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Foram encontradas 169 questões.

1363306 Ano: 2013
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Osvaldo se ausentou do serviço, durante o expediente, sem prévia autorização de seu chefe imediato e Geralda, injustificadamente, recusou-se a ser submetida a inspeção médica determinada pela autoridade competente. Nestes casos e considerando a Lei n.º 8.112, de 1990, Osvaldo e Geralda estão sujeitos às penalidades, respectivamente, de
 

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1362543 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Mudar o mundo
Por Lya Luft
Quando jovens, cultivávamos a utopia de um mundo melhor. Tenho refletido sobre isso. Tenho lido e pesquisado sobre a história do nosso comportamento através dos séculos. Parece que, apesar de toda a violência atual, fomos ficando menos violentos. Difícil acreditar, eu sei, mas basta pensarmos nos antigos povos escravizados, mulheres brutalizadas e crianças maltratadas sem nenhuma defesa, impérios cruéis e perseguições terríveis aplaudidas, como Cruzadas e Inquisição, para ver que melhoramos.
Talvez em nosso DNA não sejamos predadores ferozes. Quem sabe compaixão e solidariedade tenham nascido com essa nossa estranha espécie, os humanos que andam eretos e, para complicar tudo, pensam. Quem sabe esse ídolo de dupla face, prazer e poder, com a economia como lema primeiro, não seja inato em nós, mas invenção de uma humanidade que pode ser mais sofisticada, mas ainda é destrutiva demais.
Seria possível mudar o mundo, mudando por pouco que seja os princípios e valores de cada um de nós? Ou é velho um ideal ultrapassado e juvenil? Talvez haja um modo de transformar nossa louca futilidade e desvairada busca de poder, estimulando o que em nós já existe: o desejo do bem do outro, e uma convivência menos truculenta?
Se o primeiro objetivo de todos os governos fosse o bem das pessoas, a deusa Economia e seu parceiro, o Poder, perderiam um pouco da força. E teríamos outros ideais, modelos, ambições. Haveríamos de nos respeitar mais, também. Reavaliar nossos desejos, consumir menos ou melhor, se fosse preciso trocar a manicure e o cabeleireiro por comida decente para as crianças e, quem sabe, a prestação de uma casinha própria. Mudar o sonho do carrão importado por mais harmonia, mudar o conceito do que é “moderno”, que não é inconsequente e delirante. Recuperar a compostura perdida quando fazemos proselitismo com cartazes e material de televisão dizendo que alguém é uma prostituta feliz, ou “sou feliz porque sou prostituta”. O material foi recolhido pela insanidade, mas alguém, num cargo importante em um dos muitos ministérios, teve essa genial ideia. Respeitar não significa elogiar, nem apresentar como modelo.
Quem sabe começamos tendo um pouco mais de bom-senso e pudor. Quem sabe começamos querendo ser úteis, produtivos e compassivos dentro do nosso círculo de família, trabalho, comunidade. O ideal não seria criar nossos filhos para ser milionários ou as meninas para ser modelos de beleza e sensualidade, mas para ser pessoas decentes, que acreditam em algum tipo de felicidade tranquila, que vão construir sua vida, produzir no seu trabalho, conviver bem com sua família, enfim, ser transformadores do mundo, dessa maneira mínima que pode parecer tola, mas é essencial.
Abrir o jornal e ver o noticioso, todos nós sabemos, é entrar numa série policial violenta, receber uma bofetada de falta de ética, roubalheira, indignidades várias e muitos absurdos consagrados. Médicos ganhando pouco e exaustos pelo excesso de trabalho atendendo dezenas de pacientes nas emergências às vezes mal aparelhadas pelo país afora. Professores recebendo salários vergonhosos, submetidos à violência por parte de alunos e às vezes de pais de alunos, jovens que dentro da sala de aula e no pátio se engalfinham como bandidos, gente inocente que morre queimada porque não tinha mais que alguns reais no bolso ou no banco, acidentes de trânsito totalmente evitáveis, obras públicas ruindo quando mal ficam prontas, falta de bons engenheiros, de seriedade no uso de material, de se levar em conta as vidas humanas que ali hão de correr riscos sérios. Isso tudo sem falar nas guerras fora de nosso alcance, mas dentro de nossa casa pelos meios de comunicação.
A gente podia mudar: se cada um mudasse um pouquinho, exigisse muito mais dos líderes em todos os setores, e aspirasse a algo muito melhor. Talvez digam que é apenas utopia minha, resquícios de um idealismo juvenil: mas amadurecer não precisa ser renunciar a todas as nossas crenças.
Fonte: Veja, 19 de julho de 2003.
Da última frase do texto “... mas amadurecer não precisa ser renunciar a todas as nossas crenças.”, infere-se que
 

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1362533 Ano: 2013
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
É correto afirmar de que o provimento de cargos públicos far-se-á mediante
 

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1361792 Ano: 2013
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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No sistema operacional LINUX, O gerenciamento de privilégios permite ao administrador do sistema definir políticas para acesso dos usuários e grupos aos arquivos, diretórios e programas do sistema .
Considere os comandos nas seguintes afirmativas
I. Chmod , Altera permissões de acesso a arquivos.
II. Chown, muda o dono de um arquivo.
III. Chgrp, muda o grupo de um arquivo.
Estão corretas as afirmativas
 

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1361591 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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As tolerâncias geométricas são as variações aceitáveis das formas e das posições dos elementos na execução da peça. Assim sendo, qual símbolo de tolerância abaixo representa o conceito de simetria?

