Foram encontradas 50 questões.
Zabala(1998) utiliza dois grandes referenciais para considerar a função social do ensino e do conhecimento. São eles:
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Historicamente nações indígenas têm sido exterminadas, principalmente pelo avanço da exploração econômica. Culturalmente os índios têm suas tradições e modo de vida distintos que podem e devem ser preservados. “O Estado de Rondônia possui uma das mais significativas populações indígenas do país – cerca de 11 mil pessoas, distribuídas em 23 Terras Indígenas que representam um total de 20,82% da área do estado (GTA, 2008), abrigando inúmeras etnias”. Identifique a alternativa em que nem todas etnias apresentadas são encontradas em Rondônia.
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“O IDHM ou IDH-M (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) é acompanhado por mais de 180 indicadores socioeconômicos, que dão suporte à análise do IDHM e ampliam a compreensão dos fenômenos e dinâmicas voltados ao desenvolvimento municipal. O IDHM e os indicadores de suporte ficam reunidos no Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013. (...) O IDHM é um número que varia entre 0 e 1. Quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano de um município”.

Fonte: http://www.atlasbrasil.org.br/2013/pt/o_atlas/idhm/
Com base no Censo do IBGE de 2010, apenas 7 (sete) dos 52 (cinquenta e dois) municípios de Rondônia faziam parte do grupo de municípios com IDHM classificados na faixa de “Alto Desenvolvimento Humano Municipal”, sendo que nenhum dos demais municípios foi classificado nas faixas extremas.
Quanto ao índice numérico do IDHM (Censo do IBGE de 2010) dos municípios de Rondônia, assinale a afirmação correta.
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De acordo como o Capítulo III da Constituição Federal, que trata da educação, da cultura e do desporto, qual alternativa é errada?
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Leia o poema a seguir para responder à questão.
Palavras, Olavo Bilac
As palavras do amor expiram como os versos,
Com que adoço a amargura e embalo o pensamento:
Vagos clarões, vapor de perfumes dispersos,
Vidas que não têm vida, existências que invento;
Esplendor cedo morto, ânsia breve, universos
De pó, que o sopro espalha ao torvelim do vento,
Raios de sol, no oceano entre as águas imersos
-As palavras da fé vivem num só momento...
Mas as palavras más, as do ódio e do despeito,
O "não!" que desengana, o "nunca!" que alucina,
E as do aleive, em baldões, e as da mofa, em risadas,
Abrasam-nos o ouvido e entram-nos pelo peito:
Ficam no coração, numa inércia assassina,
Imóveis e imortais, como pedras geladas.
(http://www.jornaldepoesia.jor.br/bilac2.html#pala)
Assinale a única alternativa que apresenta uma característica do Parnasianismo ausente no poema de Bilac.
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Leia “O Falso Mendigo”, de Vinicius de Moraes, e responda a questão.
Minha mãe, manda comprar um quilo de papel almaço na venda Quero fazer uma poesia. Diz a Amélia para preparar um refresco bem gelado E me trazer muito devagarinho. Não corram, não falem, fechem todas as portas a chave Quero fazer uma poesia. Se me telefonarem, só estou para Maria Se for o Ministro, só recebo amanhã Se for um trote, me chama depressa Tenho um tédio enorme da vida. Diz a Amélia para procurar a "Patética" no rádio Se houver um grande desastre vem logo contar Se o aneurisma de dona Ângela arrebentar, me avisa Tenho um tédio enorme da vida. Liga para vovó Neném, pede a ela uma ideia bem inocente Quero fazer uma grande poesia. Quando meu pai chegar tragam-me logo os jornais da tarde Se eu dormir, pelo amor de Deus, me acordem Não quero perder nada na vida. Fizeram bicos de rouxinol para o meu jantar? Puseram no lugar meu cachimbo e meus poetas? Tenho um tédio enorme da vida. Minha mãe, estou com vontade de chorar Estou com taquicardia, me dá um remédio Não, antes me deixa morrer, quero morrer, a vida Já não me diz mais nada Tenho horror da vida, quero fazer a maior poesia do mundo Quero morrer imediatamente. Fala com o Presidente para fecharem todos os cinemas Não aguento mais ser censor. Ah, pensa uma coisa, minha mãe, para distrair teu filho Teu falso, teu miserável, teu sórdido filho Que estala em força, sacrifício, violência, devotamento Que podia britar pedra alegremente Ser negociante cantando Fazer advocacia com o sorriso exato
Se com isso não perdesse o que por fatalidade de amor Sabe ser o melhor, o mais doce e o mais eterno da tua puríssima carícia
Antologia poética. São Paulo: Companhia das Letras, 1992, pp. 84-85 (Disponível em: http://letras.mus.br/vinicius-de-moraes/86584/ Acesso em: 15 de maio de 2014)
Todos os versos a seguir demonstram a preocupação com o olhar poético para a realidade rotineira, exceto:
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Leia “O Falso Mendigo”, de Vinicius de Moraes, e responda a questão.
