Foram encontradas 169 questões.
Em jQuery, o seguinte código será utilizado para selecionar elementos HTML, a fim de que se aplique uma função que permita alterar o estilo dos mesmos.
$(p[title $= "x"]).css('background', 'red');
Que elementos serão selecionados?
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Nos termos da Lei n.º 8.112, de 1990, a apuração do tempo de serviço será feita em
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Falência Múltipla
Por Lya Luft
Um jornalista comentou recentemente num programa de televisão que pediu a um médico seu amigo um diagnóstico do que está ocorrendo no Brasil: infecção, virose? A resposta foi perfeita: “Falência múltipla dos órgãos”. Nada mais acertado. Há quase dez anos realizo aqui na coluna minhas passeatas: estas páginas são minha avenida, as palavras são cartazes. Falo em relações humanas e seus dramas, porém mais frequentemente nas coisas inaceitáveis na nossa vida pública. Esgotei a paciência dos leitores reclamando da péssima educação – milhares de alunos sem escola ou abrigados em galpões e salinhas de fundo de igrejas, para chegarem aos 9, 10 anos sem saber ler nem escrever. Professores desesperados tentando ensinar sem material básico, sem estrutura, salários vergonhosos, estímulo nenhum. Universidades cujo nível é seguidamente baixado: em lugar de darem boas escolas a todas as crianças e jovens para que possam entrar em excelentes universidades por mérito e esforço, oferecem-lhes favorecimentos prejudiciais.
Tenho clamado contra o horror da saúde pública, mulheres parindo e velhos morrendo em colchonetes no corredor, consultas para doenças graves marcadas para vários meses depois, médicos exaustos trabalhando além dos seus limites, tentando salvar vidas e confortar os pacientes, sem condições mínimas de higiene, sem aparelhamento e com salário humilhante. Em lugar de importarmos não sei quantos mil médicos estrangeiros, quem sabe vamos ser sensatos e oferecer condições e salários decentes aos médicos brasileiros que querem cuidar de nós?
Tenho reclamado das condições de transporte, como no recente artigo “Três senhoras sentadas”: transporte caro para o calamitoso serviço oferecido. “Nos tratam como animais”, reclamou um usuário já idoso. A segurança inexiste, somos mortos ao acaso em nossas ruas, e se procuramos não sair de casa à noite somos fuzilados por um bando na frente de casa às 10 da manhã.
E, quando nossa tolerância ou resignação chegou ao limite, brota essa onda humana de busca de dignidade para todos. Não se trata apenas de centavos em passagens, mas de respeito.
As vozes dizem NÃO: não aos ônibus sujos e estragados, impontuais, motoristas sobrecarregados; não às escolas fechadas ou em ruínas; não aos professores e médicos impotentes, estradas intransitáveis, medo dentro e fora de casa. Não a um ensino em que a palavra “excelência” chega a parecer abuso ou ironia. Não ao mercado persa de favores e cargos em que transformam nossa política, não aos corruptos às vezes condenados ocupando altos cargos, não ao absurdo número de partidos confusos.
As reclamações da multidão nas ruas são tão variadas quanto nossas mazelas: por onde começar? Talvez pelo prático, e imediato, sem planos mirabolantes. Algo há de se poder fazer: não creio que políticos e governo tenham sido apanhados desprevenidos, por mais que estivessem alienados em torres de marfim.
Infelizmente todo movimento de massas provoca e abriga sem querer grupos violentos e anárquicos: que isso não nos prejudique nem invalide nossas reivindicações.
Não sei como isso vai acabar: espero que transformando o Brasil num lugar melhor para viver. Quase com atraso, a voz das ruas quer lisura, ética, ações, cumprimento de deveres, realização dos mais básicos conceitos de decência e responsabilidade cívica, que andavam trocados por ganância monetária ou ânsia eleitoreira. Que sobrevenham ordem e paz.
Que depois desse chamado à consciência de quem lidera e governa não se absolvam os mensaleiros, não se deixem pessoas medíocres ou de ética duvidosa em altos cargos, acabem as gigantescas negociatas meio secretas, e se apliquem decentemente somas que poderão salvar vidas, educar jovens, abrir horizontes.
Sou totalmente contrária a qualquer violência, mas este povo chegou ao extremo de sua tolerância, percebeu que tem poder, não quer mais ser enganado e explorado: que não se destrua nada, mas se abram horizontes reais de melhoria e contentamento.
Fonte: Revista Veja, 3 de julho de 2013.
Sobre o trecho “Em lugar de importarmos não sei quantos mil médicos estrangeiros, quem sabe vamos ser sensatos e oferecer condições e salários decentes aos médicos brasileiros que querem cuidar de nós?”, é INCORRETO afirmar que
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Exemplos de métodos internos de solicitações do protocolo HTTP, estão apresentados em
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O relacionamento nas redes sociais
Por Lady Bárbara
A chegada das redes sociais fez com que os indivíduos, principalmente os jovens, se conectassem a centenas de pessoas pelo mundo, formando redes de relacionamento. Esse processo se deu rapidamente, e hoje ninguém consegue viver sem postar algo em sua rede social.
