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Mais do que um marinheiro de primeira viagem, o passageiro de primeiro voo leva consigo os instintos e os medos primitivos de uma espécie criada para andar sobre a terra. As águas podem ser vistas como extensão horizontal de caminhos, que se exploram pouco a pouco: aprende-se a nadar e a navegar a partir da segurança de uma borda, arrostando-se gradualmente os perigos. Mas um voo é coisa mais séria: há o desafio radical da subida, do completo desligamento da superfície do planeta, e há o momento crucial do retorno, da reconciliação com o solo. Se a rotina das viagens aéreas banalizou essas operações, nem por isso o passageiro de primeira viagem deixa de experimentar as emoções de um heróico pioneiro.
Tudo começa pelo aprendizado dos procedimentos iniciais. O novato pode confundir bilhete com cartão de embar- que, ignora as siglas das placas e monitores do aeroporto, atordoa-se com os avisos e as chamadas da locutora invisível. Já de frente para a escada do avião, estima, incrédulo, quantas toneladas de aço deverão flutuar a quilômetros de altura - com ele dentro. Localizada a poltrona, afivelado o cinto com mãos trêmulas, acompanha com extrema atenção as estudadas instruções da bela comissária, até perceber que ele é a única testemunha da apresentação: os demais passageiros (mal- educados!) leem jornal ou conversam. Quando enfim os motores, já na cabeceira da pista, aceleram para subir e arrancam a plena potência, ele se segura nos braços da poltrona e seu corpo se retesa na posição seja-o-que-Deus- quiser.
Atravessadas as nuvens, encanta-se com o firmamento azul e não tira os olhos da janela - até perceber que é um embevecido solitário. Alguns buscam cochilo, outros conversam animadamente, todos ignoram o milagre. Pouco a pouco, nosso pioneiro vai assimilando a rotina do voo, degusta o lanche com o prazer de um menino diante da merenda, depois prepara-se para o pouso na mesma posição que assumira na decolagem. Tudo consumado, resta-lhe descer a escada, bater os pés no chão da pista e convencer-se de que o homem é um bicho estranho, destinado a imaginar o irrealizável só pelo gosto de vir a realizá-lo. Nos voos seguintes, lerá jornal, cochilará e pouco olhará pela janela, que dá para o firmamento azul.
(Firmino Alves, inédito)
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I. Se o que se deseja, é o ingresso, da INFRAERO no mercado de capitais, será preciso contar com o auxílio de uma consultoria especializada, para promover a reestruturação da empresa bem como a melhoria de sua gestão.
II. A reestruturação da empresa, assim como o aperfeiçoamento de sua gestão, é tarefa de que se ocupará uma consultoria especializada, a ser contratada proximamente, por meio de licitação pública já prevista em um termo de cooperação técnica.
III. Aproveitando a oportunidade da entrevista concedida, em que se pronunciou acerca da contratação de consultoria especializada, o presidente da INFRAERO asseverou, para dirimir dúvidas, que não se cogita de privatizar a INFRAERO.
Está plenamente adequada a pontuação do que está enunciado em
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considere o texto abaixo.


I. Caberá ao BNDES submeter aos consultores contratados o processo de aperfeiçoamento de gestão promovido pela INFRAERO.
II. As medidas necessárias para o ingresso da INFRAERO no mercado de capitais foram respaldadas pelo conselho de administração.
III. Sendo a principal empresa brasileira do setor, a INFRAERO contará com o apoio do BNDES para o fortalecimento do sistema aeroportuário.
Em relação ao texto, está correto o que se afirma SOMENTE em
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O documento que tem por objetivo fixar normas de conduta para as pessoas físicas e jurídicas que exerçam as atividades profissionais de Biblioteconomia é
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Na gestão de recursos humanos em unidades de informação, é importante passar do paradigma do treinamento para o do aprendizado. Neste último, predomina o entendimento de que as organizações
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Em serviços de informação, o processo de escolha de indicadores se inicia pela definição dos aspectos que se deseja avaliar ou pelas perguntas avaliativas. Após a definição das perguntas, procura-se chegar aos elementos que, se conhecidos, ajudariam a responder essas perguntas. Assim, a pergunta “Em que medida o programa de divulgação da biblioteca X está contribuindo para o aumento do uso da biblioteca?” pode ser respondida, entre outros, pelo indicador
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Segundo Tom Whitehal (citado por Maria Christina Barbosa de Almeida), as medidas mencionadas na questão anterior podem possibilitar informações diretas sobre a qualidade de um serviço de informação. Isto não acontece, no entanto, com o que esse autor denominou de índice de penetração, medida relacionada com a quantidade de usuários ou de uso do material. Isto acontece porque
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A proporção de pessoas que moram perto da biblioteca, as questões respondidas de imediato, a proporção de demandas atendidas pelas diferentes coleções e o uso médio anual do acervo são, respectivamente, medidas de
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Em uma biblioteca especializada, constatou-se que muitos materiais do acervo não estão disponíveis quando solicitados pelos usuários. Após levantamento de dados, identificou- se que esse problema ocorre por diversas razões, mas sentiu-se a necessidade de estabelecer uma escala de prioridades para atacar suas causas. Para ajudar nesse objetivo, pode-se elaborar um
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