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Foram encontradas 40 questões.

1366796 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFMT
Orgão: IF-MT
THE IMPLEMENTATION OF PROJECT WORK DIFFERS GREATLY FROM ONE INSTRUCTIONAL setting to another. In some settings, fairly non-elaborated tasks, confined to a single class session, are labeled as projects. In other settings, elaborate sets of tasks establish the process for completing the project and span an entire instructional unit; in settings like these, the benefits of project work are maximized because(a) students are actively engaged in information gathering, processing, and reporting over a period of time, and the outcome is increased content knowledge and language mastery. In addition(c), students experience increased motivation, autonomy, engagement, and a more positive attitude toward English. Although(b) project-based learning presents challenges for teachers and(d) students (Beckett 2002; Eyring 1997), most project-work proponents assert that the advantages outweigh the disadvantages.
(BÜLENT, A. and TOLLER, F. L. S. Maximizing theBenefits of Project Work in Foreign Language Classrooms. Vol. 43 number 4 2005.)
Considering the functions of the words in the text, mark the INCORRECT statement.
 

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Trabalhar fora de casa é bom para os filhos
Um novo estudo da Harvard Business School prova que ter uma mãe que trabalha fora de casa tem vantagens, ao contrário do que diz o senso comum. A pesquisa, liderada pela professora Kathleen McGinn, aponta que filhas de mães que trabalham ganham salários 23% mais altos e 33% delas ocupam cargos de supervisão, contra apenas 25% das rebentas de mães que ficam em casa. Para os filhos de trabalhadoras, os efeitos são diferentes, mas ainda assim positivos: eles gastam mais tempo cuidando da casa e da família – uma média de 16 horas por semana, contra 8 horas do outro grupo. Os resultados liberam as mães que se sentem culpadas de voltar para o escritório. “Filhas de mães que trabalham enxergam que é ok ir trabalhar, e não é ok passar o tempo todo limpando a casa. E filhos enxergam que não têm como manter o controle da vida pessoal e profissional, se todo mundo não trabalhar junto”, disse McGinn em uma entrevista.
(Revista Superinteressante, julho de 2015, ed. 349.)
Sobre recursos linguísticos no texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O termo fora de casa é classificado sintaticamente como adjunto adverbial de lugar.
( ) O termo entre vírgulas, liderada pela professora Kathleen McGinn, é classificado sintaticamente como aposto.
( ) No trecho Para os filhos de trabalhadoras, os efeitos são diferentes, mas ainda assim positivos, a conjunção mas assume valor semântico de conclusão.
( ) A respeito do aspecto verbal, os verbos sublinhados estão empregados no presente do indicativo, dado o caráter do gênero textual notícia.
( ) A conjunção coordenativa “e” aparece duas vezes, em: E filhos enxergam que não têm como manter o controle da vida pessoal e profissional [...], entretanto com valores semânticos diferentes: aditivo e adversativo, respectivamente.
Assinale a sequência correta.
 

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Já se tornou trivial a ideia de que os gêneros textuais são fenômenos históricos, profundamente vinculados à vida cultural e social. Fruto de trabalho coletivo, os gêneros contribuem para ordenar e estabilizar as atividades comunicativas do dia a dia. São entidades sociodiscursivas e formas de ação social incontornáveis em qualquer situação comunicativa. No entanto, mesmo apresentando alto poder preditivo e interpretativo das ações humanas em qualquer contexto discursivo, os gêneros não são instrumentos estanques e enrijecedores da ação criativa.
(MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: Gêneros textuais e Ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002.)
Assinale a alternativa que está em consonância com a citação.
 

