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Foram encontradas 60 questões.

994111 Ano: 2012
Disciplina: Medicina Legal
Banca: NUCEPE
Orgão: PC-PI
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Um eletricista da Companhia de Eletricidade, trabalhando numa linha energizada, recebeu uma descarga elétrica e caiu de uma altura de três metros, sofrendo um traumatismo craniano. No hospital, constataram a existência de um hematoma extradural, que foi drenado. A vítima permaneceu hospitalizada por mais de uma semana. Ao final desse período, desenvolveu um quadro de pneumonia e faleceu com insuficiência respiratória e septicemia.
Com relação à identificação médico-legal, assinale a alternativa correta.
 

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994102 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: NUCEPE
Orgão: PC-PI
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Um paciente de 78 anos, com aterosclerose cardiovascular e hipertensão arterial, é internado num hospital público com distúrbios de consciência, hemiplegia e desvio da comissura labial. A tomografia computadorizada revela extenso hematoma intracerebral. Todas as informações estão registradas em seu prontuário. Sete dias após, assume o plantão na enfermaria outro médico. No final desse dia, o paciente entra em convulsão e morre. Para este caso, assinale a alternativa correta.
 

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994093 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: NUCEPE
Orgão: PC-PI
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Um eletricista da Companhia de Eletricidade, trabalhando numa linha energizada, recebeu uma descarga elétrica e caiu de uma altura de três metros, sofrendo um traumatismo craniano. No hospital, constataram a existência de um hematoma extradural, que foi drenado. A vítima permaneceu hospitalizada por mais de uma semana. Ao final desse período, desenvolveu um quadro de pneumonia e faleceu com insuficiência respiratória e septicemia.
No caso acima, qual a conduta correta do médico de plantão da enfermaria?
 

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Acerca da nacionalidade, assinale a alternativa correta.
 

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Acerca dos direitos políticos, assinale a alternativa correta.
 

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Assinale a alternativa correta acerca das entidades que compõem a Administração Pública.
 

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Acerca da personalidade jurídica dos entes da Administração Direta, assinale a alternativa incorreta.
 

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Acerca da Administração Pública Indireta, assinale a alternativa correta.
 

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TEXTO 1

Uma língua, múltiplos falares

No Brasil, convivemos não somente com várias línguas que resistem, mas também com vários jeitos de falar. Os mais desavisados podem pensar que os mineiros, por exemplo, preferem abandonar algumas palavras no meio do caminho quando perguntam “ôndôtô?” ao invés de “onde eu estou?”. Igualmente famosos são os “s” dos cariocas ou o “oxente” dos baianos. Esses sotaques ou modos de falar resultam da interação da língua com uma realidade específica, com outras línguas e seus falantes.

Todas as línguas são em si um discurso sobre o indivíduo que fala, elas o identificam. A língua que eu uso para dizer quem eu sou já fala sobre mim; é, portanto, um instrumento de afirmação da identidade.

Desde suas origens, o Brasil tem uma língua dividida em falares diversos. Mesmo antes da chegada dos portugueses, o território brasileiro já era multilíngue. Estimativas de especialistas indicam a presença de cerca de mil e duzentas línguas faladas pelos povos indígenas. O português trazido pelo colonizador tampouco era uma língua homogênea. Havia variações, dependendo da região de Portugal de onde ele vinha.

Há de se considerar também que a chegada de falantes de português acontece em diferentes etapas, em momentos históricos específicos. Na cidade de São Paulo, por exemplo, temos primeiramente o encontro linguístico de portugueses com índios e, além dos negros da África, vieram italianos, japoneses, alemães, árabes, todos com suas línguas. Daí que na mesma São Paulo podem-se encontrar modos de falar distintos, como o de Adoniram Barbosa, que eternizou em suas composições o sotaque típico de um filho de imigrantes italianos, ou o chamado erre retroflexo, aquele erre dobrado que, junto com a letra i, resulta naquele jeito de falar “cairne” e “poirta” característico do interior de São Paulo.

Independentemente dessas peculiaridades no uso da língua, o português, no imaginário, une. Na verdade, a construção das identidades nacionais modernas se baseou num imaginário de unidade linguística. É daí que surge o conceito de língua nacional, língua da nação, que pretensamente une a todos sob uma mesma cultura. Esta unidade se constitui a partir de instrumentos muito particulares, como gramáticas e dicionários, e de instituições como a escola.

No Brasil, hoje, o português é a língua oficial e também a língua materna da maioria dos brasileiros. Entretanto, nem sempre foi assim.

Patrícia Mariuzzo. Disponível em: http://www.labjor.unicamp.br/patrimonio/materia.php?id=219. Acesso em 09/05/2012. Excerto adaptado.
“Estimativas de especialistas indicam a presença de cerca de mil e duzentas línguas faladas pelos povos indígenas.” O sentido global desse trecho está mantido em:
 

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TEXTO 1

Uma língua, múltiplos falares

No Brasil, convivemos não somente com várias línguas que resistem, mas também com vários jeitos de falar. Os mais desavisados podem pensar que os mineiros, por exemplo, preferem abandonar algumas palavras no meio do caminho quando perguntam “ôndôtô?” ao invés de “onde eu estou?”. Igualmente famosos são os “s” dos cariocas ou o “oxente” dos baianos. Esses sotaques ou modos de falar resultam da interação da língua com uma realidade específica, com outras línguas e seus falantes.

Todas as línguas são em si um discurso sobre o indivíduo que fala, elas o identificam. A língua que eu uso para dizer quem eu sou já fala sobre mim; é, portanto, um instrumento de afirmação da identidade.

Desde suas origens, o Brasil tem uma língua dividida em falares diversos. Mesmo antes da chegada dos portugueses, o território brasileiro já era multilíngue. Estimativas de especialistas indicam a presença de cerca de mil e duzentas línguas faladas pelos povos indígenas. O português trazido pelo colonizador tampouco era uma língua homogênea. Havia variações, dependendo da região de Portugal de onde ele vinha.

Há de se considerar também que a chegada de falantes de português acontece em diferentes etapas, em momentos históricos específicos. Na cidade de São Paulo, por exemplo, temos primeiramente o encontro linguístico de portugueses com índios e, além dos negros da África, vieram italianos, japoneses, alemães, árabes, todos com suas línguas. Daí que na mesma São Paulo podem-se encontrar modos de falar distintos, como o de Adoniram Barbosa, que eternizou em suas composições o sotaque típico de um filho de imigrantes italianos, ou o chamado erre retroflexo, aquele erre dobrado que, junto com a letra i, resulta naquele jeito de falar “cairne” e “poirta” característico do interior de São Paulo.

Independentemente dessas peculiaridades no uso da língua, o português, no imaginário, une. Na verdade, a construção das identidades nacionais modernas se baseou num imaginário de unidade linguística. É daí que surge o conceito de língua nacional, língua da nação, que pretensamente une a todos sob uma mesma cultura. Esta unidade se constitui a partir de instrumentos muito particulares, como gramáticas e dicionários, e de instituições como a escola.

No Brasil, hoje, o português é a língua oficial e também a língua materna da maioria dos brasileiros. Entretanto, nem sempre foi assim.

Patrícia Mariuzzo. Disponível em: http://www.labjor.unicamp.br/patrimonio/materia.php?id=219. Acesso em 09/05/2012. Excerto adaptado.

enunciado 993935-1
O Texto 2 pode ser utilizado para ilustrar a seguinte informação do Texto 1:
 

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