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Considere que a equação abaixo precifica um contrato de futuro.
\(f = e^{-rT}\hat{E} (S_T -K) \)
Na equação, o coeficiente \(e^{-rT}\), consiste em uma capitalização
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Considere o polinômio \( P(x) = a x^3 + bx^2 + c x +d \) com a, b, c, d \( \in \) IR e a \( \neq \) 0.
Se \( \lim_{ x \rightarrow -1} \) \( \left (\large P(x) \over x +1 \right) \) = 21 e \( \lim_ { x \rightarrow 2} \) \( \left (\large P(x) \over x -2 \right) = 6 \), então a some a + b + c + d é igual a
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Considere o texto abaixo.

A organização composicional do gênero textual em foco alicerça-se na
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Considere o excerto abaixo, e responda a questão.
Na Europa a realidade precedeu o nome. América, pelo contrário, começou por ser uma ideia. Vitória do nominalismo; o nome engendrou a realidade. O continente americano ainda não havia sido inteiramente descoberto e já fora batizado. O nome que nos deram nos condenou a ser um mundo novo. Terra de eleição do futuro: antes de ser, a América já sabia como iria ser. Mal se transplantou para as nossas terras o emigrante europeu já perdia a sua realidade histórica: deixava de ter passado e convertia-se em um projétil de futuro. Durante mais de três séculos a palavra americano designou um homem que não se definia pelo que fizera e sim pelo que faria. Um ser que não tem passado, que não tem mais do que futuro, é um ser de pouca realidade. Americanos: homens de pouca realidade, homens de pouco peso. Nosso nome nos condenava a ser o projeto histórico de uma consciência alheia: a europeia.
No excerto em análise, as ocorrências de dois pontos
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Considere o excerto abaixo, e responda a questão.
Na Europa a realidade precedeu o nome. América, pelo contrário, começou por ser uma ideia. Vitória do nominalismo; o nome engendrou a realidade. O continente americano ainda não havia sido inteiramente descoberto e já fora batizado. O nome que nos deram nos condenou a ser um mundo novo. Terra de eleição do futuro: antes de ser, a América já sabia como iria ser. Mal se transplantou para as nossas terras o emigrante europeu já perdia a sua realidade histórica: deixava de ter passado e convertia-se em um projétil de futuro. Durante mais de três séculos a palavra americano designou um homem que não se definia pelo que fizera e sim pelo que faria. Um ser que não tem passado, que não tem mais do que futuro, é um ser de pouca realidade. Americanos: homens de pouca realidade, homens de pouco peso. Nosso nome nos condenava a ser o projeto histórico de uma consciência alheia: a europeia.
Considerando a representação dessa “consciência alheia” na literatura brasileira e as investidas na construção de uma identidade nacional, assinale a opção correta.
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Considere a coletânea de excertos abaixo, cujas referências foram intencionalmente omitidas.
[...] à mercê de um doce resfolegar, os desejos se agitavam entre seus seios; seu pezinho bem à mostra, suas tranças dobradas ao colo, seus lábios entreabertos e como por costume amoldados àquele sorrir cheio de malícia e de encanto que já lhe conhecemos e, finalmente, suas pálpebras cerradas e coroadas por bastos e negros supercílios, a tornavam mais feiticeira do que nunca.
Em plena florescência de mocidade e saúde, a extraordinária mulher [...] encobria os músculos de aço sob as formas esbeltas e graciosas das morenas moças do sertão. Trazia a cabeça sempre velada por um manto de algodãozinho, cujas ourelas prendia aos alvos dentes, como se, por um requinte de casquilhice, cuidasse com meticuloso interesse de preservar o rosto dos raios do sol e da poeira corrosiva, a evolar em nuvens espessas do solo adusto, donde ao tênue borrifo de chuvas fecundantes, surgiam, por encanto, alfombras de relva virente e flores odorosas.
O que mais atrai nela são os beiços, curtos, bastante largos, sempre encarnados. E inda bem que sabem rir: entremostram apenas os dentinhos dum amarelo sadio mas sem frescor. Olhos castanhos, pouco fundos. Se abrem grandes, muito claros, verdadeiramente sem expressão. Por isso duma calma quase religiosa, puros. Que cabelos mudáveis! Ora louros, ora sombrios, dum pardo em fogo interior. Ela tem esse jeito de os arranjar, que estão sempre pedindo arranjo outra vez.
Ela não era feia; amorenada, com os seus traços acanhados, o narizinho mal feito, mas galante, não muito baixa nem muito magra e a sua aparência de bondade passiva, de indolência de corpo, de ideia e de sentidos – era até um bom tipo das meninas a que os namorados chamam – “bonitinhas”. O seu traço de beleza dominante, porém, eram seus cabelos: uns bastos cabelos castanhos, com tons de ouro, sedosos até ao olhar.
Com relação aos estilos de época na literatura brasileira, os textos, respectivamente, pertencem ao
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Considere o excerto abaixo.
O nosso Modernismo importa essencialmente em sua fase heroica, na libertação de uma série de recalques históricos, sociais, étnicos, que são trazidos triunfalmente à tona da consciência literária. Este sentimento de triunfo que assinala o fim da posição de inferioridade no diálogo secular com Portugal e já nem o leva mais em conta, define a originalidade própria do Modernismo na dialética do geral e do particular.
Os recalques históricos, sociais e étnicos e a subserviência a Portugal começam a ser libertados a partir da construção de uma identidade nacional que se inicia no Romantismo e eclode na fase heroica do Modernismo. O exemplo de uma obra síntese desse triunfo é
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Tendo em vista a periodização da Literatura Brasileira, assinale a opção correta.
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Considere o excerto abaixo para responder a questão.
O cruzamento do português com o índio teria dado, porém, resultados díspares, conforme o meio em que (1º) se fez: mais feliz no Sul, onde (2°) o clima regular, o solo, em geral fértil, e a direção dos rios propiciaram a livre expansão do indivíduo — o bandeirante, o peão; menos feliz no Nordeste, onde (3°) os contrastes violentos de seca e chuva e as vastas extensões semiáridas foram responsáveis pela constituição instável do sertanejo e pelo seu ritmo de vida carente de equilíbrio.
Em relação aos elementos linguísticos em destaque, é correto afirmar:
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Considere o excerto abaixo para responder a questão.
O cruzamento do português com o índio teria dado, porém, resultados díspares, conforme o meio em que (1º) se fez: mais feliz no Sul, onde (2°) o clima regular, o solo, em geral fértil, e a direção dos rios propiciaram a livre expansão do indivíduo — o bandeirante, o peão; menos feliz no Nordeste, onde (3°) os contrastes violentos de seca e chuva e as vastas extensões semiáridas foram responsáveis pela constituição instável do sertanejo e pelo seu ritmo de vida carente de equilíbrio.
A imagem do sertanejo instável apresentada no excerto é construída em
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