Foram encontradas 40 questões.
Coloque ( V ), para as verdadeiras ou ( F) para as falsas, em cada uma das proposições apresentadas abaixo.
O caminho para a avaliação mediadora deve orientar-se no sentido de
( ) buscar significados para todas as dimensões da relação entre educador e educando.
( ) investigar seriamente as peculiaridades dos aprendizes e das aprendizagens.
( ) classificar, considerando boas atitudes, o esforço e o comprometimento dos alunos.
( ) reforçar o valor mercadológico das aprendizagens e as relações de auroritarismo em sala de aula.
( ) privilegiar a classificação e a competição em detrimento à aprendizagem.
( ) investigar seriamente as peculiaridades dos aprendizes e das aprendizagens.
( ) classificar, considerando boas atitudes, o esforço e o comprometimento dos alunos.
( ) reforçar o valor mercadológico das aprendizagens e as relações de auroritarismo em sala de aula.
( ) privilegiar a classificação e a competição em detrimento à aprendizagem.
A sequência correta, de cima para baixo, é
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De acordo com Barroso, no livro Gestão Democrática da Educação: atuais tendências, novos desafios, organizado por Naura S. Carapeto Ferreira, uma gestão flexível das escolas se dá através da concretização de cinco grandes princípios a que deve obedecer a gestão das escolas no quadro de um claro reforço da sua autonomia. São eles:
I. Autonomia, democracia, solidariedade, racionalidade e participação.
II. Organização, planejamento, participação, conhecimento e liderança.
III. Profissionalismo, descentralização, liderança, flexibilidade e autonomia.
IV. Legitimidade, participação, liderança, qualificação, flexibilidade.
II. Organização, planejamento, participação, conhecimento e liderança.
III. Profissionalismo, descentralização, liderança, flexibilidade e autonomia.
IV. Legitimidade, participação, liderança, qualificação, flexibilidade.
Estão INCORRETAS as afirmativas
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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido. É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente, são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim. Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
São feitas, a seguir, algumas afirmativas sobre o texto.
I. As manifestações de rua, segundo o texto, representam um perigo à sociedade, já que propiciam ambiente no qual os bandidos externam principalmente sua revolta frente às desigualdades sociais.
II. A cronista demonstra reconhecer no texto seu papel singular e responsável de porta-voz dos problemas sociais que atingem o país, entre eles, o da banalização da vida.
III. A autora argumenta em favor de um policiamento ostensivo, isto é, de um número maior de policiais nas ruas, em especial, naquelas em que trafegam estudantes, famílias e operários.
IV. A forma descomprometida ou inábil com que as autoridades vêm gerenciando a criminalidade no país está fazendo com que nos acostumemos com a barbárie e, consequentemente, está alterando nossa forma de conceber a vida e a morte.
Estão corretas as afirmativas
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Como entender a questão da educação tecnológica no ensino médio e no ensino superior de acordo com Frigotto(2005)? A questão da educação tecnológica está presente no campo da educação sob duas perspectivas. Uma que aborda associados às utilizadas nos processos de produção. Essa perspectiva esteve na origem dos Centros Federais de Educação Tecnológica.
Que sequência completa, corretamente, as lacunas?
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A tendência à avaliação padronizada leva professores, escolas e consequentemente os Supervisores Pedagógicos a uniformizar procedimentos avaliativos. Atuando como mediador de um trabalho, que vai em busca da superação e da quebra de padrões comparativos e padronizados, o Supervisor Pedagógico deve orientar professores no sentido de
I. organizar seus registros avaliativos, de maneira contínua e articulada em diferentes tempos e significados.
II. aferir notas aos comportamentos dos alunos, a fim de ter dados concretos da aprendizagem e indicadores precisos em sua dimensão e extensão.
III. atribuir valores e notas, porque eles apontam para uma gama infindável de interpretações de natureza classificatória.
IV. construir e expressar livremente os registros referentes à construção dos conhecimentos, mantendo a mobilização para mudanças, novas decisões e reflexões sobre sua postura e estratégias de ensino.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido. É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente, são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim. Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
A relação de sentido estabelecida entre as ideias ligadas pelos dois pontos, em “ São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais... ”, é de
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Segundo Veiga(1996), o projeto político pedagógico é entendido como a própria organização do trabalho pedagógico da escola.
De acordo com o pensamento da autora, o projeto político pedagógico parte dos princípios de
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A mobilização para o conhecimento visa possibilitar o vínculo significativo inicial entre o sujeito e o objeto ( approche ), provocar a necessidade, acordar, desequilibrar. O trabalho do educador, em princípio é
I. tornar o objeto em questão, um objeto de conhecimento para aquele sujeito
II. dar significado inicial, para que o sujeito leve em conta o objeto como um desafio
III. estabelecer um primeiro nível de significação
IV. oportunizar que o sujeito chegue a resgatar e/ou elaborar as primeiras representações mentais do objeto a ser conhecido.
II. dar significado inicial, para que o sujeito leve em conta o objeto como um desafio
III. estabelecer um primeiro nível de significação
IV. oportunizar que o sujeito chegue a resgatar e/ou elaborar as primeiras representações mentais do objeto a ser conhecido.
Estão corretas as afirmativas
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O professor competente no avaliar a aprendizagem sabe que a prova é um momento privilegiado de estudo. Essa convicção pressupõe que
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A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido(A). É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.(B)
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente(C), são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim(D). Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
Em qual passagem a seguir há correspondência entre o pronome destacado e o referente?
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