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Foram encontradas 60 questões.

1279263 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: MPC-SC

Texto 1

Embora considerasse a vocação literária “um mistério”, o ficcionista baiano João Ubaldo Ribeiro (1941-2014) tinha uma soberba explicação para o milagre da arte de narrar: “O segredo da Verdade é o seguinte: não existem fatos, só existem histórias”, escreveu ele na epígrafe de sua obra mais ambiciosa, o romance Viva o Povo Brasileiro (1984). Para trazê-las à tona, empenhou-se, com irrefreável obsessão, na busca da “palavra justa”. O mote principal era a identidade nacional. O que tornou sua produção ficcional ímpar foi a competência que aliou a temática da brasilidade a um
extraordinário refinamento literário.
Nascido em Itaparica, o escritor teve com o pai uma relação difícil, o que não o impedia de reconhecer o papel fundamental dele em sua educação humanística. Formado em direito e mestre em ciência política, Ubaldo – eleito para a academia Brasileira de Letras em 1993 – nunca trabalhou como advogado. Na juventude, no entanto, foi jornalista, ao lado do amigo Glauber Rocha. Na década de 80, descobriu a crônica, que exerceu até o fim. Pudera: não existem fatos, só histórias.

GAMA, Rinaldo. Veja. São Paulo: Abril, p. 86, n. 30, 23 jul. 2014.
[Adaptado]

No Texto 1 há o emprego de aspas, sinal de pontuação, em três ocorrências:
1. Na primeira ocorrência, para realçar a expressão “um mistério”.
2. Na segunda ocorrência, para isolar uma citação textual retirada de uma obra.
3. Na terceira ocorrência, para destacar um estrangeirismo, ou seja, uma expressão não característica da linguagem de quem escreveu o texto.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
 

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1279243 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: MPC-SC

Texto 1

Embora considerasse a vocação literária “um mistério”, o ficcionista baiano João Ubaldo Ribeiro (1941-2014) tinha uma soberba explicação para o milagre da arte de narrar: “O segredo da Verdade é o seguinte: não existem fatos, só existem histórias”, escreveu ele na epígrafe de sua obra mais ambiciosa, o romance Viva o Povo Brasileiro (1984). Para trazê-las à tona, empenhou-se, com irrefreável obsessão, na busca da “palavra justa”. O mote principal era a identidade nacional. O que tornou sua produção ficcional ímpar foi a competência que aliou a temática da brasilidade a um
extraordinário refinamento literário.
Nascido em Itaparica, o escritor teve com o pai uma relação difícil, o que não o impedia de reconhecer o papel fundamental dele em sua educação humanística. Formado em direito e mestre em ciência política, Ubaldo – eleito para a academia Brasileira de Letras em 1993 – nunca trabalhou como advogado. Na juventude, no entanto, foi jornalista, ao lado do amigo Glauber Rocha. Na década de 80, descobriu a crônica, que exerceu até o fim. Pudera: não existem fatos, só histórias.

GAMA, Rinaldo. Veja. São Paulo: Abril, p. 86, n. 30, 23 jul. 2014.
[Adaptado]

Assinale a alternativa que apresenta o título mais adequado ao Texto 1.
 

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1279229 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: MPC-SC

Texto 1

Embora considerasse a vocação literária “um mistério”, o ficcionista baiano João Ubaldo Ribeiro (1941-2014) tinha uma soberba explicação para o milagre da arte de narrar: “O segredo da Verdade é o seguinte: não existem fatos, só existem histórias”, escreveu ele na epígrafe de sua obra mais ambiciosa, o romance Viva o Povo Brasileiro (1984). Para trazê-las à tona, empenhou-se, com irrefreável obsessão, na busca da “palavra justa”. O mote principal era a identidade nacional. O que tornou sua produção ficcional ímpar foi a competência que aliou a temática da brasilidade a um
extraordinário refinamento literário.
Nascido em Itaparica, o escritor teve com o pai uma relação difícil, o que não o impedia de reconhecer o papel fundamental dele em sua educação humanística. Formado em direito e mestre em ciência política, Ubaldo – eleito para a academia Brasileira de Letras em 1993 – nunca trabalhou como advogado. Na juventude, no entanto, foi jornalista, ao lado do amigo Glauber Rocha. Na década de 80, descobriu a crônica, que exerceu até o fim. Pudera: não existem fatos, só histórias.

