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Foram encontradas 40 questões.

1490367 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas

De acordo com a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, vencimento é a retribuição pecuniária pelo exercício de cargo público, com valor fixado em lei.

Além do vencimento, poderão ser pagas ao servidor determinadas vantagens, a exemplo das indenizações. Segundo a referida lei, constituem indenizações ao servidor:

 

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1490366 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas

Semprônio, servidor público do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais – IFSULDEMINAS, não satisfez as condições do estágio probatório. Logo, ocorrerá a vacância do cargo público que Semprônio ocupa.

Considerando a situação hipotética acima e o previsto na Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, a vacância do cargo público que Semprônio ocupa decorrerá de:

 

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1490365 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas

Em relação à anulação e revogação dos atos administrativos, a Lei nº 9.784, de 29 de janeiro de 1999, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, dispõe que:

 

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1490364 Ano: 2019
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas

João, Técnico de Tecnologia da Informação lotado no Campus Machado do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais, precisou encaminhar uma solicitação de equipamentos à Reitoria do mesmo instituto. Observando a 3ª edição do Manual de Redação da Presidência da República, João se atentou para:

 

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1490363 Ano: 2019
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas

Maria, Técnica, recém-aprovada em concurso público e lotada no Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais, precisou encaminhar um e-mail para todos os servidores, convidando-os para uma reunião a fim de apresentar o setor onde trabalha. Após ter elaborado e enviado o e-mail, Maria observou a 3ª edição do Manual de Redação da Presidência da República e percebeu que cometeu uma falha quanto a:

 

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1490362 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas

Qual a função social da universidade?

As primeiras faculdades surgidas no país, de medicina e direito serviam a formação dos filhos das elites

O Brasil é um daqueles países construídos a partir dos escombros da Colonização. Este processo deixou traços coloniais a nossa personalidade coletiva. Somos fruto da exploração, como rejeitos industriais, mas não nos reconhecemos como tal. Não nos solidarizamos com países de histórias semelhantes, e almejamos espelhar o colonizador, seja o ibérico, seja o britânico, seja o norte-americano.

Lugar de privilégio

Neste contexto criou-se as universidades brasileiras, historicamente um lugar de privilégio. As primeiras faculdades surgidas no país, de medicina e direito serviam a formação dos filhos das elites, em substituição às estrangeiras como a de Coimbra. Contudo eram praticamente um réplica colonial daquela. Até hoje, pelo sistema de seleção escolar, a elitização é traço característico da universidade brasileira.

A ameaça da mercantilização

Contudo, enfrentamos até hoje problemas do início do século passado. Há uma tensão permanente pela total mercantilização da educação superior, setor em que predominam as universidades privadas. Estas têm se transformado em grandes empresas educacionais. O lucro é a prioridade institucional, enquanto a educação é secundarizada, e às vezes até tratada como custo.

As universidades que mais produzem pesquisa são públicas. Nestas, há uma permanente tensão para sua associação a empresas ou grupos privados. Nas ciências do campo, na região centro oeste, o agronegócio vive a cobiçar a pesquisa universitária, direcionando sua pauta e blindando o modelo de críticas e dos interesses populares. Exemplo, o atlas do agronegócio de 2018, pesquisa que associa o agronegócio à degradação do cerrado, é uma pesquisa estrangeira, não nacional . Logo, mesmo nas universidades públicas, o conhecimento produzido por vezes está “desligado das necessidades populares cotidianas”.

Armas ideológicas

Mesmo assim, por mais inusitado que seja, a universidade foi eleita como um dos principais alvos dos grupos conservadores nos tempos recentes, colocando a autonomia universitária em risco. Sem autonomia não se produz conhecimento. Afinal, a produção científica não pode ser dirigida de fora para dentro, sob o risco de somente servir a uma parte da sociedade, ou servir para justificar as ações dos grupos que a dirigem, no caso, o Estado.

Por uma universidade ou pluriversidade popular?

A questão central, a meu ver, sobre a educação superior brasileira, é, qual a função social da universidade? Formar mão-de-obra qualificada e pesquisas para o mercado e o Estado, ou massificar/difundir saberes válidos (entre científicos e populares), produzir saberes científicos e pautar-se pelas demandas populares e pelas questões sociais?

Há uma função social da universidade para além do ensino, para além da pesquisa. O fortalecimento da extensão, tende a equilibrar o tripé do artigo 207 da Constituição, mas também não é suficiente.

Para ser uma universidade para toda a sociedade, é preciso captar a complexidade da pluralidade social, enfrentar privilégios, considerar diversas visões de mundo, buscar a transformação social, e fazer tudo isso daqui, da América-Latina colonial. Voltamos a uma questão síntese, educação para quem?

