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Foram encontradas 392 questões.

744100 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
A educação através da pesquisa auxilia para o desenvolvimento do conhecimento crítico e criativo. Pedro Demo fala que a “... proposta de educar pela pesquisa tem pelo menos quatro pressupostos cruciais” (2005, p.6). São eles:
 

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744096 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Num orçamento para determinação dos custos de um serviço de 80m2 emboço, foram consideradas as quantidades dadas na planilha abaixo, com a hora do pedreiro custando R$ 4,80, a do servente R$ 3,60 e com a incidência de 150% de encargos sociais sobre a mão-de-obra.
Enunciado 744096-1
Sabendo que o saco de cimento de 50kg custa R$ 22,00, que o saco de cal com 20kg custa R$ 8,50 e que a carga de areia com 6m3 custa R$ 192,00, quais serão os custos totais de material e mão-de-obra, respectivamente, para a realização deste serviço?
 

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744034 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Grinspun (2012), ao relatar sobre uma experiência com representantes de turma na qual a prática dos representantes estava muito distante de se prestar a uma prática política democrática, realiza uma reflexão sobre nosso papel enquanto educadores que somos e, desse modo, coloca que é nosso papel
 

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741723 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
As alternativas abaixo referem-se corretamente a cargo público, EXCETO:
 

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739185 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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O inconsciente coletivo é o resíduo psíquico do desenvolvimento evolutivo humano, um resíduo que se acumula em consequência de repetidas experiências ao longo de muitas gerações.
Essa afirmativa refere-se a
 

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738483 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Analise as assertivas abaixo, de acordo com a Lei n.º 9.784, de 1999, colocando (V) para as verdadeiras, e (F), para as falsas.
( ) O recurso não será conhecido quando interposto fora do prazo.
( ) Os prazos expressos em dias contam-se de modo contínuo.
( ) O processo administrativo pode iniciar-se de ofício ou a pedido do interessado.
( ) São admissíveis no processo administrativo as provas obtidas por meios ilícitos.
( ) Salvo disposição legal em contrário, o recurso não tem efeito suspensivo.
A ordem correta, de cima para baixo, é
 

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735728 Ano: 2015
Disciplina: Gerência de Projetos
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Gerenciar stakeholders pode ser uma tarefa sutil e delicada, que exige habilidades sociais e, muitas vezes, habilidades políticas.
Essa tarefa, segundo Slack, Chambers e Johnson (2009), é baseada em três atividades básicas em relação ao grupo de stakeholders. São elas:
 

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735648 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Segundo Zanelli & cols (2010), o desgaste físico e emocional é um processo gradual de enfraquecimento, corroborado claramente por exigências do trabalho que afetam o indivíduo.
Conforme o livro “Estresse nas organizações de trabalho” considere as afirmativas:
I. A história de vida pessoal e profissional, a estrutura organizacional, os fatores institucionais, as políticas governamentais e os fatores de ordem mundial, estão associados a doenças laborais.
II. A síndrome de Burnout é uma doença ocupacional caracterizada pelo desempenho de atividades repetitivas que causam lesões.
III. As dificuldades de conciliação entre as exigências familiares e as do trabalho podem ser fatores com interferência negativa no estresse e no bem-estar do trabalhador.
IV. As organizações consideram o trabalhador ideal aquele que cumpre as suas tarefas com bom desempenho e ao mesmo tempo respeita os limites das horas de trabalho, sem comprometer a sua vida pessoal.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
 

