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O conceito de angústia é importante no estudo da psicopatologia, para diversas abordagens como, por exemplo, psicodinâmica ou fenomenológica, a fim de que se desenvolva um raciocínio clínico e o desenho da hipótese diagnóstica mediante casos que sinalizam neuroses graves ou psicoses. Analise as afirmativas correlatas e a relação proposta entre elas.
I. “O comportamento pode ser anormal se propiciar grande angústia, perturbação, aflição etc.”
PORÉM
II. “Nem todas as pessoas com transtornos mentais são angustiadas, ou seja, os acometidos com transtornos de humor/ ansiedade, em linhas gerais, não apresentam qualquer nuance de tonalidade emocional.”
Assinale a alternativa correta.
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A respeito da intervenção psicológica na terapêutica da dor, assinale a alternativa correta.
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Sobre o adoecer infantil, assinale a afirmativa correta.
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Em relação à criança hospitalizada, assinale a afirmativa correta.
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A perspectiva psicológica da dor, dentre seus objetivos, visa desconstruir o entendimento popular da etiologia da dor, visto que esse entendimento é, muitas vezes, predominante entre as pessoas que demandam assistência em saúde e, consequentemente, pode favorecer a não adesão ou o abandono a tratamentos. Sobre a perspectiva psicológica da dor, analise as afirmativas a seguir.
I. Um dos principais objetivos das terapêuticas psicológicas da dor é o de diminuir a sensação subjetiva de desespero do doente.
II. A premissa consiste em conceber que, sem qualquer causa patológica, a dor deve ser psicogênica e, consequentemente, psicopatológica.
III. Os médicos consideram os fatores psicogênicos como contributivos apenas se a etiologia da dor não puder ser suficientemente explicada por causas somáticas.
IV. As modernas técnicas de ressonância magnética cerebral têm confirmado os pressupostos psicológicos acerca da dor e têm fornecido a base para uma melhor compreensão de como os fatores psicológicos e somáticos atuam em conjunto.
Está correto o que se afirma apenas em
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A atenção integral às crianças submetidas a processos cirúrgicos e procedimentos invasivos, embora complexa, é norteada, entre outros elementos, pela preparação do paciente para um procedimento invasivo. Em relação às principais vantagens da preparação para um procedimento invasivo, destaca-se a
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Leia o texto a seguir para responder às questões 16, 17 e 18.
“A convicção de que o tratamento da dor é um direito humano tem sido aceita por muitos há muito tempo, mas, em 2004, a afirmação de que ‘o alívio da dor deve ser um direito humano’ foi considerada tão importante que foi publicada após o lançamento da primeira campanha global contra a dor, em 2004, em Genebra, pela IASP – International Association for the Study of Pain (Associação Internacional para o Estudo da Dor); EFIC – European Federation of Chapters of the IASP (Federação Europeia dos Capítulos da IASP); e, WHO – World Health Organization (Organização Mundial da Saúde)”. (IASP, 2010, p. vii) Atendendo a essas diretrizes, a Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) publicou, em 2010, o Guia para o Tratamento da Dor em Contextos de Poucos Recursos, incluindo informações provenientes de pesquisas em diferentes áreas para abordagem e gestão da dor. Entre os temas abordados estão os fatores psicológicos, tratamento da dor em crianças, cuidados paliativos, tratamento da dor oncológica e não oncológica, influências etnoculturais e de gênero na dor, dentre outros.
Os fatores psicológicos são tão importantes para o controle da dor quanto a análise da sua etiologia física. Sobre os fatores psicológicos da dor, analise as afirmativas correlatas e a relação proposta entre elas.
I. “A associação entre a dor e a sua conotação emocional negativa é evolutiva, ajuda-nos a aprender rápida e eficazmente a evitar situações perigosas e a desenvolver comportamentos que reduzem a probabilidade de dor e danos físicos.”
PORÉM
II. “No que diz respeito à dor crônica, a evitação não é um perigo externo e de risco à saúde, mas de atividades e de contato social, que afetam o doente, levando-o a concentrar-se quase exclusivamente na dor, potencializando-a.”
Assinale a alternativa correta.
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Leia o texto a seguir para responder às questões 16, 17 e 18.
“A convicção de que o tratamento da dor é um direito humano tem sido aceita por muitos há muito tempo, mas, em 2004, a afirmação de que ‘o alívio da dor deve ser um direito humano’ foi considerada tão importante que foi publicada após o lançamento da primeira campanha global contra a dor, em 2004, em Genebra, pela IASP – International Association for the Study of Pain (Associação Internacional para o Estudo da Dor); EFIC – European Federation of Chapters of the IASP (Federação Europeia dos Capítulos da IASP); e, WHO – World Health Organization (Organização Mundial da Saúde)”. (IASP, 2010, p. vii) Atendendo a essas diretrizes, a Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) publicou, em 2010, o Guia para o Tratamento da Dor em Contextos de Poucos Recursos, incluindo informações provenientes de pesquisas em diferentes áreas para abordagem e gestão da dor. Entre os temas abordados estão os fatores psicológicos, tratamento da dor em crianças, cuidados paliativos, tratamento da dor oncológica e não oncológica, influências etnoculturais e de gênero na dor, dentre outros.
O cenário mundial, em diferentes perspectivas (educação, economia, trabalho e saúde), vem sinalizando a importância de serem ponderados fatores etnoculturais e de gênero no âmbito das tomadas de decisões e políticas de assistências nas referidas áreas. Considerando o texto de referência e esse cenário, é importante verificar, portanto, a dimensão étnica quando se faz um diagnóstico de dor e se procura o seu controle, porque:
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Leia o texto a seguir para responder às questões 16, 17 e 18.