Por terem caído no gosto dos internautas, as redes sociais prendem os jovens, fazendo com que estes passem horas em frente ao computador, afetando outros tipos de atividades da vida real. Para que haja uma melhor utilização da web pelos jovens, é preciso que os pais desde cedo ensinem as formas de uso correto e que as escolas ajudem no processo de educação, para que eles saibam como utilizar o tempo que passam conectados sem prejudicar-se. Acredito que, quanto mais considerarmos esse fenômeno, mais respostas encontraremos para diminuir algumas falhas existentes na internet, mostrando suas duas faces e a forma como esses usuários poderão fazer o melhor uso dela.
O mundo passou e passa por transformações que nos fazem pensar em como podemos acompanhar as informações jorradas em nossas vidas, nas 24 horas que nos são permitidas por dia. A internet causou um impacto na sociedade, a partir do momento em que quebrou a distância entre os indivíduos e fez com que estes se revelassem para o mundo, mostrando suas particularidades e curiosidades, a fim de desbravar esse mundo tão grandioso em informação, o virtual.
As mídias digitais vieram com uma explosão de novidades que a cada dia nos fascina e ao mesmo tempo nos apavora, pois, enquanto recebemos tais novidades, nos perguntamos: até onde vai parar isso? Será que tanta tecnologia terá seu fim logo ou irá durar por muito tempo? Bem, como a internet faz parte do nosso cotidiano e trouxe inovação no sentido da informação, não há previsão de como será seu futuro e também não há como colocar um freio nessas mídias que envolvem as pessoas e fazem com que elas as adotem em seu dia-a-dia.
A nossa realidade é simplesmente esta: vivemos em uma rede em que somos conectados e compartilhamos tudo o que existe, levando-nos para o real e vice-versa. As mídias digitais se transformaram em mídias de relacionamento, pois a crescente utilização destas fez com que os usuários compartilhassem informações e pudessem se relacionar, mantendo sempre contato. Mesmo que o relacionamento não seja baseado em laços fortes, conta como uma rede que cresce a cada instante.
Celulares, ipods, iphone, smartphones, notebooks são provas reais do que estamos vivenciando. As mídias digitais revolucionaram a comunicação e tornaram as fronteiras invisíveis, deixando-nos próximos de todo o restante do mundo. Ou seja, comunicar-se com alguém do outro lado do mundo não é mais uma tarefa difícil e demorada e, além do mais, existem várias opções de se conectar, é só escolher o meio mais acessível.
Conexão é uma palavra adorada pelos jovens, por estarem em constante contato com amigos virtuais e por compartilharem atividades que os fazem se sentir uma parte importante do mundo virtual. Muitas pessoas veem a internet como uma destruidora de relacionamentos, que afasta os indivíduos da sociabilidade do dia-a-dia. É o tipo de relacionamento que temos com nossos colegas, vizinhos, família, etc. É o contato pessoal, face a face.
Ficar sem falar com amigos, jogar, escutar músicas, sem bater papo em sites preferidos e não usar as redes sociais é um martírio para esses jovens que praticam diariamente essas atividades. Por essas razões, é que os pais devem conversar e mostrar que a internet é boa quando é bem utilizada, no tempo certo e sem exageros, e educar seus filhos da melhor maneira possível, desde a infância. A internet, quando é utilizada em excesso pelo jovem, acaba afetando sua vida social e fazendo dele uma pessoa isolada fisicamente, pois virtualmente ele estará conectado a várias pessoas, em várias redes.
Manter laços fortes é fundamental para termos uma vida social e até para sermos felizes. Amigos são pessoas importantes que fazem bem a qualquer um. O que será da nossa vida sem um amigo? Ninguém é feliz com essa ausência, por isso devemos compreender que a internet nos ajuda muito, mas não podemos ficar presos em suas redes. Os jovens devem aproveitar essa fase, descobrindo novos caminhos e aprendendo a conviver com as tentações da web, para que não se tornem bitolados nesse sistema.
Disponível em: <http://administradores.com.br/artigos/cotidiano/o-relacionamento-nas-redes-
sociais/55419/?desktop=true> Acesso em: 11 jul. 2013
Sobre o fragmento “... mas não podemos ficar presos em suas redes...”, infere-se que devemos
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Especificamente quanto à modalidade denominada “pregão”, instituída pele Lei n.º 10.520, de 2002, é correto afirmar que
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Considere o sistema operacional LINUX e observe o exemplo do arquivo abaixo.
| Exemplo: -rw--w-r-- 1 docente administrativo 1156 Jul 15 18:50 arquivo.txt |
Analise as seguintes alternativas:
I. O grupo do arquivo denomina-se administrativo.
II. O Grupo possui permissão de leitura e escrita.
III. O Dono possui permissão de leitura e escrita.
IV. Todos os outros posuem permissão apenas de escrita.
Estão INCORRETAS as afirmativas
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Considere a seguinte estrutura de diretórios no Windows Explorer no sistema operacional Windows XP, em sua configuração padrão.

