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Assinale a opção correta quanto às regras gramaticais de concordância nominal, regência verbal e colocação de pronomes átonos:
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Paciente jovem portador de miocardiopatia hipertrófica, assintomático, apresenta história familiar de morte súbita, HVE importante no ECO (> 30mm), surtos de TVNS (taquicardia ventricular não sustentada) no Holter e durante teste ergométrico apresentou hipotensão arterial. Assinale a estratégia mais adequada para este paciente.
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A gestão financeira do Sistema Único de Saúde (SUS) é bastante complexa e envolve uma série de regras que devem ser seguidas por cada um dos Entes da Federação. Acerca do financiamento da saúde no Brasil, assinale a afirmativa correta:
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Qual provável artéria envolvida no IAM deste paceinte?

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O texto servirá de base para as questão
No lugar do outro
ROSELY SAYÃO
Estamos vivendo uma crise intensa: a das relações humanas. Todos os dias testemunhamos ou protagonizamos, tanto na vida presencial quanto na virtual, comportamentos e atitudes que vão do ódio declarado ou sutil ao desdém em relação ao outro. As relações humanas, sempre tão complexas, exigem, no entanto, delicadeza, atenção e compromisso social. Tem sido difícil manter a saúde mental e a qualidade de vida no contexto atual.
Crianças e adolescentes já dão sinais claros de que têm aprendido muito com nossa dificuldade em conviver com as diferenças e de respeitá-las; de tentar colocar-se no lugar do outro para compreender suas posições e atitudes; de ter compaixão; de conflitar em vez de confrontar; de agir com doçura, por exemplo. Conseguir fazer isso é ter empatia com o outro.
Pais e professores têm reclamado de comportamentos provocativos, desrespeitosos, desafiadores e desobedientes dos mais novos. Entretanto, se pudéssemos nos dedicar por alguns momentos à auto-observação, constataríamos essas características também em nós, adultos.
(...)
Desenvolver a empatia é uma condição absolutamente necessária para ensiná-la aos mais novos. Aliás, eles podem tê-la mais facilmente do que nós.
Um pai me contou, comovido, que conversava com um amigo a respeito da situação de muitos refugiados de países em guerra e que comentou que não adiantava a busca por outro local, já que a crise de empregos era mundial. Seu filho, de sete anos, que estava por perto, perguntou de imediato: “Pai, se tivesse guerra aqui, você preferiria que eu morresse?”. Ele mudou de ideia.
Estacionar o carro em vaga de idosos, grávidas e portadores de deficiência é mais do que contravenção: é falta de empatia. Reclamar da lentidão dos velhos é mais do que desrespeito: é falta de empatia. Agredir ostensivamente o outro por suas posições é mais do que dificuldade em lidar com as diferenças: é falta de empatia. O mesmo modo, reclamar do comportamento dos mais novos é falta de empatia.
A empatia pode provocar uma grande mudança social, diz Roman Krznari, estudioso do tema. Vamos desenvolvê-la para ensiná-la?
Matéria publicada na Folha de São Paulo, 22 de Setembro de 2015.
Analise as afirmações acerca do texto, julgando-as verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) Segundo a autora, a falta de empatia é uma das causas da crise de relações humanas que vivemos hoje;
( ) Pelas características inerentes ao texto, pode-se afirmar que o gênero textual é o texto de divulgação científica;
( ) “Crianças e adolescentes já dão sinais claros de que têm aprendido muito com nossa dificuldade em conviver com as diferenças e de respeitá-las;” o pronome destacado está se referindo aos termos crianças e adolescentes;
( ) “Pais e professores têm reclamado de comportamentos provocativos, desrespeitosos, desafiadores e desobedientes dos mais novos.” Este trecho é um período simples.
A sequência correta de cima para baixo é:
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Paciente deu entrada no OS com Fibrilação atrial. Qual achado clínico, em seu exame físico, não poderá ser encontrado, enquanto estiver com essa arritmia?
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Marque a opção verdadeira quanto à Redação Oficial:
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Paciente morador de casa de taipa evoluindo com dispneia progressiva. Apresentou ECG e Ecocardiograma, abaixo:
Eletrocardiograma.

Ecocardiograma: FE: 30%, aneurisma em dedo de luva.
Em relação ao provável diagnóstico etiológico desse paciente, assinale a opção correta:
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O texto servirá de base para as questão
No lugar do outro
ROSELY SAYÃO
Estamos vivendo uma crise intensa: a das relações humanas. Todos os dias testemunhamos ou protagonizamos, tanto na vida presencial quanto na virtual, comportamentos e atitudes que vão do ódio declarado ou sutil ao desdém em relação ao outro. As relações humanas, sempre tão complexas, exigem, no entanto, delicadeza, atenção e compromisso social. Tem sido difícil manter a saúde mental e a qualidade de vida no contexto atual.
Crianças e adolescentes já dão sinais claros de que têm aprendido muito com nossa dificuldade em conviver com as diferenças e de respeitá-las; de tentar colocar-se no lugar do outro para compreender suas posições e atitudes; de ter compaixão; de conflitar em vez de confrontar; de agir com doçura, por exemplo. Conseguir fazer isso é ter empatia com o outro.
Pais e professores têm reclamado de comportamentos provocativos, desrespeitosos, desafiadores e desobedientes dos mais novos. Entretanto, se pudéssemos nos dedicar por alguns momentos à auto-observação, constataríamos essas características também em nós, adultos.(a)
(...)
Desenvolver a empatia é uma condição absolutamente necessária para ensiná-la aos mais novos. Aliás, eles podem tê-la mais facilmente do que nós.
Um pai me contou, comovido, que conversava com um amigo a respeito da situação de muitos refugiados de países em guerra e que comentou que não adiantava a busca por outro local, já que a crise de empregos era mundial.(d) Seu filho, de sete anos, que estava por perto, perguntou de imediato: “Pai, se tivesse guerra aqui, você preferiria que eu morresse?(c)”. Ele mudou de ideia.
Estacionar o carro em vaga de idosos, grávidas e portadores de deficiência é mais do que contravenção: é falta de empatia. Reclamar da lentidão dos velhos é mais do que desrespeito: é falta de empatia. Agredir ostensivamente o outro por suas posições é mais do que dificuldade em lidar com as diferenças(b): é falta de empatia. O mesmo modo, reclamar do comportamento dos mais novos é falta de empatia.
A empatia pode provocar uma grande mudança social, diz Roman Krznari, estudioso do tema. Vamos desenvolvê-la para ensiná-la?
Matéria publicada na Folha de São Paulo, 22 de Setembro de 2015.
Observe os aspectos gramaticais do texto e assinale a opção correta:
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O Pacto em defesa do SUS visa reforçar os princípios do sistema, fortalecendo a participação popular e informando a população sobre seu funcionamento e forma de gestão. Sobre este pacto, analise as afirmativas abaixo:
I. O Pacto em Defesa do SUS deve firmar-se através de iniciativas que busquem a repolitização da saúde, como um movimento que retoma a Reforma Sanitária Brasileira aproximando-a dos desafios atuais do SUS;
II. Ampliação e fortalecimento das relações com os movimentos sociais, em especial os que lutam pelos direitos da saúde e cidadania e a elaboração e publicação da Carta dos Direitos dos Usuários do SUS são algumas das ações deste pacto;
III. Entre as prioridades deste pacto estão a saúde do Idoso, o controle do câncer do colo do útero e da mama e a redução da mortalidade infantil e materna.
Estão corretas:
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