Foram encontradas 50 questões.
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: IF-RO
O que move a indústria da engenharia genética é gerar maiores entradas. Observe algumas tecnologias do mercado de hoje: - culturas resistentes aos herbicidas, tais como a Soja Roundup Ready da Monsanto, sementes que são tolerantes ao herbicida Roundup da Monsanto; - os cultivos Bt (Bacillus thuringiensis) que foram desenvolvidos pela engenharia genética para produzir seu próprio inseticida. Sobre isso, analise as afirmativas a seguir:
I- No primeiro caso, a meta é ganhar mais participação de mercado dos herbicidas para um produto exclusivo;
II- No segundo caso, o desejo é aumentar as vendas de sementes sem danificar de nenhuma forma a utilidade de um produto chave para o manejo de pragas (o inseticida microbiano à base de Bt);
III- Se os agricultores dos Estados Unidos adotam a soja transgênica, devem assinar um acordo com a Monsanto. Se plantarem soja transgênica no ano seguinte, usando semente própria pagam multa por hectare2.
Está correto o que se afirma em:
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: IF-RO
Em 1960, George L. McNew propôs uma classificação para as doenças de plantas baseada nos processos fisiológicos vitais da planta interferidos pelos patógenos. Os processos fisiológicos vitais de uma planta, em ordem cronológica são:
I - Absorção de água e elementos minerais a partir de um substrato.
II - Desenvolvimento de tecidos jovens à custa dos nutrientes armazenados.
III - Utilização, pela planta, das substâncias elaboradas através da fotossíntese.
IV - Fotossíntese.
V - Transporte de água e elementos minerais através do sistema vascular.
VI - Acúmulo de nutrientes em órgãos de armazenamento para o desenvolvimento de tecidos embrionários.
Está correta a seguinte sequência:
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: IF-RO
O banco de sementes pode ser constituído de milhares de sementes, é a fonte para as futuras infestações de ervas daninhas. A maioria das sementes de plantas daninhas está localizada na camada de 0-6 cm do solo, podendo ir até aos 15 a 20 cm. Existem dois tipos de bancos de sementes. Quais?
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: IF-RO
Observando uma planta, notou-se que a gema terminal estava seca, todavia se desenvolvem gemas laterais, que posteriormente acabam por perecer, menor produção de sementes e não tem crescimento de raiz. O possível diagnóstico dado é:
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Observe as palavras grifadas da frase a seguir e depois assinale a alternativa que traz a respectiva classificação morfológica.
“Saudade é amar um passado que ainda não passou...” (Pablo Neruda)
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Em relação à regência verbal, assinale a alternativa que contraria a norma culta da língua portuguesa escrita.
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Leia a tirinha para responder às próximas duas(2) questões.

Disponível em http://metiradoserio.com.br/index.php/dik-browne/. Acesso em 12 mai 2014.
Julgue as afirmativas e assinale a alternativa correta
I – No primeiro quadrinho o pronome demonstrativo “nesse” está inadequado ao contexto. O correto seria “neste”, pois indica proximidade de quem fala.
II – Os verbos “tem”, “perguntas” e “cozinha” estão no tempo presente do modo indicativo.
III – No segundo quadrinho, em “Tem gosto de açúcar com peixe!” há um erro de concordância verbal, pois o verbo “tem” deveria estar no plural “têm”.
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Leia a tirinha para responder às próximas duas(2) questões.

Disponível em http://metiradoserio.com.br/index.php/dik-browne/. Acesso em 12 mai 2014.
No primeiro quadrinho a palavra “porque” está grafada incorretamente. Assinale a única alternativa que também apresenta erro quanto ao emprego do porquê.
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Leia o texto a seguir para responder às próximas seis(6) questões.
CINZAS LEMBRANÇAS
Contar as histórias das vítimas e de suas famílias é a melhor forma de fazer com que ditadura deixe de ser uma abstração
Para muitos jovens, ditadura é uma expressão genérica, quase uma abstração. Apenas uma minoria de sobreviventes, dos nascidos até o início dos anos 1960, guarda na memória a vivência daquele tempo. Para os demais, a maioria esmagadora dos adultos de hoje, ditadura é mais um clichê a se somar a tantos outros da nossa história oficial.
Pois eu vou contar resumidamente como me lembro do regime militar. Foi um tempo mais de tons de cinza do que de branco e preto, embora houvesse uma clara divisão de campos, de um lado os opressores, de outro suas vítimas e os que resistiam de diferentes formas.
Digo tons de cinza porque a censura nunca foi sistêmica e a repressão mais dura era localizada. Os militares não tiveram sequer a coragem de se assumir como os ditadores que foram. Havia espaços para pessoas resistirem. Especialmente nos meios de comunicação de massa, alguns deles, pode-se dizer, mais cúmplices da ditadura do que as vítimas que hoje pretendem ter sido.
Foram tempos de tons de cinza também porque não havia clareza entre nós, que lutávamos pela liberdade: jornalistas, estudantes, lideranças políticas e religiosas, ativistas e intelectuais. Hoje há consenso de que os que pegaram em armas contra a ditadura eram uma minoria relativamente isolada. Por isso, no Brasil, a repressão mais cruel não atingiu dimensões genocidas, como no Chile e na Argentina. E talvez por isso, hoje, a sociedade brasileira tem da ditadura uma memória ambígua e complacente e não se sente por ela traumatizada.
