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Por mais limitado que seja o âmbito de vida de qualquer povo, lá iremos encontrar, em gérmen ― por vezes, obscuras e indiscriminadas ―, quatro grandes instituições fundamentais que constroem e condicionam a vida em comum: a família, o Estado, a igreja e a escola.

Desde que haja vida em comum, essas instituições, sob alguma forma, hão de aparecer, e aparecem para manter, nutrir, ordenar e iluminar a vida em comum. Existir em sociedade envolve, com efeito, imensas complexidades. Cada indivíduo nada mais sendo do que uma urdidura de laços sociais, toda sua vida transcorre em plano superior ao de sua própria vida física, e seus meios de expressão não podem ser outros que os das instituições de sua sociedade. Dentre essas, avultam as que mais largamente compõem o quadro da existência coletiva. A família, que vela pelo seu desenvolvimento inicial e o conduz a se tornar, por sua vez, um perpetuador de sua espécie; o Estado, que o defende e regula a vida em grupo; a igreja, que lhe dá o sentido profundo do seu devotamento social; e a escola, que o humaniza e o socializa.

Todas essas funções se confundem e se misturam, em cada uma dessas instituições, de tal forma que a história de qualquer delas é, de algum modo, a história da humanidade.

Anísio Teixeira Notas para a história da educação In: Revista
brasileira de estudos pedagógicos Rio de Janeiro, v 37,
n º 85, jan Smar /1962, p 181 (com adaptações)

O termo “urdidura” é empregado no texto com o sentido de

 

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Por mais limitado que seja o âmbito de vida de qualquer povo, lá iremos encontrar(b), em gérmen ― por vezes, obscuras e indiscriminadas ―, quatro grandes instituições fundamentais que constroem e condicionam a vida em comum: a família, o Estado, a igreja e a escola.

Desde que haja vida em comum, essas instituições, sob alguma forma, hão de aparecer, e aparecem para manter, nutrir, ordenar e iluminar a vida em comum. Existir em sociedade envolve, com efeito, imensas complexidades(c). Cada indivíduo nada mais sendo do que uma urdidura de laços sociais, toda sua vida transcorre em plano superior ao de sua própria vida física, e seus meios de expressão não podem ser outros que os das instituições de sua sociedade. Dentre essas, avultam as que mais largamente compõem o quadro da existência coletiva. A família, que vela pelo seu desenvolvimento inicial e o conduz a se tornar, por sua vez, um perpetuador de sua espécie; o Estado, que o defende e regula a vida em grupo; a igreja, que lhe dá o sentido profundo do seu devotamento social; e a escola, que o humaniza e o socializa.

Todas essas funções(d) se confundem e se misturam, em cada uma dessas instituições, de tal forma(e) que a história de qualquer delas é, de algum modo(a), a história da humanidade.

Anísio Teixeira Notas para a história da educação In: Revista
brasileira de estudos pedagógicos Rio de Janeiro, v 37,
n º 85, jan Smar /1962, p 181 (com adaptações)

Os sentidos do texto seriam alterados caso se substituísse

 

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669042 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IFF
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Enunciado 669042-1

No trecho “Além disso, o trabalho com gêneros contribui para que a sala de aula ensine a prática da leitura, da compreensão e da produção textual” (ℓ. 18 a 20), do texto 16A2AAA, está presente a figura de linguagem denominada
 

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669040 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IFF
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Afinal, qual é a possibilidade de o que se compreende por literatura desde, pelo menos, o século XVIII, sobreviver como expressão cultural significativa e representativa nesse contexto caracterizado pela ubiquidade das mídias, pela transcodificação das linguagens em linguagem digital, pelas novas práticas de leitura que não mais se restringem à página impressa?

Não é simples responder a esse questionamento, dada a complexidade do fenômeno literário, que não se limita a injunções de ordem estética, mas que envolve uma intricada rede de outros elementos que se articulam entre si: a produção (escrita, edição e publicação), a leitura, a circulação. O desafio é, então, compreender esse feixe complexo de elementos em um contexto em que escrever e publicar, ler e legitimar um texto como literário se faz no interior da ubiquidade das mídias, a partir da linguagem digital, em suportes de leitura eletrônicos.

