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Foram encontradas 415 questões.

1013525 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PAULIPREV
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Psiquiatras em pé de guerra

Os psiquiatras americanos estão em pé de guerra, e o motivo é Donald Trump, mais especificamente seu estado mental.

Já durante a campanha eleitoral, alguns profissionais de saúde mental diziam que Trump não batia bem. Depois da posse e dos primeiros “tweets”* presidenciais, essas vozes se multiplicaram e culminaram, em outubro, na publicação de The Dangerous Case of Donald Trump (O perigoso caso de Donald Trump), volume organizado pela psiquiatra Bandy Lee, no qual profissionais de saúde, advogados e jornalistas tentam mostrar que o presidente não estaria apto a exercer suas funções. Os textos trazem considerações interessantes e muita informação, mas não dá para ignorar que a obra é acima de tudo política.

O problema é que a Associação Psiquiátrica Americana (APA) tem, desde 73, uma diretriz, conhecida como regra Goldwater, que autoriza profissionais a dividir com o público seu conhecimento técnico, mas considera antiético que deem opinião sobre pessoas que não tenham examinado. A regra foi reforçada em 2017. A ideia é evitar diagnósticos pela TV, bem como tornar mais robusta a separação entre psiquiatria e política.

Os autores da obra sobre Trump estão cientes da norma. Ela é objeto de longo debate na parte dois do livro. O que alegam é que, por vezes, a obrigação do médico de alertar a comunidade para riscos que ela corre prevalece sobre a privacidade. Se o médico desconfia de que seu paciente psicótico planeja assassinar alguém, precisa alertar a vítima potencial, mesmo que isso implique violação do sigilo profissional.

A discussão é boa, e ambos os lados têm argumentos. Penso que, em teoria, a necessidade de se fazer um alerta sobre a saúde mental de pacientes sobrepuja a regra Goldwater. Mas seria preciso encontrar um modo de reduzir um pouco as investidas políticas dos psiquiatras. Se deixarmos que a prática médica e a política se misturem, é quase certo que a medicina sairá perdendo. * tweet: mensagem enviada pela rede social Twitter.

* tweet: mensagem enviada pela rede social Twitter.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 21.01.2018. Adaptado)

Conforme o texto, o conflito em que estão envolvidos os profissionais de saúde mental americanos se deve
 

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1013524 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PAULIPREV
Assinale a alternativa em que a frase está reescrita conforme a norma-padrão com a expressão destacada substituída pelo pronome.
 

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1013523 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PAULIPREV
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Psiquiatras em pé de guerra

Os psiquiatras americanos estão em pé de guerra, e o motivo é Donald Trump, mais especificamente seu estado mental.

Já durante a campanha eleitoral, alguns profissionais de saúde mental diziam que Trump não batia bem. Depois da posse e dos primeiros “tweets”* presidenciais, essas vozes se multiplicaram e culminaram, em outubro, na publicação de The Dangerous Case of Donald Trump (O perigoso caso de Donald Trump), volume organizado pela psiquiatra Bandy Lee, no qual profissionais de saúde, advogados e jornalistas tentam mostrar que o presidente não estaria apto a exercer suas funções. Os textos trazem considerações interessantes e muita informação, mas não dá para ignorar que a obra é acima de tudo política.

O problema é que a Associação Psiquiátrica Americana (APA) tem, desde 73, uma diretriz, conhecida como regra Goldwater, que autoriza profissionais a dividir com o público seu conhecimento técnico, mas considera antiético que deem opinião sobre pessoas que não tenham examinado. A regra foi reforçada em 2017. A ideia é evitar diagnósticos pela TV, bem como tornar mais robusta a separação entre psiquiatria e política.

Os autores da obra sobre Trump estão cientes da norma. Ela é objeto de longo debate na parte dois do livro. O que alegam é que, por vezes, a obrigação do médico de alertar a comunidade para riscos que ela corre prevalece sobre a privacidade. Se o médico desconfia de que seu paciente psicótico planeja assassinar alguém, precisa alertar a vítima potencial, mesmo que isso implique violação do sigilo profissional.

A discussão é boa, e ambos os lados têm argumentos. Penso que, em teoria, a necessidade de se fazer um alerta sobre a saúde mental de pacientes sobrepuja a regra Goldwater. Mas seria preciso encontrar um modo de reduzir um pouco as investidas políticas dos psiquiatras. Se deixarmos que a prática médica e a política se misturem, é quase certo que a medicina sairá perdendo. * tweet: mensagem enviada pela rede social Twitter.

* tweet: mensagem enviada pela rede social Twitter.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 21.01.2018. Adaptado)

O trecho do texto em que o autor aponta o que considera ser um aspecto negativo da obra The Dangerous Case of Donald Trump é:
 

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1013521 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PAULIPREV
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Discriminar significa fazer distinção. Existem vários tipos de discriminação e o mais comum relaciona-se a aspectos sociológicos: condição social, religião, etnias, sexualidade, idade, nacionalidade, deficiência. Tudo isso leva à exclusão social.
A discriminação atinge os sentimentos das pessoas, desmoralizando-as, podendo levá-las até ao suicídio.
(http://www.pobrezahumana.wordpress.com.
Acesso em 23.01.2018. Adaptado)
Conforme o texto do 2° parágrafo, é correto afirmar que, ao sofrer discriminação, uma pessoa pode ser levada a um grau máximo de
 

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1013520 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PAULIPREV
O estudante de medicina parecia alheio ______ comentários preconceituosos que ______, dando a impressão de que não ______ feriam.
As lacunas do enunciado devem ser preenchidas, correta e respectivamente, considerando a norma-padrão da língua portuguesa.
 

