Foram encontradas 40 questões.
O quadro a seguir mostra a demonstração do resultado levantado em 31/12/201X, da Companhia Zeus S/A, cuja atividade é a Administração, Venda e Locação de Bens Patrimoniais:

A opção correta que corresponde ao valor do Lucro Líquido é
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A verificação do direito adquirido pelo credor tendo por base os títulos e documentos comprobatórios da entrega do material ou da prestação efetiva dos serviços refere-se a qual fase da despesa pública?
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Dívida pública é a dívida contraída pelo governo com entidades ou pessoas da sociedade e classifica-se em: Dívida Fundada ou Consolidada (interna e externa) e Dívida Flutuante.
Qual é a afirmativa correta que corresponde à Dívida Fundada ou Consolidada Interna?
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Procuram-se estudantes
Além do mico-leão-dourado e do lobo-guará, outro mamífero tropical parece caminhar para a extinção.
Por Thomaz Wood Jr.
Diz-se que uma espécie encontra-se ameaçada quando a população decresce a ponto de situá-la em condição de extinção. Tal processo é fruto da exploração econômica e do desenvolvimento material, e atinge aves e mamíferos em todo o planeta. Nos trópicos, esse pode ser o caso dos estudantes. Curiosamente, enquanto a população de alunos aumenta, a de estudantes parece diminuir. Paradoxo? Parece, mas talvez não seja.
Aluno é aquele que atende regularmente a um curso, de qualquer nível, duração ou especialidade, com a suposta finalidade de adquirir conhecimento ou de ter direito a um título. Já o estudante é um ser autônomo, que busca uma nova competência e pretende exercê-la, para o seu benefício e o da sociedade. O aluno recebe. O estudante busca. Quando o sistema funciona, todos os alunos tendem a se tornar estudantes. Quando o sistema falha, eles se divorciam. É o que parece ocorrer entre nós: enquanto o número de alunos nos ensinos fundamental, médio e superior cresce, assombram-nos sinais do desaparecimento de estudantes entre as massas discentes.
Alguns grupos de estudantes sobrevivem, aqui e acolá, preservados em escolas movidas por nobres ideais e boas práticas, verdadeiros santuários ecológicos. Sabe-se da existência de tais grupos nos mais diversos recantos do planeta: na Coreia do Sul, na Finlândia e até mesmo no Piauí. Entretanto, no mais das vezes, o que se veem são alunos a agir como espectadores passivos de um processo no qual deveriam atuar como protagonistas, como agentes do aprendizado e do próprio destino.
Alunos entram e saem da sala de aula em bandos malemolentes, sentam-se nas carteiras escolares como no sofá de suas casas, diante da tevê, a aguardar que o show tenha início. Após 20 minutos, se tanto, vêm o tédio e o sono. Incapazes de se concentrar, eles se espreguiçam e bocejam. Então, recorrem ao iPhone, à internet e às mídias sociais. Mergulhados nos fragmentos comunicativos do penico digital, lambuzam-se de interrogações, exclamações e interjeições. Ali o mundo gira, e o tempo voa. Saem de cena deduções matemáticas, descobertas científicas, fatos históricos e o que mais o plantonista da lousa estiver recitando. Ocupam seu lugar o resultado do futebol, o programa de quinta-feira e a praia do fim de semana.
As razões para o aumento do número de alunos são conhecidas: a expansão dos ensinos fundamental, médio e superior, ocorrida aos trancos e barrancos, nas últimas décadas. A qualidade caminhando trôpega, na sombra da quantidade. Já o processo de extinção dos estudantes suscita muitas especulações e poucas certezas. Colegas professores, frustrados e desanimados, apontam para o espírito da época: para eles, o desaparecimento dos estudantes seria o fruto amargo de uma sociedade doente, que festeja o consumismo e o prazer raso e imediato, que despreza o conhecimento e celebra a ignorância, e que prefere a imagem à substância.
Especialistas de índole crítica advogam que os estudantes estão em extinção porque a própria escola tornou-se anacrônica, tentando ainda domesticar um público do século XXI com métodos e conteúdos do século XIX. Múltiplos grupos de interesse, em ação na educação e cercanias, garantem a fossilização, resistindo a mudanças, por ideologia de outra era ou por pura preguiça. Aqui e acolá, disfarçam o conservadorismo com aulas-shows, tablets e pedagogia pop. Mudam para que tudo fique como está.
Outros observadores apontam um fenômeno que pode ser causa-raiz do processo de extinção dos estudantes: trata-se da dificuldade que os jovens de hoje enfrentam para amadurecer e desenvolver-se intelectualmente. A permissividade criou uma geração mimada, infantilizada e egocêntrica, incapaz de sair da própria pele e de transcender o próprio umbigo.
