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Foram encontradas 40 questões.

4109021 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN

Leia o excerto abaixo e responda a questão

 

Se língua e gramática não se equivalem, saber gramática não é suficiente para uma atuação verbal eficaz. De fato, um dos maiores equívocos consiste em se acreditar que o conhecimento da gramática é suficiente para se conseguir ler e escrever com sucesso os mais diferentes gêneros de texto, conforme as exigências da escrita formal e socialmente prestigiada. Somente com base nesse equívoco é que se pode justificar o apego dos professores (e de toda a comunidade escolar, os pais, inclusivamente): a) à detalhada explanação de cada uma das classes gramaticais, com suas respectivas subdivisões; b) e às intricadas veredas da análise sintática.

ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem pedras no caminho.

São Paulo: Parábola Editorial, 2007. p. 53.

 

Do excerto, é correto inferir:

 

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4109020 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN

Leia o excerto abaixo e responda a questão

 

Se língua e gramática não se equivalem, saber gramática não é suficiente para uma atuação verbal eficaz. De fato, um dos maiores equívocos consiste em se acreditar que o conhecimento da gramática é suficiente para se conseguir ler e escrever com sucesso os mais diferentes gêneros de texto, conforme as exigências da escrita formal e socialmente prestigiada. Somente com base nesse equívoco é que se pode justificar o apego dos professores (e de toda a comunidade escolar, os pais, inclusivamente): a) à detalhada explanação de cada uma das classes gramaticais, com suas respectivas subdivisões; b) e às intricadas veredas da análise sintática.

ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem pedras no caminho.

São Paulo: Parábola Editorial, 2007. p. 53.

 

Em “temos de reconhecer que estamos muito atrasados na construção de uma pedagogia da variação linguística”, o uso da expressão destacada

 

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4109019 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN

Considere o fragmento abaixo.

 

[...] Estamos convencidos de que a produção de texto deve ter funcionalidade (1), deve realizar efetivos eventos comunicativos. Acreditamos, por isso, que o processo de produção de texto e seu produto devem acontecer em ambiente cooperativo (2), passando por etapas coletivas, seja na preparação do texto, seja na análise do produto.

 

Se avançamos razoavelmente nestas duas áreas (pelo menos no plano das concepções e da prática de parcela do professorado), temos de reconhecer que estamos muito atrasados na construção de uma pedagogia da variação linguística (3). Parece que não sabemos, de fato, o (4) que fazer com a variação linguística na escola. E o que temos feito (5) é seguramente bastante inadequado.

 

FARACO, Carlos Alberto. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola, 2008. p. 176-177.

 

Assinale a opção que classifica, adequada e respectivamente, as orações 1, 2, 3, 4 e 5.

 

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4109018 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN

Considere o fragmento abaixo.

 

Talvez possamos dizer, por exemplo, que avançamos razoavelmente na construção de uma pedagogia da leitura. Pelo menos, estamos convencidos de que os alunos devem se familiarizar com diferentes gêneros discursivos e não exclusivamente com o texto literário. [...].

 

Talvez, possamos dizer também que avançamos razoavelmente na construção de uma pedagogia da produção de texto. Pelo menos parece que estamos convencidos de que precisamos combater e mesmo eliminar das práticas escolares o famigerado gênero "redação escolar". [...].

 

FARACO, Carlos Alberto. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola, 2008. p. 176.

 

As palavras destacadas, antepostas a uma forma verbal no modo

 

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4109017 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN

Considere o fragmento abaixo.

 

Se avançamos razoavelmente nestas duas áreas (pelo menos no plano das concepções e da prática de parcela do professorado), temos de reconhecer que estamos muito atrasados na construção de uma pedagogia da variação linguística. Parece que não sabemos, de fato, o que fazer com a variação linguística na escola. E o que temos feito é seguramente bastante inadequado.

 

Nos nossos documentos oficiais de diretrizes para o ensino de português, já incluímos essa complexa temática (1º) como uma daquelas que devem ser trabalhadas na escola. Isso (2º) é já um ganho, considerando que a escola tradicional simplesmente negava a variação linguística como matéria de ensino. Para essa escola (3º) (e quanto ela ainda está presente entre nós?) a variação é sinônimo de erro e cabe a ela (4º) corrigir esses pretensos “desvios”.

FARACO, Carlos Alberto. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola, 2008. p.177.

 

Em relação aos elementos destacados, é correto afirmar:

 

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4109016 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN

Considere o fragmento abaixo.

 

Para essa escola (e quanto ela ainda está presente entre nós?) a variação é sinônimo de erro e cabe a ela corrigir esses pretensos “desvios”.

FARACO, Carlos Alberto. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola, 2008. p. 177.

 

No excerto, as aspas foram utilizadas na palavra em destaque

 

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4109015 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN

Leia o excerto abaixo e responda a questão.

 

Talvez possamos dizer, por exemplo, que avançamos razoavelmente na construção de uma pedagogia da leitura. Pelo menos, estamos convencidos de que os alunos devem se familiarizar com diferentes gêneros discursivos e não exclusivamente com o texto literário. [...].

 

Talvez, possamos dizer também que avançamos razoavelmente na construção de uma pedagogia da produção de texto. Pelo menos parece que estamos convencidos de que precisamos combater e mesmo eliminar das práticas escolares o famigerado gênero "redação escolar". [...].