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1013519 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PAULIPREV
Leia o texto para responder à questão.
O físico e matemático inglês Isaac Newton é um dos maiores cientistas da humanidade. Filho de fazendeiros, Newton nasceu em Woolsthorpe, uma pequena aldeia da Inglaterra, em 1643. Desde criança, demonstrava mais interesse por desenvolver inventos do que pelos negócios da família. Aos 18 anos, foi aceito no Trinity College, da Universidade de Cambridge, onde recebeu o grau de Bacharel em Artes.
Em 1671, assumiu o cargo de professor catedrático de matemática na mesma universidade e, em 1703, foi eleito presidente da Real Sociedade de Londres para o Melhoramento do Conhecimento Natural, uma instituição destinada à promoção do conhecimento científico. Dois anos depois, tornou-se o primeiro cientista a receber o título de “Sir”, sagrado cavaleiro da rainha da Inglaterra. Newton morreu em 1727, aos 84 anos, por complicações decorrentes da idade extremamente elevada para a época.
No período em que cursava faculdade em Cambridge, a Peste Negra assolou a Inglaterra e matou um décimo da população. Por 18 meses, a universidade ficou fechada, e Newton voltou para casa. Um belo dia, sentado à sombra de uma macieira (cujas descendentes ainda existem!), viu uma maçã cair no chão – ou na sua cabeça, a história vai do gosto do freguês – e formulou a Lei da Gravitação Universal, que explica a força da gravidade. Com essa descoberta, Newton deu início à ciência moderna. Como diria o cientista em um ensinamento que vale para a vida: “nenhuma grande descoberta foi feita jamais sem um palpite ousado”.

(Marilia Marasciulo. O que você pode aprender com as descobertas de Isaac Newton. 17.01.2018. http://revistagalileu.globo.com. Adaptado)|
Neste trecho do 3º parágrafo – ... uma macieira (cujas descendentes ainda existem!) ... –, o emprego do sinal gráfico de exclamação (!) pode sinalizar que o fato de ainda existirem descendentes da macieira sob a qual Newton pensou em uma explicação para a lei da gravidade, segundo a autora, é
 

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1013518 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PAULIPREV
Leia o texto dos quadrinhos para responder à questão.
enunciado 1013518-1
(Wesley Samp. http://www.oslevadosdabreca.com/tag/. Acesso em 13.01.2018)
A partir da leitura dos quadrinhos, é correto afirmar que os problemas de visão referiam-se a situações relacionadas a
 

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1013517 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PAULIPREV
Leia o texto para responder à questão.
De patas para o ar

Rafiki é um angolano, filho de uma economista e de um funcionário de multinacional. Veio para o Brasil estudar medicina e foi surpreendido pela carga de preconceito que encontrou aqui. Já enfrentou o constrangimento de perceber que pessoas fecham os vidros dos carros nos sinais quando o veem, ou mulheres se agarram a suas bolsas ao cruzarem com ele na calçada.
O universitário Rafiki mora em um bairro de classe média alta e uma noite, quando estava para entrar em seu prédio, viu um casal passar por ele, entrar e bater a porta. O angolano entrou em seguida e encontrou o casal esperando o elevador. Como a mulher o encarava insistentemente, ele perguntou:
─ Estou sujo? Tem alguma coisa errada comigo? Qual é o problema?
O marido se desculpou dizendo:
─ Sabe como é hoje em dia, né? A gente tem que ficar ligado...
Quando as pessoas, porém, ficam sabendo que Rafiki é estudante de medicina, mudam a forma de tratá-lo.
Rafiki também não compreende um comportamento que chama sua atenção no Brasil: as pessoas pedirem informações na rua sem antes dizer “bom dia”, “por favor”, “com licença”. Mas ele não acredita que essa falta de educação seja maior aqui do que em outros países. A gentileza tem sido pouco valorizada. Rafiki costuma dizer ultimamente que o mundo todo está de patas para o ar.
(Leila Ferreira. A arte de ser leve. São Paulo: Globo, 2010. Adaptado)
A alternativa em que a palavra destacada estabelece relação de lugar é:
 

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1013516 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PAULIPREV

Leia o texto para responder à questão.

Sentado no coletivo, observo a roupa que cada um está usando e fico imaginando como escolheu aquele modelito pra sair de casa.

Tem de tudo. Gente bem vestida, gente de qualquer jeito, bom gosto, mau gosto, roupa limpa, roupa suja.

Toda vez que penso nisso, lembro-me do poeta Paulo Leminski, com quem trabalhei no final dos anos 1980. Leminski era o que chamamos de “figuraça”. Fazíamos o Jornal de Vanguarda juntos na TV Bandeirantes.

Lema, como o chamávamos, ia trabalhar de qualquer jeito. Uma calça Lee surrada, sem cinto, caindo, camiseta branca encardida e muitas vezes aparecia na redação de chinelo franciscano.

Um dia, foi surpreendido no corredor da Band pelo comentarista de economia Celso Ming.

– Paulo Leminski, você percebeu que está usando uma meia de cada cor?

Lema levantou ligeiramente sua calça Lee e constatou que Ming – que ele chamava de Dinastia Ming – estava certo. Não pensou duas vezes e respondeu na lata.

– Dinastia Ming, eu estou me lixando! Acordo, me visto no escuro e só vejo como estou quando chego na rua.

(Alberto Villas. Vou assim mesmo!. 07.12.2017.

www.cartacapital.com.br. Adaptado)

Ao organizar seu texto, o autor
 

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1013515 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PAULIPREV
Assinale a alternativa em que a concordância está em conformidade com a norma-padrão.
 

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