Mas houve também aqui uma repressão de massa, menos visível, quase silenciosa, que afetou quase 60 mil pessoas: oficiais e subalternos expelidos das Forças Armadas, professores e estudantes cassados, funcionários públicos e de estatais perseguidos, sindicalistas postos em listas negras, cantores e compositores exilados. Nossas universidades e o próprio pensamento nacional nunca se recuperaram do expurgo de quase duas centenas de nossos maiores cientistas.
Sobre a repressão mais dura é preciso dizer que seus métodos equipararam-se aos dos mais nefandos sistemas de repressão da história. A tortura física era procedimento-padrão. Os estupros, frequentes. Pais foram assassinados na frente de filhos. Outros foram sequestrados e mortos, e seus corpos esquartejados e desaparecidos. Não poucos presos políticos foram levados à loucura e ao suicídio.
Algumas dessas histórias dizem mais sobre a ditadura do que qualquer explicação sociológica – relato muita delas em meu livro de contos Você Vai Voltar Pra Mim e Outros Contos, publicado pela Cosacnaify. Contar as histórias dessas vítimas e de suas famílias talvez seja a melhor forma de fazer com que a ditadura deixe de ser uma abstração na cabeça dos brasileiros que não viveram aqueles tempos.
KUCINSKI, B. Carta na Escola, Edição n° 85. Disponível em:
http://www.cartanaescola.com.br/single/show/330. Acesso em 12 mai 2014.
A mesma regra de acentuação que vale para a palavra “história”, vale também para:
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Leia o texto a seguir para responder às próximas seis(6) questões.
CINZAS LEMBRANÇAS
Contar as histórias das vítimas e de suas famílias é a melhor forma de fazer com que ditadura deixe de ser uma abstração
Para muitos jovens, ditadura é uma expressão genérica, quase uma abstração. Apenas uma minoria de sobreviventes, dos nascidos até o início dos anos 1960, guarda na memória a vivência daquele tempo. Para os demais, a maioria esmagadora dos adultos de hoje, ditadura é mais um clichê a se somar a tantos outros da nossa história oficial.
Pois eu vou contar resumidamente como me lembro do regime militar. Foi um tempo mais de tons de cinza do que de branco e preto, embora houvesse uma clara divisão de campos, de um lado os opressores, de outro suas vítimas e os que resistiam de diferentes formas.
Digo tons de cinza porque a censura nunca foi sistêmica e a repressão mais dura era localizada. Os militares não tiveram sequer a coragem de se assumir como os ditadores que foram. Havia espaços para pessoas resistirem. Especialmente nos meios de comunicação de massa, alguns deles, pode-se dizer, mais cúmplices da ditadura do que as vítimas que hoje pretendem ter sido.
Foram tempos de tons de cinza também porque não havia clareza entre nós, que lutávamos pela liberdade: jornalistas, estudantes, lideranças políticas e religiosas, ativistas e intelectuais. Hoje há consenso de que os que pegaram em armas contra a ditadura eram uma minoria relativamente isolada. Por isso, no Brasil, a repressão mais cruel não atingiu dimensões genocidas, como no Chile e na Argentina. E talvez por isso, hoje, a sociedade brasileira tem da ditadura uma memória ambígua e complacente e não se sente por ela traumatizada.
Mas houve também aqui uma repressão de massa, menos visível, quase silenciosa, que afetou quase 60 mil pessoas: oficiais e subalternos expelidos das Forças Armadas, professores e estudantes cassados, funcionários públicos e de estatais perseguidos, sindicalistas postos em listas negras, cantores e compositores exilados. Nossas universidades e o próprio pensamento nacional nunca se recuperaram do expurgo de quase duas centenas de nossos maiores cientistas.
Sobre a repressão mais dura é preciso dizer que seus métodos equipararam-se aos dos mais nefandos sistemas de repressão da história. A tortura física era procedimento-padrão. Os estupros, frequentes. Pais foram assassinados na frente de filhos. Outros foram sequestrados e mortos, e seus corpos esquartejados e desaparecidos. Não poucos presos políticos foram levados à loucura e ao suicídio.
Algumas dessas histórias dizem mais sobre a ditadura do que qualquer explicação sociológica – relato muita delas em meu livro de contos Você Vai Voltar Pra Mim e Outros Contos, publicado pela Cosacnaify. Contar as histórias dessas vítimas e de suas famílias talvez seja a melhor forma de fazer com que a ditadura deixe de ser uma abstração na cabeça dos brasileiros que não viveram aqueles tempos.
KUCINSKI, B. Carta na Escola, Edição n° 85. Disponível em:
http://www.cartanaescola.com.br/single/show/330. Acesso em 12 mai 2014.
Julgue as afirmativas em relação à colocação pronominal.
I – “Especialmente nos meios de comunicação de massa, alguns deles, pode-se dizer [...].”
O uso de ênclise justifica-se porque não devemos utilizar pronomes oblíquos átonos em início de orações.
II – “[...] a sociedade brasileira tem da ditadura uma memória ambígua e complacente e não se sente por ela traumatizada.”
O uso de próclise justifica-se porque há um advérbio de negação que atrai o pronome oblíquo átono para antes do verbo.
III – “Nossas universidades e o próprio pensamento nacional nunca se recuperaram do expurgo de quase duas centenas de nossos maiores cientistas.”
O uso da próclise justifica-se porque o verbo está no futuro do presente.
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