Disponível em <https://domtotal.com/artigo/8076/2019/04/qual-a-funcao-social-da-universidade/>. Acesso em: 10 maio 2019 (com adaptações).

Qual fragmento apresenta problemas de concordância verbal?

 

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1490361 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas

Qual a função social da universidade?

As primeiras faculdades surgidas no país, de medicina e direito serviam a formação dos filhos das elites

O Brasil é um daqueles países construídos a partir dos escombros da Colonização. Este processo deixou traços coloniais a nossa personalidade coletiva. Somos fruto da exploração, como rejeitos industriais, mas não nos reconhecemos como tal. Não nos solidarizamos com países de histórias semelhantes, e almejamos espelhar o colonizador, seja o ibérico, seja o britânico, seja o norte-americano.

Lugar de privilégio

Neste contexto criou-se as universidades brasileiras, historicamente um lugar de privilégio. As primeiras faculdades surgidas no país, de medicina e direito serviam a formação dos filhos das elites, em substituição às estrangeiras como a de Coimbra. Contudo eram praticamente um réplica colonial daquela. Até hoje, pelo sistema de seleção escolar, a elitização é traço característico da universidade brasileira.

A ameaça da mercantilização

Contudo, enfrentamos até hoje problemas do início do século passado. Há uma tensão permanente pela total mercantilização da educação superior, setor em que predominam as universidades privadas. Estas têm se transformado em grandes empresas educacionais. O lucro é a prioridade institucional, enquanto a educação é secundarizada, e às vezes até tratada como custo.

As universidades que mais produzem pesquisa são públicas. Nestas, há uma permanente tensão para sua associação a empresas ou grupos privados. Nas ciências do campo, na região centro oeste, o agronegócio vive a cobiçar a pesquisa universitária, direcionando sua pauta e blindando o modelo de críticas e dos interesses populares. Exemplo, o atlas do agronegócio de 2018, pesquisa que associa o agronegócio à degradação do cerrado, é uma pesquisa estrangeira, não nacional . Logo, mesmo nas universidades públicas, o conhecimento produzido por vezes está “desligado das necessidades populares cotidianas”.

Armas ideológicas

Mesmo assim, por mais inusitado que seja, a universidade foi eleita como um dos principais alvos dos grupos conservadores nos tempos recentes, colocando a autonomia universitária em risco. Sem autonomia não se produz conhecimento. Afinal, a produção científica não pode ser dirigida de fora para dentro, sob o risco de somente servir a uma parte da sociedade, ou servir para justificar as ações dos grupos que a dirigem, no caso, o Estado.

Por uma universidade ou pluriversidade popular?

A questão central, a meu ver, sobre a educação superior brasileira, é, qual a função social da universidade? Formar mão-de-obra qualificada e pesquisas para o mercado e o Estado, ou massificar/difundir saberes válidos (entre científicos e populares), produzir saberes científicos e pautar-se pelas demandas populares e pelas questões sociais?

Há uma função social da universidade para além do ensino, para além da pesquisa. O fortalecimento da extensão, tende a equilibrar o tripé do artigo 207 da Constituição, mas também não é suficiente.

Para ser uma universidade para toda a sociedade, é preciso captar a complexidade da pluralidade social, enfrentar privilégios, considerar diversas visões de mundo, buscar a transformação social, e fazer tudo isso daqui, da América-Latina colonial. Voltamos a uma questão síntese, educação para quem?

Disponível em <https://domtotal.com/artigo/8076/2019/04/qual-a-funcao-social-da-universidade/>. Acesso em: 10 maio 2019 (com adaptações).

Há correspondência semântica inadequada entre um trecho e a sua ideia apresentada entre parênteses em:

 

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1490359 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas

Qual a função social da universidade?

As primeiras faculdades surgidas no país, de medicina e direito serviam a formação dos filhos das elites

O Brasil é um daqueles países construídos a partir dos escombros da Colonização. Este processo deixou traços coloniais a nossa personalidade coletiva. Somos fruto da exploração, como rejeitos industriais, mas não nos reconhecemos como tal. Não nos solidarizamos com países de histórias semelhantes, e almejamos espelhar o colonizador, seja o ibérico, seja o britânico, seja o norte-americano.

Lugar de privilégio

Neste contexto criou-se as universidades brasileiras, historicamente um lugar de privilégio. As primeiras faculdades surgidas no país, de medicina e direito serviam a formação dos filhos das elites, em substituição às estrangeiras como a de Coimbra. Contudo eram praticamente um réplica colonial daquela. Até hoje, pelo sistema de seleção escolar, a elitização é traço característico da universidade brasileira.