Rejane Cristina Rocha Estudos de literatura brasileira

contemporânea n º 47, jan /jun 2016, p 11-7 (com adaptações)

Acerca da relação entre a estética literária e as mídias digitais conforme a abordagem do texto apresentado, é correto afirmar que

 

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Educar para a transcendência é tentar estabelecer um equilíbrio entre a educação para a sobrevivência e a educação para a transcendência. Explico melhor: a educação tem sido até hoje, na melhor das hipóteses, uma transferência cultural que oferece aos jovens a possibilidade de sobreviver dentro da sua cultura, entendida como modo de vida. Isso ocorre no contexto das formas mais tribais da educação, até nas mais sofisticadas, mas não menos egoístas.

Com a evolução da espécie humana ― que existe diferenciada dos animais há 4 ou 5 milhões de anos ―, foi se acentuando a nossa diferença fundamental em relação aos animais: consciência do espaço temporal em que vivemos — isto é, consciência do começo e do fim da vida — e curiosidade intensa sobre o que éramos antes e o que iremos ser depois. Ao penetrarmos, conscientemente, nesse campo desconhecido por meio do raciocínio, da filosofia e, por que não, da ciência, estaremos no caminho da transcendência.

É preciso que a educação nos prepare para esse caminho com o qual poderemos entender melhor de onde viemos e para onde vamos. Isso nos tornará mais humildes, mais humanos e mais éticos. Estes dois aspectos, ética e transcendência, andam juntos e só se logram com uma maior abertura e um conteúdo humanístico e filosófico cada vez maior no processo educativo.

José Aristodemo Pinotti Discurso [sobre o
processo de discussão da reforma universitária]
Internet: <www camara gov br> (com adaptações)

Seria mantido o paralelismo sintático e semântico do texto se

 

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669037 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IFF
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Enunciado 669037-1

No texto precedente, o emprego da palavra “banco”, nas linhas 5 e 9, exemplifica o fenômeno denominado

 

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669036 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IFF
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Enunciado 669036-1

O conceito de gênero textual explicitado no texto 16A2AAA corresponde a
 

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Por mais limitado que seja o âmbito de vida de qualquer povo, lá iremos encontrar, em gérmen ― por vezes, obscuras e indiscriminadas ―, quatro grandes instituições fundamentais que constroem e condicionam a vida em comum: a família, o Estado, a igreja e a escola.

Desde que haja vida em comum, essas instituições, sob alguma forma, hão de aparecer, e aparecem para manter, nutrir, ordenar e iluminar a vida em comum. Existir em sociedade envolve, com efeito, imensas complexidades. Cada indivíduo nada mais sendo do que uma urdidura de laços sociais, toda sua vida transcorre em plano superior ao de sua própria vida física, e seus meios de expressão não podem ser outros que os das instituições de sua sociedade. Dentre essas, avultam as que mais largamente compõem o quadro da existência coletiva. A família, que vela pelo seu desenvolvimento inicial e o conduz a se tornar, por sua vez, um perpetuador de sua espécie; o Estado, que o defende e regula a vida em grupo; a igreja, que lhe dá o sentido profundo do seu devotamento social; e a escola, que o humaniza e o socializa.

Todas essas funções se confundem e se misturam, em cada uma dessas instituições, de tal forma que a história de qualquer delas é, de algum modo, a história da humanidade.

Anísio Teixeira Notas para a história da educação In: Revista
brasileira de estudos pedagógicos Rio de Janeiro, v 37,
n º 85, jan Smar /1962, p 181 (com adaptações)

No primeiro período do segundo parágrafo do texto, a expressão “Desde que” introduz oração que exprime circunstância de

 

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669024 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IFF
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Enunciado 669024-1

Dado o assunto e, especialmente, o último parágrafo do texto 16A2BBB, é correto afirmar que o público-alvo, isto é, o enunciatário ideal desse texto são
 

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— Bom café, Dona Zefinha!
— Nada, dotô. O senhor qué um biscoito?
O doutor não comia nada depois do jantar. Era hábito vindo dos pais.
— Máis não fáiz mal, dotô. É muito leve, de goma.
Bernardo Élis Ermos e gerais: contos goianos
In: Coleção contistas e cronistas do Brasil
Rio de
Janeiro: Martins Fontes, 2005, p 155 (com adaptações)
Ao empregar “dotô”, “qué”, “Máis” e “fáiz”, na fala da personagem Dona Zefinha, mas adotar a grafia oficial para reproduzir a fala do “doutor”, o autor do texto CG1A1CCC marca, por meio da fala dos personagens, que há entre eles uma diferença de
Questão Anulada

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