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Foram encontradas 40 questões.

829938 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Conforme a Lei n.º 8.112, de 1990, a Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso
I. é devida ao servidor, em caráter permanente, que atuar como instrutor em curso de formação ou de treinamento regularmente instituído no âmbito da administração pública federal.
II. não será concedida na hipótese do servidor participar de comissão para exames orais ou para julgamento de recursos intentados por candidatos.
III. não se incorpora ao vencimento ou salário do servidor para qualquer efeito.
IV. é calculada em horas, observada a natureza e a complexidade da atividade exercida.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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796219 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
A insustentável sociedade de consumo
Lojas de departamentos de vários andares, shopping centers que oferecem todos os tipos de serviços, boutiques finas que servem champanhe aos clientes, pequenas lojas que vendem toda sorte de produtos por menos de R$ 2,00. Há décadas consumir deixou de ser um simples ato de subsistência para ser identificado como uma forma de lazer, de libertação e até mesmo de cidadania. Homens e mulheres são levados a consumir, mesmo sem necessidade, apenas pelo simples ato de comprar. Para alguns pesquisadores, consumir é indispensável para fazer a economia girar e os países se desenvolverem. Para outros, o consumo desenfreado é uma grave doença moderna, com complicadas consequências para a sociedade e para o meio ambiente.
“As relações sociais escravizaram-se pelo dinheiro e pelo poder de consumo”, afirma Valquíria Padilha, socióloga da Universidade de São Paulo (USP) e autora do livro Shopping Center: A catedral das mercadorias. A socióloga explica que o cidadão foi reduzido a consumidor através de uma série de estratégias que construíram o capitalismo e o neoliberalismo. Como parte dessa estratégia, o Estado liberal foi deixando ao mercado responsabilidades que deveriam ser suas, como fornecer saúde, lazer, educação e infraestrutura de qualidade. A consequência disso é um número cada vez maior de pessoas, principalmente da classe média, pagando, além dos impostos, planos de saúde privados, escolas privadas, pedágios e segurança privada. E conclui: “Quem não tem dinheiro não tem cidadania”.
O consumo acabou se tornando um fator importante de construção de representações sociais. Ao comprar, não apenas se adquire um produto ou um serviço, mas define-se o status, e mesmo a identidade, de um indivíduo. É o “compro, logo existo”, uma forma de o indivíduo posicionar-se – e diferenciar-se – dentro da sociedade através do que consome.
“Aquilo que você veste, come e bebe define socialmente quem você é, onde você está e até onde pode ir. Dessa forma, cria-se um mito cultural: aquele que maiores condições financeiras obtiver ‘irá mais longe’”, destaca Aloísio Ruscheinsky, sociólogo da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). “Os impactos psicossociais dessa lógica de vida são bastante complicados, porque o valor do ser humano é reduzido ao seu poder de compra.
Quem tem carro importado é melhor, quem se veste com roupas da moda é gente de respeito e assim por diante”, concorda Padilha.
Não é preciso apenas consumir para existir, mas é preciso consumir para ser feliz.
Nessa lógica, vale tudo para se realizar um sonho de consumo: fazer horas-extras, “bicos” ou prestações a perder de vista. “É como se os objetos fossem capazes de propiciar o bem-estar social e a segurança que tanto se reclama e proclama”, aponta Ruscheinsky. Assim, busca-se a realização pessoal e a felicidade através do consumo. A sociedade de consumo vende a satisfação dos desejos individuais, mas desperta nos consumidores a cada momento novos desejos a serem satisfeitos, fazendo-os querer (e consumir) sempre mais. “O vazio existencial cavado pela complexidade dos relacionamentos psicossociais não se preenche facilmente com bolsas, celulares e carros. Se a felicidade prometida pela sociedade de consumo fosse real, nós não estaríamos vivendo uma sociedade tão violenta como a nossa. A violência física e a simbólica são frutos da desigualdade e da perversidade da sociedade de consumo que elege os endinheirados como os sortudos da ilha da fantasia”, alerta Padilha.