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1366045 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFMT
Orgão: IF-MT
Another Defeat for Brazil’s Kids
SÃO PAULO, Brazil — This month, public school teachers from the state of São Paulo announced the end of their three-month-long strike — without any of their demands having been met. For the first time since it began, the strike reached the front page of a major newspaper; it had been mostly neglected until then. The headline declared: “Defeated, São Paulo’s Teachers Put an End to Their Strike.”
It was the longest teachers’ strike in the state. They maintained to the end their demand of pay parity with other college-educated professionals — which would ultimately have meant a 75 percent salary increase. This is a steep rise in public salaries, but the parity principle is part of the National Educational Plan, a law adopted last year with support from President Dilma Rousseff. According to that plan, parity is to be achieved by 2020.
The teachers also demanded smaller classes, with at most 25 students. The secretary of education stipulates a maximum of 40 students in high school classes, but last February, at the beginning of the school year, there were accounts of classes with 85 or 95 enrolled students. As if that weren’t bad enough, the state government shut down more than 3,000 classes this year, according to the teachers’ union for São Paulo State.
For a 40-hour workweek, professionals with a graduate degree who teach fifth to 12th graders earn a base salary of $770 a month, or $9,240 a year. And this is the best scenario; those who teach for elementary school (first through fourth grades) earn $8,100 a year. The extra hourly wage for teachers in the upper grades is $3.80, less than half what a fast-food worker earns in the United States. Let me stress the point: They are paid around $4 for teaching a whole class of 40 students for an hour.
The protesters also complain that the government does not follow a law that mandates one-third of the working hours to be spent in activities outside the class, such as marking exams and preparing for class.
(Available at http://www.nytimes.com/2015/06/26/opinion/vanessa-barbara-another-defeat-for-brazils-kids. Access 2015/07/07.)
According to the text, it's INCORRECT to say:
 

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Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a alguns poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras, etc., etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).
(KOCH, I. V. e ELIAS, V. M. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo: Contexto, 2012.)
A partir do texto, assinale a concepção de escrita que está em consonância com a visão interacionista (dialógica) de linguagem.
 

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A Semântica é a área dos estudos linguísticos que se debruça sobre o estudo do significado das línguas naturais. Uma das formas de realizar esse estudo é analisando as relações de sentido. Nesse tocante, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O trecho “Quem fala retrato já confessou idade. É velho. Hoje se diz ‘foto’” (Rubem Alves) é um exemplo de sinonímia.
( ) No trecho “No local, cães e gatos, adultos e filhotes, poderão ser adotados por maiores de 18 anos. Os animais foram resgatados das ruas. ” (Notícia, G1, 17/07/2015), cães e gatos é hiperônimo enquanto animais é hipônimo.
( ) Em “Não existiria som se não/ Houvesse o silêncio” (Lulu Santos e Nelson Mota), há uma relação de antonímia.
( ) No trecho “O número de casos confirmados de dengue neste ano no Rio Grande do Sul subiu para 1.235, segundo boletim divulgado nesta terça-feira (21) pela Secretaria Estadual da Saúde. [...] No estado, conforme o boletim, o maior registro de casos da doença ocorreu no sexo feminino” (Notícia, G1, 21/07/2015), dengue é hipônimo e doença é hiperônimo.
Assinale a sequência correta.
 

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1363767 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFMT
Orgão: IF-MT
THE IMPLEMENTATION OF PROJECT WORK DIFFERS GREATLY FROM ONE INSTRUCTIONAL setting to another. In some settings, fairly non-elaborated tasks, confined to a single class session, are labeled as projects. In other settings, elaborate sets of tasks establish the process for completing the project and span an entire instructional unit; in settings like these, the benefits of project work are maximized because students are actively engaged in information gathering, processing, and reporting over a period of time, and the outcome is increased content knowledge and language mastery. In addition, students experience increased motivation, autonomy, engagement, and a more positive attitude toward English. Although project-based learning presents challenges for teachers and students (Beckett 2002; Eyring 1997), most project-work proponents assert that the advantages outweigh the disadvantages.
(BÜLENT, A. and TOLLER, F. L. S. Maximizing theBenefits of Project Work in Foreign Language Classrooms. Vol. 43 number 4 2005.)
The implementation of project work demonstrates that
 

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1360442 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UFMT
Orgão: IF-MT
When one teaches English through comic strips, a common approach is to consider genre characteristics in order to select contents for the class. Among those contents, one CANNOT raise the following characteristic from previous strips
 