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735621 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Como as nossas mães
Por que as pessoas repetem os erros de suas famílias?
Por Ivan Martins
Quando se trata de família, acho que cada um de nós carrega um tipo de software.
Se você cresceu numa família com pais que se gostam e se respeitam, ganhou de brinde um software que ajuda a ficar casado. Se cresceu em meio a berros e a lágrimas, ou se num momento qualquer seus pais cansaram de brigar e se separaram, é provável que traga consigo um software menos útil para a manutenção da família. Como tudo que eu escrevo nesta coluna, essa é apenas uma impressão pessoal sem valor científico. Mas faz algum sentido.
Os valores e atitudes condizentes com a família são produzidos e repassados naturalmente em uma casa feliz – e o inverso acontece com famílias desestruturadas. São duas culturas, dois legados, dois softwares. Algo que a gente recebe, carrega e, frequentemente, reproduz. É sobre isso que eu queria falar.
No fim de semana, vi no cinema um lindo filme brasileiro, Sonhos Roubados. Ele conta a história de três meninas que se prostituem. Elas nasceram pobres, na favela, em famílias precárias. Uma é criada pelo tio que abusa dela sexualmente. Outra é expulsa de casa aos 16 anos. A terceira tem 17 anos e já cuida de uma família. Nenhuma delas tem pai. As três são filhas de mulheres prostituídas. As três repetem o mesmo caminho. O filme baseia-se em personagens reais extraídos do livro-reportagem de Eliane Trindade, As Meninas da Esquina, publicado pela Editora Record. Um livro tocante deu origem a um filme comovente.
A história dessas meninas me fez pensar na questão das famílias – no software que a gente carrega – e na vocação perversa que temos de reproduzir os erros dos nossos pais. A filha da gravidez indesejada deveria fugir como louca da mesma situação, mas nem sempre é isso que acontece. Vale o mesmo para o filho do bêbado e o do bandido, assim como para o do sujeito que abandona a família. O exemplo de sofrimento deveria conduzir as pessoas na direção contrária, mas não é necessariamente assim. As histórias muitas vezes se repetem.
A gente aprende com os pais a ser alguma coisa na vida, parecida com o que eles são. O que eles ensinam com seu exemplo e com seu convívio – ou com a sua ausência – se torna parte do que somos. Inspira-nos ou nos aterroriza, tem de ser abraçado ou combatido, mas, de alguma forma, está lá, como um software no computador.
Hoje em dia virou moda falar mal da psicanálise. É uma pena, porque uma das coisas que Freud ensinou a fazer é identificar nas nossas atitudes e nas nossas palavras o software secreto que nos dá alento ou que nos apavora. Um exemplo pessoal: logo que me separei, corri ao analista achando que minha vida iria acabar. Estava tudo em ordem, mas eu morria de medo. Por quê? Estava morto de culpa pela separação, é obvio. Mas havia outra coisa, que ficou clara com o tempo. Meus pais também se separaram e disso resultou uma distância enorme do meu pai. Quando eu me separei, um pedaço de mim achava que eu fosse também me afastar dos meus filhos. Estava apavorado com a ideia de me distanciar, de não ser um bom pai, de faltar com os meus filhos de alguma forma. Esse era o software da minha família, afinal. Era uma espécie de legado paterno que teve de ser entendido e abandonado.
Quantos de nós têm a chance de fazer isto: confrontar-se com os seus temores (ou com seus desejos) e perceber neles algo que foi herdado, que está nos atrapalhando ou sendo reproduzido de forma impensada na nossa vida?
Um dos momentos mais tristes e reveladores de Sonhos Roubados é, para mim, quando uma das meninas, a que foi expulsa de casa pela mãe prostituta, que nunca teve pai, diz ao namorado bandido que quer ter um filho dele. E o tem. Que coisa maluca é essa de tentar reproduzir (ou resolver) na nossa vida o que deu errado na vida dos nossos pais? Na falta de reposta melhor, eu repito: é software.
Claro, não estamos lidando apenas com as questões da subjetividade. O filme deixa claro que as meninas vivem em total abandono. A escola, que poderia ser um mecanismo de superação da miséria, nunca tem aulas. O Estado, que recolhe impostos e angaria votos, não provê segurança, nem trabalho, nem serviço de saúde. Crianças e velhos não têm o que comer, literalmente. O filme começa com uma panela vazia e termina com três meninas rodando bolsa na rua. Nem precisa de Freud para entender isso.
Disponível em: <revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI136466-15230,00-COMO+AS+NOSSAS+MAES.html> Acesso em: 20 mar. 2015.
Analise as afirmativas a seguir acerca do funcionamento da palavra QUE neste trecho: “Se você cresceu numa família com pais que se gostam e se respeitam, ganhou de brinde um software que ajuda a ficar casado.” (2º parágrafo).
I. Na primeira ocorrência, essa palavra é um pronome relativo, e, na segunda, uma conjunção integrante.
II. Na segunda ocorrência, esse conector funciona como um pronome indefinido.
III. Nas duas ocorrências, essa partícula serve para introduzir orações adjetivas.
