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Com relação à ecocardiografia sob estresse na avaliação de isquemia e(ou) viabilidade miocárdica, julgue os itens a seguir.
Para um paciente que será submetido a cirurgia de ressecção transuretral de próstata, que exceto pela sua baixa tolerância ao esforço, devido à obesidade e ao sedentarismo, não apresente preditores clínicos de risco para a intervenção cirúrgica proposta, o ecocardiograma sob estresse será indicado, pois o exame é apropriado para diagnóstico de doença arterial coronária e consequente estratificação de risco perioperatório.
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Com relação à ecocardiografia sob estresse na avaliação de isquemia e(ou) viabilidade miocárdica, julgue os itens a seguir.
Para um paciente sem dor torácica, com diagnóstico clínico recente de insuficiência cardíaca, com função sistólica do ventrículo esquerdo normal e risco intermediário de doença cardiovascular pelo escore de Framinghann, há indicação de ecocardiografia sob estresse e o exame é aceitável para diagnóstico de doença arterial coronária.
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Com relação à ecocardiografia sob estresse na avaliação de isquemia e(ou) viabilidade miocárdica, julgue os itens a seguir.
A Diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) reconhece que, em estudos multicêntricos, há evidências de que o uso de agentes de contraste para a avaliação da mobilidade parietal diminui a variabilidade interobservador e aumenta o número de segmentos avaliados. Seu uso, portanto, deve ocorrer sempre de forma contínua durante todo o estresse.
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Com relação à ecocardiografia sob estresse na avaliação de isquemia e(ou) viabilidade miocárdica, julgue os itens a seguir.
O uso de agentes de contraste ecocardiográfico para obter melhor definição dos bordos endocárdicos do ventrículo esquerdo pode ser feito em estudos de ecocardiografia sob estresse utilizando-se frequências fundamentais e(ou) harmônicas. Está fortemente recomendado o uso dos mesmos agentes com frequências harmônicas e índices mecânicos intermediários (0,2 a 0,6).
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Um homem com 38 anos de idade mantém-se portador de insuficiência cardíaca congestiva da classe funcional III, apesar do uso de terapia medicamentosa otimizada. O ECG apresenta bloqueio completo pelo ramo esquerdo, com a duração do QRS de 130 ms. O ecocardiograma mostra, no modo M, que o tempo entre o nadir da incursão do septo para o nadir da incursão da parede posterior foi de 150 ms. A diferença entre o início da abertura das valvas pulmonar e aórtica é de 60 ms. O estudo do doppler tecidual da movimentação do anel mitral mostrou que o tempo entre o início do QRS do ECG e o pico da onda sistólica do anel septal da valva mitral foi de 180 ms e do anel lateral, de 130 ms. A velocidade de pico sistólica foi de 4,0 cm @ s -1 .
Acerca desse caso clínico, julgue os itens seguintes.
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Um homem com 38 anos de idade mantém-se portador de insuficiência cardíaca congestiva da classe funcional III, apesar do uso de terapia medicamentosa otimizada. O ECG apresenta bloqueio completo pelo ramo esquerdo, com a duração do QRS de 130 ms. O ecocardiograma mostra, no modo M, que o tempo entre o nadir da incursão do septo para o nadir da incursão da parede posterior foi de 150 ms. A diferença entre o início da abertura das valvas pulmonar e aórtica é de 60 ms. O estudo do doppler tecidual da movimentação do anel mitral mostrou que o tempo entre o início do QRS do ECG e o pico da onda sistólica do anel septal da valva mitral foi de 180 ms e do anel lateral, de 130 ms. A velocidade de pico sistólica foi de 4,0 cm @ s -1 .
Acerca desse caso clínico, julgue os itens seguintes.
A diferença de 150 ms entre o tempo de incursão do septo e a parede posterior pode ser considerada normal na presença de distúrbio da condução.
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Julgue os próximos itens, relativos à avaliação da função ventricular.
Na avaliação da função ventricular, o índice de performance miocárdica (Tei índex) permite avaliar melhor a função ventricular utilizando como parâmetros o tempo de contração isovolumétrico, o tempo de enchimento ventricular e o tempo de relaxamento isovolumétrico.
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Julgue os próximos itens, relativos à avaliação da função ventricular.
No auxílio ao diagnóstico da insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada, o valor da relação entre a velocidade da onda E do fluxo mitral e a onda E’ (E/E’) do doppler tecidual do anel mitral septal igual a 10 sugere, de forma significativa, o diagnóstico de insuficiência cardíaca diastólica.
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Uma paciente, portadora de insuficiência cardíaca congestiva por cardiopatia dilatada e insuficiência mitral funcional, apresenta os seguintes dados ecodopplercardiográficos: a derivada da pressão pela derivada do tempo (dP/ @ dT -1 ) estimada pelo refluxo mitral foi de 500 mmHg/s, a onda E (mitral) = 1,0m @ s -1 , a onda A (mitral) = 25cm @ s -1 e a onda E’ do doppler tecidual do anel septal da valva mitral igual a 5,0 cm @ s -1 .
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Na avaliação da função diastólica, a onda E do fluxo mitral é dependente tanto da pressão do átrio esquerdo quanto do relaxamento ventricular, enquanto a onda E’ do doppler tecidual do anel mitral depende especificamente do relaxamento ventricular e da idade.
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Uma paciente, portadora de insuficiência cardíaca congestiva por cardiopatia dilatada e insuficiência mitral funcional, apresenta os seguintes dados ecodopplercardiográficos: a derivada da pressão pela derivada do tempo (dP/ @ dT -1 ) estimada pelo refluxo mitral foi de 500 mmHg/s, a onda E (mitral) = 1,0m @ s -1 , a onda A (mitral) = 25cm @ s -1 e a onda E’ do doppler tecidual do anel septal da valva mitral igual a 5,0 cm @ s -1 .
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
A pressão atrial esquerda está acima de 15 mmHg.
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