São crianças eternas, a tomarem o mundo ao redor como extensão delas próprias, que não conseguem perceber o outro, mergulhar em outros sistemas de pensamento e articular novas ideias. Repetem clichês. Tomam como argumentos o que copiam e colam de entradas da Wikipédia e do que mais encontram nas primeiras linhas do Google. E criticam seus mestres, incapazes de diverti-los e de fazê-los se sentir bem com eles próprios. Aprender cansa. Pensar dói.
Disponível em: WWW.cartacapital.com.br/revista/794/procuram-seestudantes.760.html> Acesso em: 15 jun. 2015.
Observe as palavras destacadas no trecho seguinte, extraído do 6º parágrafo:
“Especialistas de índole crítica advogam que os estudantes estão em extinção porque a própria escola tornou-se anacrônica, tentando ainda domesticar um público do século XXI com métodos e conteúdos do século XIX. Múltiplos grupos de interesse, em ação na educação e cercanias, garantem a fossilização,...”
O par em que NÃO se verifica correspondência de significado é
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De acordo com a Resolução CFC nº 750/93, são Princípios Fundamentais de Contabilidade:
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Considere as informações seguintes sobre a aquisição de um veículo para o Ativo Imobilizado, ocorrida no dia 1º de julho de 2013.
> Valor do veículo - R$ 65.000,00
> Valor residual - R$ 14.000,00
> Vida útil estimada - 5 anos
> No momento da compra, a empresa adquirente incorreu em gastos de R$ 3.500,00, com frete, e R$ 1.500,00 para o transporte do veículo até o seu estabelecimento. Além disso, a empresa irá quitar o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) atrasado, de R$ 5.500,00, que não havia sido pago pelo antigo dono no ano anterior.
De acordo com as informações, o valor de depreciação do veículo no ano de 2013 corresponde a
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Procuram-se estudantes
Além do mico-leão-dourado e do lobo-guará, outro mamífero tropical parece caminhar para a extinção.
Por Thomaz Wood Jr.
Diz-se que uma espécie encontra-se ameaçada quando a população decresce a ponto de situá-la em condição de extinção. Tal processo é fruto da exploração econômica e do desenvolvimento material, e atinge aves e mamíferos em todo o planeta. Nos trópicos, esse pode ser o caso dos estudantes. Curiosamente, enquanto a população de alunos aumenta, a de estudantes parece diminuir. Paradoxo? Parece, mas talvez não seja.
Aluno é aquele que atende regularmente a um curso, de qualquer nível, duração ou especialidade, com a suposta finalidade de adquirir conhecimento ou de ter direito a um título. Já o estudante é um ser autônomo, que busca uma nova competência e pretende exercê-la, para o seu benefício e o da sociedade. O aluno recebe. O estudante busca. Quando o sistema funciona, todos os alunos tendem a se tornar estudantes. Quando o sistema falha, eles se divorciam. É o que parece ocorrer entre nós: enquanto o número de alunos nos ensinos fundamental, médio e superior cresce, assombram-nos sinais do desaparecimento de estudantes entre as massas discentes.
Alguns grupos de estudantes sobrevivem, aqui e acolá, preservados em escolas movidas por nobres ideais e boas práticas, verdadeiros santuários ecológicos. Sabe-se da existência de tais grupos nos mais diversos recantos do planeta: na Coreia do Sul, na Finlândia e até mesmo no Piauí. Entretanto, no mais das vezes, o que se veem são alunos a agir como espectadores passivos de um processo no qual deveriam atuar como protagonistas, como agentes do aprendizado e do próprio destino.
Alunos entram e saem da sala de aula em bandos malemolentes, sentam-se nas carteiras escolares como no sofá de suas casas, diante da tevê, a aguardar que o show tenha início. Após 20 minutos, se tanto, vêm o tédio e o sono. Incapazes de se concentrar, eles se espreguiçam e bocejam. Então, recorrem ao iPhone, à internet e às mídias sociais. Mergulhados nos fragmentos comunicativos do penico digital, lambuzam-se de interrogações, exclamações e interjeições. Ali o mundo gira, e o tempo voa. Saem de cena deduções matemáticas, descobertas científicas, fatos históricos e o que mais o plantonista da lousa estiver recitando. Ocupam seu lugar o resultado do futebol, o programa de quinta-feira e a praia do fim de semana.
