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As propriedades particulares que possuem áreas de interesse na preservação ambiental e cujos proprietários estejam interessados em criar uma unidade de conservação particular, dedicada exclusivamente e para sempre à proteção da natureza se enquadram em qual das categorias de manejo a seguir?
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Estratégias de conservação de população podem ser divididas em estratégias in situ e ex situ. Das ações listadas a seguir, são consideradas
estratégias ex situ de conservação de populações, EXCETO
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Pelo histórico de ocupação do estado da Bahia, o ecossistema florestal mais próximo ao oceano Atlântico foi drasticamente devastado. Estratégias de conservação da Mata Atlântica incluem o uso de espécies bandeira na conservação. As espécies bandeira são geralmente conspícuas e com forte apelo popular e podem determinar o interesse público por uma área e disposição para carrear fundos para a conservação. No Brasil, uma das espécies que se tornou mascote da conservação da biodiversidade da Mata Atlântica, sendo reconhecido com espécie bandeira na conservação do bioma é
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Considere o texto a seguir para responder a questão.
“A Bahia possui uma boa representatividade de quase todos os ecossistemas existentes no Brasil, sendo na porção mais ao Leste principalmente, Mata Atlântica, Restingas, Mangues, Várzeas e Matas Mesófilas. Para o Oeste, o Semiárido ocupa mais de 50% do Estado e aqui, ocorre incluindo uma grande diversidade de tipos de Caatingas, as Lagoas Temporárias nas partes mais baixas, os Cerrados, diferentes tipos de Florestas (montanas, ciliares e mesófilas) e os Campos Rupestres.”
http://www.uefs.br/floradabahia/apresent.html
A presença de espécies xerófitas é mais frequente em qual dos ecossistemas baianos?
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Considere o texto a seguir para responder a questão.
“A Bahia possui uma boa representatividade de quase todos os ecossistemas existentes no Brasil, sendo na porção mais ao Leste principalmente, Mata Atlântica, Restingas, Mangues, Várzeas e Matas Mesófilas. Para o Oeste, o Semiárido ocupa mais de 50% do Estado e aqui, ocorre incluindo uma grande diversidade de tipos de Caatingas, as Lagoas Temporárias nas partes mais baixas, os Cerrados, diferentes tipos de Florestas (montanas, ciliares e mesófilas) e os Campos Rupestres.”
http://www.uefs.br/floradabahia/apresent.html
Se levarmos em consideração as informações do texto acima, podemos concluir que, na Bahia, ocorrem os dois hotspots brasileiros, biomas considerados de alta importância para a preservação devido ao alto grau de endemismos e destruição. São eles:
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Na natureza, é comum observar uma paisagem natural ou alterada pelo homem passar por transformações conhecidas como sucessão ecológica. Sobre o tema, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. O processo pelo qual uma espécie aumenta a probabilidade de uma segunda se estabelecer é chamado de facilitação.
II. A inibição de uma espécie pela presença de outra é uma fenômeno comum no contexto da competição e da predação.
III. Muitos fatores determinam a composição de uma comunidade clímax, entre eles, os nutrientes do solo, a umidade, a declividade e a exposição.
IV. A sucessão primária é o desenvolvimento de uma comunidade após uma perturbação que deixa alguns organismos no local.
V. A sucessão secundária é o estabelecimento e o desenvolvimento de comunidades em habitats recentemente formados como dunas de areia, fluxos de lava e rochas descobertas.
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Considerando as diversas relações ecológicas que ocorrem entre as populações e comunidades biológicas, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. As relações predador-presa, herbívoro-planta e parasita-hospedeiro são exemplos de interações consumidor-recurso, que organizam as comunidades biológicas em uma série de cadeias de consumidores.
II. As sociedades ocorrem, por exemplo, com alguns insetos como formigas, vespas e abelhas que vivem em grupos familiares extensos, nos quais a maioria dos filhotes é mantida na mesma colônia como trabalhadores.
III. O mutualismo pode ser enquadrado em três categorias: trófico - quando envolve parceiros especializados na obtenção de energia; defensivo - quando um parceiro recebe alimento ou abrigo em troca de oferecer defesa contra herbívoros, predadores ou parasitas e dispersivo quando envolve animais fazendo a polinização ou dispersão de plantas.
IV. A competição é qualquer uso ou defesa de um recurso por um indivíduo que reduz a disponibilidade daquele recurso para outros indivíduos, podendo ser intraespecífica se ocorrer entre indivíduos da mesma espécie ou interespecífica se ocorrer entre espécies diferentes.
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Observe a imagem a seguir:

Essa imagem retrata uma conhecida teoria evolucionista proposta por um naturalista francês. Qual teoria é essa?
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Qualidade na educação: o DNA das escolas
Segredo de uma rede de qualidade não é padronizar, mas
atender fatores distintos – pois algumas escolas têm mais
problemas e desafios do que outras
João Batista Araujo e Oliveira
[...] A exemplo do que ocorre no Brasil, na maioria dos países desenvolvidos os pais matriculam seus filhos na escola púbica mais próxima de sua casa. A grande diferença é que, na maior parte das nações, as escolas de diferentes bairros são semelhantes: elas se parecem muito entre si, no que fazem e nos resultados. No Brasil as escolas se parecem mais com os bairros onde estão localizadas. Elas têm, portanto, a cara do bairro.
Sabemos como fazer uma escola de qualidade, uma escola boa. Há inclusive escolas públicas assim no Brasil, algumas centenas delas, ou talvez poucos milhares. São escolas de prestígio, de alto padrão, onde o ensino é de qualidade, os alunos estudam e aprendem e os resultados são elevados. São escolas militares, colégios de aplicação e unidades estaduais ou municipais aqui e ali que possuem as mesmas características. Mas essas escolas são poucas – uma pequena fração entre as mais de 120.000 unidades urbanas de ensino fundamental.
Nunca aprendemos a fazer aquilo que os países desenvolvidos sempre fizeram: manter um padrão. E quando o nível cai, há mecanismos para trazer a escola de volta. Resultado: embora sejam obrigados a matricular seus filhos na escola do bairro, os pais sabem que o ensino oferecido ali é semelhante ao proporcionado por unidades de outros bairros. E sabem que se seus filhos se esforçarem também obterão bons resultados.
As estatísticas produzidas pela OCDE ilustram esse fenômeno de maneira muito clara. Nos países desenvolvidos, a diferença da média das notas das escolas é relativamente pequena – raramente ultrapassa os 30%. Essa diferença é enorme no Brasil.
Manter uma rede de escolas de padrão não significa que todas as unidades são idênticas, que recebem os mesmos recursos, que são 100% padronizadas. Ao contrário, para ter resultados semelhantes, as escolas precisam de recursos distintos – pois algumas têm mais problemas e desafios do que outras. Para promover a igualdade é necessário tratar desigualmente os desiguais. Escolas que caem no desempenho recebem ajuda extra; escolas com maior número de alunos com dificuldade de aprendizado recebem mais e melhores recursos, e assim por diante.
A exemplo do fator que nos faz semelhantes como seres humanos, há uma DNA a tornar parecido o desempenho das escolas. O segredo de uma rede de qualidade está na maneira como se forma o DNA da escola, os fatores que asseguram que todas as unidades da rede possam funcionar e atingir níveis de desempenho semelhantes.
O que torna uma rede de escolas boa não é muito diferente do que torna uma escola boa. Mas criar uma rede boa é muito diferente de criar uma escola boa.
Adaptado de http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/qualidade-na-educacao-o-dna-das-escolas
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