IV. Nas duas ocorrências, essa palavra possui função referencial, remetendo a “pais” e a “software”, respectivamente.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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735295 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Procuram-se estudantes
Além do mico-leão-dourado e do lobo-guará, outro mamífero tropical parece caminhar para a extinção.
Por Thomaz Wood Jr.
Diz-se que uma espécie encontra-se ameaçada quando a população decresce a ponto de situá-la em condição de extinção. Tal processo é fruto da exploração econômica e do desenvolvimento material, e atinge aves e mamíferos em todo o planeta. Nos trópicos, esse pode ser o caso dos estudantes. Curiosamente, enquanto a população de alunos aumenta, a de estudantes parece diminuir. Paradoxo? Parece, mas talvez não seja.
Aluno é aquele que atende regularmente a um curso, de qualquer nível, duração ou especialidade, com a suposta finalidade de adquirir conhecimento ou de ter direito a um título. Já o estudante é um ser autônomo, que busca uma nova competência e pretende exercê-la, para o seu benefício e o da sociedade. O aluno recebe. O estudante busca. Quando o sistema funciona, todos os alunos tendem a se tornar estudantes. Quando o sistema falha, eles se divorciam. É o que parece ocorrer entre nós: enquanto o número de alunos nos ensinos fundamental, médio e superior cresce, assombram-nos sinais do desaparecimento de estudantes entre as massas discentes.
Alguns grupos de estudantes sobrevivem, aqui e acolá, preservados em escolas movidas por nobres ideais e boas práticas, verdadeiros santuários ecológicos. Sabe-se da existência de tais grupos nos mais diversos recantos do planeta: na Coreia do Sul, na Finlândia e até mesmo no Piauí. Entretanto, no mais das vezes, o que se veem são alunos a agir como espectadores passivos de um processo no qual deveriam atuar como protagonistas, como agentes do aprendizado e do próprio destino.
Alunos entram e saem da sala de aula em bandos malemolentes, sentam-se nas carteiras escolares como no sofá de suas casas, diante da tevê, a aguardar que o show tenha início. Após 20 minutos, se tanto, vêm o tédio e o sono. Incapazes de se concentrar, eles se espreguiçam e bocejam. Então, recorrem ao iPhone, à internet e às mídias sociais. Mergulhados nos fragmentos comunicativos do penico digital, lambuzam-se de interrogações, exclamações e interjeições. Ali o mundo gira, e o tempo voa. Saem de cena deduções matemáticas, descobertas científicas, fatos históricos e o que mais o plantonista da lousa estiver recitando. Ocupam seu lugar o resultado do futebol, o programa de quinta-feira e a praia do fim de semana.
As razões para o aumento do número de alunos são conhecidas: a expansão dos ensinos fundamental, médio e superior, ocorrida aos trancos e barrancos, nas últimas décadas. A qualidade caminhando trôpega, na sombra da quantidade. Já o processo de extinção dos estudantes suscita muitas especulações e poucas certezas. Colegas professores, frustrados e desanimados, apontam para o espírito da época: para eles, o desaparecimento dos estudantes seria o fruto amargo de uma sociedade doente, que festeja o consumismo e o prazer raso e imediato, que despreza o conhecimento e celebra a ignorância, e que prefere a imagem à substância.
Especialistas de índole crítica advogam que os estudantes estão em extinção porque a própria escola tornou-se anacrônica, tentando ainda domesticar um público do século XXI com métodos e conteúdos do século XIX. Múltiplos grupos de interesse, em ação na educação e cercanias, garantem a fossilização, resistindo a mudanças, por ideologia de outra era ou por pura preguiça. Aqui e acolá, disfarçam o conservadorismo com aulas-shows, tablets e pedagogia pop. Mudam para que tudo fique como está.
Outros observadores apontam um fenômeno que pode ser causa-raiz do processo de extinção dos estudantes: trata-se da dificuldade que os jovens de hoje enfrentam para amadurecer e desenvolver-se intelectualmente. A permissividade criou uma geração mimada, infantilizada e egocêntrica, incapaz de sair da própria pele e de transcender o próprio umbigo.
São crianças eternas, a tomarem o mundo ao redor como extensão delas próprias, que não conseguem perceber o outro, mergulhar em outros sistemas de pensamento e articular novas ideias. Repetem clichês. Tomam como argumentos o que copiam e colam de entradas da Wikipédia e do que mais encontram nas primeiras linhas do Google. E criticam seus mestres, incapazes de diverti-los e de fazê-los se sentir bem com eles próprios. Aprender cansa. Pensar dói.
Disponível em: WWW.cartacapital.com.br/revista/794/procuram-seestudantes.760.html> Acesso em: 15 jun. 2015.
Leia as frases seguintes:
I. Busca-se alunos interessados.
II. Aqui não se encontra alunos interessados.
III. Tratam-se de alunos, não de estudantes.
IV. Precisa-se de estudantes, não de alunos.
As normas de concordância verbal estão plenamente respeitadas na construção da(s) frase(s)
 

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