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Um homem com 65 anos de idade, previamente anticoagulado em decorrência do diagnóstico de fibrilação atrial crônica, foi internado por hemorragia digestiva alta. O paciente recebeu duas unidades de concentrado de hemácias e plasma. Após cerca de quatro horas da última transfusão, ele começou a apresentar piora do padrão respiratório, que evoluiu de forma rápida e progressiva, sendo necessárias a intubação orotraqueal e a ventilação mecânica. Na radiografia de tórax, foi observado infiltrado pulmonar difuso bilateral.
Acerca dessa situação clínica, julgue os próximos itens.
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Um homem com 65 anos de idade, previamente anticoagulado em decorrência do diagnóstico de fibrilação atrial crônica, foi internado por hemorragia digestiva alta. O paciente recebeu duas unidades de concentrado de hemácias e plasma. Após cerca de quatro horas da última transfusão, ele começou a apresentar piora do padrão respiratório, que evoluiu de forma rápida e progressiva, sendo necessárias a intubação orotraqueal e a ventilação mecânica. Na radiografia de tórax, foi observado infiltrado pulmonar difuso bilateral.
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A principal hipótese diagnóstica, nesse caso, é de lesão pulmonar associada a hemotransfusão, e o uso de corticoide está formalmente indicado.
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Uma mulher de 35 anos de idade foi internada por quadro de pielonefrite aguda e evoluiu para choque séptico. No exame clínico, apresentava-se sonolenta, com pressão arterial de 80 mmHg × 50 mmHg, frequência cardíaca de 130 bpm, frequência respiratória de 30 irpm, saturação de oxigênio = 80% e nível arterial da pressão parcial de oxigênio (PAO2) de 50 mmHg, em ar ambiente. A radiografia de tórax mostrava infiltrado pulmonar difuso.
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Caso seja feita a opção terapêutica de usar proteína C recombinante, a profilaxia medicamentosa para trombose venosa profunda deverá, necessariamente, ser suspensa por conta do risco de sangramento.
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Uma mulher de 35 anos de idade foi internada por quadro de pielonefrite aguda e evoluiu para choque séptico. No exame clínico, apresentava-se sonolenta, com pressão arterial de 80 mmHg × 50 mmHg, frequência cardíaca de 130 bpm, frequência respiratória de 30 irpm, saturação de oxigênio = 80% e nível arterial da pressão parcial de oxigênio (PAO2) de 50 mmHg, em ar ambiente. A radiografia de tórax mostrava infiltrado pulmonar difuso.
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Caso a paciente evolua com necessidade de intubação traqueal e ventilação mecânica e, na gasometria de controle, se observe nível arterial pressão parcial de gás carbônico (PaCO2) de 65 mmHg e pH = 7,22, estará indicado aumentar o volume corrente para 8 a 10 mL/kg, pois a hipercapnia permissiva não deve ultrapassar PaCO2 de 55 mmHg.
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Uma mulher de 35 anos de idade foi internada por quadro de pielonefrite aguda e evoluiu para choque séptico. No exame clínico, apresentava-se sonolenta, com pressão arterial de 80 mmHg × 50 mmHg, frequência cardíaca de 130 bpm, frequência respiratória de 30 irpm, saturação de oxigênio = 80% e nível arterial da pressão parcial de oxigênio (PAO2) de 50 mmHg, em ar ambiente. A radiografia de tórax mostrava infiltrado pulmonar difuso.
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A ventilação não invasiva para esse tipo de paciente (com suspeita de síndrome de angústia respiratória do adulto extrapulmonar) mostrou-se muito eficiente, sendo essa modalidade ventilatória indicação clássica.
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Uma mulher de 35 anos de idade foi internada por quadro de pielonefrite aguda e evoluiu para choque séptico. No exame clínico, apresentava-se sonolenta, com pressão arterial de 80 mmHg × 50 mmHg, frequência cardíaca de 130 bpm, frequência respiratória de 30 irpm, saturação de oxigênio = 80% e nível arterial da pressão parcial de oxigênio (PAO2) de 50 mmHg, em ar ambiente. A radiografia de tórax mostrava infiltrado pulmonar difuso.
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A reposição volêmica deve ser iniciada imediatamente e deve ser guiada por parâmetros de perfusão tecidual e hemodinâmicos, como a saturação venosa de O2 e a pressão venosa central.
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Um homem com 50 anos de idade procurou o hospital com relato de precordialgia intensa, em aperto, iniciada há 40 minutos, associada a sudorese profusa, náuseas e um episódio de vômito. Informou ser tabagista de longa data e ter elevação dos níveis de colesterol, porém não usa medicamentos para controle do colesterol. No exame clínico: pressão arterial de 130 mmHg × 70 mmHg, frequência cardíaca de 45 bpm, pulsos presentes e bradicárdicos, ritmo cardíaco regular em 3 tempos, às custas de quarta bulha, com presença de bulhas em canhão, sem sopros. Sem outras alterações no exame físico. Saturação de oxigênio = 94% (ar ambiente). O eletrocardiograma (ECG) convencional mostrou presença de ondas P com ritmo regular (frequência atrial = 100 bpm) sem relação temporal com os complexos QRS, complexos QRS (com ritmo regular) com duração de 120 ms (frequência ventricular = 45 bpm), presença de supradesnivelamento do segmento ST de 4 mm (com concavidade para baixo) nas derivações D2, D3 e a VF, com onda T negativa nessas derivações, infradesnivelamento do segmento ST de 2 mm nas derivações de D1 a VL e de V1 a V4 e extrassístoles ventriculares raras, monomórficas e isoladas. No hospital onde foi realizado o atendimento de emergência, não há serviço de hemodinâmica.