As razões para o aumento do número de alunos são conhecidas: a expansão dos ensinos fundamental, médio e superior, ocorrida aos trancos e barrancos, nas últimas décadas. A qualidade caminhando trôpega, na sombra da quantidade. Já o processo de extinção dos estudantes suscita muitas especulações e poucas certezas. Colegas professores, frustrados e desanimados, apontam para o espírito da época: para eles, o desaparecimento dos estudantes seria o fruto amargo de uma sociedade doente, que festeja o consumismo e o prazer raso e imediato, que despreza o conhecimento e celebra a ignorância, e que prefere a imagem à substância.
Especialistas de índole crítica advogam que os estudantes estão em extinção porque a própria escola tornou-se anacrônica, tentando ainda domesticar um público do século XXI com métodos e conteúdos do século XIX. Múltiplos grupos de interesse, em ação na educação e cercanias, garantem a fossilização, resistindo a mudanças, por ideologia de outra era ou por pura preguiça. Aqui e acolá, disfarçam o conservadorismo com aulas-shows, tablets e pedagogia pop. Mudam para que tudo fique como está.
Outros observadores apontam um fenômeno que pode ser causa-raiz do processo de extinção dos estudantes: trata-se da dificuldade que os jovens de hoje enfrentam para amadurecer e desenvolver-se intelectualmente. A permissividade criou uma geração mimada, infantilizada e egocêntrica, incapaz de sair da própria pele e de transcender o próprio umbigo.
São crianças eternas, a tomarem o mundo ao redor como extensão delas próprias, que não conseguem perceber o outro, mergulhar em outros sistemas de pensamento e articular novas ideias. Repetem clichês. Tomam como argumentos o que copiam e colam de entradas da Wikipédia e do que mais encontram nas primeiras linhas do Google. E criticam seus mestres, incapazes de diverti-los e de fazê-los se sentir bem com eles próprios. Aprender cansa. Pensar dói.
Disponível em: WWW.cartacapital.com.br/revista/794/procuram-seestudantes.760.html> Acesso em: 15 jun. 2015.
Analise as afirmativas a seguir a respeito do uso das conjunções e dos pronomes no texto.
I. Em “Já o estudante é um ser autônomo, que busca uma nova competência e pretende exercê- la,...” (2º parágrafo), os pronomes em destaque poderiam ser substituídos, sem prejuízo gramatical, por “o qual” e “ela”, respectivamente.
II. Em “... a agir como espectadores passivos de um processo no qual deveriam atuar como protagonistas,...” (3º parágrafo), o pronome em destaque retoma “um processo”, podendo ser substituído, sem qualquer prejuízo gramatical, por “em que”.
III. Em “Curiosamente, enquanto a população de alunos aumenta, a de estudantes parece diminuir.” (1º parágrafo), a conjunção destacada poderia ser substituída por “na medida que”, sem prejuízo semântico e gramatical.
IV. Em “Especialistas de índole crítica advogam que os estudantes estão em extinção porque a própria escola tornou-se anacrônica,...” (6º parágrafo), a conjunção em destaque, por ter valor explicativo, poderia ser substituída por “pois”, sem prejuízo semântico e gramatical.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
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Analise as assertivas abaixo, de acordo com a Lei n.º 9.784, de 1999, colocando (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.
( ) É impedido de atuar em processo administrativo o servidor ou autoridade que tenha interesse direto ou indireto na matéria.
( ) Os atos do processo administrativo não dependem de forma determinada, senão quando a lei expressamente a exigir.
( ) Salvo disposição legal em contrário, o recurso não tem efeito suspensivo.
( ) O recurso não será conhecido quando interposto por quem não seja legitimado.
( ) O ato de delegação e sua revogação deverão ser publicados no meio oficial.
A ordem correta, de cima para baixo, é
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Considere os seguintes fatos administrativos:
I. Recebimento de duplicata por caixa;
II. Venda de veículo, sendo uma parte à vista e outra a prazo;
III. Compra, na mesma nota fiscal, de mercadorias e material de expediente, sendo parte paga no ato e o saldo a ser pago em 45 dias;
IV. Depósito bancário, parte com recursos do caixa (dinheiro) e parte de cheques pré-datados de clientes.
Os lançamentos contábeis exigidos são, respectivamente, de
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Considere os valores extraídos de um Balanço Financeiro de certo ente público
Receita Orçamentária 88.000
Receita Extraorçamentária 187.000
Restos a Pagar (inscrito) 8.000
Despesa Orçamentária 77.000
Despesa extraorçamentária 175.000
Saldo (positivo) exercício anterior 116.000
Com base nos dados apresentados, o resultado financeiro do exercício é
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