“O consumo é indispensável na vida de todos os cidadãos. O que está em discussão é a tipologia, o significado e o montante do consumo. Principalmente no que diz respeito às produções que envolvem matérias-primas, há uma crescente preocupação. A finitude dos recursos naturais é evidente e é agravada pelo modo de produção regente, que destrói e polui o meio ambiente”, diz Ruscheinsky. “O consumo é indispensável e cumpre diversas funções sociais, mas, nos níveis e padrões atuais e em expansão, precisa ser modificado em direção a formas mais sustentáveis, tanto do ponto de vista social quanto ambiental”, concorda Fátima Portilho, socióloga da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Texto adaptado de: BUENO, Chris. A insustentável sociedade de consumo. 2008. Disponível em
http://comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=36&id=429. Acesso em 25 out. 2012.
Em cada alternativa a seguir, há um fragmento do texto e abaixo uma versão com termos equivalentes no feminino. Em qual das versões, seria correto e obrigatório o uso do acento indicativo de crase?
 

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756956 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
A insustentável sociedade de consumo
Lojas de departamentos de vários andares, shopping centers que oferecem todos os tipos de serviços, boutiques finas que servem champanhe aos clientes, pequenas lojas que vendem toda sorte de produtos por menos de R$ 2,00. Há décadas consumir deixou de ser um simples ato de subsistência para ser identificado como uma forma de lazer, de libertação e até mesmo de cidadania. Homens e mulheres são levados a consumir, mesmo sem necessidade, apenas pelo simples ato de comprar. Para alguns pesquisadores, consumir é indispensável para fazer a economia girar e os países se desenvolverem. Para outros, o consumo desenfreado é uma grave doença moderna, com complicadas consequências para a sociedade e para o meio ambiente.
“As relações sociais escravizaram-se pelo dinheiro e pelo poder de consumo”, afirma Valquíria Padilha, socióloga da Universidade de São Paulo (USP) e autora do livro Shopping Center: A catedral das mercadorias. A socióloga explica que o cidadão foi reduzido a consumidor através de uma série de estratégias que construíram o capitalismo e o neoliberalismo. Como parte dessa estratégia, o Estado liberal foi deixando ao mercado responsabilidades que deveriam ser suas, como fornecer saúde, lazer, educação e infraestrutura de qualidade. A consequência disso é um número cada vez maior de pessoas, principalmente da classe média, pagando, além dos impostos, planos de saúde privados, escolas privadas, pedágios e segurança privada. E conclui: “Quem não tem dinheiro não tem cidadania”.
O consumo acabou se tornando um fator importante de construção de representações sociais. Ao comprar, não apenas se adquire um produto ou um serviço, mas define-se o status, e mesmo a identidade, de um indivíduo. É o “compro, logo existo”, uma forma de o indivíduo posicionar-se – e diferenciar-se – dentro da sociedade através do que consome.
“Aquilo que você veste, come e bebe define socialmente quem você é, onde você está e até onde pode ir. Dessa forma, cria-se um mito cultural: aquele que maiores condições financeiras obtiver ‘irá mais longe’”, destaca Aloísio Ruscheinsky, sociólogo da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). “Os impactos psicossociais dessa lógica de vida são bastante complicados, porque o valor do ser humano é reduzido ao seu poder de compra.
Quem tem carro importado é melhor, quem se veste com roupas da moda é gente de respeito e assim por diante”, concorda Padilha.
Não é preciso apenas consumir para existir, mas é preciso consumir para ser feliz.
Nessa lógica, vale tudo para se realizar um sonho de consumo: fazer horas-extras, “bicos” ou prestações a perder de vista. “É como se os objetos fossem capazes de propiciar o bem-estar social e a segurança que tanto se reclama e proclama”, aponta Ruscheinsky. Assim, busca-se a realização pessoal e a felicidade através do consumo. A sociedade de consumo vende a satisfação dos desejos individuais, mas desperta nos consumidores a cada momento novos desejos a serem satisfeitos, fazendo-os querer (e consumir) sempre mais. “O vazio existencial cavado pela complexidade dos relacionamentos psicossociais não se preenche facilmente com bolsas, celulares e carros. Se a felicidade prometida pela sociedade de consumo fosse real, nós não estaríamos vivendo uma sociedade tão violenta como a nossa. A violência física e a simbólica são frutos da desigualdade e da perversidade da sociedade de consumo que elege os endinheirados como os sortudos da ilha da fantasia”, alerta Padilha.
