Foram encontradas 50 questões.
Os computadores são compostos por uma parte lógica e por outra denominada física. Selecione a alternativa que apresente uma parte lógica e outra física de um computador, respectivamente:
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Sobre os conceitos relativos à proteção e segurança:
I- A criptografia é a ciência e arte de escrever mensagens em forma cifrada ou em código.
II- Vírus são dispositivos constituídos pela combinação de software e hardware, utilizados para dividir e controlar o acesso entre redes de computadores.
III- O Certificado digital é um arquivo eletrônico que contém dados de uma pessoa ou instituição, utilizados para comprovar sua identidade.
IV- Cavalo de Tróia é um programa capaz de capturar e armazenar as teclas digitadas pelo usuário no teclado de um computador.
Estão corretos os itens:
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Em se tratando da preparação para o exercício do magistério superior conforme fixado no Art.66 e seu parágrafo único da Lei nº 9.394/1996, podemos afirmar que:
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O Art. 3º do Decreto no 5.154/2004 faz referência aos cursos e programas de formação inicial e continuada de trabalhadores:
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A Lei nº 8112/1990 no Art. 11 faz referência a concurso público e a hipótese de isenção nele é expressamente prevista. Podemos afirmar que esse artigo foi regulamentado pelo:
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“Contestar o gabarito da prova é um direito que _____ assiste e _______ o candidato não abre mão.” Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas da frase dada.
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Leia os conceitos dados a seguir.
I- São palavras de sentido semelhante ou aproximado.
II- É a linguagem que tem sentido figurado, representativo, sugerindo a idéia de forma indireta.
III- São palavras de significação oposta.
Os conceitos dados referem-se, respectivamente, a:
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Todas as palavras grifadas admitem as duas concordâncias indicadas, exceto:
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No trecho a seguir, retirado da obra Os Donos do Poder, de Raymundo Faoro, a pontuação foi alterada. Identifique a alternativa em que a pontuação está correta.
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Texto 1
À sombra da Constituição
Ao defender o senador José Sarney de denúncias de irregularidade, o presidente Lula cria no Brasil duas categorias de cidadão: os "comuns", nós, e os "incomuns", a quem tudo se permite.
Otávio Cabral e Diego Escosteguy
Há meio século, quando o presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira inaugurou Brasília, um coro de descontentes fez-se ouvir. Nada contra a arquitetura de gosto duvidoso da nova capital federal. O que se temia era a possibilidade de que, uma vez isolados no interior do país, longe da vigilância próxima e permanente dos cidadãos de uma metrópole como o Rio de Janeiro, antiga sede do governo, os políticos perdessem de uma vez a compostura e passassem a comportar-se como senhores feudais, acima das leis. Infelizmente, os descontentes revelaram-se proféticos. Brasília tornou-se uma ilha da fantasia para deputados e senadores, que usam seus cargos de representantes do povo para locupletar-se e obter vantagens para seus apaniguados. O corolário evidente é que a capital se transformou numa imagem de pesadelo para os que pagam a conta: nós, os milhões de contribuintes; nós, as dezenas de milhões de pessoas comuns. É tal o resumo da ópera brasiliense – eles, os poderosos, os "incomuns", se lixam cada vez mais para a opinião pública, para os bons modos, para a Constituição. Minam, assim, a crença na democracia e os alicerces de uma nação que almeja a civilização.
(Revista Veja, 24/06/2009, p.59)
Entre as palavras retiradas do texto 1, assinale a alternativa que só apresenta palavras oxítonas.
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