 

Estamos convencidos de que a produção de texto deve ter funcionalidade, deve realizar efetivos eventos comunicativos. Acreditamos, por isso, que o processo de produção de texto e seu produto devem acontecer em ambiente cooperativo, passando por etapas coletivas, seja na preparação do texto, seja na análise do produto.

 

Se avançamos razoavelmente nestas duas áreas (pelo menos no plano das concepções e da prática de parcela do professorado), temos de reconhecer que estamos muito atrasados na construção de uma pedagogia da variação linguística. Parece que não sabemos, de fato, o que fazer com a variação linguística na escola. E o que temos feito é seguramente bastante inadequado.

 

Nos nossos documentos oficiais de diretrizes para o ensino de português, já incluímos essa complexa temática como uma daquelas que devem ser trabalhadas na escola. Isso é já um ganho, considerando que a escola tradicional simplesmente negava a variação linguística como matéria de ensino. Para essa escola (e quanto ela ainda está presente entre nós?) a variação é sinônimo de erro e cabe a ela corrigir esses pretensos “desvios”.

 

FARACO, Carlos Alberto. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola, 2008. p. 176-177. 13.

 

De acordo com o excerto, é correto afirmar:

 

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4109014 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN

Leia o excerto abaixo e responda a questão.

 

Talvez possamos dizer, por exemplo, que avançamos razoavelmente na construção de uma pedagogia da leitura. Pelo menos, estamos convencidos de que os alunos devem se familiarizar com diferentes gêneros discursivos e não exclusivamente com o texto literário. [...].

 

Talvez, possamos dizer também que avançamos razoavelmente na construção de uma pedagogia da produção de texto. Pelo menos parece que estamos convencidos de que precisamos combater e mesmo eliminar das práticas escolares o famigerado gênero "redação escolar". [...].

 

Estamos convencidos de que a produção de texto deve ter funcionalidade, deve realizar efetivos eventos comunicativos. Acreditamos, por isso, que o processo de produção de texto e seu produto devem acontecer em ambiente cooperativo, passando por etapas coletivas, seja na preparação do texto, seja na análise do produto.

 

Se avançamos razoavelmente nestas duas áreas (pelo menos no plano das concepções e da prática de parcela do professorado), temos de reconhecer que estamos muito atrasados na construção de uma pedagogia da variação linguística. Parece que não sabemos, de fato, o que fazer com a variação linguística na escola. E o que temos feito é seguramente bastante inadequado.

 

Nos nossos documentos oficiais de diretrizes para o ensino de português, já incluímos essa complexa temática como uma daquelas que devem ser trabalhadas na escola. Isso é já um ganho, considerando que a escola tradicional simplesmente negava a variação linguística como matéria de ensino. Para essa escola (e quanto ela ainda está presente entre nós?) a variação é sinônimo de erro e cabe a ela corrigir esses pretensos “desvios”.

 

FARACO, Carlos Alberto. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola, 2008. p. 176-177. 13.

 

O excerto organiza-se a partir de uma planificação predominantemente

 

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4109013 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN

Leia o excerto e responda a questão abaixo:

 

Entre nós, as concepções mais fortes reduzem a linguagem ora a um conjunto de regras (a uma gramática); ora a um monumento (a um conjunto de expressões ditas corretas); ora a um instrumento (a uma ferramenta bem-acabada). Observe-se que todas essas concepções entendem a linguagem como uma realidade em si (uma gramática, um monumento, um instrumento) da qual restam excluídos os falantes, a dinâmica das relações sociais, os movimentos da história.

 

Nosso desafio inicial será, portanto, romper com essa reificação da linguagem e essa alienação dos falantes. E essa ruptura só será possível e produtiva, se resgatarmos a linguagem não como uma coisa externa aos falantes, mas como um conjunto aberto de atividades sociointeracionais.

 

FARACO, Carlos Alberto. Área de linguagem: algumas contribuições para sua organização. In: KUENZER, Acacia. Ensino Médio: construindo uma proposta para os que vivem do trabalho. São Paulo: Cortez Editora, 2001. p. 99. 

 

No ensino de língua portuguesa, romper com a reificação da linguagem e a alienação dos falantes, concebendo a linguagem como atividade interacional, significa tratar leitura, escrita e fala como

 

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4109012 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: IF-RN

Leia o excerto e responda a questão abaixo:

 

Entre nós, as concepções mais fortes reduzem a linguagem ora a um conjunto de regras (a uma gramática); ora a um monumento (a um conjunto de expressões ditas corretas); ora a um instrumento (a uma ferramenta bem-acabada). Observe-se que todas essas concepções entendem a linguagem como uma realidade em si (uma gramática, um monumento, um instrumento) da qual restam excluídos os falantes, a dinâmica das relações sociais, os movimentos da história.

 

Nosso desafio inicial será, portanto, romper com essa reificação da linguagem e essa alienação dos falantes. E essa ruptura só será possível e produtiva, se resgatarmos a linguagem não como uma coisa externa aos falantes, mas como um conjunto aberto de atividades sociointeracionais.

 

FARACO, Carlos Alberto. Área de linguagem: algumas contribuições para sua organização. In: KUENZER, Acacia. Ensino Médio: construindo uma proposta para os que vivem do trabalho. São Paulo: Cortez Editora, 2001. p. 99. 

 

No contexto do ensino da língua portuguesa, conceber a linguagem como um conjunto aberto de atividades sociointeracionais, conforme propõe o autor, implica

 

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