“O consumo é indispensável na vida de todos os cidadãos. O que está em discussão é a tipologia, o significado e o montante do consumo. Principalmente no que diz respeito às produções que envolvem matérias-primas, há uma crescente preocupação. A finitude dos recursos naturais é evidente e é agravada pelo modo de produção regente, que destrói e polui o meio ambiente”, diz Ruscheinsky. “O consumo é indispensável e cumpre diversas funções sociais, mas, nos níveis e padrões atuais e em expansão, precisa ser modificado em direção a formas mais sustentáveis, tanto do ponto de vista social quanto ambiental”, concorda Fátima Portilho, socióloga da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Texto adaptado de: BUENO, Chris. A insustentável sociedade de consumo. 2008. Disponível em
http://comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=36&id=429. Acesso em 25 out. 2012.
Qual afirmação NÃO é respaldada pelo texto?
 

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748808 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
A Administração Pública que desejar comprar ou alienar bens imóveis, qualquer que seja o valor do seu objeto, em regra geral, poderá contratar pelo meio de licitação na modalidade de
 

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709012 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
De acordo com a Lei n.º 8.112, de 1990, NÃO são formas de provimento de cargo público
 

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708151 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
A insustentável sociedade de consumo
Lojas de departamentos de vários andares, shopping centers que oferecem todos os tipos de serviços, boutiques finas que servem champanhe aos clientes, pequenas lojas que vendem toda sorte de produtos por menos de R$ 2,00. Há décadas consumir deixou de ser um simples ato de subsistência para ser identificado como uma forma de lazer, de libertação e até mesmo de cidadania. Homens e mulheres são levados a consumir, mesmo sem necessidade, apenas pelo simples ato de comprar. Para alguns pesquisadores, consumir é indispensável para fazer a economia girar e os países se desenvolverem. Para outros, o consumo desenfreado é uma grave doença moderna, com complicadas consequências para a sociedade e para o meio ambiente.
“As relações sociais escravizaram-se pelo dinheiro e pelo poder de consumo”, afirma Valquíria Padilha, socióloga da Universidade de São Paulo (USP) e autora do livro Shopping Center: A catedral das mercadorias. A socióloga explica que o cidadão foi reduzido a consumidor através de uma série de estratégias que construíram o capitalismo e o neoliberalismo. Como parte dessa estratégia, o Estado liberal foi deixando ao mercado responsabilidades que deveriam ser suas, como fornecer saúde, lazer, educação e infraestrutura de qualidade. A consequência disso é um número cada vez maior de pessoas, principalmente da classe média, pagando, além dos impostos, planos de saúde privados, escolas privadas, pedágios e segurança privada. E conclui: “Quem não tem dinheiro não tem cidadania”.
O consumo acabou se tornando um fator importante de construção de representações sociais. Ao comprar, não apenas se adquire um produto ou um serviço, mas define-se o status, e mesmo a identidade, de um indivíduo. É o “compro, logo existo”, uma forma de o indivíduo posicionar-se – e diferenciar-se – dentro da sociedade através do que consome.
“Aquilo que você veste, come e bebe define socialmente quem você é, onde você está e até onde pode ir. Dessa forma, cria-se um mito cultural: aquele que maiores condições financeiras obtiver ‘irá mais longe’”, destaca Aloísio Ruscheinsky, sociólogo da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). “Os impactos psicossociais dessa lógica de vida são bastante complicados, porque o valor do ser humano é reduzido ao seu poder de compra.