Estando a pasta A1 aberta no momento inicial, o usuário clica com o botão esquerdo do mouse na pasta B, abrindo-a e, em seguida, clica com o botão esquerdo do mouse no seguinte ícone da Barra de ferramentas:

Qual pasta será aberta ao final desta operação?
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Em relação aos Servidores Públicos Civis da União, é INCORRETO afirmar que têm eles o dever, dentre outros, de
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Falência Múltipla
Por Lya Luft
Um jornalista comentou recentemente num programa de televisão que pediu a um médico seu amigo um diagnóstico do que está!$ ^{A)} !$ ocorrendo no Brasil: infecção, virose? A resposta foi perfeita: “Falência múltipla dos órgãos”. Nada mais acertado. Há quase dez anos realizo aqui na coluna minhas passeatas: estas páginas são minha avenida, as palavras são cartazes. Falo em relações humanas e seus dramas, porém mais frequentemente nas coisas inaceitáveis na nossa vida pública!$ ^{B)} !$. Esgotei a paciência dos leitores reclamando da péssima educação – milhares de alunos sem escola ou abrigados em galpões e salinhas de fundo de igrejas, para chegarem aos 9, 10 anos sem saber ler nem escrever. Professores desesperados tentando ensinar sem material básico, sem estrutura, salários vergonhosos, estímulo nenhum. Universidades cujo nível é!$ ^{C)} !$ seguidamente baixado: em lugar de darem boas escolas a todas as crianças e jovens para que possam entrar em excelentes universidades por mérito e esforço, oferecem-lhes favorecimentos prejudiciais.
Tenho clamado contra o horror da saúde pública, mulheres parindo e velhos morrendo em colchonetes no corredor, consultas para doenças graves marcadas para vários meses depois, médicos exaustos trabalhando além dos seus limites, tentando salvar vidas e confortar os pacientes, sem condições mínimas de higiene, sem aparelhamento e com salário humilhante. Em lugar de importarmos não sei quantos mil médicos estrangeiros, quem sabe vamos ser sensatos e oferecer condições e salários decentes aos médicos brasileiros que querem cuidar de nós!$ ^{D)} !$?
Tenho reclamado das condições de transporte, como no recente artigo “Três senhoras sentadas”: transporte caro para o calamitoso serviço oferecido. “Nos tratam como animais”, reclamou um usuário já idoso. A segurança inexiste, somos mortos ao acaso em nossas ruas, e se procuramos não sair de casa à noite somos fuzilados por um bando na frente de casa às 10 da manhã.
E, quando nossa tolerância ou resignação chegou ao limite, brota essa onda humana de busca de dignidade para todos. Não se trata apenas de centavos em passagens, mas de respeito.
As vozes dizem NÃO: não aos ônibus sujos e estragados, impontuais, motoristas sobrecarregados; não às escolas fechadas ou em ruínas; não aos professores e médicos impotentes, estradas intransitáveis, medo dentro e fora de casa. Não a um ensino em que a palavra “excelência” chega a parecer abuso ou ironia. Não ao mercado persa de favores e cargos em que transformam nossa política, não aos corruptos às vezes condenados ocupando altos cargos, não ao absurdo número de partidos confusos.
As reclamações da multidão nas ruas são tão variadas quanto nossas mazelas: por onde começar? Talvez pelo prático, e imediato, sem planos mirabolantes. Algo há de se poder fazer: não creio que políticos e governo tenham sido apanhados desprevenidos, por mais que estivessem alienados em torres de marfim.
Infelizmente todo movimento de massas provoca e abriga sem querer grupos violentos e anárquicos: que isso não nos prejudique nem invalide nossas reivindicações.
Não sei como isso vai acabar: espero que transformando o Brasil num lugar melhor para viver. Quase com atraso, a voz das ruas quer lisura, ética, ações, cumprimento de deveres, realização dos mais básicos conceitos de decência e responsabilidade cívica, que andavam trocados por ganância monetária ou ânsia eleitoreira. Que sobrevenham ordem e paz.
Que depois desse chamado à consciência de quem lidera e governa não se absolvam os mensaleiros, não se deixem pessoas medíocres ou de ética duvidosa em altos cargos, acabem as gigantescas negociatas meio secretas, e se apliquem decentemente somas que poderão salvar vidas, educar jovens, abrir horizontes.
Sou totalmente contrária a qualquer violência, mas este povo chegou ao extremo de sua tolerância, percebeu que tem poder, não quer mais ser enganado e explorado: que não se destrua nada, mas se abram horizontes reais de melhoria e contentamento.
Fonte: Revista Veja, 3 de julho de 2013.
A retirada do acento gráfico de uma palavra pode levar, muitas vezes, à mudança de classe gramatical. Considerando essa afirmação, que palavra, dentre as opções a seguir, manteria a mesma classe caso perdesse o acento gráfico?
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