“A convicção de que o tratamento da dor é um direito humano tem sido aceita por muitos há muito tempo, mas, em 2004, a afirmação de que ‘o alívio da dor deve ser um direito humano’ foi considerada tão importante que foi publicada após o lançamento da primeira campanha global contra a dor, em 2004, em Genebra, pela IASP – International Association for the Study of Pain (Associação Internacional para o Estudo da Dor); EFIC – European Federation of Chapters of the IASP (Federação Europeia dos Capítulos da IASP); e, WHO – World Health Organization (Organização Mundial da Saúde)”. (IASP, 2010, p. vii) Atendendo a essas diretrizes, a Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) publicou, em 2010, o Guia para o Tratamento da Dor em Contextos de Poucos Recursos, incluindo informações provenientes de pesquisas em diferentes áreas para abordagem e gestão da dor. Entre os temas abordados estão os fatores psicológicos, tratamento da dor em crianças, cuidados paliativos, tratamento da dor oncológica e não oncológica, influências etnoculturais e de gênero na dor, dentre outros.
Sobre o tratamento da dor em crianças, assinale a afirmativa correta.
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O que está por trás do movimento da “desistência silenciosa”?
Nem Beyoncé, a diva do pop estadunidense, aguenta mais. Em junho, Break My Soul, nova música da cantora, fez sucesso: ela reclama que tem trabalhado demais e não consegue dormir à noite. O tema seguiu em alta no mês seguinte, quando o TikToker Zaid Khan viralizou com um vídeo no qual explica o conceito de quiet quitting.
Em meio a imagens de dias ensolarados, áreas verdes e momentos simples do cotidiano, ele conta que conhecera recentemente o termo. “Você não está bem desistindo do seu trabalho, e sim da ideia ir além. Você ainda cumpre suas tarefas, mas não está mais concordando com a mentalidade hostil de que o trabalho tem que ser sua vida. A realidade é que não é, e seu valor como pessoa não é definido pelo seu ofício.”
A “desistência silenciosa”, como estudiosos brasileiros têm optado por chamar, consiste em um combate discreto ao excesso de entregas e cobranças, fazendo apenas aquilo para o que você foi contratado, em busca de restabelecer o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
Reclamar do trabalho não é novidade no mundo do entretenimento. Em 1973, Raul Seixas cantou que deveria estar contente porque tinha um emprego, mas achava tudo um saco. Cinco anos depois, Tim Maia engrossou o coro, pedindo para não ser amolado com esse papo de emprego, ele queria era sossego. E lá em 1967, o urso Balu, do desenho Mogli, já havia dado a letra de que o segredo para uma vida tranquila era fazer o necessário, somente o necessário; o extraordinário era demais.
Na história, sobram exemplos reais de movimentos de resistência ou enfrentamento à opressão no ambiente trabalhista. A greve mais conhecida talvez seja a de 1º de maio de 1886 em Chicago, nos Estados Unidos. Na ocasião, dezenas de milhares de trabalhadores cruzaram os braços reivindicando a redução da jornada laboral de treze para oito horas diárias. O ato inspirou a criação do Dia do Trabalho em muitos países, incluindo o Brasil. Os EUA, ironicamente, até hoje não reconhecem a data como feriado.
Se o trabalho dignifica o homem — como afirmou Max Weber, economista alemão e um dos fundadores da sociologia moderna na virada do século XX —, a partir da década de 1970 ele parece ter voltado a se aproximar do termo que originou a nomenclatura. Tripalium, em latim, designava um instrumento de tortura romano.
Tal qual a máxima de Weber, o valor dos indivíduos passou a ser atrelado às funções exercidas e às horas dedicadas a elas. “Nesse contexto, os patrões passaram a esperar que as pessoas fizessem algo além daquilo para o que foram contratadas, quase como uma relação de vassalagem e como se precisassem ser gratas pelo trabalho que têm”, analisa o sociólogo da FURG.
Somados a essa cultura de valorização do trabalho, crises econômicas e aumento do desemprego no século XXI contribuíram para desequilibrar a relação entre trabalhadores e seus empregadores. “Os patrões sabem que vão encontrar pessoas que aceitem novas condições que outrora não vigoravam, porque a situação do desemprego acrescenta níveis de precariedade laboral”, destaca Costa.
A situação se agrava no caso brasileiro, já que a taxa de desemprego chegou a 14,7% no segundo trimestre de 2021. No mesmo período deste ano, o índice recuou para 9,3%, mas representa 10,1 milhões de pessoas desocupadas. Um levantamento da agência de classificação de risco Austin Rating coloca o Brasil em quinto lugar num ranking de desemprego em quarenta países.
Além do estresse causado pela escassez de postos de trabalho, a cultura da hiperperformance criou o que a neurocientista Joana Coelho chama de “produtividade tóxica”. “As pessoas estão produzindo cada vez mais, sem limites, dando conta de tudo. Mas isso tem consequências, pois ninguém consegue sustentar por muito tempo”, observa Coelho, sócia da Nêmesis, que oferece treinamentos para empresas aplicando princípios de neurociência organizacional.
O principal efeito até agora foi o aumento de problemas relacionados à saúde mental causados pelo excesso de trabalho, com destaque para o burnout.
(MARASCIULO, Marília. O que está por trás do movimento da “desistência silenciosa”? Revista Galileu, 2022. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/sociedade/noticia/2022/12/o-que-esta-por-tras-do-movimento-da-desistenciasilenciosa. ghtml> Acesso em 10/12/2022. Adaptado.)
Assinale a alternativa em que a mudança de posição do adjetivo em relação ao substantivo com o qual se relaciona acarreta sensível alteração semântica.
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