 

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1360238 Ano: 2013
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Sobre as vantagens previstas na Lei n.º 8.112, de 1990, que podem ser pagas ao servidor, é correto que
 

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1360198 Ano: 2013
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Dado o seguinte pseudo-código:

X[1] <- 1

X[2] <- X[1] * 2

X[3] <- 10

Y <- X[2]

SE X[1] = 1 ENTAO X[1] <- X[3] + X[1] + 5

Z = Y + X[1]

Ao final da execução do código acima, qual o valor de Z?

 

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1360036 Ano: 2013
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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A questão é baseada nos diagramas de dados abaixo:
Enunciado 1360036-1
Enunciado 1360036-2
O nome dos funcionários e o nome do seu respectivo setor, dos funcionários que recebem vale transporte, são listados as seguinte forma.
 

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1358101 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Tarefas de manutenção visam monitorar uma máquina e ou suas peças, através de medições ou controle estatístico, tentando predizer a proximidade de ocorrência de falhas. O objetivo é determinar o tempo necessário para a intervenção mantenedora, evitando desmontagens para inspeção, utilizando seus componentes até o máximo da vida útil. A que tipo de manutenção este texto está se referindo?
 

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1357098 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Mudar o mundo
Por Lya Luft
Quando jovens, cultivávamos a utopia de um mundo melhor. Tenho refletido sobre isso. Tenho lido e pesquisado sobre a história do nosso comportamento através dos séculos. Parece que, apesar de toda a violência atual, fomos ficando menos violentos. Difícil acreditar, eu sei, mas basta pensarmos nos antigos povos escravizados, mulheres brutalizadas e crianças maltratadas sem nenhuma defesa, impérios cruéis e perseguições terríveis aplaudidas, como Cruzadas e Inquisição, para ver que melhoramos.
Talvez em nosso DNA não sejamos predadores ferozes. Quem sabe compaixão e solidariedade tenham nascido com essa nossa estranha espécie, os humanos que andam eretos e, para complicar tudo, pensam. Quem sabe esse ídolo de dupla face, prazer e poder, com a economia como lema primeiro, não seja inato em nós, mas invenção de uma humanidade que pode ser mais sofisticada, mas ainda é destrutiva demais.
Seria possível mudar o mundo, mudando por pouco que seja os princípios e valores de cada um de nós? Ou é velho um ideal ultrapassado e juvenil? Talvez haja um modo de transformar nossa louca futilidade e desvairada busca de poder, estimulando o que em nós já existe: o desejo do bem do outro, e uma convivência menos truculenta?
Se o primeiro objetivo de todos os governos fosse o bem das pessoas, a deusa Economia e seu parceiro, o Poder, perderiam um pouco da força. E teríamos outros ideais, modelos, ambições. Haveríamos de nos respeitar mais, também. Reavaliar nossos desejos, consumir menos ou melhor, se fosse preciso trocar a manicure e o cabeleireiro por comida decente para as crianças e, quem sabe, a prestação de uma casinha própria. Mudar o sonho do carrão importado por mais harmonia, mudar o conceito do que é “moderno”, que não é inconsequente e delirante. Recuperar a compostura perdida quando fazemos proselitismo com cartazes e material de televisão dizendo que alguém é uma prostituta feliz, ou “sou feliz porque sou prostituta”. O material foi recolhido pela insanidade, mas alguém, num cargo importante em um dos muitos ministérios, teve essa genial ideia. Respeitar não significa elogiar, nem apresentar como modelo.
Quem sabe começamos tendo um pouco mais de bom-senso e pudor. Quem sabe começamos querendo ser úteis, produtivos e compassivos dentro do nosso círculo de família, trabalho, comunidade. O ideal não seria criar nossos filhos para ser milionários ou as meninas para ser modelos de beleza e sensualidade, mas para ser pessoas decentes, que acreditam em algum tipo de felicidade tranquila, que vão construir sua vida, produzir no seu trabalho, conviver bem com sua família, enfim, ser transformadores do mundo, dessa maneira mínima que pode parecer tola, mas é essencial.
Abrir o jornal e ver o noticioso, todos nós sabemos, é entrar numa série policial violenta, receber uma bofetada de falta de ética, roubalheira, indignidades várias e muitos absurdos consagrados. Médicos ganhando pouco e exaustos pelo excesso de trabalho atendendo dezenas de pacientes nas emergências às vezes mal aparelhadas pelo país afora. Professores recebendo salários vergonhosos, submetidos à violência por parte de alunos e às vezes de pais de alunos, jovens que dentro da sala de aula e no pátio se engalfinham como bandidos, gente inocente que morre queimada porque não tinha mais que alguns reais no bolso ou no banco, acidentes de trânsito totalmente evitáveis, obras públicas ruindo quando mal ficam prontas, falta de bons engenheiros, de seriedade no uso de material, de se levar em conta as vidas humanas que ali hão de correr riscos sérios. Isso tudo sem falar nas guerras fora de nosso alcance, mas dentro de nossa casa pelos meios de comunicação.
A gente podia mudar: se cada um mudasse um pouquinho, exigisse muito mais dos líderes em todos os setores, e aspirasse a algo muito melhor. Talvez digam que é apenas utopia minha, resquícios de um idealismo juvenil: mas amadurecer não precisa ser renunciar a todas as nossas crenças.
Fonte: Veja, 19 de julho de 2003.
Observe o emprego da expressão “Quem sabe”, no segundo e quinto parágrafos do texto.
I. No quinto parágrafo, expressa sugestão.
II. Nos dois parágrafos, expressa indecisão.
III. No segundo parágrafo, expressa dúvida, incerteza.
IV. Nos dois parágrafos, poderia ser substituída por “talvez”.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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