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Julgue os próximos itens, acerca do manejo clínico do paciente oncológico.
A síndrome da veia cava superior é uma situação oncológica que requer medidas rápidas. Não há um tratamento padrão para a síndrome, sendo que a escolha do tratamento depende em grande parte da histologia do tumor que comprime o vaso. Em caso de tumores sensíveis como os germinativos e os de pequenas células de pulmão, a quimioterapia pode ser a primeira medida terapêutica. Em casos emergenciais, quando o exame histológico ainda não está disponível, a aposição de stent por via vascular pode aliviar os sintomas independentemente da histologia.
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Julgue os próximos itens, acerca do manejo clínico do paciente oncológico.
O tratamento da dispneia no doente terminal envolve, na maioria dos casos, o uso de oxigenoterpia. Esse tratamento é útil sob vários aspectos e deve ser mantido sempre que o paciente relate alívio dos sintomas, mesmo quando não há uma melhora evidente na oximetria, uma vez que o estímulo do oxigênio sobre terminações do nervo trigêmeo alivia a sensação de dispneia sem que necessariamente haja melhora na oxigenação dos tecidos.
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Julgue os próximos itens, acerca do manejo clínico do paciente oncológico.
Todos os pacientes com intoxicação por opioides devem ser submetidos a uma avaliação da glicemia capilar, uma vez que a hipoglicemia pode mimetizar muitos dos sintomas da intoxicação.
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Julgue os próximos itens, acerca do manejo clínico do paciente oncológico.
Apesar do embasamento biológico adequado, o uso do metilfenidato não foi capaz de melhorar os sintomas de fadiga em pacientes oncológicos.
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A respeito de ascite, caquexia e nutrição em pacientes oncológicos, julgue os itens seguintes.
No doente com câncer terminal, além da óbvia redução de ingesta calórica, a redução do peso é motivada também pelo aumento do gasto calórico em repouso.
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A respeito de ascite, caquexia e nutrição em pacientes oncológicos, julgue os itens seguintes.
A nutrição parenteral é uma importante peça no tratamento do câncer avançado, uma vez que é a única maneira de tentar manter o paciente clinicamente bem nutrido em inúmeras situações. Os benefícios em redução da mortalidade e aumento da qualidade são repetidos em vários estudos e comprovados em meta-análise.
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A respeito de ascite, caquexia e nutrição em pacientes oncológicos, julgue os itens seguintes.
No manejo clínico dos pacientes com caquexia/anorexia, os corticoides e os progestágenos são comprovadamente úteis. Os canabinoides, diferentemente do que acontece nos pacientes HIV positivo, não produziram benefícios em estudos conduzidos em pacientes com câncer.
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A respeito de ascite, caquexia e nutrição em pacientes oncológicos, julgue os itens seguintes.
Na fisiopatologia da caquexia do doente oncológico, a reação inflamatória gerada pelo câncer tem um papel central; entre os mediadores inflamatórios descritos não estão o TNF-alfa, IL-1 beta e IL-6.
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A respeito de ascite, caquexia e nutrição em pacientes oncológicos, julgue os itens seguintes.
Entre as causas de ascite no paciente com câncer estão carcinomatose peritoneal (mais frequente), hipertensão porta, ascite quilosa e síndrome de Budd-Chiari.
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Julgue os próximos itens, relativos ao manejo das náuseas, da diarreia e da obstipação intestinal em pacientes oncológicos.
Os tumores são a segunda causa mais frequente de obstrução do intestino delgado, sendo que a maior parte dos casos é motivada por tumores primários do intestino delgado, como os adenocarcinomas ou linfomas.
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