Quem tem carro importado é melhor, quem se veste com roupas da moda é gente de respeito e assim por diante”, concorda Padilha.
Não é preciso apenas consumir para existir, mas é preciso consumir para ser feliz.
Nessa lógica, vale tudo para se realizar um sonho de consumo: fazer horas-extras, “bicos” ou prestações a perder de vista. “É como se os objetos fossem capazes de propiciar o bem-estar social e a segurança que tanto se reclama e proclama”, aponta Ruscheinsky. Assim, busca-se a realização pessoal e a felicidade através do consumo. A sociedade de consumo vende a satisfação dos desejos individuais, mas desperta nos consumidores a cada momento novos desejos a serem satisfeitos, fazendo-os querer (e consumir) sempre mais. “O vazio existencial cavado pela complexidade dos relacionamentos psicossociais não se preenche facilmente com bolsas, celulares e carros. Se a felicidade prometida pela sociedade de consumo fosse real, nós não estaríamos vivendo uma sociedade tão violenta como a nossa. A violência física e a simbólica são frutos da desigualdade e da perversidade da sociedade de consumo que elege os endinheirados como os sortudos da ilha da fantasia”, alerta Padilha.
“O consumo é indispensável na vida de todos os cidadãos. O que está em discussão é a tipologia, o significado e o montante do consumo. Principalmente no que diz respeito às produções que envolvem matérias-primas, há uma crescente preocupação. A finitude dos recursos naturais é evidente e é agravada pelo modo de produção regente, que destrói e polui o meio ambiente”, diz Ruscheinsky. “O consumo é indispensável e cumpre diversas funções sociais, mas, nos níveis e padrões atuais e em expansão, precisa ser modificado em direção a formas mais sustentáveis, tanto do ponto de vista social quanto ambiental”, concorda Fátima Portilho, socióloga da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Texto adaptado de: BUENO, Chris. A insustentável sociedade de consumo. 2008. Disponível em
http://comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=36&id=429. Acesso em 25 out. 2012.
No primeiro parágrafo do texto, o consumo é apontado como uma forma de
 

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706438 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
A insustentável sociedade de consumo
Lojas de departamentos de vários andares, shopping centers que oferecem todos os tipos de serviços, boutiques finas que servem champanhe aos clientes, pequenas lojas que vendem toda sorte de produtos por menos de R$ 2,00. Há décadas consumir deixou de ser um simples ato de subsistência para ser identificado como uma forma de lazer, de libertação e até mesmo de cidadania. Homens e mulheres são levados a consumir, mesmo sem necessidade, apenas pelo simples ato de comprar. Para alguns pesquisadores, consumir é indispensável para fazer a economia girar e os países se desenvolverem. Para outros, o consumo desenfreado é uma grave doença moderna,(c) com complicadas consequências(a) para a sociedade e para o meio ambiente.
“As relações sociais escravizaram-se pelo dinheiro e pelo poder de consumo”, afirma Valquíria Padilha, socióloga da Universidade de São Paulo (USP) e autora do livro Shopping Center: A catedral das mercadorias. A socióloga explica que o cidadão foi reduzido a consumidor através de uma série de estratégias que construíram o capitalismo e o neoliberalismo. Como parte dessa estratégia, o Estado liberal foi deixando ao mercado responsabilidades que deveriam ser suas, como fornecer saúde, lazer, educação e infraestrutura de qualidade. A consequência disso é um número cada vez maior de pessoas, principalmente da classe média, pagando, além dos impostos, planos de saúde privados, escolas privadas, pedágios e segurança privada. E conclui: “Quem não tem dinheiro não tem cidadania”.
O consumo acabou se tornando um fator importante(d) de construção de representações sociais. Ao comprar, não apenas se adquire um produto ou um serviço, mas define-se o status, e mesmo a identidade, de um indivíduo. É o “compro, logo existo”, uma forma de o indivíduo posicionar-se – e diferenciar-se – dentro da sociedade através do que consome.