Minha mãe, manda comprar um quilo de papel almaço na venda
Quero fazer uma poesia.
Diz a Amélia para preparar um refresco bem gelado
E me trazer muito devagarinho.
Não corram, não falem, fechem todas as portas a chave
Quero fazer uma poesia.
Se me telefonarem, só estou para Maria
Se for o Ministro, só recebo amanhã
Se for um trote, me chama depressa
Tenho um tédio enorme da vida.
Diz a Amélia para procurar a "Patética" no rádio
Se houver um grande desastre vem logo contar
Se o aneurisma de dona Ângela arrebentar, me avisa
Tenho um tédio enorme da vida.
Liga para vovó Neném, pede a ela uma ideia bem inocente
Quero fazer uma grande poesia.
Quando meu pai chegar tragam-me logo os jornais da tarde
Se eu dormir, pelo amor de Deus, me acordem
Não quero perder nada na vida.
Fizeram bicos de rouxinol para o meu jantar?
Puseram no lugar meu cachimbo e meus poetas?
Tenho um tédio enorme da vida.
Minha mãe, estou com vontade de chorar
Estou com taquicardia, me dá um remédio
Não, antes me deixa morrer, quero morrer, a vida
Já não me diz mais nada
Tenho horror da vida, quero fazer a maior poesia do mundo
Quero morrer imediatamente.
Fala com o Presidente para fecharem todos os cinemas
Não aguento mais ser censor.
Ah, pensa uma coisa, minha mãe, para distrair teu filho
Teu falso, teu miserável, teu sórdido filho
Que estala em força, sacrifício, violência, devotamento
Que podia britar pedra alegremente
Ser negociante cantando
Fazer advocacia com o sorriso exato
Se com isso não perdesse o que por fatalidade de amor
Sabe ser o melhor, o mais doce e o mais eterno da tua puríssima carícia
Antologia poética. São Paulo: Companhia das Letras, 1992, pp. 84-85
(Disponível em: http://letras.mus.br/vinicius-de-moraes/86584/ Acesso em: 15 de maio de 2014)
Analise “O Falso Mendigo”, de Vinícius de Moraes, e assinale a única alternativa que apresenta uma característica inadequada ao poema:
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Leia o “Poema visto por fora”, de Murilo Mendes, para responder a questão.
O espírito da poesia me arrebata
Para a região sem forma onde passo longo tempo imóvel
Num silêncio de antes da criação das coisas.
Súbito estendo o braço direito e tudo se encarna:
O esterco novo da volúpia aquece a terra,
Os peixes sobem os porões do oceano,
As massas precipitam-se na praça pública.
Bordéis e igrejas, maternidades e cemitérios
Levantam-se no ar para o bem e para o mal
Os diversos personagens que encerrei
Deslocam-se uns dos outros, fundam uma comunidade
Que eu presido ora triste ora alegre.
Não sou Deus porque parto para Ele,
Sou um deus porque partem para mim.
Somos todos deuses porque partimos para um fim único
(MENDES, M. A poesia em pânico. Rio de Janeiro: Guanabara, 1937)
Murilo Mendes é considerado um escritor do:
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Leia o “Poema visto por fora”, de Murilo Mendes, para responder a questão.
O espírito da poesia me arrebata
Para a região sem forma onde passo longo tempo imóvel
Num silêncio de antes da criação das coisas.
Súbito estendo o braço direito e tudo se encarna:
O esterco novo da volúpia aquece a terra,
Os peixes sobem os porões do oceano,
As massas precipitam-se na praça pública.
Bordéis e igrejas, maternidades e cemitérios
Levantam-se no ar para o bem e para o mal
Os diversos personagens que encerrei
Deslocam-se uns dos outros, fundam uma comunidade
Que eu presido ora triste ora alegre.
Não sou Deus porque parto para Ele,
Sou um deus porque partem para mim.
Somos todos deuses porque partimos para um fim único
(MENDES, M. A poesia em pânico. Rio de Janeiro: Guanabara, 1937)
Para expressar o conflito existencial vivido pelo poeta, revelado pela condição humana vs divina, as poesias de Murilo Mendes recorrem
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Leia o “Poema visto por fora”, de Murilo Mendes, para responder a questão.
O espírito da poesia me arrebata
Para a região sem forma onde passo longo tempo imóvel
Num silêncio de antes da criação das coisas.
Súbito estendo o braço direito e tudo se encarna:
O esterco novo da volúpia aquece a terra,
Os peixes sobem os porões do oceano,
As massas precipitam-se na praça pública.
Bordéis e igrejas, maternidades e cemitérios
Levantam-se no ar para o bem e para o mal
Os diversos personagens que encerrei
Deslocam-se uns dos outros, fundam uma comunidade
Que eu presido ora triste ora alegre.
Não sou Deus porque parto para Ele,
Sou um deus porque partem para mim.
Somos todos deuses porque partimos para um fim único
(MENDES, M. A poesia em pânico. Rio de Janeiro: Guanabara, 1937)
Constituem características da poesia de Murilo Mendes, também observadas no poema abordado, excetuando-se:
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