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Leia atentamente o texto abaixo.
Palavras, palavras, palavras
Se você é professor de português (ou linguista), certamente já ouviu uma das seguintes perguntas: a) a palavra “x” existe? Como se escreve a palavra “y”? Qual é a pronúncia correta da palavra “z”? Qual o sentido da palavra “w”? Se você não é nem professor de português nem linguista (e mesmo sendo), certamente também já fez alguma dessas perguntas, ou todas. A razão para sua ocorrência constante é que elas são as questões mais comuns que ocorrem aos falantes curiosos em relação às palavras ou às possíveis palavras de uma língua.
Em geral, espera-se que haja para essas perguntas uma resposta categórica, do tipo sim-não (tal palavra existe, tal palavra não existe) ou tipo “a” ou “b” (a escrita correta é tal, a pronúncia correta é tal, o sentido da palavra é esse e não aquela). Essas respostas são certamente as esperadas, mas, invariavelmente, respostas categóricas como essas são problemáticas. Pelo menos, são frequentemente problemáticas. Respostas mais adequadas são de natureza diferente, mais ou menos como as seguintes: a) Se tal palavra existe? Depende. Você não acabou de dizê-la? Ouviu de quem? Ou: que eu sabia, não. Ou: é usada em tal região, e em tal profissão. Ou: existe, é uma palavra francesa (ou inglesa, ou da língua tal e tal). A pronúncia? No sul ou norte? Neste século ou no passado? No Brasil ou em Portugal (na Inglaterra ou nos Estados Unidos)? Como se escreve? Veja no dicionário, mas saiba que sua grafia já foi outra. Você viu essa palavra escrita de forma estranha? Quer saber por que isso ocorre? Bem, uma grafia errada tem muitas vezes boas explicações. O sentido da palavra? Ih, meu, agora ficou difícil. Em geral, as palavras significam tantas coisas! Você já olhou num dicionário?(a) Já notou que é difícil encontrar palavras com um sentido só? Nunca olhou? Faça uma experiência: comece bem no começo. Bem no começo mesmo, no “a”. Você verá que nem mesmo o “a” é uma coisa só. Descobrirá o óbvio: que o “a” pode ser uma letra, uma preposição, um artigo, uma conjunção, uma vogal.
Estamos (ou estivemos) muito acostumados a uma ideia normativa da língua. Ela seria imóvel, imutável, fixa. Seria, ainda, um código perfeito. Por isso, cada pergunta deveria ter uma resposta só, e correta desde sempre e para sempre. Mas a realidade não é assim. Isso só poderia valer para uma língua inventada (e que não funcionaria de jeito nenhum). As línguas costumam ter alguns aspectos rigidamente organizados e outros móveis e variáveis. O princípio vale também para as palavras. Às vezes, é muito difícil decidir se uma palavra existe, ter certeza de sua pronúncia-padrão, ou ter outras certezas, qualquer uma.
Faça testes com palavras como “obeso”, “bandeja”, “caranguejo” etc. E não se esqueça de discutir a pronúncia de “subsistir”, por favor. Para saber o sentido das palavras, frequentemente temos que saber em que contexto foram usadas. Há muitas coisas interessantes sobre as palavras, além de sua impossível uniformidade e bom comportamento, que fomos acostumados a procurar descobrir. Aliás, é muito interessante olhar para elas como se olha para outros fenômenos da natureza. É mais instigante querer saber como se comportam de fato no mundo (o mundo de uma língua é seu uso por muitos falantes bastante diferenciados em numerosos contextos), do que querer congelá-las numa redoma.
(POSSENTI, S. A cor da língua e outras croniquinhas de linguista.
Campinas: Mercado de Letras, 2001.)
A crônica de S. Possenti convida à reflexão sobre as relações entre palavras, língua e sentido. Relacionando o texto às recentes pesquisas linguísticas, assinale a afirmativa correta.
 

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Professores de Língua Portuguesa, linguistas e estudiosos do fenômeno linguístico estão a todo tempo de ouvidos e olhos atentos observando as construções linguísticas que surgem nos falares do cotidiano, como é o caso do “rolezinho”. Leia trecho do texto “O rolé do rolezinho”.
Enquanto se discute se os participantes dos rolezinhos são rebeldes com ou sem causa, pode-se discutir o significado e a origem da palavra que nomeia o fenômeno. Só não há dúvida de que a internet, ao alcance de todas as classes sociais, é o instrumento para promover os encontros. Parece também inevitável que, num encontro temperado por correrias, haja um ou outro descontrole, coisa que independe do nível socioeconômico da moçada.
Enfim, o “rolezinho” é uma torrente repentina no curso até então sereno de algum lugar ocupado por outras classes sociais. É diminutivo de “rolé”, assim, com acento agudo. Como registram os dicionários. “Rolé” é parônima de “rolê”.
(MACHADO, J. Revista Língua. São Paulo: Editora Segmento, nº 101, março de 2014.)
O autor, no seu processo de análise linguística, menciona que os termos “rolé” e “rolê” são parônimos. Esse mesmo processo de relação de sentido acontece em
 

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