“Aquilo que você veste, come e bebe define socialmente quem você é, onde você está e até onde pode ir. Dessa forma, cria-se um mito cultural: aquele que maiores condições financeiras obtiver ‘irá mais longe’”, destaca Aloísio Ruscheinsky, sociólogo da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). “Os impactos psicossociais dessa lógica de vida são bastante complicados, porque o valor do ser humano é reduzido ao seu poder de compra.
Quem tem carro importado é melhor, quem se veste com roupas da moda é gente de respeito e assim por diante”, concorda Padilha.
Não é preciso apenas consumir para existir, mas é preciso consumir para ser feliz.
Nessa lógica, vale tudo para se realizar um sonho de consumo: fazer horas-extras, “bicos” ou prestações a perder de vista. “É como se os objetos fossem capazes de propiciar o bem-estar social e a segurança que tanto se reclama e proclama”, aponta Ruscheinsky. Assim, busca-se a realização pessoal e a felicidade através do consumo. A sociedade de consumo vende a satisfação dos desejos individuais, mas desperta nos consumidores a cada momento novos desejos a serem satisfeitos, fazendo-os querer (e consumir) sempre mais. “O vazio existencial cavado pela complexidade dos relacionamentos psicossociais não se preenche facilmente com bolsas, celulares e carros. Se a felicidade prometida pela sociedade de consumo fosse real, nós não estaríamos vivendo uma sociedade tão violenta como a nossa. A violência física e a simbólica são frutos da desigualdade e da perversidade da sociedade de consumo que elege os endinheirados como os sortudos da ilha da fantasia”, alerta Padilha.
“O consumo é indispensável na vida de todos os cidadãos. O que está em discussão é a tipologia, o significado e o montante do consumo. Principalmente no que diz respeito às produções que envolvem matérias-primas, há uma crescente preocupação. A finitude dos recursos naturais é evidente e é agravada pelo modo de produção regente, que destrói e polui o meio ambiente”, diz Ruscheinsky. “O consumo é indispensável e cumpre diversas funções sociais,(b) mas, nos níveis e padrões atuais e em expansão, precisa ser modificado em direção a formas mais sustentáveis, tanto do ponto de vista social quanto ambiental”, concorda Fátima Portilho, socióloga da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Texto adaptado de: BUENO, Chris. A insustentável sociedade de consumo. 2008. Disponível em
http://comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=36&id=429. Acesso em 25 out. 2012.
Em qual alternativa, a mudança na ordem do termo destacado gera alteração significativa de sentido?
 

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683351 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
A insustentável sociedade de consumo
Lojas de departamentos de vários andares, shopping centers que oferecem todos os tipos de serviços, boutiques finas que servem champanhe aos clientes, pequenas lojas que vendem toda sorte de produtos por menos de R$ 2,00. Há décadas consumir deixou de ser um simples ato de subsistência para ser identificado como uma forma de lazer, de libertação e até mesmo de cidadania. Homens e mulheres são levados a consumir, mesmo sem necessidade, apenas pelo simples ato de comprar. Para alguns pesquisadores, consumir é indispensável para fazer a economia girar e os países se desenvolverem. Para outros, o consumo desenfreado é uma grave doença moderna, com complicadas consequências para a sociedade e para o meio ambiente.
“As relações sociais escravizaram-se pelo dinheiro e pelo poder de consumo”, afirma Valquíria Padilha, socióloga da Universidade de São Paulo (USP) e autora do livro Shopping Center: A catedral das mercadorias. A socióloga explica que o cidadão foi reduzido a consumidor através de uma série de estratégias que construíram o capitalismo e o neoliberalismo. Como parte dessa estratégia, o Estado liberal foi deixando ao mercado responsabilidades que deveriam ser suas, como fornecer saúde, lazer, educação e infraestrutura de qualidade. A consequência disso é um número cada vez maior de pessoas, principalmente da classe média, pagando, além dos impostos, planos de saúde privados, escolas privadas, pedágios e segurança privada. E conclui: “Quem não tem dinheiro não tem cidadania”.