A ameaça da mercantilização

Contudo, enfrentamos até hoje problemas do início do século passado. Há uma tensão permanente pela total mercantilização da educação superior, setor em que predominam as universidades privadas. Estas têm se transformado em grandes empresas educacionais. O lucro é a prioridade institucional, enquanto a educação é secundarizada, e às vezes até tratada como custo.

As universidades que mais produzem pesquisa são públicas. Nestas, há uma permanente tensão para sua associação a empresas ou grupos privados. Nas ciências do campo, na região centro oeste, o agronegócio vive a cobiçar a pesquisa universitária, direcionando sua pauta e blindando o modelo de críticas e dos interesses populares. Exemplo, o atlas do agronegócio de 2018, pesquisa que associa o agronegócio à degradação do cerrado, é uma pesquisa estrangeira, não nacional . Logo, mesmo nas universidades públicas, o conhecimento produzido por vezes está “desligado das necessidades populares cotidianas”.

Armas ideológicas

Mesmo assim, por mais inusitado que seja, a universidade foi eleita como um dos principais alvos dos grupos conservadores nos tempos recentes, colocando a autonomia universitária em risco. Sem autonomia não se produz conhecimento. Afinal, a produção científica não pode ser dirigida de fora para dentro, sob o risco de somente servir a uma parte da sociedade, ou servir para justificar as ações dos grupos que a dirigem, no caso, o Estado.

Por uma universidade ou pluriversidade popular?

A questão central, a meu ver, sobre a educação superior brasileira, é, qual a função social da universidade? Formar mão-de-obra qualificada e pesquisas para o mercado e o Estado, ou massificar/difundir saberes válidos (entre científicos e populares), produzir saberes científicos e pautar-se pelas demandas populares e pelas questões sociais?

Há uma função social da universidade para além do ensino, para além da pesquisa. O fortalecimento da extensão, tende a equilibrar o tripé do artigo 207 da Constituição, mas também não é suficiente.

Para ser uma universidade para toda a sociedade, é preciso captar a complexidade da pluralidade social, enfrentar privilégios, considerar diversas visões de mundo, buscar a transformação social, e fazer tudo isso daqui, da América-Latina colonial. Voltamos a uma questão síntese, educação para quem?

Disponível em <https://domtotal.com/artigo/8076/2019/04/qual-a-funcao-social-da-universidade/>. Acesso em: 10 maio 2019 (com adaptações).

Ao utilizar a expressão “armas ideológicas”, o texto evidencia que:

 

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1490358 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas

Qual a função social da universidade?

As primeiras faculdades surgidas no país, de medicina e direito serviam a formação dos filhos das elites

O Brasil é um daqueles países construídos a partir dos escombros da Colonização. Este processo deixou traços coloniais a nossa personalidade coletiva. Somos fruto da exploração, como rejeitos industriais, mas não nos reconhecemos como tal. Não nos solidarizamos com países de histórias semelhantes, e almejamos espelhar o colonizador, seja o ibérico, seja o britânico, seja o norte-americano.

Lugar de privilégio

Neste contexto criou-se as universidades brasileiras, historicamente um lugar de privilégio. As primeiras faculdades surgidas no país, de medicina e direito serviam a formação dos filhos das elites, em substituição às estrangeiras como a de Coimbra. Contudo eram praticamente um réplica colonial daquela. Até hoje, pelo sistema de seleção escolar, a elitização é traço característico da universidade brasileira.

A ameaça da mercantilização

Contudo, enfrentamos até hoje problemas do início do século passado. Há uma tensão permanente pela total mercantilização da educação superior, setor em que predominam as universidades privadas. Estas têm se transformado em grandes empresas educacionais. O lucro é a prioridade institucional, enquanto a educação é secundarizada, e às vezes até tratada como custo.

As universidades que mais produzem pesquisa são públicas. Nestas, há uma permanente tensão para sua associação a empresas ou grupos privados. Nas ciências do campo, na região centro oeste, o agronegócio vive a cobiçar a pesquisa universitária, direcionando sua pauta e blindando o modelo de críticas e dos interesses populares. Exemplo, o atlas do agronegócio de 2018, pesquisa que associa o agronegócio à degradação do cerrado, é uma pesquisa estrangeira, não nacional . Logo, mesmo nas universidades públicas, o conhecimento produzido por vezes está “desligado das necessidades populares cotidianas”.

Armas ideológicas

Mesmo assim, por mais inusitado que seja, a universidade foi eleita como um dos principais alvos dos grupos conservadores nos tempos recentes, colocando a autonomia universitária em risco. Sem autonomia não se produz conhecimento. Afinal, a produção científica não pode ser dirigida de fora para dentro, sob o risco de somente servir a uma parte da sociedade, ou servir para justificar as ações dos grupos que a dirigem, no caso, o Estado.

