaviors.
“Cognitive approaches” propose that we do things because of the way we think about the world, the goals we wish to achieve, and our expectations. There are two separate types of behavior related to the cognitive approaches: intrinsic motivation and extrinsic motivation. The former motivation means that we do something just because we like doing it, not because we think it will lead to some kind of future reward, praise, or honor. For example, an intrinsically motivated student might read extra materials not to get better grades, but just because the topic is interesting. This can be seen in the case of an extrinsically motivated employee who agrees to relocate for higher wages even though it means living in a new city that he doesn't particularly like.
Interestingly, psychological studies suggest that we are more likely to push ourselves harder and do our best work when we do it for our own enjoyment or simply because it is interesting or personally challenging to us. That is, when we are intrinsically motivated. However, it is believed that if we become more extrinsically motivated by external rewards, we may find that our intrinsic motivation is significantly lowered. This is especially true when a person thinks that the extrinsic motivators - better job conditions or more vacation time – are controlled by other people. For instance, when an employee discovers that to get an important promotion, his boss insists that he work very long hours, he may begin to lose motivation.
(GILBERT, T. L. & ZEMACK, D. E. Express to the TOEFL iBT test. New York: Pearson, 2013.)
Concerning the content of the text, mark the statement which presents the correct information about reference.
 

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1353961 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFMT
Orgão: IF-MT
Read the text and answer the question.
Standard English developed not only at the expense of Latin and French, but also at the expense of other, 'non-standard' social dialects (and of the other languages of Britain – Welsh and Gaelic, and especially since the Second World War many others, including a number of Asian languages). Standard English was regarded as correct English, and other social dialects were stigmatized not only in terms of correctness but also in terms which indirectly reflected on the lifestyles, morality and so forth of their speakers, the emergent working class of capitalist society: they were vulgar, slovenly, low, barbarous, and so forth. The establishment of the dominance of standard English and the subordination of other social dialects was part and parcel of the establishment of the dominance of the capitalist class and the subordination of the working class.
(FAIRCLOUGH, N. Language and Power. New York: Longman, 1989.)
The main objective of the text is to discuss
 

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1353494 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: IF-MT
... as relações entre linguagem e classe social têm, forçosamente, de estar presentes, numa escola transformadora, na definição dos objetivos do ensino da língua materna, na seleção e organização do conteúdo, na escolha de métodos e procedimentos e na determinação de critérios de avaliação da aprendizagem
(SOARES, M. Linguagem e escola: uma perspectiva social. São Paulo: Ática, 1986.)
A partir da leitura do texto, sobre o ensino da língua materna, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para falsas.
( ) O uso de variedades linguísticas na escola gera discriminação, porque a realidade linguística do aluno é indispensável ao ensino de leitura e escrita.
( ) Os Parâmetros Curriculares Nacionais apontam para alternativas que minimizem as dificuldades de aprendizagem dos alunos.
( ) A diversidade linguística não deve ser usada como argumento para justificar o fracasso escolar.
( ) A avaliação, articulada à metodologia de ensino adotada, são responsáveis pela legitimação de uma norma linguística.
Assinale a sequência correta.
 

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1353411 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: IF-MT
Leia o texto abaixo e responda a questão.
Cuiabá é a 29ª cidade mais violenta do mundo, segundo a ONU
Um levantamento realizado pelo Escritório sobre Drogas e Crime, da Organização das Nações Unidas (ONU) aponta Cuiabá como a 29ª cidade mais violenta do mundo. A pesquisa levou em consideração o número de assassinatos ocorridos em 2012.
Os dados foram apresentados nesta quinta-feira (10), em Londres, durante lançamento do Estudo Global sobre Homicídios 2013. Na ocasião, o diretor de Análise de Políticas e Assuntos Públicos da ONU, Jean-Luc Lemahieu, disse que existe uma “necessidade urgente de entender como o crime violento está afligindo os países em todo o mundo".
Outro dado alarmante é que, das 30 cidades com maiores índices de homicídios, onze estão no Brasil. Nas dez primeiras colocações figuram Maceió (5°), Fortaleza (7°) e João Pessoa (9°).
O ranking em que o Brasil aparece com o maior número de cidades violentas para cada 100 mil habitantes ainda traz os municípios de Natal (12ª posição); Salvador (13ª); Vitória (14ª); São Luís (15ª); Belém (23ª); Campina Grande (25ª); Goiânia (28ª); e Cuiabá (29ª).
O levantamento mostra que a América Latina desbancou a África e agora figura como região mais violenta do mundo, com 36% dos 437 mil registros de assassinato. Os pesquisadores acreditam que o elevado índice de homicídios na América Latina está ligado ao crime organizado e à violência política, que persiste há décadas nos países latino-americanos.
(Publicado em 10 abril 2014 16:44, na página http://www.circuitomt.com.br/editorias/policia/41881-cuiaba-e-a-29- cidade-mais-violenta-do-mundo-segundo-onu.html, acessada em 13/04/2014.)
A respeito do uso sintático dos diferentes “quês” no último parágrafo do texto, as funções sintáticas na ordem são:
 

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Considerando as interações pedagógicas mediadas pelas tecnologias da informação e da comunicação, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) No contexto da cibercultura, as possibilidades pedagógicas do ciberespaço na escolarização de jovens e adultos constituem realidade para a escola e para o professor.
( ) A construção de conhecimentos se dá de forma inversamente proporcional à quantidade de informação passada.
( ) Chats, fóruns, blogs e videoblogs são dispositivos de comunicação que, na mesma proporção, aumentam a liberdade dos alunos e diminuem a autoridade do professor.
( ) Tecnologias digitais e ambientes virtuais de aprendizagens requerem estratégias pedagógicas e habilidades mediadoras diferenciadas por parte dos professores.
Assinale a sequência correta.
 

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A Educação Profissional Técnica de Nível Médio é desenvolvida nas formas articulada e subsequente ao Ensino Médio, podendo a primeira ser integrada ou concomitante a essa etapa da Educação Básica. Essa abrangência da Educação Profissional e Tecnológica demanda uma organização de currículos igualmente integrados, que, em uma perspectiva crítica, também leve em conta
 

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