O consumo acabou se tornando um fator importante de construção de representações sociais. Ao comprar, não apenas se adquire um produto ou um serviço, mas define-se o status, e mesmo a identidade, de um indivíduo. É o “compro, logo existo”, uma forma de o indivíduo posicionar-se – e diferenciar-se – dentro da sociedade através do que consome.
“Aquilo que você veste, come e bebe define socialmente quem você é, onde você está e até onde pode ir. Dessa forma, cria-se um mito cultural: aquele que maiores condições financeiras obtiver ‘irá mais longe’”, destaca Aloísio Ruscheinsky, sociólogo da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). “Os impactos psicossociais dessa lógica de vida são bastante complicados, porque o valor do ser humano é reduzido ao seu poder de compra.
Quem tem carro importado é melhor, quem se veste com roupas da moda é gente de respeito e assim por diante”, concorda Padilha.
Não é preciso apenas consumir para existir, mas é preciso consumir para ser feliz.
Nessa lógica, vale tudo para se realizar um sonho de consumo: fazer horas-extras, “bicos” ou prestações a perder de vista. “É como se os objetos fossem capazes de propiciar o bem-estar social e a segurança que tanto se reclama e proclama”, aponta Ruscheinsky. Assim, busca-se a realização pessoal e a felicidade através do consumo. A sociedade de consumo vende a satisfação dos desejos individuais, mas desperta nos consumidores a cada momento novos desejos a serem satisfeitos, fazendo-os querer (e consumir) sempre mais. “O vazio existencial cavado pela complexidade dos relacionamentos psicossociais não se preenche facilmente com bolsas, celulares e carros. Se a felicidade prometida pela sociedade de consumo fosse real, nós não estaríamos vivendo uma sociedade tão violenta como a nossa. A violência física e a simbólica são frutos da desigualdade e da perversidade da sociedade de consumo que elege os endinheirados como os sortudos da ilha da fantasia”, alerta Padilha.
“O consumo é indispensável na vida de todos os cidadãos. O que está em discussão é a tipologia, o significado e o montante do consumo. Principalmente no que diz respeito às produções que envolvem matérias-primas, há uma crescente preocupação. A finitude dos recursos naturais é evidente e é agravada pelo modo de produção regente, que destrói e polui o meio ambiente”, diz Ruscheinsky. “O consumo é indispensável e cumpre diversas funções sociais, mas, nos níveis e padrões atuais e em expansão, precisa ser modificado em direção a formas mais sustentáveis, tanto do ponto de vista social quanto ambiental”, concorda Fátima Portilho, socióloga da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Texto adaptado de: BUENO, Chris. A insustentável sociedade de consumo. 2008. Disponível em
http://comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=36&id=429. Acesso em 25 out. 2012.
Qual alternativa apresenta correspondência INCORRETA quanto à acentuação das palavras?
 

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678066 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Acerca da licitação, de que trata a lei n.º 8.666, de 1993, considere:
I. Sempre que a Administração Pública receber uma excelente proposta para contratar, deverá firmar contrato diretamente, sendo desnecessária a licitação.
II. A modalidade convite é a adequada para contratar trabalhos científicos ou artísticos, com fixação prévia de prêmio.
III. A Administração Pública poderá revogar a licitação por razões de interesse público decorrente de fato superveniente comprovado.
IV. No procedimento licitatório, o edital é o ato por meio do qual a Administração Pública divulga o certame e fixa as condições de participação.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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601394 Ano: 2012
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
De acordo com o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, aprovado pelo Decreto n.º 1.171, de 1994, são deveres fundamentais do servidor público:
I. Deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para atendimento do seu mister.
II. Ter respeito à hierarquia, porém sem nenhum temor de representar contra qualquer comprometimento indevido da estrutura em que se funda o Poder Estatal.
III. Facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito.
IV. Divulgar e informar a todos os integrantes de sua classe sobre a existência desse Código de Ética, estimulando o seu integral cumprimento.
V. Desempenhar, a tempo, as atribuições do cargo, função ou emprego público de que seja titular.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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