Por uma universidade ou pluriversidade popular?

A questão central, a meu ver, sobre a educação superior brasileira, é, qual a função social da universidade? Formar mão-de-obra qualificada e pesquisas para o mercado e o Estado, ou massificar/difundir saberes válidos (entre científicos e populares), produzir saberes científicos e pautar-se pelas demandas populares e pelas questões sociais?

Há uma função social da universidade para além do ensino, para além da pesquisa. O fortalecimento da extensão, tende a equilibrar o tripé do artigo 207 da Constituição, mas também não é suficiente.

Para ser uma universidade para toda a sociedade, é preciso captar a complexidade da pluralidade social, enfrentar privilégios, considerar diversas visões de mundo, buscar a transformação social, e fazer tudo isso daqui, da América-Latina colonial. Voltamos a uma questão síntese, educação para quem?

Disponível em <https://domtotal.com/artigo/8076/2019/04/qual-a-funcao-social-da-universidade/>. Acesso em: 10 maio 2019 (com adaptações).

O fragmento “em substituição às estrangeiras como a de Coimbra”, utiliza estratégia de coesão que tem por característica:

 

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1490357 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL Minas
Orgão: IF-SUL Minas

Qual a função social da universidade?

As primeiras faculdades surgidas no país, de medicina e direito serviam a formação dos filhos das elites

O Brasil é um daqueles países construídos a partir dos escombros da Colonização. Este processo deixou traços coloniais a nossa personalidade coletiva. Somos fruto da exploração, como rejeitos industriais, mas não nos reconhecemos como tal. Não nos solidarizamos com países de histórias semelhantes, e almejamos espelhar o colonizador, seja o ibérico, seja o britânico, seja o norte-americano.

Lugar de privilégio

Neste contexto criou-se as universidades brasileiras, historicamente um lugar de privilégio. As primeiras faculdades surgidas no país, de medicina e direito serviam a formação dos filhos das elites, em substituição às estrangeiras como a de Coimbra. Contudo eram praticamente um réplica colonial daquela. Até hoje, pelo sistema de seleção escolar, a elitização é traço característico da universidade brasileira.

A ameaça da mercantilização

Contudo, enfrentamos até hoje problemas do início do século passado. Há uma tensão permanente pela total mercantilização da educação superior, setor em que predominam as universidades privadas. Estas têm se transformado em grandes empresas educacionais. O lucro é a prioridade institucional, enquanto a educação é secundarizada, e às vezes até tratada como custo.

As universidades que mais produzem pesquisa são públicas. Nestas, há uma permanente tensão para sua associação a empresas ou grupos privados. Nas ciências do campo, na região centro oeste, o agronegócio vive a cobiçar a pesquisa universitária, direcionando sua pauta e blindando o modelo de críticas e dos interesses populares. Exemplo, o atlas do agronegócio de 2018, pesquisa que associa o agronegócio à degradação do cerrado, é uma pesquisa estrangeira, não nacional . Logo, mesmo nas universidades públicas, o conhecimento produzido por vezes está “desligado das necessidades populares cotidianas”.

Armas ideológicas

Mesmo assim, por mais inusitado que seja, a universidade foi eleita como um dos principais alvos dos grupos conservadores nos tempos recentes, colocando a autonomia universitária em risco. Sem autonomia não se produz conhecimento. Afinal, a produção científica não pode ser dirigida de fora para dentro, sob o risco de somente servir a uma parte da sociedade, ou servir para justificar as ações dos grupos que a dirigem, no caso, o Estado.

Por uma universidade ou pluriversidade popular?

A questão central, a meu ver, sobre a educação superior brasileira, é, qual a função social da universidade? Formar mão-de-obra qualificada e pesquisas para o mercado e o Estado, ou massificar/difundir saberes válidos (entre científicos e populares), produzir saberes científicos e pautar-se pelas demandas populares e pelas questões sociais?

Há uma função social da universidade para além do ensino, para além da pesquisa. O fortalecimento da extensão, tende a equilibrar o tripé do artigo 207 da Constituição, mas também não é suficiente.

Para ser uma universidade para toda a sociedade, é preciso captar a complexidade da pluralidade social, enfrentar privilégios, considerar diversas visões de mundo, buscar a transformação social, e fazer tudo isso daqui, da América-Latina colonial. Voltamos a uma questão síntese, educação para quem?

Disponível em <https://domtotal.com/artigo/8076/2019/04/qual-a-funcao-social-da-universidade/>. Acesso em: 10 maio 2019 (com adaptações).

No fragmento “Este processo deixou traços coloniais na nossa personalidade coletiva”, a palavra ‘este’ tem por função:

 

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