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Leia o Texto
MENOS MORTES AO VOLANTE
Jornal do Brasil, 03/5/2002
BRASÍLIA – Ao menos no quesito trânsito a população jovem melhorou as estatísticas da última década. De acordo com o estudo da Unesco, quem tinha entre 15 e 24 anos, entre 1991 e 2000, demonstrou maior responsabilidade ao volante. O estudo revela uma redução de 17,7% no número de mortes no trânsito nessa faixa etária entre os que vivem nas capitais brasileiras.
São Paulo ocupa lugar de destaque. A metrópole registrou 69,6% menos mortes em 2000 do que em 1991. Belém, Natal e Florianópolis acompanham a mesma tendência. No Rio, a diminuição do número de óbitos foi de 13,1%.
Salvador deu o pior exemplo. Houve um aumento na quantidade de mortes de 444,4% na década. Em Cuiabá, o surto em dez anos foi de 193,8%. A capital onde mais jovens morreram ao volante é Vitória. Em segundo lugar, Goiânia e em terceiro, Palmas.
A Unesco comparou a idade dos acidentados. A maioria tem 20 anos. De acordo com o estudo, a partir dessa idade a quantidade de mortes cai.
O estudo comprova que nos fins de semana as ocorrências aumentam. Na segunda-feira morrem 813 jovens. No domingo, este número sobe para 1.634. Em relação a outros 60 países, o Brasil ocupa a 29ª colocação nos índices relacionados a mortes no trânsito envolvendo a juventude.
Todos os sintagmas abaixo sublinhados são formados por um substantivo + adjetivo; os exemplos em que, respectivamente, a troca de posição desses vocábulos pode acarretar mudança de sentido e a troca de posição gera uma construção INADEQUADA é:
I - “...no quesito trânsito a população jovem melhorou as estatísticas...”;
II - “Salvador deu o pior exemplo”;
III - “...os que vivem nas capitais brasileiras”
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MENOS MORTES AO VOLANTE
Jornal do Brasil, 03/5/2002
BRASÍLIA – Ao menos no quesito trânsito a população jovem melhorou as estatísticas da última década. De acordo com o estudo da Unesco, quem tinha entre 15 e 24 anos, entre 1991 e 2000, demonstrou maior responsabilidade ao volante. O estudo revela uma redução de 17,7% no número de mortes no trânsito nessa faixa etária entre os que vivem nas capitais brasileiras.
São Paulo ocupa lugar de destaque. A metrópole registrou 69,6% menos mortes em 2000 do que em 1991. Belém, Natal e Florianópolis acompanham a mesma tendência. No Rio, a diminuição do número de óbitos foi de 13,1%.
Salvador deu o pior exemplo. Houve um aumento na quantidade de mortes de 444,4% na década. Em Cuiabá, o surto em dez anos foi de 193,8%. A capital onde mais jovens morreram ao volante é Vitória. Em segundo lugar, Goiânia e em terceiro, Palmas.
A Unesco comparou a idade dos acidentados. A maioria tem 20 anos. De acordo com o estudo, a partir dessa idade a quantidade de mortes cai.
O estudo comprova que nos fins de semana as ocorrências aumentam. Na segunda-feira morrem 813 jovens. No domingo, este número sobe para 1.634. Em relação a outros 60 países, o Brasil ocupa a 29ª colocação nos índices relacionados a mortes no trânsito envolvendo a juventude.
Pode-se inferir da leitura do primeiro parágrafo que:
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Considere o exemplo abaixo para responder às questões de 26 até 28.
O esquema relacional simplificado, mostrado a seguir, foi projetado para suportar um banco de dados que controla a operação de uma empresa de ambulâncias. Cada atendimento é realizado por uma ambulância e são registradas a data e o convênio ao qual o atendimento está vinculado. Num atendimento, uma ambulância realiza uma ou mais viagens, que são identificadas pelo código do atendimento e um número seqüencial que começa em 1 e é incrementado para cada nova viagem. No esquema, as chaves primárias têm seus atributos componentes sublinhados.
Paciente (CodPaciente, Nome, Endereço)
Convênio (CodConvênio, Empresa, Plano)
Atendimento (CodAtendimento, CodPaciente, CodConvênio, Data, Finalidade)
Viagem (CodAtendimento, Sequência, Origem, Destino)
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