GAMA, Rinaldo. Veja. São Paulo: Abril, p. 86, n. 30, 23 jul. 2014.
[Adaptado]

A frase:
“O que tornou sua produção ficcional ímpar foi a competência que aliou a temática da brasilidade a um extraordinário refinamento literário.”
pode ser reescrita, de acordo com a norma culta e sem prejuízo de sentido, da seguinte forma:
 

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1279223 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: MPC-SC

Texto 1

Embora considerasse a vocação literária “um mistério”, o ficcionista baiano João Ubaldo Ribeiro (1941-2014) tinha uma soberba explicação para o milagre da arte de narrar: “O segredo da Verdade é o seguinte: não existem fatos, só existem histórias”, escreveu ele na epígrafe de sua obra mais ambiciosa, o romance Viva o Povo Brasileiro (1984). Para trazê-las à tona, empenhou-se, com irrefreável obsessão, na busca da “palavra justa”. O mote principal era a identidade nacional. O que tornou sua produção ficcional ímpar foi a competência que aliou a temática da brasilidade a um
extraordinário refinamento literário.
Nascido em Itaparica, o escritor teve com o pai uma relação difícil, o que não o impedia de reconhecer o papel fundamental dele em sua educação humanística. Formado em direito e mestre em ciência política, Ubaldo – eleito para a academia Brasileira de Letras em 1993 – nunca trabalhou como advogado. Na juventude, no entanto, foi jornalista, ao lado do amigo Glauber Rocha. Na década de 80, descobriu a crônica, que exerceu até o fim. Pudera: não existem fatos, só histórias.

GAMA, Rinaldo. Veja. São Paulo: Abril, p. 86, n. 30, 23 jul. 2014.
[Adaptado]

Assinale a alternativa correta em relação à frase abaixo:


“Para trazê-las à tona, empenhou-se, com irrefreável obsessão, na busca da “palavra justa”.”

 

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1279211 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: MPC-SC
Considere as afirmativas abaixo:
1. Na oração: “…escreveu ele na epígrafe de sua obra mais ambiciosa…” (primeiro parágrafo, Texto 1) as palavras sublinhadas são, respectivamente, pronome pessoal e pronome possessivo.
2. No período: “Na década de 80, descobriu a crônica, que exerceu até o fim.” (segundo parágrafo, Texto 1) o pronome relativo, sublinhado, exerce a função sintática de objeto indireto do verbo exercer.
3. No período: “Para trazê-las à tona, empenhou-se, com irrefreável obsessão, na busca da “palavra justa.” (primeiro parágrafo, Texto 1) o pronome pessoal oblíquo, sublinhado, é reflexivo, signifcando a si mesmo, pois a ação do verbo reverte-se à pessoa do próprio sujeito.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
 

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1279175 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: MPC-SC
Texto 2

