Foram encontradas 40 questões.
O sociólogo Jessé de Souza escreveu recentemente livros que abordam duas categorias brasileiras: a “ralé” e os “batalhadores”. Sobre eles, é possível afirmar.
I. Os “batalhadores” são uma classe intermediária entre a “ralé” e as classes superiores, não possuindo acesso privilegiado aos capitais impessoais que são as bases do prestígio social das classes média e alta.
II. A incorporação dos capitais econômico e cultural para os “batalhadores” é ilimitada.
III. A “ralé” é explorada pelas classes média e alta que, dispondo dessa mão de obra de pouco valor, podem dedicar seu tempo a trabalhos e estudos de retorno muito mais alto.
IV. São dadas condições cognitivas e emocionais para a “ralé” incorporar o capital cultural e técnico.
São corretos os itens:
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A ideia que está por trás do termo accountability diz respeito:
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ESCRITA E FIXAÇÃO DE INFORMAÇÃO
Com a correria do dia a dia e a tecnologia ao alcance de todos, escrever à mão tornou-se algo menos frequente. Mas pesquisadores da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, elucidaram que nem sempre o que se apresenta como mais fácil é o melhor método. Eles explicaram que escrever aumenta a memorização das informações. Estudo realizado pelo psicólogo Daniel Oppenheimer comprovou, por meio de um teste aplicado a estudantes, que após 30 minutos da apresentação de uma palestra, quando interrogados sobre o assunto abordado, os voluntários que digitaram no notebook, apesar de terem anotado uma grande quantidade de texto, conseguiram assimilar bem menos as explicações do tema proposto – diferente do que aconteceu com o grupo que escreveu à mão.
(Revista Extrafarma. 10 ed. Nov. e dez. 2014, p. 16)
A locução adverbial “após 30 minutos da apresentação de uma palestra” é composta de:
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Sobre o processo de accountability, é verdadeiro afirmar que:
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Leia o seguinte texto:
Apesar das mudanças, ainda somos um país onde a lei sempre significa um “não pode!” formal capaz de tirar todos os prazeres e desmanchar todos os projetos e iniciativas, criando – além disso – um elo ambíguo, senão negativo, entre o Estado e a sociedade.
Se nossa relação com a lei é tão complicada, nada mais normal do que a adoção de um estilo de navegação social que passa sempre pelas entrelinhas desses peremptórios e autoritários “não pode!”. Assim, entre o “pode” e o “não pode”, escolhemos, de modo chocantemente antilógico, mas singularmente brasileiro, os “mais-ou-menos” e as zonas intermediárias, onde a lei tem “furos” e inventamos os “jeitinhos”. Esses arranjos permitem operar com um sistema legal descolado da realidade social, quando não orientado para a submissão dos subalternos.
Nesse sentido, o “jeitinho” é um modo simpático, muitas vezes desesperado e quase sempre humano, de relacionar o impessoal com o pessoal, propondo juntar um objetivo pessoal (atraso, falta de dinheiro, ignorância das leis, má vontade do agente da norma ou do usuário, injustiça da própria lei, rigidez das normas etc.) com um obstáculo impessoal. O “jeito” é um modo pacífico e socialmente legítimo de resolver tais problemas, provocando uma junção casuística da lei com a pessoa. (DaMATTA, 2004, p. 47-48).
Leia as expressões em seguida e depois assinale.
I. Pode-se afirmar que o autor afirma que a lei no Brasil assume um caráter autoritário e por vezes em conflito com o que seriam interesses da população.
II. Muitas vezes, o brasileiro vê a lei como um empecilho para atingir seus objetivos, o que encampa um conflito entre a lei – que é algo impessoal – e a vontade – que é algo pessoal.
III. Que o brasileiro expressa uma vontade contra as normas, de modo que a lei é vista geralmente como algo antipático, porque fere o princípio de “pessoalidade” que marca a navegação social no Brasil, pois a lei é impessoal, normativa e coloca todos como iguais, algo que é negado pela pessoalidade, que permite a criação e o estabelecimento de privilégios em inúmeras situações, desde a possibilidade de “furar uma fila” até o impedimento de uma prisão por infração da lei por causa de relações pessoais ou uso pessoal da autoridade.
