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Foram encontradas 50 questões.

4114935 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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Em uma PA o quinto termo vale 30 e a razão vale \( \dfrac{4}{3} \). Quanto vale o décimo primeiro termo dessa progressão aritmética?

 

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4114934 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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Qual é o ponto que representa o vértice da parábola \( f(x)=(x+3) ⋅ (x−1) \)?

 

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4114933 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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Dada a função quadrática f(x)=x2−6x+10, assinale abaixo o valor de f(−2).

 

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4114932 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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Assinale a seguir as raízes da função f(x)=x2−2x−8.

 

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4114931 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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Assinale o valor de \( a \) da função afim \( f(x)=a ⋅ x+2 \), sabendo que f(1)=5.

 

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4114930 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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Considere o texto a seguir para responder a questão

TEXTO 4

Furto de Flor

INSCRIÇÃO: FURTEI UMA FLOR daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me: - Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 1981, p.80.

Observe a sentença:

“O bem mais precioso que uma pessoa possui é o tempo, portanto, gaste-o bem.”

Qual/Quais a(s) classe(s) gramatical (ais) dos vocábulos grifados, respectivamente?

 

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4114929 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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Considere o texto a seguir para responder a questão

TEXTO 4

Furto de Flor

INSCRIÇÃO: FURTEI UMA FLOR daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me: - Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 1981, p.80.

Leia os seguintes trechos: “O porteiro do edifício cochilava…”; “Nem apelar para o médico das flores.”; “O porteiro estava atento (…)” e assinale a opção que possui a classificação morfológica correta dos vocábulos destacados:

 

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4114928 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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Considere o texto a seguir para responder a questão

TEXTO 4

Furto de Flor

INSCRIÇÃO: FURTEI UMA FLOR daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me: - Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 1981, p.80.

No trecho “Não adiantava restituí-la ao jardim.”, o verbo restituir é:

 

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4114927 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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Considere o texto a seguir para responder a questão

TEXTO 4

Furto de Flor

INSCRIÇÃO: FURTEI UMA FLOR daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me: - Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 1981, p.80.

No trecho “Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição.”, qual é a função sintática do pronome destacado?

 

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4114926 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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Considere o texto a seguir para responder a questão

 

TEXTO 4

 

Furto de Flor

 

INSCRIÇÃO: FURTEI UMA FLOR daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

 

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

 

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me: - Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!

 

ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis.

Rio de Janeiro: José Olympio, 1981, p.80.

 

De acordo com a leitura do texto, o tipo de sujeito presente na oração “Furtei uma flor daquele jardim (…)” é:

 

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