Nós estávamos indo de carro de Porto Alegre para Passo Fundo, onde se realizava mais uma Jornada de Literatura. Seria uma viagem de quatro horas e tínhamos combinado que na metade do caminho pararíamos para comer pastéis.
Como se sabe, um dos 17 prazeres universais do Homem é pastel de beira de estrada. Existe mesmo
uma tese segundo a qual, quanto pior a aparência do restaurante rodoviário, melhor o pastel. Mas já estávamos no meio do caminho e nenhum dos lugares avistados nos parecera promissor, pastelmente falando. Foi quando o motorista revelou que conhecia um bom pastel. Nós talvez só não aprovássemos o local… Destemidos, aceitamos sua sugestão, antecipando o grau de sordidez do lugar e a correspondente categoria do pastel. E o motorista parou num shopping center que tem na estrada.
Não me lembro se a loja de pastéis tinha nome em inglês. Podia bem se chamar “Pastel’s”, ou coisa parecida. A loja do lado provavelmente era da Benetton e o shopping center podia ser em qualquer lugar do mundo. Alguém que se materializasse ao nosso lado e olhasse em volta não saberia em que país estava, muito menos em que estado ou cidade.
Estávamos, na verdade, no grande e prático Estados Unidos que se espalhou pelo mundo, e substituiu as ruas e as estradas dos nossos hábitos pela conveniência ar-condicionada. E nada disto doeria tanto se não fosse por um fato terrível: o pastel estava ótimo. Estamos perdidos.
VERISSIMO, Luis Fernando. A Mesa Voadora. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 85-86. [Adaptado]
Considere as afirmativas abaixo.
1. Não há ironia nas afirmações do autor, no segundo parágrafo do Texto 2, na referência que faz à relação antagônica entre o pastel de beira de estrada e a aparência do restaurante que o vende nem quando ele aponta como verdade universalmente aceita que o pastel está entre os 17 maiores prazeres do ser humano.
2. A leitura do último parágrafo do Texto 2 permite ao leitor descobrir que os personagens estão de fato nos Estados Unidos e não no Brasil e que nossos hábitos alimentares tradicionais, como os pastéis de beira de estrada, foram adotados por aquele país.
3. O emprego das expressões “pastelmente falando”, no segundo parágrafo, e “conveniência ar-condicionada”, no último parágrafo, acentua o caráter cômico do Texto 2.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
 

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1279157 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: MPC-SC
Texto 2

Nós estávamos indo de carro de Porto Alegre para Passo Fundo, onde se realizava mais uma Jornada de Literatura. Seria uma viagem de quatro horas e tínhamos combinado que na metade do caminho pararíamos para comer pastéis.
Como se sabe, um dos 17 prazeres universais do Homem é pastel de beira de estrada. Existe mesmo
uma tese segundo a qual, quanto pior a aparência do restaurante rodoviário, melhor o pastel. Mas já estávamos no meio do caminho e nenhum dos lugares avistados nos parecera promissor, pastelmente falando. Foi quando o motorista revelou que conhecia um bom pastel. Nós talvez só não aprovássemos o local… Destemidos, aceitamos sua sugestão, antecipando o grau de sordidez do lugar e a correspondente categoria do pastel. E o motorista parou num shopping center que tem na estrada.
Não me lembro se a loja de pastéis tinha nome em inglês. Podia bem se chamar “Pastel’s”, ou coisa parecida. A loja do lado provavelmente era da Benetton e o shopping center podia ser em qualquer lugar do mundo. Alguém que se materializasse ao nosso lado e olhasse em volta não saberia em que país estava, muito menos em que estado ou cidade.
Estávamos, na verdade, no grande e prático Estados Unidos que se espalhou pelo mundo, e substituiu as ruas e as estradas dos nossos hábitos pela conveniência ar-condicionada. E nada disto doeria tanto se não fosse por um fato terrível: o pastel estava ótimo. Estamos perdidos.
VERISSIMO, Luis Fernando. A Mesa Voadora. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 85-86. [Adaptado]
Considere as afirmativas abaixo.
1. Os tempos verbais predominantes no Texto 2 são o Pretérito Imperfeito e o Pretérito Perfeito, indicando que os fatos ocorreram no passado. No entanto, o verbo da última oração está no Presente, agregando maior comicidade à conclusão da crônica.
2. Se a frase “Alguém que se materializasse ao nosso lado e olhasse em volta não saberia em que país estava, muito menos em que estado ou cidade.” fosse reescrita segundo a norma culta substituindo-se alguém por pessoas, a redação correta seria: “Pessoas que se materializassem ao nosso lado e olhassem em volta não saberia em que país estavam, muito menos em que estado ou cidade.”
3. Na frase: “Como se sabe, um dos 17 prazeres universais do Homem é pastel de beira de estrada.” (segundo parágrafo, Texto 2), o numeral cardinal um pode ser substituído pelo numeral ordinal primeiro sem prejuízo de sentido.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
 

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Questão presente nas seguintes provas
1279152 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: MPC-SC
Texto 2

