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A figura acima mostra seis colunas estratigráficas longitudinais à construção de um delta dominado por um rio. A correlação entre elas permite algumas interpretações. A respeito dessas interpretações, julgue o item a seguir.
Observações em afloramentos indicam que estratificações cruzadas sigmoidais desenvolvem-se em lobos de sistemas deltáicos.
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A figura acima mostra seis colunas estratigráficas longitudinais à construção de um delta dominado por um rio. A correlação entre elas permite algumas interpretações. A respeito dessas interpretações, julgue o item a seguir.
A progradação das areias da planície de inundação (sistema fluvial) sobre os siltes/argilas da frente deltáica produzem uma sucessão sedimentar de aumento granulométrico para o topo.
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A figura acima mostra seis colunas estratigráficas longitudinais à construção de um delta dominado por um rio. A correlação entre elas permite algumas interpretações. A respeito dessas interpretações, julgue o item a seguir.
Três ciclos deposicionais com sedimentos progradando em direção à bacia estão separados por rápidos avanços transgressivos do mar.
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Com base na figura acima, julgue o item que se segue.
O conjunto de parasseqüências agradacionais, como ilustrado em 1, está ligado ao rebaixamento do nível do mar.
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Com base na figura acima, julgue o item que se segue.
O trato de sistema transgressivo caracteriza-se por um deslocamento da linha de costa em direção ao continente em que é predominante o conjunto de parasseqüências agradacionais, como ilustrado em 1.
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Com base na figura acima, julgue o item que se segue.
O algarismo 2 representa um conjunto de parasseqüências retrogradacional ou unidade regressiva.
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Com base na figura acima, julgue o item que se segue.
A superfície que limita o conjunto de parasseqüências 1 e 2 é marcada pela transgressão máxima que separa o trato de sistema transgressivo do trato de sistema de mar alto.
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Sucessão de fácies na Camada Porangaba, Grupo Passa Dois, Estado de São Paulo
O contato entre os grupos Passa Dois (Permiano-Eotriássico) e São Bento (Triássico-Eocretáceo) marca não apenas o limite entre duas unidades litoestratigráficas, mas também uma mudança radical no ambiente de sedimentação da bacia, o qual passou de subaquoso marinho para subaéreo continental. Os depósitos da Camada Porangaba guardam os registros dos pulsos finais da sedimentação do agonizante mar epicontinental que existia desde o Carbonífero.
A seguir, é apresentado o detalhamento do intervalo denominado Camada Porangaba, que serve como fundamento para uma nova interpretação da sua gênese, concluindo que esse intervalo é constituído por depósitos subaquosos, associados a estruturas que revelam exposição subaérea penecontemporânea, por vezes com alternância cíclica.

Sérgio Luís Fabris de Matos e Armando Márcio Coimbra. São Paulo:
Revista Brasileira de Geociências, 27(4), dez./1997 (com adaptações).
Com relação à mudança no ambiente desde o Permiano até o Eocretáceo apresentada no texto CE-I, julgue o item seguinte.
O ambiente marinho foi sucedido por ambiente continental, com indicação de condições de deposição desérticas.
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Sucessão de fácies na Camada Porangaba, Grupo Passa Dois, Estado de São Paulo
O contato entre os grupos Passa Dois (Permiano-Eotriássico) e São Bento (Triássico-Eocretáceo) marca não apenas o limite entre duas unidades litoestratigráficas, mas também uma mudança radical no ambiente de sedimentação da bacia, o qual passou de subaquoso marinho para subaéreo continental. Os depósitos da Camada Porangaba guardam os registros dos pulsos finais da sedimentação do agonizante mar epicontinental que existia desde o Carbonífero.
A seguir, é apresentado o detalhamento do intervalo denominado Camada Porangaba, que serve como fundamento para uma nova interpretação da sua gênese, concluindo que esse intervalo é constituído por depósitos subaquosos, associados a estruturas que revelam exposição subaérea penecontemporânea, por vezes com alternância cíclica.

Sérgio Luís Fabris de Matos e Armando Márcio Coimbra. São Paulo:
Revista Brasileira de Geociências, 27(4), dez./1997 (com adaptações).
Com relação à mudança no ambiente desde o Permiano até o Eocretáceo apresentada no texto CE-I, julgue o item seguinte.
Aciclicidade na Camada Porangaba reflete uma alta instabilidade tectônica no entorno da bacia.
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Sucessão de fácies na Camada Porangaba, Grupo Passa Dois, Estado de São Paulo
O contato entre os grupos Passa Dois (Permiano-Eotriássico) e São Bento (Triássico-Eocretáceo) marca não apenas o limite entre duas unidades litoestratigráficas, mas também uma mudança radical no ambiente de sedimentação da bacia, o qual passou de subaquoso marinho para subaéreo continental. Os depósitos da Camada Porangaba guardam os registros dos pulsos finais da sedimentação do agonizante mar epicontinental que existia desde o Carbonífero.
A seguir, é apresentado o detalhamento do intervalo denominado Camada Porangaba, que serve como fundamento para uma nova interpretação da sua gênese, concluindo que esse intervalo é constituído por depósitos subaquosos, associados a estruturas que revelam exposição subaérea penecontemporânea, por vezes com alternância cíclica.

Sérgio Luís Fabris de Matos e Armando Márcio Coimbra. São Paulo:
Revista Brasileira de Geociências, 27(4), dez./1997 (com adaptações).
Com relação à mudança no ambiente desde o Permiano até o Eocretáceo apresentada no texto CE-I, julgue o item seguinte.
A Formação Corumbataí e a Camada Porangaba caracterizam, respectivamente, fácies de plataformas aberta e evaporítica, segundo o modelo de plataforma carbonática de Wilson.
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