Pode-se afirmar que:
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ESCRITA E FIXAÇÃO DE INFORMAÇÃO
Com a correria do dia a dia e a tecnologia ao alcance de todos, escrever à mão tornou-se algo menos frequente. Mas pesquisadores da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, elucidaram que nem sempre o que se apresenta como mais fácil é o melhor método. Eles explicaram que escrever aumenta a memorização das informações. Estudo realizado pelo psicólogo Daniel Oppenheimer comprovou, por meio de um teste aplicado a estudantes, que após 30 minutos da apresentação de uma palestra, quando interrogados sobre o assunto abordado, os voluntários que digitaram no notebook, apesar de terem anotado uma grande quantidade de texto, conseguiram assimilar bem menos as explicações do tema proposto – diferente do que aconteceu com o grupo que escreveu à mão.
(Revista Extrafarma. 10 ed. Nov. e dez. 2014, p. 16)
Caso se trocasse o termo “escrever” pelo termo textos, como esse trecho deveria ser reescrito?
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Sobre o controle social, é correto afirmar.
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ESCRITA E FIXAÇÃO DE INFORMAÇÃO
Com a correria do dia a dia e a tecnologia ao alcance de todos, escrever à mão tornou-se algo menos frequente. Mas pesquisadores da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, elucidaram que nem sempre o que se apresenta como mais fácil é o melhor método. Eles explicaram que escrever aumenta a memorização das informações. Estudo realizado pelo psicólogo Daniel Oppenheimer comprovou, por meio de um teste aplicado a estudantes, que após 30 minutos da apresentação de uma palestra, quando interrogados sobre o assunto abordado, os voluntários que digitaram no notebook, apesar de terem anotado uma grande quantidade de texto, conseguiram assimilar bem menos as explicações do tema proposto – diferente do que aconteceu com o grupo que escreveu à mão.
(Revista Extrafarma. 10 ed. Nov. e dez. 2014, p. 16)
Observe este trecho “Eles explicaram que escrever aumenta a memorização das informações”. Com base nele, assinale a opção verdadeira.
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Leia a seguinte matéria, divulgada no Estado de São Paulo, em 19 de março de 2010:
Cidades brasileiras integram lista das mais desiguais
Cinco cidades brasileiras estão entre as 20 mais desiguais do mundo. Relatório apresentado hoje, na abertura do 5º Fórum Urbano Mundial da Organização das Nações Unidas (ONU), no Rio, revela que Goiânia (10ª), Belo Horizonte (13ª), Fortaleza (13ª), Brasília (16ª) e Curitiba (17ª) são as que apresentam as maiores diferenças de renda entre ricos e pobres no País. O documento "O Estado das Cidades do Mundo 2010/2011: Unindo o Urbano Dividido" também informa que o Brasil é o país com a maior distância social na América Latina.

Agora, observe atentamente esta imagem, capturada a partir da praia das Goiabeiras, em Fortaleza:
Com base em ambas, leia os itens abaixo:
I. A imagem reflete a desigualdade na cidade de Fortaleza. Na Imagem, vemos a região da Beira-Mar, no bairro Meireles, que concentra alguns dos melhores índices de qualidade de vida da cidade, enquanto o primeiro plano da imagem mostra uma situação de miséria, exibindo algumas das grandes diferenças sociais que marcam a cidade.
II. Não é possível estabelecer uma relação aparente entre a reportagem e a imagem.
III. A fotografia exibe apenas um exemplo de desigualdade social, já que a cidade de Fortaleza é tomada por inúmeros casos similares.
IV. A reportagem mostra que Fortaleza está empatada com Belo Horizonte como a segunda mais desigual do Brasil.
V. Segundo a reportagem, Curitiba é mais desigual do que Fortaleza.
A partir da leitura, pode-se afirmar.
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Segundo José Murilo de Carvalho, em Cidadania no Brasil, os direitos sociais são:
I. os direitos de o cidadão participar na riqueza coletiva.
II. direito ao trabalho, à educação, ao salário justo, à saúde, à aposentadoria. Está intimamente ligada à eficácia do Poder Executivo.
III. a ideia central é a da justiça social.
É correto afirmar que:
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