Nós estávamos indo de carro de Porto Alegre para Passo Fundo, onde se realizava mais uma Jornada de Literatura. Seria uma viagem de quatro horas e tínhamos combinado que na metade do caminho pararíamos para comer pastéis.
Como se sabe, um dos 17 prazeres universais do Homem é pastel de beira de estrada. Existe mesmo
uma tese segundo a qual, quanto pior a aparência do restaurante rodoviário, melhor o pastel. Mas já estávamos no meio do caminho e nenhum dos lugares avistados nos parecera promissor, pastelmente falando. Foi quando o motorista revelou que conhecia um bom pastel. Nós talvez só não aprovássemos o local… Destemidos, aceitamos sua sugestão, antecipando o grau de sordidez do lugar e a correspondente categoria do pastel. E o motorista parou num shopping center que tem na estrada.
Não me lembro se a loja de pastéis tinha nome em inglês. Podia bem se chamar “Pastel’s”, ou coisa parecida. A loja do lado provavelmente era da Benetton e o shopping center podia ser em qualquer lugar do mundo. Alguém que se materializasse ao nosso lado e olhasse em volta não saberia em que país estava, muito menos em que estado ou cidade.
Estávamos, na verdade, no grande e prático Estados Unidos que se espalhou pelo mundo, e substituiu as ruas e as estradas dos nossos hábitos pela conveniência ar-condicionada. E nada disto doeria tanto se não fosse por um fato terrível: o pastel estava ótimo. Estamos perdidos.
VERISSIMO, Luis Fernando. A Mesa Voadora. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 85-86. [Adaptado]
Considere a frase:


“E nada disto doeria tanto se não fosse por um fato terrível: o pastel estava ótimo.” (quarto parágrafo, Texto 2)


Analise as afirmativas abaixo:


1. a palavra sublinhada inicia uma oração que exprime a condição necessária para que se deixe de realizar o que se declara na primeira oração.
2. a expressão se não é uma locução conjuntiva porque equivale a uma conjunção.
3. de acordo com a norma culta, a expressão nada disso ao invés de nada disto estaria mais adequada ao contexto linguístico, porque se refere a uma situação previamente fornecida pelo texto.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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1279746 Ano: 2014
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FEPESE
Orgão: MPC-SC
Indique se são verdadeiras ( V ) ou falsas ( F ) as afirmativas abaixo, de acordo com as normas da correspondência oficial.
( ) A redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público redige atos normativos e comunicações. Uma de suas características é a informalidade, ou seja, a ausência de impressões pessoais de quem comunica.

( )O padrão culto é aquele em que se observam as regras da gramática formal e um vocabulário comum ao conjunto dos usuários do idioma.

( ) Em países com grandes diferenças regionais, como o Brasil, aceitam-se regionalismos vocabulares ou jargões técnicos nas comunicações oficiais para facilitar a compreensão por parte do público em geral.


( ) O texto oficial deve ter como característica a concisão, isto é, transmitir um máximo de informações com um mínimo de palavras.


( ) O memorando é a forma de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, portanto, eminentemente interna.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Questão Anulada

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1279404 Ano: 2014
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: FEPESE
Orgão: MPC-SC
Associe as colunas a seguir:
Coluna 1 Receitas
1. não efetivas
2. derivadas
3. efetivas
4. originárias
Coluna 2 Descrição
( ) Ingressos de recursos financeiros de natureza orçamentária em que percebemos o aumento no patrimônio líquido público, ou seja, quando os conceitos da ciência contábil e os da Lei nº 4.320/64 coincidem, por serem oriundos de fatos modificativos aumentativos, tais como: receita tributária, serviços, juros etc.
( ) Ingressos que decorrem da utilização ou exploração do patrimônio, resultante da venda de produtos ou serviço, colocados à disposição dos usuários ou da cessão remunerada de bens e valores.
( ) Ingressos de recursos financeiros de origem orçamentária, que não provocam elevação do patrimônio líquido, por serem oriundos de fatos permutativos, apesar de a Lei nº 4.320/64 relacioná-los entre as receitas públicas orçamentárias, como por exemplo: receita de operações de crédito, receita de amortização de empréstimos concedidos, etc.
( ) Ingressos obtidos pelo Estado em função de sua autoridade coercitiva, mediante a arrecadação de tributos e multas.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Questão Anulada

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