Considerando essa situação clínica, julgue os itens a seguir.
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Um homem com 50 anos de idade procurou o hospital com relato de precordialgia intensa, em aperto, iniciada há 40 minutos, associada a sudorese profusa, náuseas e um episódio de vômito. Informou ser tabagista de longa data e ter elevação dos níveis de colesterol, porém não usa medicamentos para controle do colesterol. No exame clínico: pressão arterial de 130 mmHg × 70 mmHg, frequência cardíaca de 45 bpm, pulsos presentes e bradicárdicos, ritmo cardíaco regular em 3 tempos, às custas de quarta bulha, com presença de bulhas em canhão, sem sopros. Sem outras alterações no exame físico. Saturação de oxigênio = 94% (ar ambiente). O eletrocardiograma (ECG) convencional mostrou presença de ondas P com ritmo regular (frequência atrial = 100 bpm) sem relação temporal com os complexos QRS, complexos QRS (com ritmo regular) com duração de 120 ms (frequência ventricular = 45 bpm), presença de supradesnivelamento do segmento ST de 4 mm (com concavidade para baixo) nas derivações D2, D3 e a VF, com onda T negativa nessas derivações, infradesnivelamento do segmento ST de 2 mm nas derivações de D1 a VL e de V1 a V4 e extrassístoles ventriculares raras, monomórficas e isoladas. No hospital onde foi realizado o atendimento de emergência, não há serviço de hemodinâmica.
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O ácido acetilsalicílico deve ser administrado ao paciente, independentemente da opção terapêutica de reperfusão miocárdica.
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Um homem com 50 anos de idade procurou o hospital com relato de precordialgia intensa, em aperto, iniciada há 40 minutos, associada a sudorese profusa, náuseas e um episódio de vômito. Informou ser tabagista de longa data e ter elevação dos níveis de colesterol, porém não usa medicamentos para controle do colesterol. No exame clínico: pressão arterial de 130 mmHg × 70 mmHg, frequência cardíaca de 45 bpm, pulsos presentes e bradicárdicos, ritmo cardíaco regular em 3 tempos, às custas de quarta bulha, com presença de bulhas em canhão, sem sopros. Sem outras alterações no exame físico. Saturação de oxigênio = 94% (ar ambiente). O eletrocardiograma (ECG) convencional mostrou presença de ondas P com ritmo regular (frequência atrial = 100 bpm) sem relação temporal com os complexos QRS, complexos QRS (com ritmo regular) com duração de 120 ms (frequência ventricular = 45 bpm), presença de supradesnivelamento do segmento ST de 4 mm (com concavidade para baixo) nas derivações D2, D3 e a VF, com onda T negativa nessas derivações, infradesnivelamento do segmento ST de 2 mm nas derivações de D1 a VL e de V1 a V4 e extrassístoles ventriculares raras, monomórficas e isoladas. No hospital onde foi realizado o atendimento de emergência, não há serviço de hemodinâmica.
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Um homem com 50 anos de idade procurou o hospital com relato de precordialgia intensa, em aperto, iniciada há 40 minutos, associada a sudorese profusa, náuseas e um episódio de vômito. Informou ser tabagista de longa data e ter elevação dos níveis de colesterol, porém não usa medicamentos para controle do colesterol. No exame clínico: pressão arterial de 130 mmHg × 70 mmHg, frequência cardíaca de 45 bpm, pulsos presentes e bradicárdicos, ritmo cardíaco regular em 3 tempos, às custas de quarta bulha, com presença de bulhas em canhão, sem sopros. Sem outras alterações no exame físico. Saturação de oxigênio = 94% (ar ambiente). O eletrocardiograma (ECG) convencional mostrou presença de ondas P com ritmo regular (frequência atrial = 100 bpm) sem relação temporal com os complexos QRS, complexos QRS (com ritmo regular) com duração de 120 ms (frequência ventricular = 45 bpm), presença de supradesnivelamento do segmento ST de 4 mm (com concavidade para baixo) nas derivações D2, D3 e a VF, com onda T negativa nessas derivações, infradesnivelamento do segmento ST de 2 mm nas derivações de D1 a VL e de V1 a V4 e extrassístoles ventriculares raras, monomórficas e isoladas. No hospital onde foi realizado o atendimento de emergência, não há serviço de hemodinâmica.
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Os achados descritos no ECG permitem fazer o diagnóstico da arritmia cardíaca: bloqueio atrioventricular de segundo grau do tipo Mobitz II.
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